391 resultados para Produtos naturais Teses
Resumo:
Com o objetivo de obter informaes para implementao do Manejo Integrado do psildeo da goiabeira, no Vale do So Francisco, realizaram-se estudos sobre nvel de dano, plantas invasoras hospedeiras, seletividade e efeito do thiamethoxam 10GR e 250WG no controle de Triozoida sp. O experimento foi conduzido em Petrolina-PE, em blocos ao acaso, com quatro repeties. Os tratamentos foram: 1) thiamethoxam 10GR aplicado no solo; 2) thiamethoxam 250WG pulverizado semanalmente; 3) thiamethoxam 10GR aplicado no solo + thiamethoxam 250WG pulverizado semanalmente; 4, 5 e 6) pulverizaes com thiamethoxam 250WG quando se constatou 10, 20 e 30% de ramos infestados, respectivamente; 7, 8 e 9) thiamethoxam 10GR aplicado no solo + thiamethoxam 250WG pulverizado semanalmente quando se constatou 10, 20 e 30% de ramos danificados, respectivamente e 10) testemunha (sem inseticida). A percentagem de galhos infestados na testemunha (33,6%) diferiu significativamente dos tratamentos 2 (2,8%), 3 (4,33%), 4 (19,7%), 7 (13,45%), 8 (14,50%) e 9 (15,00%). Nas parcelas tratadas com thiamethoxam, a reduo populacional de inimigos naturais variou de 12,5 a 39,6%, correspondendo s notas 1 e 2 na escala de seletividade (1 = atxico (< 25%), 2 = pouco txico (25-50%). O nmero e o peso de frutos foram semelhantes em todos os tratamentos. Foram encontradas 51 espcies de invasoras, nenhuma hospedeira do psildeo.
Resumo:
Objetivou-se avaliar o efeito dos principais agrotxicos utilizados em citros sobre Neoseiulus californicus (McGregor), em condies de laboratrio, por tratar-se de um fitosedeo com grande potencialidade para ser utilizado no controle dos caros fitfagos na cultura. O mtodo de bioensaio adotado foi o de contato direto e residual. Folhas de citros da variedade Pra, contendo 25 fmeas adultas de N. californicus procedentes de uma criao-estoque, foram pulverizadas em torre de Potter. Avaliaram-se a mortalidade do caro 72 horas aps a aplicao e o efeito dos produtos na viabilidade dos ovos. Quanto seletividade, conforme proposta da "Organizao Internacional para o Controle Biolgico e Integrado de Plantas e Animais Nocivos" (IOBC), os produtos foram classificados como: classe 1 incuo (E<30%), acrinathrin, deltamethrin, dinocap, enxofre, xido de fenbutatin e propargite; 2 levemente nocivo (30%<E<79%), azocyclotin, cyhexatin e fenpropathrin; 3 moderadamente nocivo (80%<E<99%), abamectin ; 4 nocivo (E>99%), clorfenapyr, dicofol e pyridaben. N. californicus mostrou-se tolerante a diversos agrotxicos, o que viabiliza sua utilizao, juntamente com produtos qumicos pertencentes a grupamentos distintos e de diferentes mecanismos de ao, o que atende a um manejo adequado de controle dos principais caros fitfagos da cultura dos citros.
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A presso da sociedade tem forado a adoo de sistemas de produo de frutas mais sustentveis e de menor impacto ambiental. O objetivo deste trabalho foi verificar a influncia dos sistemas de produo de Boas Prticas Agrcolas (BPA) e Convencional (PC) sobre a diversidade de inimigos naturais de afdeos presentes em seis pomares de pessegueiros no municpio de Araucria-PR, de julho de 2005 a setembro de 2006. O levantamento do nmero de inimigos naturais foi realizado por meio de cinco mtodos de amostragens: visual em plantas de pessegueiros e em plantas invasoras; armadilhas Mericke; funil e adesivas. No sistema BPA, foram coletados mais espcimes de inimigos naturais (53%), em relao aos pomares PCs (46%), havendo a ocorrncia, em ambos, de predadores das famlias Syrphidae, Coccinellidae e Chrysopidae e parasitides da ordem Hymenoptera. Do total de inimigos naturais coletados, verificou-se a ocorrncia de maior quantidade de predadores de afdeos.
