387 resultados para Azospirillum brasiliense


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Tecnicas de propagacao por meio de enraizamento de estacas tem sido amplamente empregadas na fruticultura, floricultura e silvicultura. No entanto, no Brasil, poucos estudos tem sido feitos com especies nativas. Neste estudo foi testado o enraizamento de estacas caulinares de seis especies nativas de Mata de Galeria do bioma Cerrado: Copaifera langsdorffii Desf. (copaiba), Tibouchina stenocarpa (DC.) Cogn. (quaresmeira), Piper arboreum Aubl. (pimenta-de-macaco), Inga laurina (Sw.) Willd. (inga), Calophyllum brasiliense Camb. (landim) e Bauhinia rufa (Bong.) Steud. (unha-de-vaca). Foi estudada a influencia de diferentes concentracoes de acido indolbutirico, AIB (0, 1000, 2000 e 4000 ppm), em talco, e tratamento com agua sob gotejamento no enraizamento de estacas basais e/ou apicais, conforme a especie, em duas epocas do ano, final das chuvas (marco-maio/98) e inicio da seca (junho/98). Com P. arboreum tambem foi feito um tratamento onde as estacas foram enraizadas usando agua como substrato. Os resultados mostraram que as especies apresentaram diferentes habilidades para formar raizes adventicias em estacas. As estacas de C. langsdorffii e T. stenocarpa nao formaram raizes em qualquer das epocas realizadas, enquanto P. arboreum e I. laurina formaram raizes nas estacas apicais coletadas nas duas epocas (chuvosa e seca). Porem, as estacas basais de P. arboreum formaram menos raizes do que as apicais e as estacas basais de I. laurina nao enraizaram. Ja em C. brasiliense observaram-se altas taxas de sobrevivencia das estacas coletadas nas duas epocas (final das chuvas e inicio da seca), mas nao houve enraizamento. Por ultimo, as estacas de B. rufa enraizaram somente nas coletas realizadas na estacao chuvosa. Os tratamentos auxinicos (AIB) nao tiveram efeitos sobre a percentagem final de enraizamento das estacas de P. arboreum (apicais e basais), de I. laurina (apicais) e de B. rufa, bem como sobre a porcentagem final de sobrevivencia das estacas de C. brasiliense. Entre as especies estudadas, as estacas apicais de P. arboreum apresentaram os percentuais de enraizamento mais elevados: de 63% a 83% no periodo chuvoso e de 63% a 90% no periodo seco. Nas estacas basais o enraizamento foi menor, variando de 7% a 20%, no periodo chuvoso, e de 0 a 13%, no periodo seco. A epoca de coleta afetou a sobrevivencia e o peso seco das estacas apicais de P. arboreum, mas nao o numero de estacas enraizadas. Ja nas estacas basais, onde a capacidade de enraizamento foi menor, a epoca de coleta afetou o enraizamento das estacas, mas nao a sobrevivencia. Nas estacas basais houve uma grande mortalidade das estacas nas duas epocas estudadas (chuva e seca). Em geral, os melhores resultados de enraizamento ocorreram na epoca seca para as estacas apicais e na epoca chuvosa para as estacas basais. A utilizacao de agua de torneira como substrato proporcionou resultados satisfatorios no enraizamento das estacas basais de P. arboreum tanto em copos (200 ml) com agua colocados na casa de vegetacao (87%) quanto no tanque com agua corrente (77%). Em I. laurina a epoca de coleta influenciou a sobrevivencia das estacas apicais. As estacas coletadas na estacao chuvosa apresentaram melhores resultados sobrevivencia do que aquelas coletadas na estacao seca. Nas coletas feitas no final da epoca chuvosa obteve-se uma media de 15% de enraizamento e uma variacao de 3 a 23% de estacas enraizadas conforme os tratamentos. Na seca a media foi de 7% e a variacao foi de 0 a 13%. No periodo seco as medidas de peso seco das raizes foram mais inferiores do que na epoca chuvosa. A maioria das estacas vivas de I. laurina que nao enraizaram formaram calos, sugerindo que um periodo maior de observacao pode levar a maiores percentuais de enraizamento. Em C. brasiliense a epoca de coleta influenciou a sobrevivencia das estacas, de forma que no periodo chuvoso a porcentagem media de sobrevivencia (81%) foi maior do que na epoca seca (71%). Bauhinia rufa teve uma baixa capacidade de enraizamento por meio de estacas coletadas nas duas epocas do ano: apenas 3% das estacas enraizaram quando tratadas com 1000 e 4000 ppm de AIB; nos outros tratamentos nao ocorreu enraizamento. Pelos resultados, sugere-se que P. arboreum e uma especie de facil enraizamento por meio de estacas apicais, nas duas datas estudadas (no final das chuvas e inicio da seca), mas o uso de estacas basais nestas datas e inviavel. Sugere-se tambem que, devido aos baixos percentuais de enraizamento, nas duas epocas (chuva e seca), I. laurina e B. rufa sao especies de dificil enraizamento por meio de estacas apicais e basais com folhas. Ja C. Brasiliense, C. langsdorffii e T. stenocarpa nao enraizaram e podem ser consideradas especies de dificil enraizamento, nestas duas epocas estudadas (chuvosa e seca).

