380 resultados para Santa Rita da Barreira - PA


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Os objetivos deste estudo foram conhecer a composio florstica do estrato arbreo e regenerativo das nascentes da bacia hidrogrfica do ribeiro Santa Cruz e selecionar espcies para serem utilizadas na revegetao das nascentes degradadas e perturbadas da bacia. Os levantamentos florstico e estrutural foram realizados em 12 nascentes. Para a comparao do perfil florstico entre as nascentes, empregaram-se a anlise de correspondncia retificada (DCA) e a anlise de agrupamento de Cluster. A vegetao do estrato arbreo apresentou maior diversidade nas nascentes perturbadas em relao s degradadas, assim como nas nascentes pontuais em relao s difusas. A similaridade florstica do estrato regenerativo entre as nascentes de mesma categoria permitiu inferir que se devem utilizar espcies preferenciais em cada estado de conservao (perturbado ou degradado) e condies do ambiente (solo mido ou bem drenado) nos programas de recuperao das reas de preservao permanente das nascentes da bacia hidrogrfica do ribeiro Santa Cruz.

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Este trabalho foi realizado com o objetivo de analisar o comportamento de variveis de povoamento como rea basal, volume, altura, dimetro mdio quadrtico e nmero de rvores por hectare, ao longo do tempo. Para isso, foram utilizados dados de inventrios florestais contnuos de plantaes clonais de hbridos de Eucalyptus urophylla x E. grandis no-desbastados, provenientes da empresa JARI CELULOSE S/A, no Estado do Par. Foram selecionadas 63 parcelas permanentes, igualmente distribudas em trs classes de capacidade produtiva. Aps as anlises, verificou-se que as variveis do povoamento possuam relao direta com a capacidade produtiva do stio ou local, apresentando diferentes taxas de crescimento ao longo do tempo; durante as idades iniciais, o nmero de rvores sobreviventes nos melhores stios maior do que nos piores. No entanto, com o passar do tempo h maior mortalidade nos melhores locais, invertendo esse comportamento.

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O conhecimento da flora herbceo-subarbustiva, juntamente com o da flora lenhosa, auxilia a determinao dos padres florsticos e permite descrever o espectro biolgico com conseqentes inferncias sobre a atuao de fatores ambientais e histricos na vegetao. Considerando que poucos trabalhos se aprofundaram no estudo da flora herbceo-subarbustiva de Cerrado, embora esta seja mais rica que a lenhosa, objetivou-se estudar a composio e os padres florsticos das floras herbceo-subarbustiva e lenhosa da Estao Ecolgica de Santa Brbara (EESB) (22 46' 30'' a 22 50' 30''S e 49 10' 30'' a 4915'30'' W , 600 a 680 m de altitude), Municpio de guas de Santa Brbara, Estado de So Paulo. Visou-se, ainda, determinar o espectro biolgico para efetuar anlises comparativas das diferentes fitofisionomias de Cerrado dessa Unidade de Conservao. Foram encontradas 314 espcies na EESB, sendo 285 em Cerrado sensu lato. As famlias mais ricas em nmero de espcies foram Asteraceae, Leguminosae, Myrtaceae e Poaceae. H uma constante ocorrncia de Asteraceae, Leguminosae e Poaceae entre as famlias mais ricas, concordando com o observado nos estudos florsticos de Cerrado que incluram os estratos lenhoso e herbceo-subarbustivo. O espectro biolgico corroborou os padres anteriormente descritos para o Cerrado sensu lato, exceto pela maior expresso de camfitas em relao s hemicriptfitas nas fisionomias campestres da EESB, o que pode ser efeito da proteo ao fogo nessa Unidade de Conservao.

