125 resultados para TESTICULAR ATROPHY


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Nesta pesquisa foram obtidos dados histológicos e morfométricos comparativos sobre os testículos de gatos, pós-orquiectomia, divididos em dois grupos: Grupo 1, gatos com até 1 ano de idade e Grupo 2, animais acima de 1 ano. Verificou-se que: (1) aos 4 meses de idade os túbulos seminíferos apresentaram-se pouco desenvolvidos e com ausência de luz, epitélio seminífero baixo, células de Sertoli indiferenciadas e tecido intersticial escasso; (2) aos 5 meses os túbulos seminíferos começaram a se diferenciar com aumento do diâmetro e luz tubulares e as demais estruturas permaneceram semelhantes à observação anterior; (3) aos 6-7 meses ocorreu o início da espermatogênese e espermiogênese; as células de Leydig apareceram maiores, poliédricas com citoplasma vacuolizado e núcleo claro, e tecido intersticial esparso com poucos vasos sangüíneos; (4) os animais com 1 ano de idade apresentaram morfologia testicular igual à do animal adulto, com túbulos seminíferos de maior diâmetro, epitélio germinativo alto e luz tubular pequena, as células de Leydig aparecendo poliédricas, com dimensões variadas, citoplasma vacuolizado, núcleo claro e nucléolo evidente, e espaço intertubular seminífero variado com vasos sanguíneos, predominantemente evidentes; (5) no Grupo 1 o diâmetro médio dos túbulos seminíferos foi de 160,58µm e no Grupo 2 foi de 185,94µm, sendo os valores médios significantes entre si; (6) a altura média do epitélio seminífero foi de 49,51µm para o Grupo 1 e de 63,29µm para o Grupo 2, estaticamente significantes; (7) os maiores valores mensurados foram obtidos para os gatos do Grupo 2, por serem gatos adultos e portanto com os órgãos reprodutores funcionais.

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Dos cervídeos brasileiros, a espécie Mazama nana é a menos conhecida. Os parâmetros reprodutivos para os machos ainda são desconhecidos, mas parece que não apresentam sazonalidade reprodutiva. Neste trabalho foram utilizados nove machos de Mazama nana em idade reprodutiva, mantidos em cativeiro. Foram avaliados quanto ao peso corporal, altura de cernelha, comprimento crânio-caudal, situação dos chifres, volume e consistência testicular. O sêmen foi colhido por eletroejaculação e submetido a análises de motilidade, vigor e morfologia espermática. As correlações entre idade, peso, comprimento crânio-caudal, altura de cernelha, volume testicular e características do ejaculado (volume, motilidade, vigor e concentração do sêmen) foram avaliadas pelo procedimento Corr., do SAS®. As médias ± desvio padrão observados para peso (kg), comprimento crânio-caudal (cm) e altura de cernelha (cm) foram: 15,72±1,98, 74,9±3,05 e 48,5±2,06, respectivamente. Em relação aos parâmetros reprodutivos primários foram observados: volume do ejaculado (91,46±68,24µl); motilidade (70±8,16%); vigor (3,0±0,67); concentração espermática (1536x10(6) ±351x10(6) espermatozóides por ml). Em relação à morfologia espermática, foi observada uma alta porcentagem de células anormais (40,90%), sendo predominante os defeitos de cauda (25,95%).

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Avaliou-se a influência do grau de bipartição escrotal sobre os parâmetros reprodutivos em caprinos. Foram utilizados 30 animais, distribuídos em três grupos: Grupo I, animais que apresentavam escroto sem bipartição (n =10); Grupo II, animais com bipartição escrotal até 50% do comprimento dos testículos (n=10); e Grupo III, caprinos com bipartição escrotal acima de 50% do comprimento testicular (n=10). Os parâmetros avaliados foram peso corporal, perímetro escrotal, comprimento testicular, características físicas e morfológicas do sêmen, concentração plasmática de testosterona e libido dos animais, comparando caprinos com escroto bipartido e não bipartido. Os animais que apresentavam bipartição escrotal expressaram maior peso corporal e comprimento testicular, quando comparados com os animais do grupo sem escroto bipartido, sendo que estes apresentaram maior número de células espermáticas defeituosas. Conclui-se que a bipartição escrotal influencia positivamente alguns parâmetros biométricos bem como a qualidade do sêmen em caprinos.