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Resultados anteriores sobre a especificidade hospedeira na infecção de gramíneas com Azospirillum spp foram confirmados no presente trabalho, com maior número de espécies. No solo ocorreram as duas espécies de Azospirillum - A. brasilense e A. lipoferum - e, ainda estirpes denitrificantes (nir+) e não denitrificantes (nir-). Os isolamentos de raízes esterilizadas de cereais de clima temperado com via fotossintética C3 (trigo, cevada, aveia, e centeio), foram predominantemente da espécie. A. brasilense; e os de raízes esterilizadas de gramíneas tropicais com via C4 foram predominantemente da espécie A. lipoferum. Em ambos os casos parece que as plantas, especialmente as C3, apresentam seletividade para estirpes não denitrificantes. A única exceção nestas observações foi a cana-de-açúcar, que se comportou como os cereais temperados. Por outro lado, a tiririca, uma Cyperacea com via C4, foi infectada por A. lipoferum, como as gramíneas com via C4.

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Objetivou-se verificar o desempenho agronômico da cultura do milho em função do tratamento de semen-tes com o inoculante Azo Total® composto de Azospirillum sp., com o bioestimulante Stimulate® e com o fertilizante líquido Cellerate®, individualmente e em combinação. O experimento foi conduzido a campo em Sete Lagoas, MG, utilizando-se o delineamento de blocos casualizados com quatro repetições e tratamentos dispostos em esquema fatorial 2x8, sendo duas cultivares de milho (P30F53 e P30F53 YH) e sete tratamentos de sementes mais a testemeunha (T1 = Testemunha; T2 = Azo Total®; T3 = Stimulate®; T4 = Cellerate®; T5 = Azo Total® + Stimulate®; T6 = Azo Total® + Cellerate®; T7 = Stimulate® + Cellerate®; T8 = Azo Total® + Cellerate® + Stimulate®). Para a análise do desempenho agronômico, foram avaliadas as características: altura de planta; altura de espiga; número de espigas; produtividade; diâmetro do colmo; análise foliar; estande final; índice de espiga; e peso de 1.000 grãos. Nas condições de realização deste trabalho, a cultivar P30F53YH proporciona maior produtividade de grãos quando tratada com os produtos Azo Total®, Stimulate® e Cellerate®. Tratamentos de sementes de milho com os produtos comerciais Azo Total®, Stimulate® e Cellerate® não incrementam significativamente a produtividade de grãos. Tratamento de sementes com Azo Total®, Stimulate® e Cellerate® não influenciam os teores foliares de nutrientes em plantas de milho.

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Calophyllum brasiliense é uma espécie arbórea com sistema de propagação natural limitada. A germinação in vitro pode ser uma alternativa para obtenção de plântulas de qualidade. Sementes foram mantidas em água antes da desinfestação e comparadas com sementes controle (não imersas), sem diferença entre os tratamentos. HgCl2 usado durante a desinfestação reduziu a contaminação das culturas. A contaminação fúngica foi reduzida com fungicida adicionado ao meio (23 para 6,4%), mas a porcentagem de bactérias foi aumentada (24 para 36%). Em outro experimento, as sementes foram imersas em plant preservative mixture (PPM?) antes da desinfestação. Combinando a imersão por 48 h e 2 mL L-1 no meio de cultura, a contaminação foi de 6%. A imersão das sementes em GA3 antes da desinfestação reduziu a formação de raízes conforme a concentração foi aumentada. A germinação e o IVG foram reduzidos, respectivamente, de 72% e 0,129 (24 h) para 60% e 0,092 (48 h), de acordo com o tempo de exposição a GA3. Após 90 dias em meio de multiplicação contendo benzilaminopurina, o número médio de brotações por segmento nodal foi 3,4. A germinação in vitro de C. brasiliense é viável em meio WPM sem sacarose, com até 93,3% de sobrevivência.

