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O consumo de frutos e suas polpas tem sido muito recomendado por seu valor nutricional, alto teor de fibras, vitamina C e carotenoides. Trabalhos recentes têm apontado esses alimentos como fontes de compostos fenólicos com ação antioxidante, portanto sequestradores de radicais livres, com ação protetora contra o surgimento e/ou desenvolvimento de processos degenerativos que conduzem a doenças crônicas não transmissíveis. Devido à crescente comercialização e consumo de polpas de frutas no Brasil, especialmente na cidade de Teresina-Piauí, este trabalho selecionou um grupo de polpas de frutos de elevado consumo local para avaliação do teor de fenólicos totais e da atividade antioxidante in vitro pelo método de captura de radicais livres: DPPH (radical 1,1-diphenil-2-picrilhydrazil) e ABTS (radical 2,2'azinobis(3-ethylbenzthiazoline-6-sulfonic acid)). Os frutos selecionados foram: Acerola (Malpighia emarginata DC.), Bacuri (Platonia insignis Mart.), Cajá (Spondias mombin L.), Caju (Anacardium occidentale), Goiaba(Psidium guajava) e Tamarindo (Tamarindus indica L.). Os teores de fenólicos totais encontrados nas polpascongeladas destes frutos exibiram quantidades relevantes de polifenóis, destacando-se a polpa de acerola com 835,25 ± 32,44 e 449,63 ± 10,24 mg /100g nos extratos aquosos e hidroalcoólicos, respectivamente, seguido pela polpa de caju com 201,61 ± 19,15 e 165,07 ± 4,10 mg /100g. As polpas de bacuri e tamarindo foram as que apresentaram os menores teores de fenólicos totais. Com relação à atividade antioxidante in vitro, os melhores resultados foram encontrados para os extratos aquosos e hidroalcoólicos das polpas de acerola, caju e goiaba. A capacidade antioxidante destas polpas (EC50 em µg/mL) variou de 24,42 a 413,36 e de 1,74 a 259,18 para os extratos aquosos e hidroalcoólicos, respectivamente. Utilizando o radical ABTS, a atividade antioxidante para essas mesmas polpas de frutas apresentou valores TEAC que variaram de 3,69 ± 0,209 a 0,052 ± 0,013 (mM TROLOX/g de polpa). Foi observado existir uma correlação direta entre a quantidade de fenólicos totais e a atividade antioxidante nas polpas avaliadas.

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Plants of Senna occidentalis (sin. Cassia occidentalis) with mosaic symptoms were collected near a soybean (Glycine max) field where some plants exhibited symptoms of mosaic and blistering. A preliminary examination of leaf tissue from diseased S. occidentalis by electron microscopy revealed the presence of pinwheel inclusions as well as long flexuous particles, indicating the presence of a potyvirus. Host range, serology, and amino acid sequence from this potyvirus were similar to those from other Brazilian isolates of Soybean mosaic virus (SMV). The 3'- terminal region of the genomic RNA was cloned and a cDNA sequence of 1.9 kb upstream of the poly (A) tract was determined. The sequence contains a single open reading frame and a 3'- non-translated region (NTR) of 259 bp. The nucleotide sequence of the CP gene of SMV-Soc was 98% identical to that of Brazilian isolates SMV-B, SMV-L, and SMV-FT10. The percentage of nucleotide identity of their 3'-NTR's was 91, 98, and 99% in relation to SMV-L, SMV-B, and SMV-FT10, respectively. In contrast to other Brazilian SMV isolates studied, SMV-Soc was able to infect sunflower (Helianthus annuus). Based on these results, the S. occidentalis isolate was identified as a new strain of SMV belonging to the SMV strain, group G5 and was named SMV-Soc. This is the first report of naturaly occurring SMV infecting plants of S. occidentalis in Brazil, adding this weed as a new source of SMV in the field.