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This paper aims to analyze the effects of the Toxoplasma gondii infection in the intestinal wall and myenteric plexus of chicken (Gallus gallus). Ten 36-day-old chickens were separated into two groups: control and experimental, orally inoculated with oocysts of the T. gondii strain M7741 genotype III. After 60 days the birds were submitted to euthanasia and had their duodenum removed. Part of the intestinal segments was submitted to histological routine, HE staining, PAS histochemical technique, and Alcian Blue. Qualitative analysis of the intestinal wall and comparative measurements among the groups with respect to total wall thickness, muscle tunic, mucosa, and tunica mucosa were carried out. Caliciform cells were quantified. The other part of the intestinal segments was fixed in formol acetic acid and dissected having the tunica mucosa and the tela submucosa removed. Neurons were stained with Giemsa, counted, and measured. Chickens from the experimental group presented diarrhea and inflammatory infiltrates in the tunica mucosa, thickness reduction of all the parameters assessed in the intestinal wall, and an increase of the number of caliciform cells. There was a ~70% reduction regarding the intensity of myenteric neurons; and the remaining cells presented a reduction of ~2.4% of the perikarion and ~40.5% of the nucleus (p<0.05). Chronic infection induced by T. gondii oocysts resulted in intestinal wall atrophy, mucin secretion increase, death and atrophy of chicken myenteric plexus neurons. Death and atrophy of myenteric plexus neurons may be related with the causes of diarrhea observed in chickens with toxoplasmosis.

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Foram revisados casos de defeitos congênitos (DCs) diagnosticados em bovinos no Laboratório de Patologia da Universidade Federal de Santa Maria em 1964-2010. Durante o período estudado, foram examinados materiais provenientes da necropsia de 7.132 bovinos e foram encontrados 31 bezerros (0,4%) com DCs, os quais foram classificados em 34 tipos e alocados nos sistemas orgânicos primariamente afetados. Os DCs ocorriam isoladamente (19 [61,3%]) ou afetavam múltiplos sítios anatômicos (15 [28,7%]) com frequência semelhante em ambos os sexos. Como vários terneiros mostraram múltiplos DCs, um total de 53 DCs foi computado. Dos 53 DCs diagnosticados, 15 (28,3%) afetavam o sistema nervoso central (craniósquise [4], abiotrofia cerebelar [2], degeneração esponjosa [2], hidrocefalia [2], meningocele [2], espinha bífida [1], hipoplasia cerebelar [1] e hipomielinogênese [1]); nove (17,0%) afetavam o sistema urogenital (agenesia testicular [1], agenesia vaginal [1], hipoplasia peniana [1], formação de cloaca [1], freemartinismo [1], hamartoma vascular de ovário [1], hipoplasia renal [1], cistos renais [1] e úraco persistente [1]); oito DCs (15,1%) eram primários do sistema musculoesquelético (artrogripose [4], escoliose [1], plagiocefalia, [1] schistosomus reflexus [1] e diprosopia [1]); e outros oito (15,1%) foram alocados no sistema digestivo (palatosquise [3], atresia anal [1], atresia anorretal [1], atresia - anocolônica [1], fístula reto-vaginal [1] e fístula reto-uretral [1]); em cinco ocasiões (9,4%) o DC afetava o sistema cardiovascular (persistência do ducto arterioso [2], persistência do forame oval [2] e defeito do septo ventricular [1]); quatro (7,5%) afetavam o sistema linfático e consistiam de hipoplasia ou aplasia de vasos linfáticos e linfonodos associadas a linfedema. Dois casos (3,4%), de hipotricose foram observados afetando o integumento; um caso (1,9%) de estenose traqueal foi encontrado no sistema respiratório e um caso (1,9%) de bócio envolvia o sistema endócrino. Os resultados indicam que a maioria dos DCs em bovinos na Região Central do Rio Grande do sul é esporádica. No entanto, seu estudo continuado é importante para o estabelecimento de sua etiologia e controle.

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Modelo para o estudo de diversas doenças humanas, o hamster tem sido objeto de numerosos estudos comportamentais e envolvendo estresse e/ou comportamento agonístico que supõem, muitas vezes, o monitoramento das flutuações hormonais nos indivíduos envolvidos. O objetivo do presente trabalho foi confirmar a adequação de um conjunto comercial para dosagem de testosterona em sangue humano para a quantificação de metabólitos fecais de testosterona (MFT) em hamsters Sírios machos e fêmeas. Dez machos foram submetidos a um desafio com um agonista de GnRH para estimular a atividade testicular, elevando os níveis circulantes de testosterona. Cinco fêmeas receberam uma injeção de testosterona enquanto cinco outras receberam uma injeção de solução salina. Amostras de fezes coletadas antes e depois dos procedimentos, assim como amostras fecais de 20 fêmeas gestantes coletadas ao longo da gestação foram analisadas com um conjunto comercial para radioimunoensaio. Um pico de MFT 12h após a injeção seguido de uma queda abaixo do nível basal comprovou que, nos machos, as alterações nos níveis de MFT refletem as alterações da concentração de testosterona no sangue. Nestes observou-se um ciclo circadiano das concentrações de MFT com acrofase no início do período claro correspondendo ao ciclo descrito para as concentrações sanguíneas na literatura. Nas fêmeas a administração de testosterona exógena provocou uma elevação importante dos níveis de MFT, mas as concentrações medidas ao longo da gestação não refletiram o padrão dos níveis sanguíneos do hormônio endógeno. O conjunto para radioimunoensaio para testosterona em sangue humano mostrou-se adequado para o monitoramento da função testicular no hamster macho, mas um ensaio mais específico seria necessário para as fêmeas.