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Este trabalho caracterizou frutos de carambolas 'Hart', 'Malsia' e 'Nota 10', quanto qualidade de seus produtos minimamente processados (PMP). Frutos recm-colhidos foram higienizados, armazenados por 12 horas a 121C e 905%UR, processados, e o produto acondicionado em embalagens PET e armazenado a 10,31C e 805%UR, por 8 dias. Avaliaram-se o rendimento dos frutos em PMP, assim como a evoluo de sua qualidade, a cada 2 dias, quanto perda de massa fresca, aparncia, colorao, pH, teores de acidez titulvel (AT), slidos solveis (SS) e cido ascrbico (AA) e relao SS/AT. O rendimento em produtos minimamente processados foi menor para a 'Hart'(44,70%), intermedirio para a 'Nota 10' (66,38%) e maior para a 'Malsia' (72,58%). A perda de massa fresca foi significativamente maior nos PMPs da carambola 'Hart' quando comparados com os das outras cultivares, durante o armazenamento. A aparncia dos produtos produzidos com frutos da 'Malsia' manteve-se boa por at 6 dias (nota 3), quando se apresentavam com indcios de escurecimento, enquanto os produzidos com a 'Hart' e a 'Nota 10' conservaramna boa por 4 dias (nota 3). A colorao dos produtos evoluiu, passando de esverdeada para verde-amarelada, como pode ser evidenciado pela mdia geral do ngulo de cor (de 115,40 para 100,48). Os teores de slidos solveis nos PMP, das cultivares Malsia (7,26Brix) e Hart (6,97Brix) no variaram significativamente entre si, e reduziram-se nos da 'Nota 10', de 8,8 Brix para 7,1 Brix. A acidez titulvel e o pH (3,80 - 3,90) no variaram nos produtos da 'Malsia' e 'Hart', levando a relao SS/AT a no se alterar. Os teores de cido ascrbico dos produtos minimamente processados das trs cultivares apresentaram aumento seguido de reduo durante o perodo de armazenamento. A integrao dos resultados indicam que os frutos da cultivar Malsia se apresentaram como os melhores para a produo de produtos minimamente processados.
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Com o objetivo de avaliar o efeito de fosfatos naturais no cultivo irrigado de melo orgnico, foram conduzidos dois ensaios em Petrolina-PE, sendo um em Argissolo Amarelo (PA) e outro num Argissolo Acinzentado (PAC). Foram avaliados os seguintes tratamentos: 1- testemunha (sem P); 2- 50 kg ha-1 de P2O5 na forma de superfosfato triplo (ST); 3- 100 kg ha-1 de P2O5 na forma de ST; 4- 150 kg ha-1 de P2O5 na forma de ST; 5- 100 kg ha-1 de P2O5 na forma de termofosfato; 6- 100 kg ha-1 de P2O5 na forma de fosfato natural de Gafsa, e 7- 100 kg ha-1 de P2O5 na forma de fosfato natural Fosbahia. O melo apresentou resposta semelhante s doses de P nos dois solos, cujas produtividades mximas de 26,00 t ha-1 e 25,46 t ha-1 foram obtidas com 107,6 kg ha-1 e 118,6 kg ha-1 de P2O5 no PA e PAC, respectivamente. A eficincia do termofosfato, fosfato de Gafsa e Fosbahia em relao ao ST assumiu a sequncia de 86,2%, 77,1% e 71,9% no PA e 101,5%, 72,3% e 67,3% no PAC, demonstrando que o termofosfato a fonte de fsforo mais indicada para ser usada no cultivo orgnico do melo. So necessrios 843,12 kg de termofosfato para produzir 25.000 kg ha-1 de melo, o que representa 3,4% do custo de produo.
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O caro Brevipalpus phoenicis uma das principais pragas dos citros por ser vetor do "Citrus Leprosis Virus" (CiLV), agente causal da leprose, uma das mais graves doenas da citricultura. Objetivou-se avaliar o efeito txico de produtos base de abamectina sobre o caro B. phoenicis. Foram realizados um experimento de ao direta e trs de ao residual no Laboratrio de Acarologia do Departamento de Proteo de Plantas (Fitossanidade) da FCAV - UNESP, Jaboticabal-SP. O delineamento adotado nos bioensaios foi o inteiramente casualizado, onde 10 tratamentos foram repetidos 7 vezes, sendo cada repetio composta por um fruto de laranja. Os tratamentos estudados (mL p.c./100 L de gua) foram: Acaramik a 20; 30; 40 e 50 mL; Vertimec a 30 e 40 mL; Abamectin Nortox a 30 e 40 mL; Tricofol a 77 mL e uma testemunha sem aplicao. Utilizaram-se frutos com presena de verrugose, que foram lavados e parcialmente parafinados, deixando-se uma rea sem parafina, que foi circundada com cola entomolgica para conteno dos caros. Transferiram-se 20 caros adultos B. phoenicis para cada fruto. No bioensaio de ao direta, a transferncia foi realizada antes das aplicaes e, nos bioensaios de ao residual, aos 5; 10 e 15 dias aps a aplicao dos produtos. A aplicao dos produtos sobre os frutos foi realizada em Torre de Potter. Os resultados obtidos nos bioensaios evidenciaram que os melhores tratamentos foram: Tricofol a 77 mL, Acaramik a 40 e 50 mL e Vertimec a 40 mL. De forma geral, os produtos testados podem ser utilizados no controle do caro B. phoenicis.