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O objetivo deste estudo foi avaliar, atravs da anlise espacial de dados geogrficos, a preciso de procedimentos de mapeamento das populaes de cigarras (Quesada gigas Oliver) em povoamentos de paric (Schizolobium amazonicum Huber ex Ducke), localizados no Municpio de Dom Eliseu, PA, mediante a aplicao de dois interpoladores (krigagem e inverso do quadrado da distncia). Para tal, foram registradas amostras na intensidade de um ponto a cada 30 ha, onde se realizou a contagem do nmero de cigarras por planta (cigarras/rvore), obedecendo estratgia de amostragem convencionalmente usada pela empresa proprietria do reflorestamento em estudo. As anlises indicaram que a intensidade amostral empregada neste trabalho no foi suficiente para permitir a deteco de forte dependncia espacial do nmero de cigarras/rvore nas reas estudadas. Devido a essa baixa dependncia espacial, os resultados dos dois mtodos de interpolao (krigagem ordinria e inverso do quadrado da distncia) apresentaram-se semelhantes. J os deste trabalho indicaram que as estratgias de amostragem utilizadas devem ser melhoradas para gerar mapas de predio mais precisos da quantidade de cigarras/rvore nos reflorestamentos de paric.

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Com o objetivo de analisar a fertilidade de solos construdos sobre reas mineradas de carvo a cu aberto (2835'50'' S e 4925'26'' W) no Municpio de Siderpolis, SC, foram escolhidas duas reas recuperadas em pocas distintas: rea IV em 2002 e rea VI em 2003. No centro de cada rea foi estabelecida uma transeco de 100 m de comprimento, em que foram lanadas alternadamente direita e esquerda, a intervalos de 10 m, transeces perpendiculares de 20 m, em que foram coletadas nove amostras de solo (0 - 0,2 m). As nove amostras de cada grupo de dois transectos consecutivos foram reunidas em uma amostra composta, reduzindo o universo amostral de 90 para cinco amostras de solo de cada rea. Foram analisados os teores de argila, pH, fsforo, potssio, matria orgnica, alumnio, clcio, magnsio, H + Al, soma das bases, CTC e saturao por bases. Em ambas as reas, o teor de argila foi enquadrada na classe 3, o teor de matria orgnica foi baixa, o pH e V% muito baixos, o Mg variou de mdio a alto, a SB variou de baixa a mdia e a CTC foi considerada alta. Na rea IV, o teor de P foi baixo, e o de Ca variou de mdio a baixo, enquanto na rea VI o teor de P variou de baixo a mdio, e o de Ca foi baixo. Embora tenham sido observadas diferenas entre alguns dos parmetros analisados, essas no foram severamente afetadas pelo tempo de recuperao das duas reas.

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Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze considerada espcie ameaada de extino, e faltam informaes sobre sua ecologia para a elaborao de tcnicas eficazes para manejo e conservao. Nesse sentido, foi estudada uma populao natural na Reserva Gentica Florestal de Caador, com o objetivo de gerar informaes sobre a estrutura demogrfica da espcie. A populao estudada foi dividida em quatro classes: regenerao, juvenis, masculinas e femininas. Foram analisadas a estrutura diamtrica e de altura, a razo sexual e o padro espacial. A regenerao natural foi baixa, e a razo sexual no diferiu de 1, de acordo com o esperado para a espcie. Na anlise do padro espacial, a agregao apareceu em todas as classes. A regenerao no esteve espacialmente associada com rvores adultas. A regenerao natural da espcie sob a floresta existe, apesar de ocorrer com baixa densidade.