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This work aims to describe, illustrate and compare the seedling morphology of five tree species of the genera Bowdichia, Cyclolobium, Diplotropis, Ormosia, and Poecilanthe, which belong to the genistoid clade (Leguminosae Papilionoideae). Phanero-epigeal-foliaceous seedlings are found in Bowdichia virgilioides Kunth, Cyclolobium brasiliense Benth. has phanero-epigeal-reserve seedlings, while Ormosia arborea (Vell.) Harms, Diplotropis martiusii Benth., and Poecilanthe parviflora Benth. possess crypto-hypogeal-reserve seedlings. Some other relevant seedling morphological characters are discussed and compared with those of previously studied species in these genera.

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The nifH gene sequence of the nitrogen-fixing bacterium Acetobacter diazotrophicus was determined with the use of the polymerase chain reaction and universal degenerate oligonucleotide primers. The gene shows highest pair-wise similarity to the nifH gene of Azospirillum brasilense. The phylogenetic relationships of the nifH gene sequences were compared with those inferred from 16S rRNA gene sequences. Knowledge of the sequence of the nifH gene contributes to the growing database of nifH gene sequences, and will allow the detection of Acet. diazotrophicus from environmental samples with nifH gene-based primers.

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We investigate extra- and intracellular osmoregulatory capability in two species of hololimnetic Caridea and Anomura: Macrobrachium brasiliense, a palaemonid shrimp, and Aegla franca, an aeglid anomuran, both restricted to continental waters. We also appraise the sharing of physiological characteristics by the hololimnetic Decapoda, and their origins and role in the conquest of fresh water. Both species survive salinity exposure well. While overall hyperosmoregulatory capability is weak in A. franca and moderate in M. brasiliense, both species strongly hyporegulate hemolymph [Cl(-)] but not osmolality. Muscle total free amino acids (FAA) increase slowly but markedly in response to the rapid rise in hemolymph osmolality consequent to hyperosmotic challenge: 3.5-fold in A. franca and 1.9-fold in M. brasiliense. Glycine, taurine, arginine, alanine and proline constitute a parts per thousand 85% of muscle FAA pools in fresh water; taurine, arginine, alanine each contribute a parts per thousand 22% in A. franca, while glycine predominates (70%) in M. brasiliense. These FAA also show the greatest increases on salinity challenge. Muscle FAA titers correlate strongly (R = 0.82) with hemolymph osmolalities across the main decapod sub/infraorders, revealing that marine species with high hemolymph osmolalities achieve isosmoticity of the intra- and extracellular fluids partly through elevated intracellular FAA concentrations; freshwater species show low hemolymph osmolalities and exhibit reduced intracellular FAA titers, consistent with isosmoticity at a far lower external osmolality. Given the decapod phylogeny adopted here and their multiple, independent invasions of fresh water, particularly by the Caridea and Anomura, our findings suggest that homoplastic strategies underlie osmotic and ionic homeostasis in the extant freshwater Decapoda.

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The Neotropical species of Gasteruption Latreille are revised, described, diagnosed, and illustrated; a key for females is provided. Twenty six valid species are recognized, thirteen of which are described as new: G. amputatum Townes, G. barnstoni (Westwood), G. bertae n. sp., G. bispinosum Kieffer, G. brachychaetum Schrottky, G. brandaoi n. sp., G. brasiliense (Blanchard), G. floridanum (Bradley), G. glauciae n. sp., G. guildingi (Westwood), G. hansoni n. sp., G. helenae n. sp., G. huberi n. sp., G. kaweahense (Bradley), G. lianae n. sp., G. loiaconoae n. sp., G. masneri n. sp., G. oliveirai n. sp., G. parvum Schrottky, G. rafaeli n. sp., G. sartor Schletterer, G. smithi n. sp., G. tenue Kieffer, G. townesi (Alayo), G. visaliae (Bradley), and G. wahli n. sp. The following new synonymies are proposed: G. maculicorne Cameron, G. macroderum Schletterer, and G. zapotecum Schletterer with G. barnstoni; G. bihamatum Kieffer, G. fallens Kieffer, G. fiebrigi Schrottky, G. leptodomum Kieffer, G. montivagum Kieffer, and G. strandi Kieffer with G. bispinosum; G. annulitarse Schrottky, G. brasiliae Kieffer, G. gracillimum (Schletterer), G. longicauda Kieffer, G. petroselini Schrottky, G. subtropicale Schrottky and G. torridum (Bradley) with G. brasiliense; G. rufipectus (Westwood) with G. guildingi; G. angustatum (Kieffer) with G. kaweahense; G. horni Brethes with G. parvum. The following taxa are considered as species inquirendae: G. albitarse Schletterer, G. austini Jennings and Smith, G. subcoriaceum Kieffer n. stat., and G. tenuicolle Schletterer. As well, G rubrum Taschenberg is synonymized with Pseudofoenus infumatus (Schletterer). In addition, G. tenue Pasteels, 1957a from Australia is a junior homonym of G. tenue Kieffer, 1922 and is renamed G. pasteelsi n. name.