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Estudamos em 40 caprinos adultos da raça Bhuj Brasileira os aspectos histológicos do funículo espermático. Observamos que este se acha envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo fibroelástico denso, de espessura variável, pregueada em alguns pontos, e revestida por mesotélio que circunda todo o conjunto vásculo-nervoso, e projeta-se para formar o mesoducto deferente. Em posição subcapsular, verifica-se uma camada de tecido conjuntivo fibroelástico frouxo, de espessura variável, que circunda parcialmente o funículo espermático, isolando nas regiões deferencial e abdeferencial, conjuntos vásculo-nervosos, responsáveis pela nutrição do epidídimo. Na região do mesoducto deferente, o tecido subcapsular acompanhado de tecido adiposo constitui a camada interna deste meso, formando a sua adventícia e abrigando vasos e nervos deferenciais. Na região abdeferencial, pequenos acúmulos de tecido adiposo são vistos de permeio aos vasos e nervos desta região. Entre as artérias, veias e nervos testiculares, bem como entre os vasos das regiões deferencial e abdeferencial, observa-se o tecido conjuntivo denso, intervascular, rico em fibras elásticas, que constitui as adventícias contínuas destes vasos. O arranjo vascular mostra que o segmento da artéria testicular, contido no funículo espermático, apresenta trajeto sinuoso. Estando envolvido pelo plexo venoso pampiniforme, formado por veias testiculares desprovidas de válvulas de calibres variados, apresentando amplas comunicações entre si. As veias responsáveis pela drenagem do epidídimo e ducto deferente estão localizadas em posição subcapsular deferencial e abdeferencial e mostram-se providas de válvulas. O trato das artérias testiculares no funículo espermático apresenta como média e desvio padrão 134,6±38,1cm à direita, e 137,0±33,9cm à esquerda, não existindo diferenças estatisticamente significantes ao nível de 5%, quando comparamos a média do segmento da artéria testicular contida no funículo espermático direito em relação ao esquerdo.

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Foram utilizados três animais, sendo um proveniente da Universidade de São Paulo e dois encaminhados pelo IBAMA (Proc. 02027.000.286/2004-92), excedente populacional de zoológico. Os aparelhos reprodutores masculinos "ex situ" foram fixados por imersão e dissecados. Foram retirados fragmentos de cada órgão e glândula anexa do aparelho reprodutor, os quais foram processados e incluídos pelas técnicas de inclusão em paraplast. Cada bloco foi cortado e os cortes foram corados por HE, picrosírius, reação de PAS com fundo de hematoxilina e tricromo de masson para a observação das estruturas ao microscópio óptico. Macroscopicamente, a região inguinal era composta pela uretra, músculo isquiocavernoso, músculos bulboesponjoso e bulbo cavernoso, músculo retrator do pênis, um par de testículos e o osso peniano ou báculo e ânus. A glande do pênis apresentou uma dilatação proximal (bulbo da glande) constituída pela parte dilatada do báculo. A posição dos testículos, dentro do escroto, era horizontal. A próstata apresentou-se com formato globoso, circundando a uretra. Microscopicamente, os testículos eram envoltos por uma cápsula de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea testicular. O ducto epididimário era provido de um epitélio pseudoestratificado com estereocílios. A uretra peniana apresentou-se circundada pelo corpo esponjoso e no restante do pênis apresentou o corpo cavernoso (tecido erétil). Os resultados macro e microscópicos encontrados até o momento são semelhantes aos achados no Canis familiaris (cão doméstico).

