1000 resultados para Hábito de fumar marihuana


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OBJETIVO: Estudar associação entre excesso de peso e hábito de fumar. METODOLOGIA: Estudo transversal desenvolvido por telefone numa amostra probabilística de adultos (Santarém /PA), em 2007. Variável desfecho foi excesso de peso, explanatória hábito de fumar e de confusão idade, escolaridade, união conjugal, estado nutricional prévio, abuso de bebidas alcoólicas, atividade física no lazer e padrão alimentar. Associação entre excesso de peso e demais variáveis foi investigada pelo teste do qui-quadrado e regressão de Poisson para o cálculo das razões de prevalência de excesso de peso conforme hábito de fumar, considerando-se três níveis de hierarquia: características sociodemográficas, estado nutricional prévio e padrão comportamental. RESULTADOS: Verificou-se 40,6% de excesso de peso e 16,4% de fumantes. As variáveis associadas ao excesso de peso foram: maior idade, menor escolaridade, união conjugal estável, excesso de peso aos 20 anos e hábito de não consumo de refrigerante para ambos os sexos; não ativo no lazer para homens e hábito de fumar (atual e passado) para mulheres. As razões de prevalência de excesso de peso não apresentaram associação com hábito de fumar para homens, porém para mulheres houve tendência de maior prevalência de excesso de peso para fumantes atuais, chegando a 2,56 vezes mais do que para nunca fumantes e ex-fumantes. CONCLUSÃO: Este estudo constatou que a prevalência de excesso de peso foi maior para mulheres fumantes, comparativamente às ex-fumantes e nunca fumantes. Para os homens não se observou nenhuma associação entre excesso de peso e tabagismo.

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Com a finalidade de conhecer as relações entre o hábito de fumar, o estado nutricional de gestantes, o peso do recém-nascido e seu crescimento no primeiro ano de vida, foi feito um estudo retrospectivo com dados obtidos nos prontuários de crianças atendidas em um consultório pediátrico. Verificou-se que filhos de desnutridas tiveram peso e altura inferiores quando comparados aos filhos de normais e obesas, e que filhos de fumantes também tiveram peso e altura inferiores, quando comparados aos filhos de não fumantes. Pôde-se constatar, ainda, que ao final do primeiro ano de vida essas diferenças praticamente desapareciam, mostrando que as influências maternas in utero não tiveram como conseqüência um retardo de crescimento pós-natal.

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Analisa-se a influência de variáveis como peso ao nascer, idade materna, assistência pré-natal e tabagismo materno. Do estudo dos 12.999 nascimentos (vivos e mortos) ocorridos em nove maternidades no período de um ano, verificou-se que a mortalidade perinatal é muito maior para os recém-nascidos de baixo peso (665,3 ‰ para peso até 1.500 g), diminuindo à medida que aumenta o peso ao nascer. Também nos casos de mães jovens (menores de 15 anos) ou mães com idade superior a 35 anos esse coeficiente foi mais elevado (45,5 ‰ para mães com menos de 15 anos e 47,0 ‰ para mães entre 35 a 39 anos). A faixa imediatamente superior - 40 a 44 anos - apresentou a mais alta mortalidade perinatal: 61,3 ‰ nascidos vivos e nascidos mortos. O número de consultas realizadas no pré-natal tem importância para a diminuição da gestação de alto risco. Mães que fizeram 7 ou mais consultas no pré-natal tiveram a menor mortalidade no período (17,7‰ nascidos vivos e nascidos mortos). Já o hábito materno de fumar influencia a mortalidade quando a quantidade é de mais de 10 cigarros por dia. A mortalidade perinatal dos produtos de mães que fumavam menos de 10 cigarros por dia não diferiu das taxas de mortalidade para as mães não-fumantes.

