15 resultados para 618.92238
em Scielo Saúde Pública - SP
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar como o desenvolvimento de hábitos bucais deletérios e os problemas de fala afetam a oclusão dentária em pré-escolares. MÉTODOS: Foi constituída a amostra probabilística por 2.139 crianças de ambos os sexos, na faixa etária de 3 a 5 anos, matriculadas em instituições públicas ou privadas do Município de Bauru, SP, Brasil. Foi desenvolvido estudo transversal em duas etapas: exame de oclusão e questionário socioeconômico. A classificação de Angle foi adotada para avaliação de aspectos morfológicos da oclusão, observando-se também trespasse horizontal e vertical, espaçamento/apinhamento, mordida aberta anterior, mordida cruzada total, mordida cruzada anterior e mordida cruzada posterior uni ou bilateral. Uma subamostra de 618 crianças apresentou resposta ao questionário sobre hábitos bucais, saúde infantil e informações sobre condições socioeconômicas. RESULTADOS: A prevalência de má oclusão foi de 51,3% para o sexo masculino e 56,9% para o sexo feminino, sem variação quanto ao sexo. A maior prevalência de má oclusão foi verificada no grupo etário de três anos, decrescendo significantemente com a idade (p<0,05). CONCLUSÕES: Entre os fatores ambientais estudados, o hábito de sucção de chupeta foi o mais importante na associação com má oclusão (OR=5,46), seguido da sucção digital (OR=1,54). Dificuldades na fala não apresentaram relação com a má oclusão.
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INTRODUCTION: Bats are one of the most important reservoirs and vectors of the rabies virus in the world. METHODS: From 1988 to 2003, the Zoonosis Control Center in São Paulo City performed rabies diagnosis on 5,670 bats by direct immunofluorescent test and mouse inoculation test. Blood samples were collected from 1,618 bats and the sera were analyzed using the rapid fluorescent focus inhibition test to confirm rabies antibodies. RESULTS: Forty-four (0.8%) bats were positive for rabies. The prevalence of rabies antibodies was 5.9% using 0.5IU/ml as a cutoff. Insectivorous bats (69.8%) and bats of the species Molossus molossus (51.8%) constituted the majority of the sample; however, the highest prevalence of antibodies were observed in Glossophaga soricina (14/133), Histiotus velatus (16/60), Desmodus rotundus (8/66), Artibeus lituratus (5/54), Nyctinomops macrotis (3/23), Tadarida brasiliensis (3/48), Carollia perspicillata (3/9), Eumops auripendulus (2/30), Nyctinomops laticaudatus (2/16), Sturnira lilium (2/17) and Eumops perotis (1/13). The prevalence of rabies antibodies was analyzed by species, food preference and sex. CONCLUSIONS: The expressive levels of antibodies associated with the low virus positivity verified in these bats indicate that rabies virus circulates actively among them.
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Background:Vascular remodeling, the dynamic dimensional change in face of stress, can assume different directions as well as magnitudes in atherosclerotic disease. Classical measurements rely on reference to segments at a distance, risking inappropriate comparison between dislike vessel portions.Objective:to explore a new method for quantifying vessel remodeling, based on the comparison between a given target segment and its inferred normal dimensions.Methods:Geometric parameters and plaque composition were determined in 67 patients using three-vessel intravascular ultrasound with virtual histology (IVUS-VH). Coronary vessel remodeling at cross-section (n = 27.639) and lesion (n = 618) levels was assessed using classical metrics and a novel analytic algorithm based on the fractional vessel remodeling index (FVRI), which quantifies the total change in arterial wall dimensions related to the estimated normal dimension of the vessel. A prediction model was built to estimate the normal dimension of the vessel for calculation of FVRI.Results:According to the new algorithm, “Ectatic” remodeling pattern was least common, “Complete compensatory” remodeling was present in approximately half of the instances, and “Negative” and “Incomplete compensatory” remodeling types were detected in the remaining. Compared to a traditional diagnostic scheme, FVRI-based classification seemed to better discriminate plaque composition by IVUS-VH.Conclusion:Quantitative assessment of coronary remodeling using target segment dimensions offers a promising approach to evaluate the vessel response to plaque growth/regression.
