367 resultados para Índice de acidez


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OBJETIVO: Avaliar o ndice de publicao a nvel internacional (Index Medicus-Medline-PubMed) dos trabalhos apresentados no XXIV Congresso Brasileiro de Cirurgia. MTODO: A publicao dos trabalhos foi pesquisada por consulta base de dados de publicaes biomdicas a nvel mundial (Index Medicus-Medline-PubMed), a partir da lista de autores e co-autores e palavras-chave dos ttulos dos trabalhos. RESULTADOS: Do total de 1133 trabalhos apresentados, 29 (2,6%) foram publicados-nove temas livres (2,0%), um vdeo livre (1,6%), dois frum de pesquisa (12,5%) e 17 psteres (2,8%). Dos 2638 autores identificados, 71 (2,7%) publicaram seus trabalhos. CONCLUSES: O ndice de publicaes dos trabalhos apresentados ainda baixo.

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OBJETIVO: Avaliar o valor da Injury Severity Score (ISS) na determinao da gravidade das fraturas vertebrais do tipo exploso considerando a amplitude do trauma e a escolha do melhor tratamento para diminuir a morbimortalidade do acidente. MTODOS: 190 pacientes foram includos, nos quais avaliaram-se a idade, o mecanismo do trauma, o tipo de fratura na coluna toracolombar, avaliao neurolgica, onde se localizavam as leses frente a ISS e a diviso em categorias. RESULTADOS: A mdia do ISS foi de 14,4 sendo o menor valor de 4 e o maior de 43, e 126 pacientes apresentavam ISS menor do que 15 (63,3%), 34 entre 15 e 24 (17,9%), 25 entre 25 e 34 (13,2%) e cinco com ISS maior que 35 (2,6%). O valor do ISS foi inversamente proporcional a idade. As fraturas ocorridas na transio toracolombar apresentavam mdia do ISS de 13,1, sendo menor do que a mdia do ISS na regio torcica de 17,6 e lombar com 16. Dos 102 pacientes tratados sem procedimento cirrgico, a mdia do ISS foi de 12,3, enquanto que nos 88 tratados cirurgicamente ela foi de17,6. A mortalidade apresentou-se diretamente proporcional ao valor do ISS. A mdia dos que evoluram para bito foi de 28,5, no ocorrendo bito entre os classificados com trauma leve. A mortalidade foi de 4,2 %. CONCLUSO: O valor de 14,4 e a anlise das categorias do ISS sinalizam que trauma de pequena gravidade pode causar fratura da coluna vertebral torcica ou lombar do tipo exploso. O valor do ISS no demonstrou correlao com o nvel da fratura, estando diretamente proporcional com o tempo de internao, com o tratamento cirrgico e a taxa de mortalidade, apresentando-se inversamente proporcional com a idade dos pacientes.

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OBJETIVO: avaliar o ndice de linfonodos comprometidos na ocorrncia de recidivas tumorais em pacientes com cncer de clon estdio III. MTODOS: foram avaliados de maneira retrospectiva todos os pacientes com cncer de clon estdio III submetidos resseco curativa do tumor primrio entre janeiro de 2005 e dezembro de 2010. Os desfechos de interesse foram a ocorrncia de recidivas tumorais e morte. O impacto do ndice de linfonodos comprometidos e das demais variveis clnico-patolgicas na sobrevida livre de doena foi avaliado atravs de anlise uni e multivarivel. De modo a identificar-se o ponto de corte de maior acurcia para utilizao do ndice de linfonodos comprometidos como um preditor de recidivas tumorais realizou-se a anlise da curva caracterstica de operao do receptor. A sobrevida livre de doena foi avaliada atravs de curvas de Kaplan-Meier. RESULTADOS: setenta pacientes foram includos no estudo (50% masculinos). A mdia de idade foi 64 anos. A anlise univarivel identificou quatro fatores determinantes para a ocorrncia de recidivas tumorais: antgeno carcinoembrionrio, estadiamento N, nmero de linfonodos positivos e ndice de linfonodos comprometidos. O ndice de linfonodos comprometidos foi o que demonstrou a maior magnitude de associao. A anlise da curva caracterstica de operao do receptor identificou 0,15 como o ponto de corte ideal. Pacientes com um ndice de linfonodos comprometidos <0,15 apresentavam uma sobrevida livre de doena de 90% em trs anos (versus 64%, P=0,011). CONCLUSO: o ndice de linfonodos comprometidos um forte preditor para recidivas tumorais no cncer de clon estdio III.