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Foi realizado inquérito em Ribeirão Preto, Brasil, de junho de 1978 a maio de 1979, que constou de entrevistas com mães de nascidos vivos hospitalares, de partos únicos, correspondendo a 98 % dos nascimentos ocorridos durante o período no Município. O maior percentual de nascimentos com baixo peso ocorreu entre as mães jovens, fumantes e pertencentes às classes trabalhadoras. O maior número de mães jovens foi encontrado também nessas classes. A prevalência do hábito de fumar foi maior nas mães jovens, porém houve pouca diferença na freqüência de mulheres fumantes entre as classes sociais, variando de 25 a 30%. Observou-se que o pencentual de baixo peso foi maior para as mães trabalhadoras não fumantes do que para as mães burguesas fumantes. O modelo logito foi ajustado aos dados para estudo da possível associação múltipla entre hábito de fumar, idade materna e classe social com o peso ao nascer. Os resultados indicaram que hábito de fumar materno, idade materna e classe social foram independentes no seu efeito sobre o peso ao nascer, não se observando interação. Esses achados sugerem que a maior prevalência de baixo peso entre mães não fumantes das classes trabalhadoras em relação às mães fumantes da burguesia provavelmente refletiu a concentração de outros fatores de risco entre as mulheres das classes trabalhadoras, tais como: baixa escolaridade, cuidado pré-natal inadequado, alta paridade, diferenças no comportamento reprodutivo.

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Foi realizado um estudo transversal, com 873 gestantes que freqüentaram o pré-natal em Pelotas (RS), em 1989-90, com o objetivo de investigar possíveis fatores de risco e fatores prognósticos para o tabagismo durante a gravidez. A prevalência no início da gravidez foi de 40,8%. O hábito de fumar da mãe da gestante e do marido e a baixa escolaridade da mulher estiveram associados com o risco de fumar no início da gravidez. O tabagismo do marido esteve associado com um aumento de cerca de duas vezes nesse risco. A taxa de abandono até a 15ª-22ª semana gestacional foi de 35,6%. A renda familiar, o hábito de fumar da mãe da gestante e do companheiro, a idade de início, duração e intensidade do hábito da mulher estiveram associados com a interrupção durante a gravidez. Os resultados acima permaneceram após ajuste para fatores de confusão, através de análise estratificada.

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OBJETIVO: Evaluar la relación entre consumo precoz de tabaco y alcohol y el riesgo de consumir marihuana en escolares. MÉTODOS: Estudio transversal con datos del IV Estudio Nacional de Consumo de Drogas en Población Escolar, año 2001. Se analizó 54,001 escolares de ocho a 20 años de edad. Como variables predictoras se consideró el autoreporte de consumo de tabaco y alcohol, la edad de inicio de consumo de tabaco y/o alcohol, y la intensidad de uso del tabaco. Como variable resultado se utilizó el autoreporte de uso de marihuana y la edad de inicio de consumo de ésta. Para el análisis de los datos se utilizó regresión de Poisson y regresión de Weibull. RESULTADOS: Los escolares presentaron alta prevalencia de consumo de tabaco, alcohol y marihuana (77%, 79% y 23% respectivamente). El consumo de tabaco en presencia de consumo de alcohol fue un factor de riesgo de uso de marihuana (RP=10.4; IC 95%: 8.9;12.2). El inicio tardío de consumo de tabaco (HR=0.85; IC 95%: 0.84;0.86) y alcohol (HR=0.90; IC 95%: 0.89;0.91) resultó ser un factor protector del uso de marihuana. La probabilidad de consumo de marihuana fue mayor en quienes fumaban todos o casi todos los días en relación a quienes fumaban sólo los fines de semana (RP=3.11; IC 95%: 2.96;3.26 vs. RP=1.70; IC 95%: 1.58;1.83). CONCLUSIONES: El riesgo de consumo de marihuana se asoció significativamente con la edad de inicio de consumo de tabaco, la frecuencia de consumo de tabaco y el consumo simultáneo de alcohol. Las estrategias de prevención deberían orientarse a evitar el consumo precoz de tabaco en escolares.

