190 resultados para Íons Ti3 e Ti4


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O alumnio trocvel e o hidrognio "eletrovalente" foram extrados e determinados em diversas amostras de solos, atraves de percolao contnua com soluo 1 N de KC1. Em seguida, aps a extrao do alumnio e hidrognio "eletrovalente", determinou-se o pH dos solos e suspenso aquosa e procedeu-se a extrao do hidrognio "covalente" com soluo 1 N de acetato declcio, com pH = 7,0, em algumas das amostras estudadas. Como era de se esperar, a remoo do alumnio trocvel e do hidrognio "eletrovalente" elevou o pH de todas as amostras de solo. No entanto, em alguns dos solos estudados, os valores do pH (de 5,05 a 6,25), aps a remoo dos citados ons, evidenciaram a influncia de outros componentes da acidez do solo sbre o pH.

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Este trabalho descreve a determinao do on amnio em solos, pelo mtodo colorimtrico baseado no reativo de Nessler. Foram estudados diversos aspectos, como o espectro de absoro do composto colorido e do reativo de Nessler, a influncia do tempo de repouso e da temperatura sobre o desenvolvimento da cr e a interferncia de alguns ons que normalmente se encontram nos extratos de solos. A determinao do on amnio foi conduzida em extratos de solos obtidos com soluo de KC1 1 N e destilados, para evitar a interferncia do on mangans-II, que forma um precipitado com o reativo de Nessler. Os resultados obtidos pelo mtodo colorimtrico foram comparados com os determinados pelo mtodo titrimtrico.

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ste trabalho apresenta um estudo sobre o mtodo espectrofotomtrico do metiltimol azul para a determinao do magnsio trocvel dos solos. So apresentados dados relativos curva de absoro e estabilidade do composto magnsio-metiltimol azul e do metiltimol azul. No estudo dos interferentes, foram considerados diversos ons, verificando-se que o principal deles o on clcio, o qual eliminado da soluo atravs da precipitao com soluo saturada de oxalato de amnio. Para a extrao do magnsio trocvel dos solos usou-se uma soluo de KC1 1 N.

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No trabalho apresentado, estudou-se a cintica de absoro de ons, baseado na equao de LINEWEAVER & bURk (1934). o estudo visou verificar o efeito competitivo ou no do on Mg+ na absoro do on Ca+. Para facilidade do estudo, solues de CaCl2 marcadas com 45Ca foram administradas em diferentes concentraes tecidos foliares de caf (Coffea arabica L., cv. 'Mundo Novo'), em soluo contendo ou no uma concentrao conhecida de MgCl2 segundo a tcnica de SMITH & EPSTEIN (1964a e 1964b). So apresentados tambm clculos estatsticos, considerados inditos na aplicao do presente estudo. Conclue-se que h inibio competitiva devida ao on Mg+ pelos centros ativos dos carregadores.

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A absoro de clcio pelos tecidos de folha do cafeeiro (Coffea arabica L., var. Mundo Novo) foi estudada em cortes transversais feitos na poro mdia do limbo foliar de amostras de folhas colhidas em plantas cultivadas em condies de campo. O estudo teve como objetivos, caracterizar o mecanismo de absoro de clcio e avaliar os efeitos de K, Mg e B na absoro daquele nutriente. A tcnica experimental padro empregada em todos os ensaios constituiu em submeter cortes de 300 m de espessura a uma srie de solues com concentraes crescentes de clcio, contendo 45Ca como traador, luminosidade de 3000 lux, temperatura e arejamento constantes. A srie de solues de clcio foi constituda das seguintes concentraes de CaCl2: 5x10-6M, 10-5M, 2x10-5M;, 4 x l0-5M, 8 x 10-5M, 1,6 x 10-4M, 3,2x10-4M, 6,4x10-4M, 1,28x10-3M e 2,56x10-3M. Os ensaios realizados foram: absoro de clcio na fase vegetativa e de florescimento do cafeeiro, considerados com os padres, absoro de clcio na presena de inibidores metablicos (2,4-DNP 10-5M, borbulhamento com N2 e temperatura de 10C); absoro de clcio na presena de KC1 5x10-3M, KC1 10-4M, MgCl2 5x10-3M e H3BO3 5x10-3M. Os resultados obtidos foram submetidos a anlise de regresso e comparados estatisticamente pelo teste t. Aps a anlise estatstica, foram calculados os valores dos parmetros Km e Vm, os quais demonstraram que a absoro de clcio, pelos tecidos foliares, metablica e que os ons K e B provocam um efeito estimulatrio, enquanto que o Mg tem um efeito inibidor de carter no no competitivo.