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The Neotropical genus Lycomorphon Pic, 1922 is revised. Eleven species are classified in the genus, six of them are redescribed, five species (Lycomorphon brasiliense sp. n., L. amazonicum sp. n., L. bimaculatum sp. n. L. bolivianum sp. n., L. fulvohumeralis sp. n.) are proposed as new to science. Lycomorphon elongaticolle v. diversicolle Pic, 1926 is raised to species status, and Idiopteron irregularis is transferred to the genus Lycomorphon. The new subgenus Spinolycus sg. n. is proposed within Lycomorphon.

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In a recent ecological study of the ticks on animal trails within an area of Atlantic rainforest in south-eastern Brazil, Amblyomma aureolatum, A. brasiliense, A. incisum, A. ovale and Haemaphysalis juxtakochi were found questing on the vegetation. Most of the ticks recorded by a small, man-made dam on the forest border were A. dubitatum but a few A. brasiliense and A. cajennense, one A. incisum and one H. juxtakochi were also found. The seasonal activity of the ticks indicated that A. incisum and A. brasiliense had one generation/year. On the animal trails, most tick species and stages quested on the vegetation at a height of 30-40 cm above ground level. The questing larvae and adults of A. incisum tended to be found higher, however, with the greatest numbers recorded 40-50 cm (larvae) or 60-70 cm (adults) above ground level. Most of the adult ticks (81.1% -100%), nymphs (78.6%-100%) and larval clusters (100%) found on a forest trail remained questing at the same location over a 24-h period. Carbon-dioxide traps in the rainforest attracted, 50% of the ticks observed questing on the nearby vegetation and, curiously, the CO(2) traps set deep in the forest attracted far fewer ticks than similar traps set by the dam. The ecological relationships between the ticks, their hosts and the rainforest environment are discussed.

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The current study investigated the occurrence of ticks and their rickettsiae in the Serra do Mar State Park, which encompasses one of the largest Atlantic rain forest reserves of Brazil. From July 2008 to June 2009, a total of 2,439 ticks (2,196 free living and 243 collected on hosts) was collected, encompassing the following 13 species: Amblyomma aureolatum (Pallas), Amblyomma brasiliense Aragao, Amblyomma dubitatum Neumann, Amblyomma fuscum Neumann, Amblyomma incisum Neumann, Amblyomma longirostre (Koch), Amblyomma naponense (Packard), Amblyomma nodosum Neumann, Amblyomma ovale Koch, Haemaphysalis juxtakochi Cooley, Ixodes aragaoi Fonseca, Lodes loricatus Neumann, and Rhipicephalus sanguineus (Latreille). Ticks were submitted to polymerase chain reaction assays targeting portions of the rickettsial genes gltA and ompA. Polymerase chain reaction products were DNA sequenced and compared with corresponding sequences available in GenBank. Rickettsia bellii, a rickettsia of unknown pathogenicity, was detected in one A. aureolatum, one A. ovate, and three A. incisum specimens. At least 8.8% (3/34) of the free-living A. ovale ticks, 13.6% (8/59) of the A. ovale ticks collected from dogs, and 1.9% (1/54) of the R. sanguineus (Latreille) ticks were found to be infected by Rickettsia sp strain Atlantic rain forest, a novel strain that has been shown to cause an eschar-associated spotted fever in the state of Sao Paulo. Our results suggest that A. ovale is the vector of Rickettsia sp strain Atlantic rain forest in the state of Sao Paulo.