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Este trabajo puede enmarcarse dentro del área de la Terapia del comportamiento. La conducta a la que se ha aplicado es la de fumar. Fue utilizado un método aversivo, que consiste en obligar al sujeto a fumar a un ritmo muy superior al normal. La utilidad de este trabajo es aportar otra experiencia y la de aplicar a una población no anglosajona, las investigaciones allí efectuadas. 24 estudiantes, 19 mujeres y el resto hombres con una edad media de 23 años de edad. Llevaban fumando una media de 7 años. Se contó con la ayuda de dos experimentadores, ambos estudiantes de cuarto de Psicología. El diseño supone la elección de una muestra no aleatoria, son voluntarios deseosos de dejar de fumar. Hay una asignación balanceada de los sujetos a los grupos experimentales y a los experimentadores. Existe una medida previa. Se realizan los dos tratamientos. Se recoge una medida post. En el programa está previsto un seguimiento de hasta seis meses de tiempo de contactos y validación. La variable independiente es el tratamiento experimental con dos categorías de valores: aversión producida por fumar a un ritmo muy rapido más esfuerzos positivos verbales y aversion por fumar rápido. La variable dependiente es el número de cigarrillos fumados al día. Magnetófono, hojas de información, hoja de citación y hoja de datos personales. Fichas de control de los sujetos, fichas para los experimentadores y fichas de linea base. Carteles anunciadores del comienzo de la terapia. Batas blancas para cada uno de los experimentadores. Los datos muestran que los experimentos fueron efectivos y también las condiciones experimentales. No se encuentran diferencias entre los dos experimentadores, entre los dos grupos experimentales y tampoco hubo interacción entre ambas variables. En este experimento se ha registrado un descenso del 66 sobre la línea base. Este dato concuerda con los experimentos anteriores. En cuando a la segunda hipótesis que suponía mejores resultados para el tratamiento de aversión más refuerzo sobre el de aversión sólo, no ha sido probada por los hechos. Este experimento tiene el valor, desde el punto de vista del experimentador de ser una práctica real, un aprendizaje de métodos de trabajo y una preparación para una ampliación de los tratamientos para la extinción del hábito de fumar.

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El hábito de fumar se inicia fundamentalmente en la adolescencia. Presenta un análisis del tabaquismo y de los problemas que conlleva, además incluye un estudio de la situación entre los adolescentes españoles. Para prevenir esta situación entre los adolescentes, presenta un Programa de intervención en el que participa un equipo técnico municipal que forma a padres y profesores. Este programa va acompañado de un plan de evaluación.

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Objetivo: Avaliar a influência de mudanças no hábito de fumar sobre o ganho de peso gravídico materno. Métodos: Foram entrevistadas 5.564 gestantes com 20 anos ou mais, sem diabetes mellitus prévio em serviços de pré-natal geral de seis capitais brasileiras, entre 1991 e 1995, e acompanhamos, através de revisão de prontuários, as gestações até o parto, identificando 4.000 gestantes com peso pré-gravídico relatado, peso medido no terceiro trimestre, hábito de fumar e época de sua eventual modificação, quando disponíveis. Resultados: Entre as gestantes ex-fumantes (915, 23% do total), 240 (26%) pararam de fumar durante a gravidez. A mediana de cigarros/dia das que continuaram fumantes (717, 18%) foi reduzida de 10 para 5 após o início da gravidez. Após ajustar para idade, escolaridade, cor da pele, IMC pré-gravídico, paridade e centro clínico, as ex-fumantes ganharam 1.030 g (IC95% 590 a 1.460) a mais que as nunca fumantes, sendo maior a diferença (1.540, IC95% 780 a 2.300 g) nas que pararam após a concepção. O ganho do peso na gravidez se correlacionou, tanto em fumantes quanto em ex-fumantes, com o número de cigarros diminuídos na gravidez. Conclusão: Diminuir ou parar de fumar na gravidez, embora importante para uma gestação saudável, é fator de risco para ganho de peso materno.

