467 resultados para Produtividade Caprinovinocultura


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Visando determinar o efeito de diferentes espaçamentos sobre o comportamento silvicultural do taxi-branco (Sclerolobium paniculatum Vogel) foi instalado experimento no Campo Experimental do Cerrado pertencente ao Centro de Pesquisa Agroflorestal do Amapá - Embrapa Amapá, no Estado do Amapá, Brasil. Foram empregadas quatro repetições em experimento delineado em blocos casualisados e sete tratamentos correspondentes aos espaçamentos: 2,0mx1,0m; 1,5mx1,5m; 3,0mx1,0m; 2,0mx2,0m; 2,5mx2,0m; 3,0mx2,0m; 3,0mx2,5m. As análises foram feitas à idade de sete anos. Os resultados evidenciaram diferenças não significativas para os parâmetros altura, DAP, sobrevivência, e número de fustes. Quanto ao parâmetro biomassa foi detectado somente dois grupos de médias estatisticamente diferentes. A menor produção foi obtida no espaçamento 3,0mx2,0m enquanto que a maior produção foi verificada no espaçamento 2,0mx1,0m com 1.355kg semelhante estatisticamente das produções obtidas nos espaçamentos 1,5mx1,5m com 1.351 kg e 3,0mx1,0m com 1.091 kg havendo portanto concordância plena entre produção de biomassa e densidade de plantio. De um modo geral, nota-se que o espaçamento silvicultural mais indicado para o taxi-branco nas condições de cerrado amapaense é o 3,0mx1,0m, visto que além de utilizar menor número de plantas e portanto deve apresentar menor custo de produção, atingiu produtividade de biomassa semelhante estatisticamente aos menores espaçamentos.

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O abiu (Pouteria caimito (Ruiz et Pavon) Radlk., Sapotaceae) é uma das fruteiras nativas da Amazônia mais populares entre os consumidores locais e vem atraindo a atenção do mercado em outras regiões tropicais. Informações sobre fenologia e produtividade são úteis tanto para o produtor com para o comerciante para planejar o manejo da plantação c a comercialização dos frutos. Na Amazônia central, o abiu apresentou três períodos de floração intensa por ano entre 1980 e 1982 (duas durante a estação chuvosa, uma durante a estação seca), seguida no próximo mês pela frutificação, com variação considerável de planta para planta, de forma que alguns frutos estavam disponíveis durante pelo menos sete meses (abril a outubro). O abieiro floresceu abundantamente em cada período, mas somente 1,4 a 3,0% das flores vingaram, e esta porcentagem aparentamente foi afetada pelo estado nutricional das plantas e por problemas fitossanitários. Nos Latossolos pobres em nutrientes da Amazônia central, o peso dos frutos de abiu variou de 57 a 238 g (media ± d.p. = 120 ± 46 g), com 42% de polpa comestível. A produtividade anual foi estimada em 77 ± 28 kg/planta, equivalente a 21 t/ha no espaçamento de 6 x 6 m. Os insetos visitantes incluíram possíveis polinizadores e pragas, como a mosca da fruta (Anastrepha serpentina). Problemas fitossanitários aumentaram ao longo do período de observações.