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Genótipos de algodoeiro, compreendendo as principais cultivares em uso no Brasil e linhagens provenientes de diversas entidades, foram avaliadas, em condições de casa de vegetação, quanto à resistência genética à murcha de Verticillium. Com o objetivo de proporcionar condições adequadas para a expressão da resistência, foram desenvolvidos, inicialmente, experimentos para verificar a patogenicidade de diferentes isolados e a concentração mais apropriada do inóculo. A partir desses dados, 25 genótipos foram inoculados, na concentração de 10(6) esporos/mL, pelo método "dipping", com quatro isolados de V. dahliae. Houve diferenças estatisticamente significativas entre os genótipos com relação à resistência a esse patógeno. Deltaopal, IAC 04/236, IAC 04/259, PR 0136 e Fibermax 966 destacaram-se como mais resistentes e Coodetec 410, Destak, Coodetec 401 e EPAMIG 0316 como mais suscetíveis. A avaliação da doença mostrou-se eficiente tanto considerando sintomas internos quanto externos na planta, verificando-se correlação r = + 0,85** entre os dois métodos de avaliação.

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O presente trabalho foi conduzido na Pista de Ensaios de Semeadura do Laboratório de Máquinas e Mecanização Agrícola (LAMMA) da UNESP/Jaboticabal - SP, para o estudo da ação da roda compactadora de semeadoras sob cargas verticais, na deformação do solo, com dois teores de água. Os tratamentos consistiram da combinação de dois teores de água e seis cargas verticais, totalizando 12 tratamentos, com três repetições, em dois ensaios, analisando-se a resistência mecânica do solo à penetração e a deformação do solo provocada pela roda compactadora. A roda compactadora utilizada era de alumínio, com massa de 6,4 kg, 40 cm de diâmetro e 10 cm de largura, sob a ação de cargas verticais de 63; 161; 259; 357; 455 e 553 N, obtidas acoplando-se lastros de chumbo sobre a roda compactadora, sendo os teores de água do solo de 15,4 e 9,2%. Os resultados permitem concluir que o teor de água do solo tem grande influência na deformação e compactação do solo, que aumentam proporcionalmente com as cargas verticais sobre a roda compactadora, e que, quanto maior o teor de água do solo, mais suscetível o mesmo fica à compactação e deformação.

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Hydrogen peroxide (H2O2) perfused into the aorta of the isolated rat heart induces a positive inotropic effect, with cardiac arrhythmia such as extrasystolic potentiation or cardiac contractures, depending on the dose. The last effect is similar to the "stone heart" observed in reperfusion injury and may be ascribed to lipoperoxidation (LPO) of the membrane lipids, to protein damage, to reduction of the ATP level, to enzymatic alterations and to cardioactive compounds liberated by LPO. These effects may result in calcium overload of the cardiac fibers and contracture ("stone heart"). Hearts from male Wistar rats (300-350 g) were perfused at 31oC with Tyrode, 0.2 mM trolox C, 256 mM H2O2 or trolox C + H2O2. Cardiac contractures (baseline elevation of the myograms obtained) were observed when hearts were perfused with H2O2 (Tyrode: 5.9 ± 3.2; H2O2: 60.5 ± 13.9% of the initial value); perfusion with H2O2 increased the LPO of rat heart homogenates measured by chemiluminescence (Tyrode: 3,199 ± 259; H2O2: 5,304 ± 133 cps mg protein-1 60 min-1), oxygen uptake (Tyrode: 0.44 ± 0.1; H2O2: 3.2 ± 0.8 nmol min-1 mg protein-1) and malonaldehyde (TBARS) formation (Tyrode: 0.12 ± 0; H2O2: 0.37 ± 0.1 nmol/ml). Previous perfusion with 0.2 mM trolox C reduced the LPO (chemiluminescence: 4,098 ± 531), oxygen uptake (0.51 ± 0) and TBARS (0.13 ± 0) but did not prevent the H2O2-induced contractures (33.3 ± 16%). ATP (Tyrode: 2.84 ± 0; H2O2: 0.57 ± 0) and glycogen levels (Tyrode: 0.46 ± 0; H2O2: 0.26 ± 0) were reduced by H2O2. Trolox did not prevent these effects (ATP: 0.84 ± 0 and glycogen: 0.27 ± 0). Trolox C is known to be more effective than a -tocopherol or g -tocopherol in reducing LPO though it lacks the phytol portion of vitamin E to be fixed to the cell membranes. Trolox C, unlike vitamin A, did not prevent the glycogen reduction induced by H2O2. Trolox C induced a positive chronotropic effect that resulted in higher energy consumption. The reduction of energy level seemed to be more important than LPO in the mechanism of H2O2-induced contracture