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Este trabajo muestra los resultados de una encuesta realizada en 2010 sobre consumo de drogas adictivas en alumnos de 7 Facultades de la UNCUYO y los compara con los resultados obtenidos 12 años antes con una encuesta equivalente. La encuesta fue semiestructurada, con 17 preguntas, autocumplimentada, individual y anónima, con una muestra de 1108 alumnos de ambos sexos. De esa encuesta se utilizaron 7 preguntas específicas sobre drogas adictivas y una pregunta sobre consumo de medicamentos en general, con 46 opciones entre las que figuraban 10 denominaciones comerciales de benzodiacepinas, como drogas adictivas de prescripción. Para las comparaciones estadísticas se utilizó Chi cuadrado. El ranking de drogas utilizadas fue relativamente similar en 1998 y 2010 pero, exceptuando tabaco y “otras drogas" que se mantuvieron estables, el resto aumentó alrededor de 4 veces en el periodo. El 82,8% de los alumnos manifestó consumir alcohol (siempre + a veces); de 1 a 5 vasos semanales el 79%. En todas las Facultades, cerveza y Fernet encabezaron el ranquing de preferencias por bebidas alcohólicas. La prevalencia del consumo de tabaco en el total de la muestra se mantuvo constante en 1998 y 2010 (alrededor del 28%) pero el consumo entre Facultades fue variable y en Artes fue significativamente más elevado (42%). Siguen en el ranking marihuana con 10% de prevalencia, tranquilizantes con alrededor del 6% y cocaína con poco más del 1%. Finalmente “otras drogas" (Hachis, LSD, extasis, anabólicos, anfetaminas, “hongos") representaron solamente un 3% de prevalencia. Artes y Ciencias Políticas mostraron las mayores prevalencias de consumo y Derecho e Ingeniería las menores. Esto indica implementar acciones preventivas y correctivas particulares para cada Facultad.

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Con el objetivo de conocer la prevalencia del hábito de fumar cigarrillos en los jóvenes, se estudiaron muestras aleatorias de varones de 18 años y de estudiantes universitarios de medicina y de economía, los que respondieron un cuestionario referido al hábito, escolaridad y ocupación propias y de sus padres, así como sus opiniones y motivaciones. La prevalencia del hábito fue mayor en los varones en ambas generaciones, en los estudiantes de medicina que en los de economía, y en los padres con nivel universitario. Se encontró asociación entre el hábito de los jóvenes de la problación general con el de sus padres (p<0.001), pero no entre el de éstos y sus hijos universitarios. Considerando el rol protagónico que los universitarios y en especial los médicos deberían cumplir en la comunidad, surge la necesidad del desarrollo de programas educativos no sólo en las escuelas sino también en la universidad.

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El hábito del tabaco es un importante factor de riesgo para la salud. Las patologías relacionadas con él, son la primera causa de muerte evitable y morbilidad en Argentina, y un factor que en los próximos años puede hipotecar la salud de los países en vías de desarrollo. Conocer acerca de cómo puede influir este hábito en el ámbito laboral será el tema a investigar, además de abordar la opinión de fumadores a través de los cuales se podrá saber qué actitud asumen cuando enfrentan una conducta de riesgo como el tabaco. En Argentina la ley sobre limitaciones en la venta y uso de tabaco para protección de la salud de la población apenas tuvo repercusión en el consumo de tabaco en público, ya que las autoridades, y por supuesto el ciudadano, jamás velaron por su cumplimiento. La prevalencia del hábito del tabaco en los enfermeros del Hospital Perrupato es de 45,81%, la cual es una cifra muy elevada. Hay que tener en cuenta que los enfermeros/as, además de ejercer una función preventiva, asistencial y terapéutica, desempeñan un papel modélico y ejemplificador para la sociedad a la que prestan atención. Por lo que es de sumo interés estudiar cómo puede influir este hábito en la calidad del servicio que prestan. Además, se pretende crear conciencia en el personal con el hábito tabáquico y evidenciar el impacto del ausentismo, conflictividad, rendimiento laboral e imagen de la institución. Los objetivos de este trabajo son: determinar la influencia del hábito del tabaco en el ámbito laboral de los enfermeros del Hospital Ítalo Alfredo Perrupato; identificar cómo influye el hábito del tabaco en el rendimiento laboral; identificar cómo influye el tabaco en las relaciones interpersonales; determinar la influencia del tabaco en la imagen del Hospital Perrupato y establecer relaciones entre porcentajes de ausentismo y baja de la productividad con el hábito del tabaco.

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Fondo Margaritainés Restrepo

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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física