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As principais hipteses envolvendo o mecanismo de ao das auxinas so consideradas com a finalidade de apontar os processos mais provveis de acordo com os conhecimentos atuais. cidos nuclicos e protenas devem estar relacionados com modificaes na parede celular atravs da secreo de ons hidrognio e estimulao na atividade enzimtica capaz de promover afrouxamento e elongao da parede celular. Um esquema indicando os processos de ao auxnica capazes de alteraes na parede celular, apresentado.

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Objetivando caracterizar os efeitos das diferentes concentraes de fsforo e da presena de outros ons na cintica de absoro de radiofsforo, foram conduzidos ensaios em soluo nutritiva, em condies ambientais controladas. Foram empregadas razes destacadas de arrroz e feijo para os estudos com diferentes concentraes de fsforo no meio (10-7 M at 5 x 10-2 M) e para avaliar as interaes promovidas por Mg+2, Al+3, K+, NH4+, N-NO3-, N-uria no mecanismo de absoro por perodos de uma hora e meia a duas horas. Em plantas inteiras de arroz procurou-se avaliar os efeitos da presena de Mg e/ou alumnio na absoro e transporte de fsforo quando variava a concentrao externa (1 ppm, 5 ppm, 10 ppm e 20 ppm) por um perodo de 17 horas. Foi constatado um mecanismo duplo de absoro com as duas fases seguindo a cintica simples de Michaelis-Menten, e com ponto de transio entre 1-50x10-5. A transformada de dados segundo Hofstee adaptou-se melhor interpretao dos dados experimentais. Feijo foi mais eficientes na absoro que arroz para a primeira fase (maior Vmax). Alumnio apresentou efeito estimulatrio ntido na absoro de fsforo, promovendo porm, a fixao do nion na raiz quando consideradas as concentraes mais baixas. Em concentraes altas de P, este ltimo efeito no foi evidenciado. Magnsio no promoveu maior absoro, nem maior transporte do que K+; o mesmo aconteceu com as diferentes formas de nitrognio. Uria poderia ter um efeito depressivo maior, embora no significativo. Discutem-se os provveis mecanismos envolvidos nestas respostas.

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Os autores analisam pormenorizadamente o sistema soro-hematia formolizada no qual se processa a aglutino-sedimentao (Fenmeno de Rubino). Cada fase do referido sistema investigada do ponto de vista fsico-qumico. Os dados obtidos so aproveitados pelos autores na elaborao de um sistema anlogo, porm, com parmetros prprios diferentes dos fixados por Rubino. Escolheu-se como evidncia do fenmeno no a alutino-sedimentao funo do tempo, porm, o aspecto da massa globular sedimentada aps 24 horas a 10C (Hemodisperso sedimentar). A nova tcnica proposta, aplicada sistematicamente, permitiu aos autores conclurem a) no h 'especificidade" correlacionada com enfermidades; b) o fenmeno resulta da atividade combinada de gamaglobulinas como dipolos, ons positivos do meio e polaridade propcia das hematias formolizadas; c)o aumento das gamaglobulinas sricas, sobretudo daquelas de ponto iso-eltrico do pH sanguneo, determina o fenmeno, independentemente da causa mrbida que originou a hipergamaglobulinemia; d) sobretudo na lepra lepromatosa, o aumento das referidas gamaglobulinas muito freqente, e mantm-se muito tempo mesmo aps regresso clnica da doena. sugerida uma explicao para este ltimo fato; e)os autores tambm referem uma atividade especial do formol sobre os soros reatores, propondo uma hiptese para a mesma.

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Em 24 (82,7%) de 29 pacientes com infeco urinria por Klebsiella pneumoniae isolamos a mesma espcie a partir de amostras fecais. Estudamos 24 cepas urinrias e 219 cepas fecais encontrando 50 bitipos distintos (em mdia quatro bitipos por amostra fecal). Em dez (34,4%) dos 29 pacientes o bitipo de uma ou mais cepas fecais corresponderam ao biotipo da cepa urinria - sem encontrarmos associao entre a simultaneidade e a prvia cateterizao vesical (p>0,05). Na resistotipagem - utilizando quatro substncias qumicas previamente escolhidas entre 34 produtos testados (verde brilhante, verde malaquita, telurito de potssio e cloreto mercrico) encontramos 16 resistotipos distintos. Em 14 (58,3%), dos 24 casos houve deteco do mesmo resistotipo em cepa(s) fecal(is) e urinria do mesmo paciente, entretanto, s em cinco (20,9%) dos casos houve concordncia com a biotipagem na indicao de simultaneidade. A concordncia de resultados quanto ausncia ou presena de biotipos ou resistotipos simultneos, na urina e nas fezes, foi de somente 54,2%. A presena de resistncia aos ons telurito e mercrio, entre cepas fecais e cepas urinrias, no mesmo paciente, estava significativamente associada (p<0,001).