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Os sedimentos do Grupo Barreiras são muito pobres em minerais primários fontes de nutrientes. Para estudar a distribuição de K, Mg e outros metais em minerais das frações argila, silte e areia, coletaram-se 11amostras nas profundidades de 0,7; 1,4; 2,1; 2,8; 3,5; 4,2; 4,9; 5,6; 7,7; 10,5 e 14,0m, em um pacote de sedimentos do Grupo Barreiras, no município de Aracruz (ES) (19º49'13"S 40º16'24"O). Os teores totais de K, Mg, Ca, Al, Fe, Ti, Mn, Cu, Zn, Ni, Pb, Cr, Sr e Ga na terra fina seca em estufa e nas frações argila, silte e areia foram determinados por espectrômetria de emissão por plasma, após digestão completa da amostra com ácido fluorídrico concentrado. Para avaliar a contribuição de cada espécie mineral nos teores totais de K e de Mg, amostras da fração argila foram submetidas a extrações seqüenciais e seletivas de minerais. Em virtude da presença de camadas enriquecidas com concreções ferruginosas (principalmente do tamanho silte), ao longo do pacote de sedimentos, obtiveram-se os maiores teores totais de Fe2O3, nas profundidades de 2,1; 4,2 e 7,7m. Os sedimentos do Grupo Barreiras apresentaram limitada reserva de nutrientes, com baixos teores totais de K, Mg e Ca. Verificou-se aumento nos teores de K na fração argila com a profundidade, atingindo 618,2mgkg-1 a 14m. Na fração areia, os teores de K e de Mg foram maiores nas amostras com maior impureza de quartzo. A reserva em K e Mg na fração argila foi associada com a presença de mica e caulinita. A contribuição dos óxidos de Fe e de Al, dos aluminossilicatos de baixa cristalinidade e dos óxidos de Fe mais cristalinos, nos teores totais de K e de Mg, foi inexpressiva. As frações argila e silte foram as principais fontes de metais pesados nas amostras estudadas.
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A determinação de características estruturais das substâncias húmicas (SH) é essencial para o entendimento do comportamento da química de superfície dos solos altamente intemperizados. Ácidos húmicos (AH) e fúlvicos (AF) obtidos no horizonte superficial de sete Latossolos de diferentes regiões do Brasil foram caracterizados mediante a análise da composição elementar, da acidez total e carboxílica, da capacidade de oxidação e por métodos espectroscópicos. As substâncias húmicas apresentaram elevado grau de oxidação, acidez e massa molecular relativamente baixas, caracterizando a matéria orgânica alcalina solúvel como bastante reativa. Os AF apresentaram menor teor de C e maior de O do que os AH. Foram observados valores elevados da relação entre absorvância em 465 e 665 nm (E4/E6) e a massa molar média foi estimada em 1.106 e 618 g mol-1 para AH e AF, respectivamente. A menor massa molar estimada para os AF foi compatível com sua menor complexidade química revelada pelos espectros de IV-TF, que apresentaram menor número de bandas de absorção bem definidas. A ressonância magnética nuclear (RMN ¹H) mostrou a presença de H mais hidrofóbico nos AH e de H ligado a átomos de O em maior quantidade nos AF, compatível com sua maior acidez e, portanto, solubilidade em qualquer valor de pH. Apesar da mesma funcionalidade química encontrada tanto nos AH como nos AF, a análise estatística permitiu separar a maioria desses ácidos, indicando a presença de frações humificadas de natureza química individual.