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Foi realizado estudo longitudinal em 42 pacientes com diagnstico de gravidez ectpica ntegra, com o intuito de se elaborar um ndice orientador do uso sistmico de metotrexato em dose nica (50 mg/m) por via intramuscular. O acompanhamento se fez atravs de dosagens de beta-hCG (frao beta do hormnio gonadotrpico corinico) realizadas no 1, 4 e 7 dias aps o emprego do quimioterpico. Quando ocorreu queda de 15% ou mais nos ttulos de beta-hCG, apurados no 4 e no 7 dia, as pacientes receberam alta hospitalar e seguimento ambulatorial com dosagens semanais de beta-hCG at que se atingissem nveis inferiores a 5 mUI/ml. Foi elaborado um ndice orientador do tratamento sistmico com metotrexato baseado nos seguintes parmetros: (1) valores iniciais de beta-hCG; (2) aspecto da imagem ultra-sonografia (hematossalpinge, anel tubrio, embrio vivo); (3) maior dimetro da massa anexial; (4) quantidade de lquido livre; (5) fluxo vascular medido por meio do doppler colorido. Cada parmetro recebeu pontuao de 0 a 2. A nota zero significa elemento de mau prognstico, a nota dois indica parmetros favorveis e a nota um, situaes intermedirias. O ndice de sucesso com dose nica foi de 69,0% (29/42 pacientes). A ultra-sonografia transvaginal com doppler colorido foi realizada em 20 das 42 pacientes do estudo. Neste grupo de 20 pacientes o sucesso do tratamento ocorreu em 75,0% dos casos (15/20). Entre as 22 pacientes que no foram avaliadas com doppler colorido a mdia das notas do ndice nos casos de sucesso foi de 6,6, nas de insucesso 3,1. No grupo de pacientes avaliadas por doppler (20 pacientes) as mdias foram de 7,9 (sucesso) e 4,2 (fracasso). No presente estudo a nota de corte foi estabelecida levando-se em conta o valor abaixo do qual o tratamento no foi efetivo e correspondeu a cinco, pois 93,75% das pacientes com nota superior a 5 evoluram com sucesso (15/16), ao passo que notas inferiores ou iguais a cinco estiveram todas relacionadas com o fracasso do tratamento. O ndice orientador ajuda-nos a indicar os melhores casos para o tratamento medicamentoso. No o aconselhamos, portanto, quando a nota for inferior ou igual a cinco; por outro lado, podemos predizer boa evoluo do tratamento, quando a nota for superior a cinco.

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Objetivo: demonstrar a variao interobservador da medida ultra-sonogrfica do ndice de lquido amnitico (ILA) e da medida da rea dos bolses, bem como realizar uma comparao entre estes dois parmetros. Alm disto, procurou-se estabelecer a variao intra-observador existente na medio deste ndice. Mtodos: foram estudados os valores do ILA, como descrito por Phelan et al.18 , de um grupo de oitenta gestantes, consideradas clinicamente normais, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Mdica Ribeiro Preto e no Departamento de Ginecologia e Obstetrcia da Faculdade de Medicina de Ribeiro Preto da Universidade de So Paulo (FMRP - USP). Todas as gestantes apresentavam idade gestacional acima de 24 semanas. Deste grupo, cinqenta pacientes submeteram-se avaliao do ILA por cinco ultra-sonografistas diferentes, com o uso do mesmo equipamento e no mesmo perodo de tempo, procurando-se estabelecer a variao interobservador deste ndice. Alm disto, foi realizada a medida planimtrica da rea por parte de dois destes cinco ultra-sonografistas escolhidos aleatoriamente, na tentativa de verificar a variao interobservador na medida da rea. Outro grupo composto por trinta gestantes foi avaliado por um mesmo observador ultra-sonografista na tentativa de se realizar a avaliao da variao intra-observador na medio do ILA. Resultados: observamos uma variao interobservador significante na medio do ILA e significante na medio da rea. No obstante, a variao intra-observador na medida do ILA foi considerada no-significante. Houve uma correlao entre as medidas do ILA e da rea. Concluses: o ILA apresenta maior aplicabilidade em relao medida da rea, alm da maior facilidade de obteno.

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Objetivo: avaliar se o estmulo mamrio realizado por primigestas, a partir de 40 semanas de idade gestacional, modifica o ndice de Bishop. Mtodo: foram estudadas 64 primigestas, sem intercorrncias clnicas e/ou obsttricas, divididas em dois grupos. Um deles, chamado de grupo do estmulo mamrio (E.M.), era composto por 29 gestantes e o outro, chamado de grupo controle (G.C.), por 35 gestantes. O E.M. foi orientado a realizar a estimulao do mamilo bilateralmente, em "corda de relgio", com durao de dois minutos de estmulo e cinco de repouso, durante 30 minutos. O estmulo foi realizado trs vezes ao dia at completarem-se as 41 semanas de idade gestacional ou a gestante entrar em trabalho de parto. Para anlise estatstica das diferenas encontradas, utilizou-se o teste t de Student, com nvel de significncia de 5%. Resultados: uma vez realizado o estmulo mamrio no grupo experimental, comparaes foram realizadas com o grupo controle, levando-se em conta a poca do parto. Os resultados mostraram no haver diferena significativa entre os grupos, no que concerne ao amadurecimento do colo de acordo com o ndice de Bishop. Concluses: no houve diferena no ndice de Bishop em primigestas, com 40 semanas de idade gestacional, submetidas ao estmulo mamrio, quando comparadas ao grupo controle.