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A iniciativa de legislar sobre tcnicas de restaurao recente no Brasil e, de acordo com as informaes disponveis, indita no mundo, havendo controvrsias sobre a convenincia dessa legislao. Na tentativa de trazer luz ao debate, desenvolveu-se anlise crtica da Resoluo da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de So Paulo, que normatiza o reflorestamento heterogneo de reas degradadas. Considerou-se que a norma se baseia em pressupostos que no encontram respaldo em experimentao cientfica, uma vez que o entendimento dos processos ecolgicos envolvidos na restaurao est longe de ser suficientemente completo para permitir legislar, com segurana e detalhamento, sobre o assunto. Adicionalmente, considerou-se que nem os profissionais que elaboram projetos nem os que atuam no licenciamento e fiscalizao detm o conhecimento necessrio para aplicar a norma. Entende-se ainda que o rigor das normas cerceia a criatividade e a iniciativa do cientista e do restaurador e, assim, constitui barreira a mais a dificultar a descoberta de solues inovadoras e, especialmente, a retardar a expanso das reas restauradas. Do ponto de vista da conservao da biodiversidade, considera-se que a induo de demanda comercial de material biolgico de espcies raras ou ameaadas, prevista na Resoluo, pode colocar em risco a conservao das populaes naturais dessas espcies, que deveriam ser alvo de programas especficos. No parece, em suma, que a instituio dessa Resoluo tenha contribudo para acelerar o ritmo de ampliao das reas restauradas e tampouco para aumentar a probabilidade de sucesso das iniciativas de restaurao.

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O estudo foi desenvolvido no fragmento denominado Mata Santa Luzia, situado no Municpio de Catende, PE, nas coordenadas 872'49" S e 3572'47" W, altitude de 239 m, com os objetivos de avaliar a regenerao natural total de espcies arbreas no fragmento florestal e verificar a diversidade e estrutura das espcies nessa rea. Para a estimativa da regenerao natural das espcies arbreas no fragmento, foram locadas de forma sistemtica 15 subparcelas permanentes de 25 m (5 x 5 m), equidistantes em 50 m. O nvel de incluso adotado foi de CAP < 15 cm e as medies de altura (h), divididas em trs classes, em que a classe 1 contemplou indivduos com 1,0 < h < 2,0 m, a classe 2 com indivduos 2,0 < h < 3,0 m e a classe 3 com indivduos com h &gt; 3,0 m. No fragmento foram amostrados 107 indivduos vivos, pertencentes a 25 famlias botnicas e 36 txons. Dessas, 33 foram identificadas em nvel de espcie, duas em nvel de gnero e uma se apresentou como indeterminada. As cinco espcies com maiores valores para regenerao natural total (RNT) foram assim distribudas: Rheedia gardneriana Planch. &amp; Triana (9,9%), Cupania racemosa (Vell.) Radlk (7,7%), Brosimum discolor Schott (7,4%), Vismia guianensis (Aubl.) Pers. (6,1%) e Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand (5,9%). Provavelmente, essas espcies no futuro sero as principais responsveis pela manuteno da estrutura e fisionomia da floresta.

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Objetivou-se, neste estudo, identificar e prospectar o comportamento futuro dos fatores crticos de desempenho da cadeia produtiva de energia a partir de biomassa de origem florestal, bem como as demandas de capacitao e de pesquisas. O estudo teve como rea de abrangncia os municpios da regio de Lages, no Planalto Sul de Santa Catarina. Utilizou-se como metodologia a abordagem de prospeco foresight, desenvolvida atravs da projeo de especialistas com base no seu prprio conhecimento, mediante a aplicao de questionrio Delphi, contemplando os elos da produo florestal e da indstria e a gerao de energia. As principais concluses foram: a) h disponibilidade de resduos florestais para uso na gerao de energia, sendo necessria a readequao do processo de colheita florestal; b) investimentos na qualificao de recursos humanos e em novas tecnologias nos processos industriais so requeridos para melhor aproveitar os recursos florestais; e c) tende a haver aumento do uso da biomassa de origem florestal para a produo de energia.