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Calcineurin, a Ca2+/calmodulin-dependent phosphatase, is associated with muscle regeneration via NFATc1/GATA2-dependent pathways. However, it is not clear whether calcineurin preferentially affects the regeneration of slow- or fast-twitch muscles. We investigated the effect of a calcineurin inhibitor, cyclosporin A (CsA), on the morphology and fiber diameter of regenerating slow- and fast-twitch muscles. Adult Wistar rats (259.5 ± 9 g) maintained under standard conditions were treated with CsA (20 mg/kg body weight, ip) for 5 days, submitted to cryolesion of soleus and tibialis anterior (TA) muscles on the 6th day, and then treated with CsA for an additional 21 days. The muscles were removed, weighed, frozen, and stored in liquid nitrogen. Cryolesion did not alter the body weight gain of the animals after 21 days of regeneration (P = 0.001) and CsA significantly reduced the body weight gain (15.5%; P = 0.01) during the same period. All treated TA and soleus muscles showed decreased weights (17 and 29%, respectively, P < 0.05). CsA treatment decreased the cross-sectional area of both soleus and TA muscles of cryoinjured animals (TA: 2108 ± 930 vs 792 ± 640 µm²; soleus: 2209 ± 322 vs 764 ± 439 m²; P < 0.001). Histological sections of both muscles stained with Toluidine blue revealed similar regenerative responses after cryolesion. In addition, CsA was able to minimize these responses, i.e., centralized nuclei and split fibers, more efficiently so in TA muscle. These results indicate that calcineurin preferentially plays a role in regeneration of slow-twitch muscle.

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The cardiovascular electrophysiologic basis for the action of pyridostigmine, an acetylcholinesterase inhibitor, has not been investigated. The objective of the present study was to determine the cardiac electrophysiologic effects of a single dose of pyridostigmine bromide in an open-label, quasi-experimental protocol. Fifteen patients who had been indicated for diagnostic cardiac electrophysiologic study underwent two studies just before and 90-120 min after the oral administration of pyridostigmine (45 mg). Pyridostigmine was well tolerated by all patients. Wenckebach nodal anterograde atrioventricular point and basic cycle were not altered by pyridostigmine. Sinus recovery time (ms) was shorter during a 500-ms cycle stimulation (pre: 326 ± 45 vs post: 235 ± 47; P = 0.003) but not during 400-ms (pre: 275 ± 28 vs post: 248 ± 32; P = 0.490) or 600-ms (pre: 252 ± 42 vs post: 179 ± 26; P = 0.080) cycle stimulation. Pyridostigmine increased the ventricular refractory period (ms) during the 400-ms cycle stimulation (pre: 238 ± 7 vs post: 245 ± 9; P = 0.028) but not during the 500-ms (pre: 248 ± 7 vs post: 253 ± 9; P = 0.150) or 600-ms (pre: 254 ± 8 vs post: 259 ± 8; P = 0.255) cycle stimulation. We conclude that pyridostigmine did not produce conduction disturbances and, indeed, increased the ventricular refractory period at higher heart rates. While the effect explains previous results showing the anti-arrhythmic action of pyridostigmine, the clinical impact on long-term outcomes requires further investigation.