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Estudo experimental para aferio do potencial hidrogeninico (pH) dos antimicrobianos ceftriaxona sdica, cloridrato de vancomicina, metronidazol, penicilina G potssica e sulfato de amicacina, aps reconstituio, diluio com NaCl 0,9% (SF) e soro glicosado 5% (SG), em oito momentos distintos e sob condies cotidianas de luminosidade e temperatura ambiente de unidade hospitalar no climatizada. O objetivo deste estudo foi verificar alteraes no comportamento cido-bsico das solues, indicativas de instabilidade qumica ou relacionadas a complicaes da terapia intravenosa. Nos 186 valores de pH analisados, no foram identificadas variaes maiores que 1,0 valor nem alteraes fsicas visveis a olho nu. Todas as solues tiveram pH menor que 7 e no houve diferena considervel para a prtica clnica segundo o diluente. As mdias dos valores de pH aps a diluio em SF e SG, do cloridrato de vancomicina, metronidazol e sulfato de amicacina constituem fator de risco para o desenvolvimento de complicaes intravenosas devido a sua extrema acidez.

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Estudou-se a ciclagem de nutrientes de duas formaes florestais ("floresta baixa", com dossel atingindo 15 m de altura, e "floresta alta", 25 m de altura), caractersticas dos cordes arenosos da plancie litornea da Ilha do Mel, Paranagu, Paran, de 14 de junho de 1991 a 12 de junho de 1993. Nesta primeira parte, foram analisadas as caractersticas qumicas e fsicas dos solos, relacionando-as com o meio fsico e com o material de origem. Os solos foram classificados como podzis, distrficos e licos, fortemente cidos, de textura arenosa, estando a profundidade do horizonte B iluvial relacionada com a faixa de oscilao do lenol fretico. Nas duas reas, os solos apresentam fertilidade semelhante, caracterizando-se pela baixa CTC, alto potencial de lixiviao, fazendo com que a matria orgnica seja a principal responsvel pela reteno de ons no solo. Ocorrem, tambm, dois compartimentos distintos de nutrientes, um no horizonte A1 e outro no B iluvial. Embora a fertilidade dos solos seja considerada bastante baixa, a vegetao apresenta-se bem desenvolvida. As diferenas no desenvolvimento entre as duas florestas estudadas podem estar relacionadas com a disponibilidade de gua e de nutrientes do horizonte B. Na floresta alta, tanto o lenol fretico como o horizonte B esto mais prximos da superfcie, possibilitando que essa formao esteja menos sujeita ao estresse hdrico, alm de poder aproveitar, mais facilmente, os nutrientes acumulados no horizonte B.

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O experimento foi desenvolvido em um Latossolo Vermelho-Escuro distrfico, em Ponta Grossa (PR), com o objetivo de avaliar os efeitos da aplicao de calcrio e gesso na superfcie sobre as caractersticas qumicas do solo e resposta da soja cultivada em sistema de cultivo sem preparo do solo. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso em parcela subdividida, com trs repeties. Foram utilizadas quatro doses de calcrio dolomtico, com 84% de PRNT: 0, 2, 4 e 6 t ha-1, e quatro doses de gesso agrcola: 0, 4, 8 e 12 t ha-1. A calagem foi realizada em julho, e a aplicao de gesso em novembro de 1993. A cultura da soja foi avaliada nos anos agrcolas de 1993/94 e 1995/96. A soja no respondeu aplicao de calcrio e gesso na superfcie, em solo com pH (CaCl2 0,01 mol L-1) 4,5 e 32% de saturao por bases na camada de 0-20 cm. A calagem proporcionou correo da acidez do solo, revelada pela elevao do pH e reduo do alumnio trocvel, at a profundidade de 10 cm e em camadas subsuperficiais, mostrando que a ao do calcrio aplicado na superfcie, em reas com cultivos j estabelecidos, no preparadas convencionalmente, pode atingir camadas mais profundas de solo. Esse efeito foi observado doze meses aps a aplicao do corretivo, tendo sido mais pronunciado aps vinte e oito meses. A aplicao de gesso causou reduo do alumnio trocvel, elevou os teores de clcio em todo o perfil do solo e provocou lixiviao de bases, principalmente de magnsio, tendo sido esta mais acentuada na presena de maiores teores de magnsio trocvel no solo. Aps vinte e quatro meses, foram recuperados cerca de 40% do S-SO4 e 60% do clcio aplicados pelo gesso na dose de 12 t ha-1, at a profundidade de 80 cm. Desse total recuperado, apenas 10% do S-SO4 e 25% do clcio foram encontrados na camada de 0-20 cm de solo.