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O araçá-boi (Eugenia stipitata McVaugh ssp. sororia McVaugh, Myrtaceae) é uma frutífera nativa da Amazônia Ocidental com potencial para a indústria de sucos e flavorizantes. Embora pouco plantada na Amazônia brasileira devido a sua acidez, é frequentemente cultivada na Amazônia peruana. O conhecimento de sua fenologia pode ajudar no planejamento do manejo do plantio e da comercialização dos frutos. A fenologia de dez plantas, crescendo num latossolo amarelo degradado, foi observada durante cinco anos. O araçá-boi geralmente floresceu e frutificou três vezes ao longo do ano e sempre teve pelo menos um pico de floração forte durante a estação seca (julho a setembro) e um pico de frutificação mais acentuado na estação chuvosa (janeiro a março). A floração é um evento complexo e demorado que pode durar de dois a três meses, embora o período entre o aparecimento do botão floral até a antese do flor é curto (~15 dias) e o período entre a antese e a maturação dos frutos dura 50 a 60 dias. As regressões múltiplas usadas para determinar o efeito das variáveis climáticas na floração e frutificação não apresentaram altos coeficientes de determinação, embora os modelos tenham sido significantes, provavelmente porque o araçá-boi floresce várias vezes durante o ano e ainda não se sabe qual o estímulo mais importante para iniciar o processo. O vingamento dos frutos variou de menos de 5% a aproximadamente 15%. O peso médio dos frutos avaliados em janeiro de 1988 foi 135 g, com 77% de polpa. Ao longo do período, estimou-se que as dez plantas produziram cm média 1000 frutos/ano, com uma mediana de 890 frutos/ano. Os insetos visitantes eram principalmente abelhas, especialmente Apis mellifera, Eulaema mocsaryi e Ptilotrigona lurida.

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O ingá-cipó (Inga edulis Martius) é uma leguminosa arbórea da sub-família Mimosoideae, nativa da América Tropical, e amplamente cultivada pela população local por fornecer fruto comestível, madeira boa para lenha, como árvore de sombra, e mais recentemente como componente agroflorestal. O estudo da fenologia do ingá-cipó ajudará a planejar a comercialização dos frutos e o manejo dos plantios. Observou-se quatro períodos de floração durante o ano, com picos em março, maio, agosto/setembro, outubro/janeiro; algumas árvores apresentaram cinco florações. Os picos de frutificação ocorreram em abril, junho, setembro/ outubro, novembro/fevereiro. Os ingá-cipós de 3-4 anos produziram de 20.000 a 100.000 flores (media de 50.000) e 200 a 800 frutos (media de 500). O vingamento dos frutos variou de 0,4 a 1,8%, com uma média geral de 1,1%. O peso dos frutos variou de 250 a 600 g (média de 470 g), contendo 22±4% de polpa comestível. A produção anual de frutos por árvore variou de 300 a 1.700 kg (média de 960 kg).

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O abacateiro (Persea americana Mill., Lauraceae) é nativo da Mesoamérica e chegou à Amazônia antes dos europeus. Acredita-se que a raça aqui introduzida foi a antilhana, similar a da maioria dos abacateiros pé-franco da Amazônia de hoje. Estudos de sua fenologia podem ajudar o planejamento de seu manejo e comercialização. A floração iniciou-se na segunda metade da estação chuvosa (março/abril) e durou até meados da estação de estiagem (agosto/setembro). As árvores produziram 25±15 mil flores em 1980 e 38±28 mil flores em 1981. A frutificação iniciou-se no final da estação chuvosa (maio/junho) e a safra ocorreu em plena estação de estiagem (agosto/outubro). As árvores produziram 634±299 frutos em 1980 e 1.054±456 frutos em 1981. O vingamento foi de 2,6±1,8%, menor que os valores na literatura. Os frutos pesaram 177,7±41,2 g na safra de 1980, com 51,1±4,5% de polpa. A produtividade, estimado em 112 kg/árvore em 1980 e 187 kg/árvore em 1981, foi abaixo da média de uma árvore bem manejada no sul do Brasil. As flores foram visitadas por oito espécies de abelhas, destacando-se Trigona branneri Ckll, Frieseomelitta sp. e Partamona pseudomusarum Camargo.