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Cultivares de batata mais produtivas possivelmente exigem maior quantidade de micronutrientes, porém no Brasil há carência de informações sobre extração e exportação de micronutrientes pelas principais cultivares de batata utilizadas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a produtividade de tubérculos, a extração e a exportação de micronutrientes nas cultivares de batata Ágata, Asterix, Atlantic, Markies e Mondial. O experimento foi conduzido durante a safra de inverno, em um Latossolo Vermelho, no município de Itaí (SP). As parcelas foram constituídas pelas cinco cultivares, e as subparcelas, por épocas de coletas, realizadas no momento do plantio e a cada sete dias após a emergência. As cultivares Mondial e Asterix, mais produtivas, apresentaram maior extração de micronutrientes, com quantidades médias por hectare de 71 g de B, 122 g de Cu, 2.228 g de Fe, 618 g de Mn e 405 g de Zn. As menores quantidades extraídas foram observadas na cultivar Atlantic, com valores de 50, 81, 1.960, 544 e 270 g ha-1 de B, Cu, Fe, Mn e Zn, respectivamente. A fase de maior demanda por B ocorre logo após o início da formação de tubérculos, aos 34 DAP, enquanto a maior demanda por Fe e Mn inicia-se a partir dos 42 DAP e vai até 63 DAP. O Cu e o Zn são absorvidos em maiores proporções a partir dos 64 DAP até o final do ciclo. A quantidade de B, Cu, Mn e Zn exportada foi dependente da cultivar, com valores por hectare variando de 48 a 22 g de B, 79 a 16 g de Cu, 65 a 37 g de Mn e 167 a 83 g de Zn. A quantidade de Fe exportada não variou entre as cultivares, sendo, em média, de 243 g ha-1. A quantidade de micronutrientes extraída e exportada pela batateira variou com as cultivares utilizadas, indicando necessidade de manejo diferencial da adubação.
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O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do boro na nodulação da ervilha (Pisum sativum L. cv. Torta de Flor Roxa), cultivada em solos de várzea em condições de casa de vegetação, entre maio e julho de 1998. Amostras de Neossolo Flúvico, Gleissolo Háplico, Gleissolo Melânico e Organossolo Mésico artificialmente drenado foram coletadas na camada de 0-20 cm. Essas amostras foram previamente cultivadas com rabanete, e receberam calcário, P, K, S, Cu e Zn e seis doses de B (0,0, 0,25, 0,5, 1,5, 3,0 e 6,0 mg dm-3). Por ocasião do cultivo da ervilha aplicou-se apenas K (100 mg dm-3). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x6, com três repetições. Foram cultivadas três plantas por vaso, cujas sementes, na época da semeadura, foram submetidas à inoculação com estirpes de Rhizobium leguminosarum (BR 618 e BR 619). Para verificação da existência de estirpes nativas de rizóbio, cultivaram-se sem inoculação nas sementes, três vasos, de cada solo, que haviam recebido a mesma dose de calcário, a mesma adubação básica e 0,5 mg dm-3 de boro. Aos 45 dias após o plantio, em pleno florescimento, colheu-se o experimento. Não foram observadas estirpes nativas nos solos avaliados. Nos solos Gleissolo Háplico e Organossolo Mésico artificialmente drenado, as doses de B influenciaram a nodulação e a atividade da nitrogenase.
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The objective of this work was to evaluate the effect of heat waves on the evolution of bud dormancy, in apple trees with contrasting chilling requirements. Twigs of 'Castel Gala' and 'Royal Gala' were collected in orchards in Papanduva, state of Santa Catarina, Brazil, and were exposed to constant (3°C) or alternating (3 and 15°C for 12/12 hours) temperature, combined with zero, one or two days a week at 25°C. Two additional treatments were evaluated: constant temperature (3°C), with a heat wave of seven days at 25°C, in the beginning or in the middle of the experimental period. Periodically, part of the twigs was transferred to 25°C for daily budburst evaluation of apical and lateral buds. Endodormancy (dormancy induced by cold) was overcome with less than 330 chilling hours (CH) of constant cold in 'Castel Gala' and less than 618 CH in 'Royal Gala'. A daily 15°C-temperature cycle did not affect the endodormancy process. Heat waves during endodormancy resulted in an increased CH to achieve bud requirements. The negative effect of high temperature depended on the lasting of this condition. Chilling was partly cancelled during dormancy when the heat wave lasted 36 continuous hours or more. Therefore, budburst prediction models need adjustments, mainly for regions with mild and irregular winters, such as those of Southern Brazil.