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Objetivo: avaliar os efeitos da terapia de reposio hormonal sobre o ndice de massa corporal de mulheres na ps-menopausa. Casustica e Mtodos: foram avaliadas retrospectivamente, por um perodo de trs anos, 166 usurias e 136 no-usurias de reposio hormonal, acompanhadas no Ambulatrio de Menopausa do Centro de Ateno Integral Sade da Mulher da Universidade Estadual de Campinas, avaliando-se a variao desse parmetro ao final de cada ano em relao ao inicial. A anlise dos dados foi realizada usando-se o testechi, o teste t de Student e o teste de Mann-Whitney para amostras independentes. Resultados: no foram observadas variaes significativas no ndice de massa corporal, quando se compararam as usurias e no-usurias durante os trs anos de observao. Concluso: a terapia de reposio hormonal no produziu alteraes no ndice de massa corporal em mulheres adequadamente acompanhadas durante o seu uso.

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Objetivos: considerando que o conhecimento da confiabilidade de um instrumento essencial para a correta interpretao dos resultados de uma pesquisa, o objetivo do presente trabalho avaliar a fidedignidade de um dos ndices menopausais mais empregados na prtica clnica e de pesquisa na rea do climatrio feminino, o ndice menopausal de Blatt e Kupperman (IMBK). Mtodos: a amostra foi constituda por 60 pacientes climatricas atendidas no Ambulatrio de Ginecologia do Hospital Universitrio Lauro Wanderley (HULW) da Universidade Federal da Paraba (UFPB), em Joo Pessoa, PB. O coeficiente de estabilidade foi analisado por meio do mtodo teste-reteste, aplicando-se o IMBK em duas ocasies diferentes com intervalo de quatro semanas, sem nenhuma interveno medicamentosa. Resultados: a soma dos escores obtidos pela aplicao do IMBK na primeira mensurao variou de 2 a 41 pontos, com mediana de 18 e mdia de 18,8 ( 10,76), ao passo que na segunda mensurao, o ndice menopausal mdio foi de 20,2 ( 10,51), mediana de 19, e os valores mnimo e mximo foram respectivamente de 2 e 39 pontos. No entanto, entre as duas aplicaes encontrou-se um coeficiente de correlao de Spearman (r s) de 0,68 (p = 0,001), ndice considerado de magnitude inferior ao nvel considerado satisfatrio. Concluses: a fidedignidade do teste-reteste na aplicao do IMBK mostra que, embora esse instrumento tenha demonstrado uma relativa estabilidade do ponto de vista estatstico, a magnitude da correlao observada no denota uma aferio inteiramente confivel. Considerando que um estudo correlacional apenas um tipo de rastreamento da qualidade de um mtodo de mensurao, conclumos que outras pesquisas deveriam ser realizadas para avaliar no s a fidedignidade mas tambm a validade do IMBK. possvel que modificaes na atribuio dos pesos aos itens do IMBK e a incluso de sintomas diretamente relacionados carncia estrognica, como as manifestaes de atrofia vaginal, tornem o instrumento mais confivel.

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Objetivo: estudar as repercusses da hipertenso sobre o peso da placenta e ndice placentrio. Mtodos: foram utilizadas 82 ratas virgens da linhagem Wistar em idade de reproduo. Aps a induo da hipertenso arterial experimental (Modelo Goldblatt I -- 1 rim-1 clipe) as ratas foram sorteadas para compor os 4 grandes grupos experimentais (controle, manipulao, nefrectomia e hipertenso). A seguir, as ratas foram distribudas por sorteio em 8 subgrupos, sendo quatro prenhes (P) e quatro no-prenhes. Aps acasalamento, dos quatro grupos prenhes obtivemos com o nascimento dos recm-nascidos (RN) os seguintes grupos: RN-C, RN-M, RN-N e RN-H, respectivamente, controle, manipulao, nefrectomizado e hipertenso. Resultados: quanto ao peso da placenta, o do grupo RN-C (<IMG SRC="http:/img/fbpe/rbgo/v23n2/06151s1.gif"> = 0,58 0,12) foi estatisticamente maior que o de todos os demais grupos. Por outro lado, verifica-se que o peso das placentas provenientes do grupo RN-M (<IMG SRC="http:/img/fbpe/rbgo/v23n2/06151s1.gif"> = 0,51 0,05) foi maior que o dos grupos RN-N (<IMG SRC="http:/img/fbpe/rbgo/v23n2/06151s1.gif"> = 0,45 0,07) e RN-H (<IMG SRC="http:/img/fbpe/rbgo/v23n2/06151s1.gif"> = 0,42 0,04), os quais no diferiram entre si. Os ndices placentrios dos grupos P-C (Md = 0,1085) e P-M (Md = 0,1110) no diferiram entre si, mas foram menores que os dos grupos P-N (Md = 0,1175) e P-H (Md = 0,1211), os quais tambm no diferiram entre si. Concluses: a hipertenso e a nefrectomia unilateral determinaram reduo do peso das placentas e aumento do ndice placentrio, evidenciando repercusses no desenvolvimento placentrio e fetal.

