957 resultados para Moreton Bay bug.
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During the Middle Jurassic, the regional environment of Curio Bay, southeast South Island, New Zealand, was a fluvial plain marginal to volcanic uplands. Intermittent flashy, poorly-confined flood events buried successive conifer forests. With the termination of each flood, soils developed and vegetation was reestablished. In most cases, this developed into coniferous forest. In approximately 40 m of vertical section, 10 fossil forest horizons can be distinguished, highlighting a type of fluvial architecture which is poorly documented. Flood-basin material is minimal, but a short-Lived floodbasin lake is inferred to have developed within the interval of study. Paleocurrent indicators suggest enclosure of the basin on more than one side. Sedimentation style suggests a relatively dry (less than humid but not arid) climate with seasonal rainfall. (C) 2001 Elsevier Science B.V. All rights reserved.
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The spawning patterns of two penaeid prawns, Metapenaeus endeavouri (Schmitt) and M. ensis (De Haan), were examined from data collected at 45 stations between March 1986 and March 1992. An index of population fecundity based on the abundance, proportion and fecundity of sexually mature females was used as a measure of spawning output of the prawn stock. The population fecundity index for M. ensis was higher than that for M. endeavouri. The monthly population fecundity index for M. endeavouri varied markedly among years, while that for M. ensis was consistent among years. Spawning of M. endeavouri occurred year-round, while that of M. ensis was concentrated mainly in spring (September to November). For M. endeavouri, a minor spawning, derived from a relatively small number of summer spawners, occurred in the 20 to 30 m offshore waters in summer. In early summer (after May), the major spawning group consisted of large females from the winter-spawning cohort, and the spawning area shifted to depths of 30 to 60 m. In winter (July), the major spawning, derived from the winter-spawning cohort, occurred at depths of 20 to 40 m. For M. ensis, the major spawning, derived from the spring-spawning cohort, was observed in depths < 50 m and was concentrated particularly in inshore waters ( 50 m). These results suggest that mature female M. endeavouri and M. ensis move offshore (>40 m) by May and July, respectively, and return to shallow waters (
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Third-instar nymphs of the Australian assassin bug, Pristhesancus plagipennis (Walker), were released into cotton plots at two release densities and two crop growth stages to test their biological control potential. Release rates of 2 and 5 nymphs per metre row resulted in field populations of 0.51 and 1.38 nymphs per metre row, respectively, indicating that over 70% of nymphs died or emigrated within two weeks of release. Effective release rates of 1.38 nymphs per metre row reduced the number of Helicoverpa spp. larvae in the plots for a 7-week period. Crop yields were significantly greater in the plots to which P. plagipennis nymphs were released, with the effective release rate of 1.38 nymphs per metre row providing equivalent yields as insecticide treated plots. The data suggest that P. plagipennis has the capacity to reduce Helicoverpa spp. larvae densities in cotton crops when augmented through inundative release.
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Habitat instability associated with seasonal crop succession in broad-acre farming systems presents a problem for the conservation and utilisation of beneficial insects in annual field crops. The present paper describes two experiments used to measure the potential of seven plant species to be utilised as winter refuges to support and conserve the predatory bug Pristhesancus plagipennis (Walker). In the first experiment, replicated plots of canola (Brassica napus ), red salvia (Salvia coccinea ), niger (Guizotia abyssinica ), linseed (Linum usitatissimum ), lupins (Lupinus angustifolius ), and lucerne (Medicago falcata ) were planted in a randomized experiment during Autumn 1998. Upon crop establishment, adults and nymphs of P. plagipennis were released into treatment plots and their numbers were assessed, along with those of their potential prey, throughout the ensuing winter months. Post-release sampling suggested that canola and niger retained a proportion of adult P. plagipennis , while niger, lucerne and canola retained some nymphs. The other plant species failed to support P. plagipennis nymphs and adults postrelease. In the second experiment, niger was compared with two lines of sunflower (Helianthus annus ). Both sunflower lines harboured significantly higher (P < 0.05) densities of P. plagipennis nymphs than did niger. The more successful refuge treatments (sunflower, niger and canola) had an abundance of yellow flowers that were attractive to pollinating insects, which served as supplementary prey on which P. plagipennis were observed to feed. Sunflower and niger also supported high densities of the prey insect Creontiades dilutus (Stal) and provided protective leafy canopies which supplied shelter during the winter months. The potential and limitations for using each plant species as a winter refuge to retain P. plagipennis during winter are discussed.
