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Resumo:
A toxoplasmose é uma das zoonoses mais difundidas no mundo, causada pelo Toxoplasma gondii, um protozoário parasita intracelular obrigatório. Uma alta porcentagem de animais apresenta anticorpos específicos causados por exposição prévia, levando a uma infecção crônica. Os felídeos são os hospedeiros definitivos e outros animais homeotérmicos, incluindo os primatas, são os hospedeiros intermediários. Este estudo objetivou determinar a prevalência da infecção por T. gondii em macacos-prego (Cebus apella nigritus) de vida livre da Estação Ecológica localizada na Mata de Santa Teresa, Ribeirão Preto, SP, Brasil. Anticorpos anti-T. gondii foram pesquisados pelo método de aglutinação direta modificada (MAT) em amostras de soro de 36 macacos-prego, utilizando-se o título oito como de corte. Dos animais estudados, 3/36 (8,33%; IC95% 3,0-21,9%) apresentaram anticorpos anti-T. gondii, todos com título 32. Nenhuma diferença significativa (P>0,05) foi observada com relação ao sexo (1/3 machos e 2/3 fêmeas), e à idade (1/3 jovens e 2/3 adultos). Assim, estes resultados demonstram alta prevalência de anticorpos anti-T. gondii em primatas no estado de São Paulo.
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Em agosto de 1983 foram observados 85 habitantes do Município de Humaitá, Estado do Amazonas, Brasil, com a finalidade de estudar a prevalência dos antígenos de HLA -A, -B, -C e DR, dentre os quais 38 eram doentes com malária causada pelo Plasmodium falciparum Todos eles foram examinados para avaliação de esplenomegalia, exame parasitológico de sangue e pesquisa de anticorpos de malária. Foram constituídos três grupos: (I) 25 indivíduos nascidos na região Amazônica que nunca tiveram malária; (II) 38 indivíduos naturais da Amazônia que tinham sido tratados de malária no passado, ou que estavam tendo malária atual, e (III) 22 doentes com malária que contraíram na Amazônia e eram procedentes de outras regiões do Brasil. Foram colhidas amostras de sangue de cada um deles, separados os linfôcitos e os antígenos de HLA foram tipados pelo teste de microlinfocitotoxidade. Houve elevada freqüência de antígenos não identificados, nos grupos estudados, o que sugere ou a existência de homozigoze, oufenôtipo não identificado nessa população. Houve alta freqüência fenotípica de antígeno deAg(W24) (44,7%) no Grupo II, quando comparado ao Grupo 1(32%) ou Grupo III (9%). Os indivíduos do Grupo II mostraram também elevada freqüência do antígeno DR4 (80%) quando comparado ao Grupo 1(36,3%) ou Grupo III(16,6%). Essas observações sugerem a possibilidade de suscetibilidadegenética ã malária entre os nativos da Amazônia e indicam a necessidade da realização de inquéritos mais extensos sobre a freqüência de antígenos de HLA em habitantes de zona endêmica de malária.