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O experimento, realizado em casa de vegetao no Departamento de Cincia do Solo da Universidade Federal de Lavras, teve por objetivo estudar o efeito de diferentes relaes de CaSO4/CaCO3, que simulam o uso de gesso e calcrio, na movimentao de nutrientes no solo e no crescimento do algodoeiro, cultivar IAC-20. As propores de CaSO4/CaCO3 utilizadas foram: 0/100, 25/75, 50/50, 75/25 e 100/0, com base em peso equivalente, alm de um tratamento-testemunha, sem aplicao de CaSO4 e CaCO3. Observou-se acentuada movimentao de clcio e de sulfato em profundidade, como ons acompanhantes, com o aumento da relao CaSO4/CaCO3. Para o N-NO3- e Mg2+, ao contrrio do N-NH4+ e K+, observou-se um acmulo em profundidade, com a elevao da relao CaSO4/CaCO3. Neste estudo, o gesso teve pouco ou nenhum efeito sobre a acidez e Al trocvel presentes nas camadas subsuperficiais. A produo de matria seca do algodoeiro foi reduzida com o aumento da relao CaSO4/CaCO3, porm, quando comparada do tratamento-testemunha, a aplicao de gesso aumentou-a significativamente, atestando o potencial de uso do gesso agrcola.

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O experimento foi realizado em um Latossolo Vermelho-Escuro distrfico textura mdia, em Ponta Grossa (PR), com o objetivo de avaliar a produo de milho, trigo e soja em funo das alteraes das caractersticas qumicas do solo, pela aplicao de calcrio e gesso na superfcie, em sistema plantio direto. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso em parcela subdividida, com trs repeties. Foram utilizadas quatro doses de calcrio dolomtico, com 84% de PRNT: 0, 2, 4 e 6 t ha-1 e quatro doses de gesso agrcola: 0, 4, 8 e 12 t ha-1. A calagem foi realizada em julho, e a aplicao de gesso feita em novembro de 1993. A produo da cultura de milho foi avaliada no ano agrcola de 1994/95, a de trigo no inverno de 1996 e a de soja em 1996/97. A aplicao de calcrio na superfcie no influenciou a produo de milho, trigo e soja. Houve ao da calagem na correo da acidez de camadas superficiais e do subsolo, porm seu efeito em camadas profundas no foi observado aps quarenta meses. O gesso foi eficiente na melhoria do ambiente radicular do subsolo, embora tenha causado lixiviao de magnsio trocvel do solo. Das trs culturas avaliadas, somente o milho apresentou resposta aplicao de gesso em decorrncia do fornecimento de enxofre, da melhoria do teor de clcio trocvel, da reduo da saturao por alumnio e do aumento da relao Ca/Mg do solo.

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Este estudo avaliou o peso molecular estimado (PM) e as propores de fraes cidos hmicos (FAH) e fraes cidos flvicos (FAF) presentes em substncias hmicas (SH), extradas com NaOH 0,1 M e resina trocadora de ons, originrias de Latossolo Vermelho-Escuro sob floresta e cultivado com laranja, em reas com e sem calagem, por meio da cromatografia de excluso por tamanho de alta eficincia (CETAE). Na calibrao do PM com o tempo de reteno de diferentes compostos na coluna cromatogrfica, utilizaram-se molculas de sulfonato de poliestireno de sdio (SPS) e acetona. A anlise das substncias hmicas revelou que as FAFs e FAHs dos materiais de solo apresentaram tempo de eluio e, portanto, pesos moleculares muito similares queles determinados para os cidos padres. Os cromatogramas obtidos mostraram que o uso e o manejo do solo no introduziram mudanas no PM e na relao FAF:FAH das substncias hmicas. Por outro lado, o mtodo de extrao influenciou, de forma marcante, as propores de FAH e FAF, com mais FAH nos materiais extrados com a resina trocadora de ons e maiores propores de FAF nas substncias hmicas extradas com NaOH. As propores de FAF e FAH obtidas por meio do mtodo proposto pela SISH estiveram muito prximas quelas determinadas com a CETAE, no material hmico extrado com a resina Chelex, demonstrando o potencial desta tcnica na determinao do PM e das propores de FAH e FAF em substncias hmicas originrias de solos.