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Objetivo: estudar as modificaes do ndice de lquido amnitico (ILA), mensuradas pela ultra-sonografia, da presso arterial mdia (PAM) e do pulso em gestantes normais quando submetidas a imerso corporal subtotal em gua, por diferentes intervalos de tempo, e padronizao da tcnica. Mtodos: foram estudados os valores do ILA, como descrito por Phelan et al., de um grupo de 52 gestantes, com idade gestacional igual ou superior a 28 semanas, consideradas clinicamente normais, antes e aps a sua imerso subtotal em um tanque com gua aquecida entre 32C e 34C, por 30, 45 e 60 minutos. Resultados: as mdias da PAM, antes e depois da imerso, mostraram diferenas estatisticamente significantes: 87,8 e 87,1 no grupo de 30 minutos, 76,7 e 66,6 no grupo de 45 minutos e 77,4 e 60,7 no grupo de 60 minutos. As mdias de pulso tambm foram diferentes, com valores 74,9 e 78,7 no grupo de 30 minutos, 83,6 e 85,2 no grupo de 45 minutos e 84,9 e 90,6 no grupo de 60 minutos. Quanto ao grupo que foi submetido a imerso por 30 minutos, o valor mdio do ILA foi de 11,7 cm antes e de 16,8 cm aps imerso. No grupo de 45 minutos, o valor mdio do ILA foi de 9,7 cm antes e de 13,8 cm aps a imerso. No grupo de 60 minutos, o valor mdio do ILA foi de 9,5 cm antes e de 13,6 cm aps a imerso. O tempo de imerso de 30 minutos to eficaz e suficiente quanto 45 e 60 minutos. Concluses: a imerso subtotal de gestantes em gua segura, prtica e capaz de imobilizar os fluidos durante a gestao, aumentando o volume de lquido amnitico.

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Objetivo: determinar o ndice do lquido amnitico (ILA) por ultra-sonografia em gestaes normais e construir uma curva de normalidade para o ILA da 12 42 semana de gravidez. Mtodos: foram realizadas 471 medidas do ILA, em 256 gestantes sem intercorrncias clnicas maternas ou fetais. Em gestaes acima de 20 semanas calculava-se a soma dos maiores dimetros verticais dos bolses de lquido amnitico (LA) em quatro quadrantes nos quais era dividido o tero. Naquelas gestaes com 20 semanas ou menos o tero era dividido em duas metades. A soma era calculada por meio das medidas obtidas dos maiores dimetros verticais medidos nessas duas metades. O resultado da soma foi expresso em centmetros. Resultados: o ILA foi medido (471 medidas) e os resultados foram estratificados e agrupados por intervalos gestacionais (2 em 2 semanas), exceo da 12 que foi analisada isoladamente. De uma mdia de 4,7 cm (limites 3,8-5,9 para o 5 e o 95 percentil) na 12 semana gestacional, o ILA cresceu progressivamente at a mdia mxima de 14,7 cm na 32 semana (limites: 7,0-24,9 cm). Apresentou valores estveis, em plat, da 21 at a 40 semana, inclusive. Aps, os valores do ILA diminuram acentuadamente. O ponto de corte do ILA foi verificado na 21 semana de gestao. O incremento percentual do ILA verificado na 32 semana foi de 197,7% em relao 12 semana e no final da gestao foi de 2,9% em relao semana tomada como referncia. Concluso: o ILA apresentou variaes no decorrer da gestao. Cresceu progressivamente at a 21 semana, apresentando, aps, valores em plat at a 40 semana. Depois dessa semana, o ILA diminuiu acentuadamente. O pico mximo do ILA ocorreu na 32 semana. Ao se estabelecer uma curva de normalidade para o ILA, em nosso meio, facilita-se a deteco de alteraes e, com isso, um melhor acompanhamento e conduo da gravidez.