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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A introdução do mesilato de imatinibe como tratamento da leucemia mielóide crônica tem salvado muitos pacientes, mas o sucesso da terapia tem sido prejudicado pela resistência e possível não destruição do clone maligno. Este artigo descreve a resposta citogenética e padrões citogenéticos anormais envolvendo os genes ABL e BCR detectados por FISH em pacientes em uso exclusivo de imatinibe. Os resultados mostraram que outras alterações envolvendo os genes BCR e ABL não parecem estar relacionadas à resistência à droga, elas ocorrem em baixas freqüências e podem não estar associadas à resposta citogenética ou ao tempo de tratamento. Contudo, a resposta ao imatinibe parece ser individual e imprevisível, independente do tempo e do início do tratamento após o diagnóstico.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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A 30-basepair (bp) deletion in the Epstein-Barr virus (EBV) latent membrane protein 1 (LMP1) gene has been reported in nasopharyngeal carcinoma and EBV-associated malignant lymphomas. Prior studies have found the deletion in about 10% to 28% of cases of Hodgkin's disease (HD), particularly in cases with aggressive histology. We studied the prevalence of 30-bp LMP1 gene deletion in EBV-positive HD in the United States (US) (12 cases) and Brazil (26 cases) with comparison to reactive lymphoid tissues (21 cases) and HD without EBV-positive Reed-Sternberg cells (15 cases). We studied the status of the LMP1 gene by Southern blot hybridization of polymerase chain reaction (PCR) products obtained after amplification with primers spanning the site of the deletion. We also performed EBV typing, EBER1 in situ hybridization, and LMP1 protein immunohistochemistry. EBV was detected in 12/26 (46%) cases of HD from the US and 26/27 (96%) cases of Brazilian HD. The 30-bp LMP1 gene deletion was observed in 4/12 (33%) cases of EBV-positive HD from US, and 12/26 (46%) cases of Brazilian EBV-positive HD, including 3 cases of type B EBV, as compared with 12/21 (57%) reactive lymphoid tissues and 9/15 (60%) cases of EBV-negative HD. US and Brazilian HD showed a higher prevalence of the 30-bp LMP1 gene deletion, compared with studies of others. The unexpected finding of high incidence of 30-bp deletion in LMP1 gene in reactive lymphoid tissue and HD without EBV-positive Reed-Sternberg cells suggests that this deletion may not be relevant to HD pathogenesis in most cases. Copyright (C) 1997 by W.B. Saunders Company.
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Background and Objectives. A frequent mutation in the cystathionine beta-synthase (CBS) gene (844ins68, a 68-bp insertion in the coding region of exon 8) was recently discovered. In the present study we Investigated this mutation as a candidate risk factor for venous thrombosis.Design and Methods. The prevalence of the 844ins68 CBS mutation was determined in 101 patients with objectively diagnosed deep venous thrombosis and in 101 healthy controls matched for age, sex and race. PCR amplification of a DNA fragment containing exon 8 of the CBS gene was employed to determine the genotypes, Additionally, Bsrl restriction enzyme digestion of the PCR products was performed in all samples from carriers of the insertion, to test for concurrent presence of a second mutation (T833C) in the CBS gene.Results. The insertion was found in 21 out of 101 patients (20.8%; allele frequency 0.109) and in 20 out of 101 controls (19.8%; allele frequency 0.114), yielding a relative risk for venous thrombosis related to the 844ins68 CBS mutation close to 1.0. In addition, the T833C GBS mutation was detected in all alleles carrying the 844ins68 CBS insertion, confirming the co-inheritance of the two mutations.Interpretation and Conclusions. Our findings do not support the hypothesis that the 844ins68 mutation in the CBS gene is a genetic risk factor for venous thrombosis. (C)1998, Ferrata Storti Foundation.
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Atherosclerotic renal artery stenosis (RAS) and coronary artery disease (CAD) arise from the same multiple risk factors. The purpose of this study was to assess the frequency of previously undiagnosed CAD in patients with angiographically confirmed RAS, by conducting coronary arteriography in the same setting. of 57 consecutive patients referred for renal arteriography on clinical grounds during a 14-month period, 28 had no RAS and 6 had RAS, but previously documented CAD. of the remainder 23 patients. 17 (74%; CI 56%-92%) had both RAS and CAD (7 single vessel, 4 two-vessel, and 7 multivessel disease). The clinical characteristics, such as age, blood pressure (BP) levels, signs of heart failure, were no different between those with and without CAD, although the 4 diabetic patients, the 4 patients with fundoscopic findings of grade III retinopathy, 11 of 14 with peripheral arterial disease, and 7 of 8 patients with prior stroke belonged in the CAD group. None developed complications as a result of the two consecutive procedures. The data suggest that in patients with RAS the frequency of silent CAD is high and cannot be predicted on clinical grounds alone, therefore coronary angiography should be routinely recommended in the same setting.