941 resultados para Villa romana
Resumo:
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História da Arte da Antiguidade.
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Revista do IHA, N.3 (2007), pp.84-101
Retratos ou Alegorias nos Mosaicos das Estações do Ano da Villa Romana do Rabaçal, Penela, Portugal?
Resumo:
Revista do IHA, N.5 (2008), pp.38-67
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As escavações de Estácio da Veiga de 1877 em Milreu (Estoi/Algarve) e os trabalhos do Instituto Arqueológico Alemão na uilla e no “edifício de culto” foram a base para várias publicações sobre os compartimentos da uilla na pars urbana e também sobre o “edifício de culto”. Este novo estudo trata da decoração dos mosaicos com a temática da fauna marinha, principalmente nas paredes do pódio do “edifício de culto” e de uma hipotética reconstituição e distribuição das cenas mitológicas. Trata também da decoração no interior deste edifício, interpretado recentemente como “aula” para uma representação pessoal do dono, que pertenceu, possivelmente, ao estrato alto da sociedade na época tardia romana.
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A uilla romana de São Miguel de Odrinhas localiza-se na encosta sul de um pequeno outeiro no chamado “planalto de São João das Lampas”, e constitui um dos numerosos lugares do antigo ager Olisiponensium onde se encontraram vestígios romanos. A primeira notícia conhecida acerca destas ruínas remonta ao século XVI, quando André de Resende mencionou um velho templo, do qual ainda subsistia uma cúpula. Apesar de conhecidas desde há séculos, as ruínas romanas de São Miguel de Odrinhas apenas foram cientificamente intervencionadas pela primeira vez em 1949, sob orientação de Camarate França, que descobriu algumas sepulturas medievais, troços de paredes romanas e uma inscrição romana tardia. Mais tarde, em 1957, D. Fernando de Almeida retomou os trabalhos que se alongaram até cerca de 1960. Escavou, então, uma grande área da necrópole medieval, da pars urbana da uilla romana e definiu os limites da abside e, entre outros materiais e estruturas recolheu abundantes tesselas - algumas de pasta vítrea -, fragmentos e/ou troços de mosaicos e um pavimento, praticamente intacto, mas que ainda não foi devidamente estudado. As estruturas e materiais recolhidos permitem concluir que esta uilla foi fundada na segunda metade do século I a.C.; no século IV foi alvo de uma grande reforma, datando o seu abandono, provavelmente, dos finais do século V.
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A nossa reflexão abordará a questão da presença de um stibadium, leito semicircular com mesa, construído em alvenaria no interior de um ninfeu decorado com mosaico, numa posição frontal, simétrica e sobreelevada em relação ao ingresso na sala do triclinium, bem como a sua ligação com o ritual do conuiuium, na pars urbana da Villa romana do Rabaçal. Estas estruturas, descobertas nas campanhas de trabalhos arqueológicos aqui realizados entre 1986 e 1992, foram desde então interpretadas como fazendo parte de um jardim interior, dado terem sido nelas assinalada a existência, a um nível inferior, de um conjunto de cinco canaletas ligadas, aparentemente, a um tanque exterior. Inconformados com esta interpretação, observámos de novo em 1997, ao pormenor, esta construção absidal, tendo em conta a sua axialidade e o facto de nela ter sido incorporado um sistema de canalizações que permitiam, porventura, ou espalhar água por todo o pavimento de mosaico do triclinium, sala rectangular de maior aparato decorativo da pars urbana da Villa, ou, pelo contrário, melhor isolar da humidade o interior do pavimento da sala em sigma. Esta discussão será o ponto central da nossa comunicação. Serão ainda abordadas, em jeito de epílogo, questões relacionadas com a continuidade da ocupação da Villa na Antiguidade Tardia, sua provável ocupação em época suévica e a continuidade da utilização do local como espaço de habitação e de culto cemiterial até ao século XVI.
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De modo a implementar as recomendações do ICCM (1986) no sentido de preservar os mosaicos no seu contexto arqueológico, a equipa que desde 1984 tem vindo a estudar a Villa romana do Rabaçal tem efectuado esforços no sentido de adquirir conhecimentos que permitam seleccionar medidas para a sua preservação e conservação in situ. De modo a avaliar as condições atmosféricas a que os mosaicos estão sujeitos e projectar uma possível cobertura, enquadrada no Plano de Salvaguarda 2007-2009 proposto, foi instalada uma estação meteorológica, na qual se regista os valores atmosféricos de temperatura, humidade, pressão, direcção e velocidade do vento, precipitação, e humidade no solo (em contexto não arqueológico). Foram ainda instalados sensores de temperatura e humidade no solo, o mais próximo possível dos mosaicos, aproveitando as lacunas dispersas. Foram estudadas algumas características do solo local, tendo sido analisadas a granulometria, composição mineralógica, quantidade de matéria orgânica e taxa de infiltração da água no solo. De modo a inventariar locais com aptidão para a exploração de tesselas calcárias, com cores idênticas às que estão aplicadas nos mosaicos, a utilizar em futuros trabalhos de conservação e restauro, foi efectuada uma campanha de prospecção geológica na região, verificando-se a existência de matéria-prima semelhante em antigas pedreiras e outros pontos de possível exploração em lugares que distam menos de 5km da villa romana do Rabaçal.