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OBJETIVO: Avaliar como a pancreatite aguda é vista e tratada pelo cirurgião brasileiro. MÉTODO: Trata-se de um questionário prospectivo enviado aos membros do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC). Dois mil questionários foram enviados obtendo-se 618 respostas (30,9%). O questionário constituía de perguntas relacionadas à experiência do cirurgião e ao tratamento da PA. RESULTADOS: Cento e oitente e dois entrevistados (33,6%) disseram tratar até cinco casos por ano e 147 (27,2%) tratam de seis a 10 casos por ano. Dentre os critérios utilizados para a definição de PA, o mais citado foi a avaliação clínica por 306 (57,4%) entrevistados, seguido dos critérios de Ranson por 294 (55,2%) e TC por 262 (49,2%). Com relação ao uso da TC, 275 (51,5%) entrevistados responderam que realizam a TC em todos os doentes com PA. O suporte nutricional parenteral foi o método de escolha indicado por 248 (46,6%) entrevistados. A infecção da coleção e/ou necrose pancreática é a principal indicação operatória com 447 (83,6%) respostas. O melhor período para operar um doente com PA grave foi considerado até quatorze dias por 278 (54,2%) entrevistados. Com relação aos antibióticos, 371 (68,6%) entrevistados disseram que utilizam antibióticos no tratamento da PA grave. CONCLUSÃO: Estes resultados demonstram uma ampla variação no tratamento da PA no Brasil. A pouca experiência dos cirurgiões e os temas controversos são os fatores principais responsável para esta falta de padronização. A realização de um Consenso nacional baseado nos novos conceitos e na experiência mundial é crucial para ajustar estas condutas.
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OBJETIVOS: Avaliar a prevalência de toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose, hepatites B e C e sífilis (Torchs) em uma coorte de gestantes, bem como identificar os fatores sociodemográficos, clínicos e laboratoriais.MÉTODOS: Entre 1998 e 2013, foram atendidas 1.573 gestantes com sorologia positiva para o HIV em área metropolitana do Brasil, das quais 704 (44,8%) foram submetidas a algum dos testes sorológicos. Gestantes Torchs positivas (Gtp) foram consideradas aquelas com resultado positivo para uma dessas infecções, e gestantes Torchs negativas (Gtn) aquelas com resultados negativos para todas elas. As variáveis maternas investigadas foram: idade, estado civil, escolaridade, momento e forma de contágio da infeccção pelo HIV, contagem de linfócitos TCD4+, carga viral plasmática do HIV próxima ao parto e uso de terapia antirretroviral durante a gestação. As variáveis neonatais investigadas foram ocorrência de: transmissão vertical, prematuridade, baixo peso ao nascimento, complicações fetais, aborto e óbito fetal. Foram utilizadas razões de chance com intervalo de confiança de 95% para quantificar a associação entre as variáveis maternas e neonatais e a presença de Torchs.RESULTADOS: Entre as 704 gestantes, 70 (9,9%; IC95% 7,8-12,4) tinham alguma sorologia positiva para Torchs. Foram encontradas taxas: 1,5% (10/685) para a toxoplasmose; 1,3% (8/618) para rubéola; 1,3% (8/597) para citomegalovirose; 0,9% (6/653) para hepatite B e 3,7% (20/545) para hepatite C; e 3,8% (25/664) para sífilis. A transmissão vertical do HIV entre as gestantes Gtp foi 4,6% e de 1,2% entre as Gtn. As variáveis associadas à presença de Torchs na análise univariada foram: uso de terapia antirretroviral, transmissão vertical do HIV, baixo peso ao nascimento e complicações fetais.CONCLUSÃO: A prevalência das Torchs mostrou-se elevada para algumas infecções. Conclui-se que é importante manter o rastreamento de Torchs na gravidez, especialmente nas gestantes HIV positivas, para que se possa estabelecer diagnóstico e tratamento, e/ou medidas preventivas para evitar a transmissão materno-fetal.