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A fruta-pão (Artocarpus altilis) e a jaca (A. heterophyllus) são comumente cultivadas na Amazônia. Ambas apresentaram vários picos de floração ao longo do ano. A fruta-pão floresceu na época chuvosa e na de estiagem, enquanto que a jaca floresceu principalmente na época chuvosa. A proporção de inflorescências estaminadas e pistiladas na fruta-pão alternou irregularmente ao longo do ano, enquanto as flores pistiladas na jaca foram quase sempre mais frequentes. Os frutos da fruta-pão estavam presentes durante a maioria do ano, com picos de abundância no início da época chuvosa (janeiro a março) e na época de estiagem (agosto a outubro), enquanto frutos de jaca estavam presentes com abundância na época chuvosa de 1988 (janeiro a março) e na época de estiagem de 1988 e 1989 (julho a setembro). O vingamento dos frutos da fruta-pão foi maior que o da jaca, com médias de 76% e 48% por semestre, respectivamente. Tanto a fruta-pão como a jaca apresentaram uma acentuada caída de frutos entre o vingamento e a maturação, com médias de 36% e 28% por ano, respectivamente. Embora o número de frutos produzidos por planta não foi muito diferente (médias de 53 e 45 por planta, respectivamente), a produtividade da jaca foi expressivamente maior (475 kg/planta) que a da fruta-pão (48 kg/planta), porque os frutos da jaca são maiores que os da fruta-pão (médias de 8,9 kg e 1,1 kg, respectivamente). As abelhas foram os principais insetos visitantes, sendo muito mais numerosas que as formigas, borboletas ou moscas.

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O jambeiro (Syzygium malaccensis Merr. & Perry, Myrtaceae) é uma fruteira originária do sudeste da Ásia, hoje muito comum e apreciada na América do Sul e Central. O conhecimento de sua fenologia pode contribuir para o planejamento e o manejo do plantio, e a comercialização dos frutos. Num estudo realizado de janeiro de 1980 a dezembro de 1982 com árvores de cinco anos de idade, plantadas como ornamental em Manaus, AM, Brasil, constatou-se que a floração e a frutificação do jambeiro ocorreram duas vezes ao ano: em meado da estação chuvosa (março) e durante o período de estiagem (julho-agosto). Ambos eventos foram rápidos, com duração de sete a 15 dias, levando cerca de um mês entre a floração e a safra. O estímulo climático à floração não foi evidente. O jambeiro apresentou vingamento moderado (4 a 10%), como ocorre com a maioria das fruteiras da Amazônia. Um grande número de abelhas visitou as flores, sugerindo uma síndrome de polinização, em lugar de co-evolução com uma espécie ou gênero. A produtividade foi relativamente baixa, variando de 17,7 a 69.7 kg/planta, equivalente a 4 a 14 t/ha, sendo conveniente lembrar que essas árvores nunca foram adubadas.

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O objetivo desta nota foi avaliar o efeito do volume do tanque-rede na produtividade de juvenis de tambaqui durante a recria. Juvenis de tambaqui foram criados por 60 dias, na densidade de 300 peixes/m, em tanques-rede de dois diferentes volumes: 1 e 6 m. Foram avaliados parmetros de crescimento e de produtividade final. No houve diferena no crescimento em peso e em comprimento. O coeficiente de variao do comprimento foi significativamente menor para os peixes do tanque-rede pequeno. A sobrevivncia, produo por volume e o ganho de peso no diferiram entre os tratamentos. Os peixes do tanque de maior volume foram significativamente mais eficientes na converso alimentar. A recria pode ser realizada em tanques dos dois volumes testados sem prejuzo zootcnico para o criador.

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Com o objetivo de avaliar o efeito da fertilidade de solos antropognicos no estado nutricional e na produtividade do mamo Hava (Carica papaya L.), conduziu-se o presente estudo em um plantio, localizado na Costa do Autuba, Iranduba, AM, em Latossolo Amarelo antrpico em plantas com oito meses de idade e no incio da produo de frutos, no perodo de agosto a outubro de 2003. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e nove repeties, constitudos de uma amostra composta por trs plantas e trinta e seis unidades experimentais, sendo os tratamentos Tpn = plantio em terra preta no adubada; Tpa = plantio em terra preta adubada; Tm1 = plantio em terra mulata no adubada; Tm2 = plantio em terra mulata com um ano de pousio. O tratamento que apresentou maior produo foi o Tpa, com mdia de 61,10 frutos/planta, e o que apresentou menor produo foi o Tpn, com mdia de 18,18 frutos/planta. A acidez potencial em todos os tratamentos apresentou-se em nveis mdios, mesmo com o manejo da fertilidade praticado nos ltimos anos. Observou-se um desbalano nutricional provocado pelos altos teores de P, Ca, Mg e baixo teor de K; todos os tratamentos apresentaram teores de Zn e Mn considerados txicos, enquanto que o Fe apresentou nveis adequados.