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The interaction between ghrelin and adiponectin is still controversial. We investigated the effect of cafeteria diet and pioglitazone on body weight, insulin resistance, and adiponectin/ghrelin levels in an experimental study on male Wistar rats. The animals were divided into four groups of 6 rats each, and received balanced chow with saline (CHOW-O) or pioglitazone (CHOW-P), or a cafeteria diet with saline (CAFE-O) or pioglitazone (CAFE-P). The chow/cafeteria diets were administered for 35 days, and saline/pioglitazone (10 mg·kg body weight-1·day-1) was added in the last 14 days prior to euthanasia. CAFE-O animals had a higher mean final weight (372.5 ± 21.01 g) than CHOW-O (317.66 ± 25.11 g, P = 0.017) and CHOW-P (322.66 ± 28.42 g, P = 0.035) animals. Serum adiponectin levels were significantly higher in CHOW-P (55.91 ± 20.62 ng/mL) than in CHOW-O (30.52 ± 6.97 ng/mL, P = 0.014) and CAFE-O (32.54 ± 9.03 ng/mL, P = 0.027) but not in CAFE-P. Higher total serum ghrelin levels were observed in CAFE-P compared to CHOW-P animals (1.65 ± 0.69 vs 0.65 ± 0.36 ng/mL, P = 0.006). Likewise, acylated ghrelin levels were higher in CAFE-P (471.52 ± 195.09 pg/mL) than in CHOW-P (193.01 ± 87.61 pg/mL, P = 0.009) and CAFE-O (259.44 ± 86.36 pg/mL, P = 0.047) animals. In conclusion, a cafeteria diet can lead to a significant weight gain. Although CAFE-P animals exhibited higher ghrelin levels, this was probably related to food deprivation rather than to a direct pharmacological effect, possibly attenuating the increase in adiponectin levels.

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O sulfeto de hidrogênio (H2S) é um produto secundário da fermentação alcoólica que possui um aroma desagradável a ovos podres. A quantidade de H2S produzido durante a vinificação é influenciada pela estirpe de levedura utilizada e pela composição do mosto. Foi objetivo deste trabalho, avaliar a capacidade de produção de H2S em leveduras indígenas de origem enológica e selecionar isolados pouco produtores de sulfeto. A atividade sulfito redutase foi pesquisada, em 259 leveduras isoladas de mostos e vinhos, no meio comercial BiGGY Agar. Os resultados demonstraram que as leveduras não Saccharomyces produziram mais H2S que as leveduras do gênero Saccharomyces. A relação entre a produção de sulfeto de hidrogênio e a composição do mosto foi avaliada em 25 isolados pouco produtores de H2S no meio comercial. Foram utilizados 11 mostos de uva e um mosto sintético de composição química definida, aos quais foi adicionado citrato de bismuto como indicador. Os resultados demonstram haver uma influência significativa da composição do mosto no potencial das leveduras para produzir H2S. O mosto natural com citrato de bismuto é um meio adequado para prever a capacidade de uma dada levedura produzir H2S num determinado mosto.

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Alguns países, incluindo o Brasil (RDC 344, 2002), instituíram uma regulamentação indicando que farinhas de milho e trigo devem ser enriquecidas com ácido fólico e ferro. O principal objetivo deste trabalho foi a avaliação de algumas características de farinhas enriquecidas usando a Análise por Componentes Principais (PCA). Parâmetros como o teor de ácido fólico, ferro, proteína, lipídios, umidade, cinzas e carboidratos foram avaliados em 30 embalagens de farinhas adquiridas em comércio local. As farinhas de trigo e milho apresentaram, em média, composição centesimal aceitável de acordo com a Legislação Brasileira. Para as farinhas de trigo, a concentração de ácido fólico estava, em média, próxima ao esperado. As farinhas de milho continham quantidade superior da vitamina. Para os dois tipos de farinha, constatou-se teor de ferro acima do valor declarado no rótulo dos produtos. Uma matriz com 30 linhas (amostras) e 7 colunas (variáveis) foi organizada e os dados foram autoescalados. A primeira informação observada foi uma clara diferenciação entre os tipos de farinhas. As farinhas de trigo foram caracterizadas por maior quantidade de proteínas, umidade e cinzas. Por outro lado, as farinhas de milho apresentaram maior concentração de ferro, lipídios, carboidratos e ácido fólico. Foi possível notar também que farinhas acondicionadas em embalagens de plástico apresentaram menor quantidade de ácido fólico (152 µg.100 g-1, em média), quando comparadas às amostras armazenadas em embalagens de papel (259 µg.100 g-1, em média). Esse estudo pode fornecer ferramentas importantes para a avaliação dos programas de enriquecimento de alimentos com ácido fólico, principalmente, por apontar, preliminarmente, para a importância do tipo de embalagem para o acondicionamento das farinhas enriquecidas com a vitamina.