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Objetivou-se descrever a diversidade e a estrutura do componente lenhoso de uma floresta brejosa em substrato turfoso no sul do Estado de Santa Catarina, correlacionando dados florsticos com variveis ambientais. Indivduos com DAP &#8805; 5 cm foram amostrados em 100 parcelas de 10 x 10 m em um quadrado permanente de 1 ha. As variveis ambientais foram classificadas em topogrficas, qumicas e texturais do solo e de luminosidade. Correlaes espcie-ambiente foram obtidas por Anlise de Correspondncia Cannica (CCA). Comparaes florsticas foram realizadas por anlise de agrupamento (UPGMA) e anlise de correspondncia. A diversidade especfica foi considerada baixa, pois foram amostradas apenas 26 espcies. A CCA evidenciou que as variveis ambientais mensuradas possuem pouca influncia na distribuio das espcies, ressaltando assim sua adaptao ao ambiente anxico, fortemente limitante. Dados de similaridade demonstraram que o substrato turfoso age como um filtro ambiental adicional, alm do estresse hdrico, na composio de espcies nas formaes turfosas/brejosas.

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Verificou-se neste trabalho o efeito de tratamentos silviculturais no incremento diamtrico de Platonia insignis, em duas florestas secundrias, com dois anos de acompanhamento (2005/2007). As florestas foram denominadas Unidades Agrrias (UA), onde foram instaladas quatro parcelas de 70 m x 105 m (UA1) e 35 m x 100 m (UA2). Dois tratamentos foram aplicados com duas repeties: T0 nenhuma interveno; e T1 tratamento silvicultural, que consistiu de desbaste por abate e desbaste por anelamento, coroamento de 2 m e corte de cips. Foram medidos todos os indivduos de P. insignis com DAP > 10 cm. Foram utilizados os testes t, de Student, e de Mann Whitney, para comparao das mdias. O incremento anual mdio em dimetro na T1 foi significativamente maior em ambas as florestas secundrias. UA1 apresentou 0,14 cm.ano-1 para T0 e 0,25 cm.ano-1 para T1. Na UA2, a mdia foi de 0,53 cm.ano-1 para T0 e 0,93 cm.ano-1 para T1. Portanto, o efeito positivo dos tratamentos silviculturais no aumento diamtrico pode servir como subsdio para atividades de manejo sustentvel e aplicao em florestas secundrias como indutor de crescimento.

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Objetivou-se avaliar um plantio de enriquecimento com 12 espcies arbreas nativas da regio, em uma rea reflorestada do Corredor de Biodiversidade Santa Maria, localizado entre os Municpios de Santa Terezinha de Itaipu e So Miguel do Iguau, no Paran. Objetivou-se, tambm, avaliar a persistncia da espcie invasora Megathyrsus maximus (Jacq.) B. K. Simon &amp; S. W. L. Jacobs, conhecido como capim-colonio, e alteraes nas caractersticas fsicas e qumicas do solo. As avaliaes consistiram no acompanhamento mensal da mortalidade e desenvolvimento das mudas e da massa de matria seca obtida no manejo do capim-colonio. As alteraes promovidas no solo foram verificadas por meio de trs coletas de solo ao longo do experimento. A mortalidade alcanou 24,38%, sendo mais acentuada nos dois primeiros meses, janeiro (11,88%) e fevereiro (5,63%). Em relao ao desenvolvimento das mudas, destacaram-se as espcies Aloysia virgata (Ruiz &amp; Pav.) Juss. (lixeira) e Ceiba speciosa (A. St.-Hil.) Ravenna (paineira), com acrscimos mensais em dimetro de 0,80 mm e 0,60 mm e em altura de 5,80 cm e 1,74 cm, respectivamente. O controle do capim-colonio pela metodologia aplicada foi eficiente, no havendo reincidncia considervel ao longo dos meses. Por meio das anlises de solo, foi possvel observar que a recuperao da rea, mesmo que por perodo curto, mostrou-se eficiente na alterao das caractersticas fsicas e qumicas do solo, podendo ainda levar a novas modificaes em decorrncia do desenvolvimento das mudas.