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A Baía de Vitória é um estuário com 20 km de comprimento, morfologicamente estreito, com um regime de micromaré e, como outros estuários modernos, formado durante a última transgressão pós-glacial. A morfologia de fundo do estrato estuarino é caracterizada por um canal natural principal limitado por planícies de maré com manguezais desenvolvidos. Datações de radiocarbono originais foram obtidas para a área. Cinco idades de radiocarbono estendendo-se de 1.010 a 7.240 anos AP foram obtidas através de dois testemunhos de sedimento, representando uma sequência estratigráfica de 5 m de espessura. Os resultados indicam que até aproximadamente 4.000 anos cal. AP, as condições ambientais da Baía de Vitória eram ainda de uma baía aberta, com uma conexão livre e aberta com águas marinhas. Durante os últimos 4.000 anos a baía experimentou uma fase de regressão importante, tornando-se mais restrita em termos de circulação da água do mar e provavelmente aumentando a energia de marés. Três superfícies estratigráficas principais foram reconhecidas, limitando fácies transgressiva, transgressiva/nível de mar alto e regressiva. A morfologia do canal atual representa um diastema de maré, mostrando fácies regressivas truncadas e erodidas. Biofácies de foraminíferos, passando de ambiente marinho para ambiente salobro e de manguezais em planície de maré confirmam a interpretação sismoestratigráfica. A ausência de biofácies de mangue em um dos dois testemunhos é tambémuma indicação de ravinamento de maré atual.
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“A memória não é um instrumento para explorar o passado, mas o seu teatro” (Walter Benjamin), cujos actores são pessoas comuns que recordam e recriam eventos passados através de diferentes formas de representação. Assim sendo, a memória é dinâmica e reconstrutiva e permite perpetuar a experiência, bem como criar e legitimar a identidade de cada um (Eber and Neal, 2001:37). O objectivo deste artigo é analisar os desenhos de Jack Sullivan sobre a comunidade das docas de Cardiff, conhecida como Butetown ou “Tiger Bay”, e a sua importância enquanto prática cultural na (re)construção de uma memória colectiva e imaginada. De que forma é que esta comunidade das docas é recordada e de que modo são as suas práticas quotidianas representadas através de desenhos? Quem e o que é que Sullivan representa? O que deixa na obscuridade? Como é que a memória individual se torna em memória colectiva? A este artigo subjaz a ideia de que os desenhos de Jack Sullivan, que estiveram na origem dos seus reconhecidos quadros compilados em Tramp Steamers, Seamen & Sailor Town, se apresentam como uma “forma de lembrança” de eventos passados, tanto para aqueles que viveram nesta área de Cardiff, como para aqueles que lhe eram espacial e temporalmente alheios. Estes desenhos constroem as memórias individuais e colectiva, tornando esta comunidade das docas acessível a todos.
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Este relatório apresenta-se como Trabalho Final de Mestrado, realizado no âmbito do Mestrado em Engenharia Civil, do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e tem como objetivo expor as atividades desenvolvidas durante o estágio curricular. O estágio, de 4 meses de duração, iniciado em Julho de 2012, foi realizado na empresa Porto Bay Hotels & Resorts, onde o estagiário integrou a equipa de fiscalização, para a construção do Hotel Porto Bay Liberdade A obra localiza-se na Rua Rosa Araújo do n.º 4 ao n.º 10, em Lisboa, sendo o Hotel constituído por 7 pisos acima da cota de soleira e 4 pisos enterrados. No início do estágio a obra encontrava-se na fase inicial, desta forma procedeu-se à análise de propostas para a empreitada, à montagem do estaleiro, à contenção e recalçamento das paredes de fachada do edifício existente e à demolição parcial do mesmo. Durante o estágio, o aluno desenvolveu diversas atividades de fiscalização por parte do dono de obra, tais como a análise e comparação de propostas para a empreitada, o acompanhamento e controlo de execução, a aprovação e verificação de materiais, o controlo de custos e planeamento, as consultas e contactos entre todos os intervenientes da obra, com o objetivo de resolução de incompatibilidades de projeto e alterações. O estágio permitiu a consolidação dos conhecimentos adquiridos ao longo do percurso académico, através do contacto direto com a obra e o acompanhamento dos vários processos construtivos empregues na mesma, assim como, a compreensão do relacionamento das diversas entidades envolvidas na obra.