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Relata-se a ocorrência de orquite e epididimite ovina associada ao isolamento de Actinobacillus seminis no Estado de Pernambuco. Clinicamente observou-se aumento de volume nos testículos e epidídimos, dor e aumento de temperatura local à palpação, e atrofia testicular bilateral. Após o abate observou-se a presença de conteúdo purulento no epidídimo. À microscopia dos testículos observou-se espessamento da túnica albugínea, necrose de coagulação e calcificação de túbulos seminíferos, infiltrado inflamatório com predominância de linfócitos entre túbulos seminíferos, além de mineralização incipiente de túbulos. No epidídimo observou-se intensa proliferação de tecido conjuntivo ao redor dos ductos epididimários. O diagnóstico de orquite e epididimite por Actinobacillus seminis foi confirmado pela associação dos achados clínico-patológicos, isolamento e identificação da bactéria.

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The aim of the present study was the ultrasound characterization of the abdominal and pelvic regions of five maned wolves kept in captivity at the Triage Center of Wild Animals of the Federal University of Viçosa (Centro de Triagem de Animais Silvestres, Universidade Federal de Viçosa). This characterization included descriptions of ultrasonographic aspects and measurements of various structures using B-mode ultrasound. Biometric data were collected to assess the existence of significant linear correlations between these measurements and the measurements obtained by ultrasound. Additionally, hematological and serum biochemistry evaluations of the animals were performed. The ultrasound findings were similar to those available in the literature on domestic dogs, which were used for comparison as a result of the lack of published data regarding maned wolves. The latter species showed characteristics closely resembling those of the former, differing in the spleen and left renal cortex echogenicities, in the appearance of the prostatic and testicular regions and in the hepatic portal vein morphology. In the current study, the biometric values were similar to those previously published; however, no data regarding thoracic perimeter, modified crown-rump length or thoracic depth were found in the literature for this Canidae species. Statistical analysis showed the existence of a strong negative correlation between the modified crown-rump length and left renal length, between the modified crown-rump length and the right renal volume, between the thoracic perimeter and the height at the cranial pole of the left adrenal gland and between the thoracic perimeter and the height at the caudal pole of the left adrenal gland. Laboratory findings, including segmented neutrophil, eosinophil, monocyte and lymphocyte counts and the serum levels of glucose, ALT, alkaline phosphatase, urea, total protein, globulin, creatine phosphokinase, triglyceride, sodium, phosphate, potassium and chloride, were inconsistent with values found by other authors. The ultrasound is a diagnostic imaging method that must be further explored in the medicine of wild animals; therefore, additional research in this area is required.

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A preguiça pode ser designada, zoologicamente, como um mamífero da classe Eutheria, ordem Edentata, subordem Xenarthra e família Bradypodidae. O gênero Bradypus é constituído de três espécies distintas: a preguiça-de-bentinho (B. tridactylus), restrita à região amazônica; a preguiça-comum (B. variegatus), de ampla distribuição, ocorrendo nas Américas Central e do Sul e a preguiça-de-coleira (B. torquatus), única seriamente ameaçada de extinção. Percebe-se a necessidade de uma investigação mais aprofundada sobre a espécie B. variegatus, a fim de contribuir de forma efetiva com a elaboração de tratados de anatomia da fauna silvestre, além de buscar mais informações sobre a anatomia do sistema reprodutor do bicho preguiça (Bradypus variegatus Schinz, 1825) e, desta forma, aplicar os novos conhecimentos na sua preservação. Utilizamos quatro indivíduos machos e três fêmeas, pertencentes ao banco de espécies da Área de Anatomia do Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (DMFA/UFRPE), as quais foram dissecados e evidenciamos a vascularização das gônadas, bem como suas localizações e aspectos morfológicos e morfométricos dos testículos e ovários. Como resultados, observou-se que o macho possui testículos localizados no interior do espaço intraabdominal, ligados às glândulas adrenais por um ligamento de peritônio. A vascularização não é feita por um plexo pampiniforme, mas por uma artéria e uma veia testicular. Os testículos possuem, em média, volume igual a 1,42cm³ e espessura, largura e comprimento, respectivamente iguais a 0,98, 1,23 e 1,45cm. Os ovários também estão no interior do espaço intra-abdominal, no fundo do útero, protegidos por uma bolsa ovariana, composta por mesovário e mesossalpinge. A vascularização é realizada por um plexo arteriovenoso que irriga e drena o útero, e suas ramificações na parede uterina atingem os ovários. Os ovários possuem, em média, espessura, largura e comprimento, respectivamente iguais a 0,37, 0,73 e 0,62 cm.