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A cutia (Dasyprocta sp.) é um roedor silvestre com distribuição mundial. Atualmente, além de importante papel ecológico que exerce, está sendo utilizada como modelo em experimento animal. Estudos sobre a morfologia destes animais são importantes porque podem ser uma alternativa para o estudo de diversos processos patológicos, além de contribuirem para a preservação da espécie. A laringe é um órgão localizado entre a faringe e a traqueia, no qual está envolvido nas funções de respiração, deglutição e fonação. O presente estudo propôs realizar uma descrição morfológica macroscópica e microscópica da laringe da cutia. Para tanto, foram utilizadas quinze cutias pertencentes ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Piauí e provenientes do Núcleo de Estudos e Preservação de Animais Silvestres com licença do IBAMA (Nº 02/08-618, CTF Nº 474064). Todos os animais foram identificados, promovida a sexagem e, posteriormente, a laringe acessada e dissecada sendo os fragmentos cartilagíneos encaminhados para rotina histológica e corados pelo método de hematoxilina-eosina. As lâminas obtidas foram visualizadas em microscopia óptica de luz e foto documentadas. A laringe da cutia apresenta cinco cartilagens, com ausência da cartilagem cuneiforme e presença da incisura caudal na cartilagem tireoide. O tecido epitelial da laringe varia de epitélio estratificado pavimentoso queratinizado à não queratinizado e ciliado com células caliciformes.
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(Distribuição da comunidade de epífitas vasculares em sítios sob diferentes graus de perturbação na Floresta Nacional de Ipanema, São Paulo, Brasil). Apesar da importância de epífitas vasculares em refletir o grau de preservação local, existem poucas pesquisas sobre o tema. Esta pesquisa foi desenvolvida na Floresta Nacional de Ipanema, Iperó, SP, e teve por objetivo caracterizar e analisar a comunidade epifítica vascular em sítios sob diferentes graus de perturbação. Foram determinados três sítios: RIA - remanescente isolado/alterado, FAB - floresta avançada/borda e FAI - floresta avançada/interior e, em cada sítio, foram amostrados 90 forófitos com DAP ³ 20 cm. Foram estimamos os parâmetros de freqüência, dominância e diversidade com base na ocorrência das epífitas nos estratos e nos forófitos. No levantamento foram encontradas 21 espécies, 14 gêneros e seis famílias. O índice de diversidade Shannon (H') para toda a comunidade epifítica foi de 2,172, a equabilidade (J) = 0,713 e a riqueza de Margalef (d) = 2,467. A riqueza e a diversidade dos sítios foram de: 18 espécies, H' = 2,159, J = 0,747 e d = 2,180 para o Sítio RIA; sete espécies, H' = 1,270, J = 0,652 e d = 1,017 para o Sítio FAB; e 13 espécies, H' = 1,587, J = 0,618 e d = 1,919 para o Sítio FAI. Embora existam diferenças significativas entre os sítios RIA e FAB, e entre os sítios RIA e FAI, não houve variação significativa entre os sítios FAB e FAI. Essa pesquisa destaca a influência das alterações ambientais sobre as comunidades epifíticas e a importância de remanescentes florestais alterados ou mesmo árvores isoladas para a manutenção das epífitas vasculares.
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The objective of the present study was to examine the association between follicular fluid (FF) steroid concentration and oocyte maturity and fertilization rates. Seventeen infertile patients were submitted to ovulation induction with urinary human follicle-stimulating hormone, human menopausal gonadotropin and human chorionic gonadotropin (hCG). A total of 107 follicles were aspirated after hCG administration, the oocytes were analyzed for maturity and 81 of them were incubated and inseminated in vitro. Progesterone, estradiol (E2), estrone, androstenedione, and testosterone were measured in the FF. E2 and testosterone levels were significantly higher in FF containing immature oocytes (median = 618.2 and 16 ng/ml, respectively) than in FF containing mature oocytes (median = 368 and 5.7 ng/ml, respectively; P < 0.05). Progesterone, androstenedione and estrone levels were not significantly different between mature and immature oocytes. The application of the receiver-operating characteristic curve statistical approach to determine the best cut-off point for the discrimination between mature and immature oocytes indicated levels of 505.8 ng/ml for E2 (81.0% sensitivity and 81.8% specificity) and of 10.4 ng/ml for testosterone (90.9% sensitivity and 82.4% specificity). Follicular diameter was associated negatively with E2 and testosterone levels in FF. There was a significant increase in progesterone/testosterone, progesterone/E2 and E2/testosterone ratios in FF containing mature oocytes, suggesting a reduction in conversion of C21 to C19, but not in aromatase activity. The overall fertility rate was 61% but there was no correlation between the steroid levels or their ratios and the fertilization rates. E2 and testosterone levels in FF may be used as a predictive parameter of oocyte maturity, but not for the in vitro fertilization rate.