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A anlise da produtividade individual de espcies permite descrever o comportamento das mesmas em ecossistemas florestais. O objetivo deste trabalho foi analisar a produtividade de quatro espcies arbreas em um perodo de seis anos (2000-2006) em uma rea de terra firme na regio de Manaus, AM. A produtividade foi estimada indiretamente por meio da utilizao de equaes alomtricas individuais geradas e dados de inventrios florestais. Foram selecionadas Pouteria reticulata Eyma (Sapotaceae), Micrandra siphonioides Benth. (Euphorbiaceae), Protium hebetatum Daly (Burseraceae) e Eschweilera wachenheimii Sand (Lecythidaceae) por apresentarem alto ndice de valor de importncia na rea. As equaes foram geradas a partir de um arquivo de dados; devido ao reduzido nmero de indivduos por espcie foi necessria a utilizao de um mtodo no paramtrico, sendo escolhido o "Jackknife". As equaes foram aplicadas s rvores das espcies selecionadas localizadas em duas parcelas permanentes com as informaes dos inventrios florestais dos anos de 2000, 2002, 2004 e 2006. Os resultados mostram indcios de confiabilidade do mtodo, as equaes geradas apresentaram altos valores de coeficiente de determinao (R > 0,93) e baixos valores de erro padro da estimativa (s y.x < 0,692), evidenciando sua consistncia e preciso. As taxas de produtividade foram especficas para cada espcie, entretanto, o padro de produtividade das espcies E. wachenheimii, P. reticulata e P. hebetatum foram semelhantes, diferindo da M. siphonioides. A maior produtividade se refere espcie M. siphonioides e a menor P. hebetatum. A variao da produtividade intra-especfica foi superior variao inter-especfica, com P. reticulata apresentando o maior coeficiente de variao.

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O estudo objetivou avaliar a contribuio da fixao biolgica de nitrognio (FBN) promovida por estirpes de rizbio para o desenvolvimento e rendimento de gros do feijo-caupi em Roraima. Nos anos de 2005 e 2006 foram conduzidos experimentos em rea de cerrado e mata alterada, onde foram testadas as estirpes INPA 03-11B, UFLA 3-84, BR3267 (recomendadas cultura), a estirpe BR3299 e BR3262, duas doses de nitrognio mineral (50 e 80 kg ha-1 de N) e um controle. As variveis avaliadas foram: nodulao e produo de massa seca da parte area de plantas de feijo-caupi e, o rendimento de gros na colheita. Na mdia geral, foi observado que a estirpe BR3262 proporcionou nmero e massa de ndulos significativamente maiores ao controle, ao passo que entre as estirpes recomendadas, isto s ocorreu de forma espordica com INPA 03-11B e BR3267. Alm disso, tambm foi observado que a populao de rizbio do solo foi determinante nodulao das plantas dos experimentos. Comparativamente as demais estirpes, BR3262 juntamente com BR3267, proporcionaram maior efetividade na FBN produo de massa seca da parte area. Em relao produtividade de gros, as estirpes BR3267 e INPA 03-11B apresentaram melhores resultadas comparadas a UFLA 3-84, entretanto, apenas a estirpe BR3262 proporcionou rendimento de gros (na mdia geral cerca de 1700 kg ha-1) igual dose de 50 kg ha-1 de N e superior ao controle em trs dos quatro experimentos conduzidos, mostrando ser a mais indicada para a inoculao do feijo-caupi em Roraima.