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Foram utilizados 42 ovinos sem raça definida, divididos segundo a configuração escrotal. Destes animais, 12 foram utilizados na investigação da biometria testicular e histologia da pele escrotal. Os demais foram destinados ao estudo do funículo espermático. Os animais foram agrupados em um grupo de 21 animais sem bipartição escrotal (GEI) e 21 com bipartição escrotal, (GEII), esta não atingindo 50% do comprimento do eixo longitudinal do escroto. Em cada grupo, em 6 animais foram coletados fragmentos da pele do escroto e em 5 do funículo espermáticos, e processados em rotina histológica e analisados em microscopia de luz; e em 10 foram injetados látex na artéria testicular para obtenção de moldes vasculares e obtenção do comprimento da artéria. Quando comparados os grupos GEI e GEII, não foram encontradas diferenças estatísticas significativas (p<0,05) entre a espessura do escroto (epiderme e derme), constituição histológica da pele escrotal, número de glândulas sudoríparas por área, comprimento do funículo espermático ou parâmetros biométricos testiculares. Entretanto, o comprimento total das artérias testiculares do GEI foi maior do que o GEII (p<0,05). Concluiu-se, com base nos parâmetros morfológicos analisados, que a bipartição escrotal em ovinos não influenciou na estrutura da pele, funículo ou biometria testicular quando comparado aos animais que não apresentavam esta característica. Outros estudos merecem atenção para desmistificar o porquê do aparecimento dessa característica em ovinos e se esta característica é ou não desejável para melhoria na produção desses animais em regiões de clima quente.

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This study aimed to assess whether there are differences in Doppler velocimetry parameters between different sizes. Twenty dogs were equally divided into small and large groups used in this study. The dogs were evaluated using Triplex ultrasound. Testicular artery was located by Colour Doppler in the spermatic cord, marginal to the testes and intratesticular segments and then, spectral Doppler were used to calculate: peak systolic velocity (PSV), end diastolic velocity (EDV), resistance index (RI) and pulsatility index (PI). The mean testicular volume in the left side was significantly higher than the right side, in both groups. Doppler examination showed higher velocities (EDV) at spermatic cord in large dogs; marginal to the testes was observed higher velocities in small dogs; intratesticular region no differences were observed (P < 0.05) and within the groups differences between segments of the artery were also observed for each parameter. The results showed that there are differences in Doppler velocimetry parameters between different sizes.

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Abstract An outbreak of Closantel intoxication in sheep in Uruguay is described. The outbreak occurred in a group of 1300 weaning lambs treated orally with a 10% solution of Closantel. One hundred forty eight lambs showed clinical signs of intoxication and 14 died. The clinical signs included mydriasis, nystagmus, and negative pupillary reflex, bilateral blindness, bump into objects, and lateral movement of the head. No macroscopic lesions were observed. The histological lesions of the retina were cytoplasmic vacuolization in ganglion cells and in cells of the inner and outer nuclear layers with different degrees of atrophy. Vacuolization and axonal degeneration were observed in the optic nerve, with multifocal areas of fibrosis and infiltration by lymphocytes and Gitter cells. To reproduce the intoxication, four sheep were given two, four and 10 times the therapeutic dose of Closantel (0.1g/kg of BW). Only the animals receiving 10 times the recommended dose showed clinical signs. The histological examination of the lesions in experimental sheep showed similar results to those described in the accidental outbreak, except for the absence of optic nerve fibrosis and inflammation, characterizing an acute phase. Axonal myelin sheaths loss, fibroblasts and collagen fibers were observed in the ultrastructural study of the optic nerve of accidental intoxicated animals. The optic nerve of experimentally intoxicated animals had vacuoles that separated the myelin sheaths of axons. To prevent outbreaks it is suggested to weigh the animals before Closantel administration to avoid errors in dose calculation.

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The pathogenesis of protracted diarrhea is multifactorial. In developing countries, intestinal infectious processes seem to play an important role in triggering the syndrome. Thirty-four children aged 1 to 14 months, mean 6.5 months, with protracted diarrhea were studied clinically and in terms of small intestinal mucosal morphology. Mild, moderate or severe hypotrophy of the jejunal mucosa was detected in 82% of cases, and mucosal atrophy was observed in 12%. The intensity of the morphological changes of the jejunal mucosa correlated negatively with serum albumin levels. No correlation was detected between mucosal grading and duration of diarrhea or between mucosal grading and weight reported as percentile. After nutritional support was instituted, serial jejunal biopsies were obtained from 12 patients: five patients submitted to parenteral nutrition for 7 to 38 days, mean 17 days, and 7 patients receiving a hypoallergenic oral diet (semi-elemental formula, 3; chicken formula, 3; human milk, 1). In seven cases (58%) a progressive increase in villus height and a decrease in the number of inflammatory cells were noted. Recovery of the morphologic pattern was accompanied by clinical improvement in all patients