3 resultados para Vannozzi, Bonifazio, 1551-1627.

em Scielo Saúde Pública - SP


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Four cultivars and 21 lines of cotton were evaluated for resistance to ramulose (Colletotrichum gossypii f. sp. cephalosporioides) in a field where the disease is endemic. The seeds of each genotype were planted in 5 x 5 m plots with three replications. The lines CNPA 94-101 and 'CNPA Precoce 2'were used as standard susceptible and resistant references, respectively. The disease incidence (DI) was calculated from the proportion of diseased plants in the plot. The disease index (DIn) was calculated from the disease severity using a 1 to 9 scale, and was evaluated at weekly intervals starting 107 days after emergence. The data collected was used to calculate the area under disease progress curve (AUDPC). In general, the DIn increased linearly with time and varied from 20.0 to 57.1 and AUDPC from 567 to 1627 among the genotypes which could be clustered in to two distinct groups. The susceptible group contained two cultivars and nine lines and the resistant group contained one cultivar and 12 lines. The relationship between disease index and evaluation times was linear for the 25 genotypes tested. The line CNPA 94-101, used as susceptible standard, was the most susceptible with an average DI = 83.4, DIn = 57.1 and AUDPC = 1627.7. The line CNPA 96-08 with DI = 37.8, DIn = 20.0 and AUDPC = 567.7 was the most resistant one. Among the commercial cultivars 'IAC 22' was the most susceptible and 'CNPA Precoce 2', used as resistant standard was the most resistant. The variability in virulence of the pathogen was studied by spray inoculating nine genotypes with conidial suspensions (10(5)/mL) of either of the 10 isolates. The disease severity was evaluated 30 days later using a scale of 1 to 5. The virulence of the isolate was expressed by DIn. All the isolates were highly virulent but their virulence avaried for several genotypes and could be clustered in two distinct groups of less and more virulent isolates. The isolate MTRM 14 from Mato Grosso was the least virulent while Minas Gerais was the most virulent, with DIn of 6.36 and 46.47, respectively. In this experiment the line HR 102 and the cultivar 'Antares' were the most resistant ones with DIns of 18.32 and 19.14, respectively.

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OBJETIVOS: Diagnosticar bioquimicamente o estado nutricional de vitamina E de lactantes por meio da análise do alfa-tocoferol no soro e no colostro, verificar sua associação com variáveis maternas e determinar a prevalência de deficiência de vitamina E nessas mulheres. MÉTODOS: Participaram do estudo 103 puérperas que foram classificadas quanto às seguintes variáveis maternas: idade, estado nutricional pré-gestacional, ganho de peso gestacional, paridade e tipo de parto. Amostras de soro e colostro foram coletadas em jejum no pós-parto imediato e o alfa-tocoferol foi analisado por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). Para definir o estado nutricional de vitamina E, foi adotado ponto de corte sérico (697,7 μg/dL). A análise estatística foi realizada com o uso do teste t de Student para amostras independentes e correlação de Pearson. As diferenças foram consideradas significativas quando p<0,05. RESULTADOS: A concentração média de alfa-tocoferol foi 1.125,1±551,0 μg/dL no colostro e 1.138,6±346,0 μg/dL no soro, indicativo de estado nutricional bioquímico adequado. Entretanto, ao analisar as puérperas individualmente, constatamos que 16% apresentaram valores abaixo do esperado para esta vitamina. As mulheres submetidas à cesárea apresentaram níveis de alfa-tocoferol no colostro (1.280±591 μg/dL) significativamente maiores em relação àquelas cuja via de parto foi a normal (961,7±370 μg/dL) (p<0,05). Verificou-se que as parturientes com excesso de peso pré-gestacional tiveram concentração da vitamina no colostro maior (1.331,5±548 μg/dL) quando comparadas às mulheres com baixo peso (982,1±374 μg/dL) ou eutrofia (992,3±346 μg/dL) (p<0,05). Entretanto, as demais variáveis estudadas não apresentaram associação com o alfa-tocoferol do colostro. Além disso, nenhuma variável mostrou estar relacionada aos níveis da vitamina no soro materno e não foi demonstrada correlação entre os níveis de alfa-tocoferol no soro e no leite. CONCLUSÕES: Apesar do diagnóstico de satisfatório estado nutricional, as lactantes apresentaram risco importante de deficiência subclínica para vitamina E. Sugere-se que a concentração de alfa-tocoferol presente no colostro esteja associada ao tipo de parto e ao estado nutricional pré-gestacional da mulher.