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Para ampliar o conhecimento sobre a Floresta Ombrfila Densa Montana no Estado de Santa Catarina, foi realizado estudo florstico e fitossociolgico do componente arbreo. Neste estudo, foi usado o mtodo do ponto quadrante (250 pontos), incluindo todos os indivduos com Dimetro Altura do Peito (DAP) mnimo de 5 cm. A composio florstica resultou em riqueza total de 102 espcies. A densidade total arbrea foi de 2.034 indivduos.ha-1. As famlias com maior nmero de espcies foram Myrtaceae, Lauraceae, Fabaceae e Annonaceae, e entre as espcies com maior valor de importncia esto Euterpe edulis Mart. e Ficus adathodifolia Schott ex Spreng. A classificao das espcies arbreas em grupos ecolgicos indicou ligeira predominncia de espcies dos estdios finais (56%) sobre as espcies dos estdios iniciais da sucesso, indicando que a vegetao se encontra em estdio avanado da sucesso ecolgica. A sndrome de disperso predominante entre as espcies arbreas foi a zoocoria, identificada em 77% delas, seguida pela anemocoria, que representou 15% dos casos. Os resultados apresentados contribuiro para posteriores estudos de dinmica em remanescentes de Floresta Ombrfila Densa Montana e para programas de manejo, preservao e recuperao ambiental.

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RESUMOEste estudo teve por objetivo analisar como a distribuio e riqueza de espcies raras em fragmentos de Floresta Ombrfila Mista ocorrem ao longo de um gradiente altitudinal. Para isso, espcies arbreas (dimetro altura do peito > 5 cm) foram amostradas em 10 fragmentos florestais localizados em diferentes pisos altitudinais do Planalto Sul-Catarinense, em uma rea total de 10 ha. As espcies que apresentaram nmero de indivduos igual ou inferior a 2 em pelo menos um fragmento foram classificadas como raras. A distribuio das espcies foi verificada por meio de dendrograma construdo a partir do ndice de distncia florstica de Jaccard e do algoritmo de agrupamento UPGMA. A riqueza total de espcies por fragmento e o nmero de espcies raras foram comparados entre as subformaes montana e alto-montana, por meio do teste de Mann-Whitney (U). As relaes entre altitude e os valores de riqueza total e nmero de espcies raras em cada fragmento foram determinadas por regresses lineares simples. Os resultados indicaram a formao de dois grandes grupos de espcies raras em funo do piso altitudinal. Apesar de a riqueza total das comunidades reduzir com o aumento da altitude, o nmero de espcies raras no apresentou alteraes significativas. Conclui-se que na regio do Planalto Sul-Catarinense os fragmentos de Floresta Ombrfila Mista apresentam diferentes conjunto de espcies arbreas raras de acordo com a altitude e que a diminuio da riqueza das comunidades com o aumento do piso altitudinal no acompanhada pela reduo do nmero de espcies raras.

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Este trabalho teve como objetivo averiguar a qualidade do carvo vegetal para consumo domstico, comercializado na regio Serrana Sul de Santa Catarina. Foram coletadas 12 marcas de carvo na regio da Associao dos Municpios da Regio Serrana (AMURES) e Curitibanos. Foram descritas e analisadas as caractersticas gerais das embalagens e determinadas as propriedades fsicas e energticas de cada uma das marcas. As propriedades analisadas foram: densidade relativa aparente, teor de umidade, poder calorfico, teor de carbono fixo, volteis e cinzas. As marcas comercializadas na regio so oriundas dos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paran. A accia-negra e os eucaliptos so as espcies mais usadas para a produo de carvo. No existe padronizao das informaes nas embalagens. O carvo vegetal apresentou densidade relativa aparente alta (0,403 g/cm3); teor de umidade alto (7,35%); poder calorfico superior mdio de 6.449 kcal/kg, com muita variao entre as amostras; alto teor de volteis e cinzas; e baixo teor de carbono fixo (32,85%, 1,96% e 65,17%, respectivamente). A produo e consumo do carvo vegetal no Planalto Sul catarinense so regionalizados, sem padronizao das embalagens e com registro nos rgos ambientais de fiscalizao. A qualidade do carvo comercializado na regio baixa.