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Treball de recerca realitzat per una alumna d’ensenyament secundari i guardonat amb un Premi CIRIT per fomentar l'esperit científic del Jovent l’any 2008. Davant del desinterès imperant entre els joves d’avui dia respecte de la història, especialment l’antiga, s’han buscat les causes, que en un principi podrien respondre a la manera de viure actual. Un cop sabudes, calia intentar trobar-hi solucions: utilitzar el llenguatge de les noves tecnologies per difondre entre aquests un estudi del jaciment de la vil•la romana de Munts. En aquest document s'explica la recerca desenvolupada però no l'aplicació informàtica creada posteriorment.
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Aquest article presenta els resultats de l'excavació arqueològica de la vil·la romana de la 'Casa del Racó', al terme municipal de Sant Julià de Ramis, entre 1991 i 1992
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Es descriuen els resultats de les excavacions realitzades els anys 1991 i 1992 i els materials arqueològics trobats a la vil·la romana de la Font del Vilar, a Avinyonet de Puigventòs
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Descripció de les actuacions al jaciment arqueològic de la vil•la romana dels Ametllers de Tossa de Mar, durant l’estiu del 2000. La finalitat d’aquestes actuacions era realitzar un recorregut coherent i atractiu des del punt de vista museístic i turístic, per tal de presentar el jaciment als habitants i als visitants de la vil•la
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En la villa romana de 5a Mesquida, situada en el oeste de Mallorca, se han localizado hasta la fecha un horno y dos escombreras que indican la producción de cerámica común en el yacimiento. El presente artículo expone los resultados de la caracterización arqueométrica por fluorescencia de rayos x, difracción de rayos X y microscopía óptica mediante lámina delgada. El estudio permite determinar el grupo de referencia de la producción del taller para su posterior utilización en trabajos de difusión y comercio cerámico. A su vez, constituye el primer grupo de referencia sobre cerámica romana producida en la isla. 5e constata también la existencia de algunas contaminaciones y alteraciones que presenta la cerámica calcárea cocida a alta temperatura.
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Como resultado de la transformación del paganismo romano florecieron, en época imperial, religiones de procedencia oriental o grecooriental, caracterizadas todas ellas por la salvación personal y, en muchos casos, por un dios individual que nace, muere y resucita. A partir del siglo II d. de J. C., entre los cultos orientales más extensamente difundidos por todo el Imperio hallamos el de la diosa Cibeles o Mater Deum Magna 1 daea Phrygia (haciendo alusión directa a su procedencia y soberanía en Frigia).
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Es tracta d’una obra fruit d’un conveni de col·laboració signat l’any 2004 entre la URV, l’ICAC i Repsol YPF, i resultat d’un projecte de recerca de l’ICAC inclòs en la línia de recerca Arqueologia del paisatge, poblament i territori, que ha comptat amb el cofinançament de Repsol YPF i la col·laboració de Codex. Aquesta obra se centra en les excavacions arqueològiques efectuades en una vil·la romana situada entre la via Tarraco-Ilerda i la llera del riu Francolí, a l’actual terme municipal del Morell. És un assentament datat entre els segles II aC i V dC que reflecteix els patrons d’ocupació romana a l’àrea central de l’ager Tarraconensis i complementa, a partir d’una exhaustiva anàlisi, les dades històriques que, fins a l’actualitat, oferien les vil·les de Centcelles a Constantí o de Paret Delgada a la Selva del Camp. L’estudi parteix de les excavacions que l’empresa Codex hi va efectuar l’any 1996 arran d’una actuació d’urgència motivada per la construcció d’una nova planta industrial de l’aleshores Repsol Química SA. L’obra és fruit de l’estudi de la documentació, fins ara inèdita, elaborada per l’empresa Codex i que ha estat cedida per a aquest projecte de recerca. La publicació ha estat coordinada per Josep M. Macias Solé i Joan J. Menchon Bes i els textos són obra del Dr. Domènec Campillo, M. Milagros Cuesta i Laura Devenat (Laboratori de Paleopatologia i Paleoantropologia, Museu d’Arqueologia de Catalunya), Montserrat García Noguera (Codex – Arqueologia i Patrimoni), Miguel Á. González Pérez (Grup de Recerca d’Arqueologia Clàssica, Protohistòrica i Egípcia, Universitat de Barcelona), Josep M. Macias Solé (ICAC), Joan J. Menchon Bes (Museu d’Història de Tarragona), Joan S. Mestres i Torres (Laboratori de Datació per Radiocarboni, Universitat de Barcelona), Rosario Navarro Sáez (Universitat de Barcelona), Josep M. Palet Martínez (ICAC) i Jordi Principal Ponce (Museu d’Arqueologia de Catalunya). Amb la nova col·lecció Hic et nunc l’ICAC assumeix el compromís de difondre regularment la documentació arqueològica bàsica generada des del camp universitari o empresarial, entenent que la publicació d’aspectes més concrets és imprescindible per a l’elaboració de síntesis més globalitzadores.
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La vil·la romana del Mas d’en Gras és una de les vil·les més interessants de l’ager de Tàrraco, ja que ens ha permès documentar un important conjunt hidràulic d’època romana republicana (segles II-I aC) que podria correspondre ja en aquells moments a una vil·la romana que seria una de les més antigues del país. Els seus banys, datats entre finals del segle I i principis del segle II dC, molt ben conservats, són un magnífic exemple d’aquest tipus d’estructures a casa nostra. Aquest llibre és la monografia de les excavacions d’urgència del 1994. Els autors són Ramon Járrega (investigador de l’ICAC) i Eduard Sánchez (Arqueociència Serveis Culturals, SL).