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We determined the effects of exercise training and detraining on the morphological and mechanical properties of left ventricular myocytes in 4-month-old spontaneously hypertensive rats (SHR) randomly divided into the following groups: sedentary for 8 weeks (SED-8), sedentary for 12 weeks (SED-12), treadmill-running trained for 8 weeks (TRA, 16 m/min, 60 min/day, 5 days/week), and treadmill-running trained for 8 weeks followed by 4 weeks of detraining (DET). At sacrifice, left ventricular myocytes were isolated enzymatically, and resting cell length, width, and cell shortening after stimulation at a frequency of 1 Hz (~25°C) were measured. Cell length was greater in TRA than in SED-8 (161.30 ± 1.01 vs 156.10 ± 1.02 μm, P < 0.05, 667 vs 618 cells, respectively) and remained larger after detraining. Cell width and volume were unaffected by either exercise training or detraining. Cell length to width ratio was higher in TRA than in SED-8 (8.50 ± 0.08 vs 8.22 ± 0.10, P < 0.05) and was maintained after detraining. Exercise training did not affect cell shortening, which was unchanged with detraining. TRA cells exhibited higher maximum velocity of shortening than SED-8 (102.01 ± 4.50 vs 82.01 ± 5.30 μm/s, P < 0.05, 70 cells per group), with almost complete regression after detraining. The maximum velocity of relengthening was higher in TRA cells than in SED-8 (88.20 ± 4.01 vs70.01 ± 4.80 μm/s, P < 0.05), returning to sedentary values with detraining. Therefore, exercise training affected left ventricle remodeling in SHR towards eccentric hypertrophy, which remained after detraining. It also improved single left ventricular myocyte contractile function, which was reversed by detraining.
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Observational studies suggest there are clinical benefits to moderate red wine (RW) consumption. However, the effects on coronary vasculature and overall lifestyle are unclear. We investigated whether a lifestyle of regular long-term RW consumption is associated with changes in coronary plaque burden, calcium score, carotid intima/media thickness, endothelial function, and metabolic variables, compared with alcohol abstinence. Healthy volunteers were evaluated by coronary computed tomography angiography (CTA) as well as carotid and brachial artery ultrasound. Nutritional status, psychological status, and metabolic variables were assessed. The study included 101 drinkers [aged 58.9±7.3 years (means±SD)], from wine brotherhoods, and 104 abstainers, from Anglican, Evangelical and Catholic churches both in the city of São Paulo, Brazil. No significant differences in demographics were noted. Lesion prevalence per patient assessed by coronary CTA and classified as absent (0), 1-25, 26-49, and ≥50% stenosis was similar between groups. When analyzed by individual arteries, i.e., left anterior descending, circumflex, and right coronary, prevalence was also not different. On the other hand, calcium scores were higher among drinkers than abstainers (144.4±362.2 vs 122.0±370.3; P<0.01). However, drinkers reported less history of diabetes and exercised more. RW drinkers consumed 2127.9±387.7 kcal/day while abstainers consumed 1836.0±305.0 (P<0.0001). HDL cholesterol was significantly higher among drinkers compared to abstainers (46.9±10.9 vs 39.5±9.0 mg/dL; P<0.001), while fasting plasma glucose was lower (97.6±18.2 vs 118.4±29.6 mg/dL; P<0.02). Liver enzymes were normal in both groups. In conclusion, long-term wine drinkers displayed a similar plaque burden but greater calcium score than abstainers, despite a more atherogenic diet, and the mechanisms for the increased calcium scores in the former remain speculative.