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Verificou-se os efeitos de giberelinas, quando aplicadas sob a forma de pulverizao das plntulas, na morfologia, florescimento e produtividade do feijoeiro cultivar 'Carioca'; em condies de casa de vegetao. Estudou-se as concentraes de 0, 50, 500 e 1000 ppm do regulador de crescimento; sendo que os tratamentos com 500 e 50 ppm do produto revelaram-se mais efetivos. As aplicaes de giberelinas promoveram aumentos significativos no comprimento da haste principal e dos meritalos. Verificou-se um ligeiro incremento no nmero de meritalos e no nmero de folhas nas plantas tratadas com o regulador de crescimento. Os tratamentos com giberelinas promoveram maior florescimento; no observou-se porm, diferenas significativas entre a produtividade das plantas tratadas, com relao ao controle.

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Com a finalidade de se verificar o efeito da densidade de populao na produtividade final do rabanete (Raphanus sativus L.), conduziu-se um ensaio de campo na rea Experimental do Setor de Horticultura, ESALQ, Piracicaba (SP - Brasil), utilizando-se a cultivar 'Early Scarlet Globe'. Combinando-se os espaamentos entre linhas (5, 10, 15 e 20 cm) e entre plantas (sem desbaste), 4 e 8 cm), estudou-se a produtividade biolgica e econmica, em 12 tratamentos diferentes. Dos resultados pode-se concluir que: quanto maior o espaamento entre plantas (menor densidade), maior o desenvolvimento da planta e a produo econmica de raiz por rea, at o ponto que comea a diminuir; a produo biolgica- por rea diminui com a diminuio da densidade. Para o rabanete, a maior produo econmica obtida foi no espaamento de 15 cm entre linhas e 8 cm entre plantas.

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Verificou-se os efeitos de CCC e GA quando aplicados sob a forma de pulverizao das plntulas, na morfologia, florescimento e produtividade do feijoeiro cultivar Carioca, em condies de casa de vegetao. Estudou-se as concentraes de 500, 2000 e 4000 ppm de CCC juntamente com 50 pprn de GA; sendo que CCC 500 + GA 50 ppm promoveu acelerao no crescimento da haste principal e CCC 4000 + GA 50 ppm retardou esse crescimento em relao ao controle. Aplicao de CCC 500 + GA 50 ppm aumentou o nmero de folhas do feijoeiro. Num perodo de 2 semanas aps o tratamento com CCC 500 + GA 50 ppm ocorreu aumento no comprimento dos meritalos, sendo que 30 dias aps a aplicao de CCC 4000 + GA 50 ppm verificou-se diminuio no comprimento dos mesmos. Observou-se aumento no comprimento do limbo foliar 5 dias aps os tratamentos com CCC 500 + GA 50 ppm ou CCC 2000 + GA 50 ppm. Ocorreu aumento no nmero mdio de flores com aplicao de CCC 500 + GA 50 ppm. No ocorreram diferenas significativas entre a produtividade das plantas tratadas com relao ao controle.

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Verificaram-se os efeitos do cultivo, adubao e caracteres varietais na produtividade biolgica do amendoinzeiro em condies de campo, na regio de Jaboticabal (SP). Testou-se a efetividade da prtica da amontoa, da adubao 9:30:16 com N-P-K (250 kg/ha) e da cultivar. "Tatu-53" em relao linhagem local melhorada ("Tatu - Lusitnia"). As produes em quilograma por hectare de vagens ou de gros de amendoim no foram significativamente afetadas pelas prticas em estudo. Observou-se porm aumento na produtividade de vagens e de gros na cultivar "Tatu - Lusitnia" quando comparada com "Tatu - 53"). Notaram-se que as prticas de adubao e cultivo, isolada ou conjuntamente, proporcionaram uma tendncia de aumento no nmero de vagens de amendoim por hectare; sendo que a produo de hastes e folhas revelou-se mais elevada na cultivar "Tatu - Lusitnia".