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Carotenoids have antioxidant activity, but few are converted by the body into retinol, the active form of vitamin A. Among the 600 carotenoids with pro-vitamin A activity, the most common are α- and β-carotene. These carotenoids are susceptible to degradation (e.g., isomerization and oxidation) during cooking. The aim of this study was to assess the total carotenoid, α- and β-carotene, and 9 and 13-Z- β-carotene isomer contents in C. moschata after different cooking processes. The raw pumpkin samples contained 236.10, 172.20, 39.95, 3.64 and 0.8610 µg.g- 1 of total carotenoids, β-carotene, α-carotene, 13-cis-β-carotene, and 9-Z-β-carotene, respectively. The samples cooked in boiling water contained 258.50, 184.80, 43.97, 6.80, and 0.77 µg.g- 1 of total carotenoids, β-carotene, α-carotene, 13-Z-β-carotene, and 9-Z-β-carotene, respectively. The steamed samples contained 280.77, 202.00, 47.09, 8.23, and 1.247 µg.g- 1 of total carotenoids, β-carotene, α-carotene,13-Z-β-carotene, and 9-Z-β-carotene, respectively. The samples cooked with added sugar contained 259.90, 168.80, 45.68, 8.31, and 2.03 µg.g- 1 of total carotenoid, β-carotene, α-carotene, 13-Z- β-carotene, and 9-Z- β-carotene, respectively. These results are promising considering that E- β-carotene has 100% pro-vitamin A activity. The total carotenoid and carotenoid isomers increased after the cooking methods, most likely as a result of a higher availability induced by the cooking processes.

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Vegetable oils are the richest dietary sources of vitamin E. Vitamin E determination levels in foods are of great importance to adjust the ingestion of nutrients by the population. The purpose of this paper is to determine the concentration of alpha-tocopherol and gamma-tocopherol in vegetable oils and compare the alpha-tocopherol value to the nutritional requirement of vitamin E. The analysis was performed using High Performance Liquid Chromatography. The values expressed as mg/kg for alpha and gamma-tocopherol were, respectively, 120.3±4.2 and 122.0±7.9 in canola oil; 432.3±86.6 and 92.3±9.5 in sunflower oil; 173.0±82.3 and 259.7±43.8 in corn oil; 71.3±6.4 and 273.3±11.1 in soybean oil. A significant difference was encountered between the alpha-tocopherol concentrations in vegetable oils. Similar results were found for gamma-tocopherol, except for corn and soybean oils. It was concluded that the soybean oil was not considered a source of vitamin E. The canola and corn oils were considered sources, and the sunflower oil was considered an excellent source.

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Introdução: A doença renal crônica (DRC) interfere diretamente na capacidade funcional, na independência e, consequentemente, na qualidade de vida (QV). Objetivo: Comparar a capacidade funcional e a qualidade de vida de doentes renais crônicos em hemodiálise (G1) e pré-dialíticos (G2). Métodos: Estudo transversal descritivo, 54 pacientes com DRC, 27 do G1 (58,15 ± 10,84 anos) e 27 do G2 (62,04 ± 16,56 anos). Verificaramse os fatores de risco cardiovasculares, medidas antropométricas, força muscular respiratória verificada por meio da pressão inspiratória (PImax) e expiratória (PEmax) máximas, teste de caminhada de seis minutos (TC6'), teste cardiopulmonar de exercício, teste de sentar e levantar de um minuto (TSL1') e o Short-Form Questionary (SF-36) para avaliar a QV. Os pacientes apresentavam estadiamento da doença entre 2 a 5. Realizou-se o teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov e utilizou-se o teste t (Student) ou o teste U (Mann Whitney) para a comparação das médias das variáveis quantitativas e o teste de Quiquadrado de Pearson e exato de Fischer para as variáveis qualitativas. Para identificar as correlações, foi utilizado o teste de Pearson ou de Spearman. Resultados: Não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre G1 e G2, no VO2pico (p = 0,259), no TC6' (p = 0,433), na PImax (p = 0,158) e somente foi encontrada diferença na PEmax (p = 0,024) para G1. Os escores do questionário SF-36 mostram em ambos os grupos um pior estado de saúde evidenciada pela pontuação baixa nos escores de QV. Conclusão: Os pacientes com DRC apresentaram reduzida capacidade funcional e QV, sendo que a hemodiálise não demonstrou estatisticamente ter repercussão negativa quando comparados com os pacientes pré-dialíticos.