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O trabalho objetivou caracterizar rvores e frutos de populaes naturais de Hancornia speciosa Gomes, bem como avaliar a distribuio da variabilidade fenotpica existente. Populaes de mangabeiras foram amostradas no Cerrado, incluindo os Estados de Gois, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia, abrangendo 109 matrizes de 35 populaes das variedades botnicas pubescens, gardneri, speciosa e cuyabensis. Os resultados mostraram que, nas condies do Cerrado, as matrizes de H. speciosa apresentam elevados nveis de variao fenotpica quanto a caracteres de frutos, sendo que a maioria dessas variaes est entre populaes. H, tambm, uma grande variao fenotpica dentro das variedades botnicas. H. speciosa var. gardneri e H. speciosa var. pubescens tm frutos maiores e mais pesados. A variedade botnica gardneri apresenta porte mais alto que as demais. Nas variedades gardneri e pubescens, predominam frutos redondos e verde-claros, enquanto em speciosa e cuyabensis predominam frutos de formato oblongo e colorao amarelo-escura e verde-escura, respectivamente. As variedades gardneri e pubescens destacam-se como de maior potencial para a seleo baseada em caracteres de tamanho e massa dos frutos.
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A resistncia induzida um mtodo alternativo de controle de doenas. Entretanto, h poucos estudos relacionando o uso destes produtos e outros mtodos alternativos produtividade das plantas e s caractersticas fsicas e qumicas dos frutos. Objetivou-se avaliar a severidade de doenas, as caractersticas fsicas e qumicas de frutos e a produtividade de plantas tratadas com produtos alternativos e fertilizantes foliares. Plantas de maracujazeiro BRS Gigante Amarelo clonadas, em campo, foram submetidas, por um ano, a pulverizaes quinzenais com: gua (testemunha), Cuprozeb (fungicida-padro), acibenzolar-S-metil - ASM, Agro-mos, fosfito de potssio, fosetyl-Al, gesso agrcola e CPAC-GE (produto em teste). O delineamento foi o em blocos casualizados, com quatro repeties e 20 frutos por repetio. Para o estudo da produtividade, utilizaram-se quatro repeties e seis plantas teis por parcela. As colheitas ocorreram de novembro/2008 a abril/2009. As severidades foram avaliadas com escala de notas. Houve reduo da severidade da virose, verrugose e bacteriose em todos os tratamentos, com exceo do Cuprozeb para virose. No foi observada reduo da antracnose. Frutos com maior massa fresca foram obtidos com aplicaes de gesso agrcola (236,83 g), CPAC-GE (234,10 g), fosetyl-Al ( 233,79 g), fosfito de potssio (230,64 g) e Agro-mos (221,15 g). Os mesmos resultados foram observados para dimetro transversal e massa de polpa. No houve diferenas significativas entre tratamentos para dimetro longitudinal e espessura de casca. Quanto s caractersticas qumicas dos frutos, com exceo do Cuprozeb, que no diferiu significativamente da testemunha, todos os produtos proporcionaram incremento no teor de slidos solveis. Maior acidez titulvel foi obtida com Cuprozeb, gesso agrcola, Agro-mos, fosetyl-Al e ASM. No foi constatada alterao no pH dos frutos. Em relao produtividade, maiores quantidades de frutos por planta foram obtidas com fosfito de potssio (162,38 frutos), seguido pelo gesso agrcola (111,13 frutos) e CPAC-GE (102,50 frutos). Maiores produtividades (kg/ha), considerando 1.600 plantas/ha, foram alcanadas com fosfito de potssio (40,19 t/ha), seguido pelo gesso agrcola (30,48 t/ha) e CPAC-GE (29,04 t/ha).
Resumo:
Este trabalho teve como objetivo avaliar a variabilidade de caractersticas fsicas e qumico-nutricionais de frutos de seis populaes de pequizeiro de ocorrncia nos Estados do Maranho e Piau (regio Meio-Norte do Brasil). Os frutos foram coletados no estdio de maturao (frutos cados no cho), na safra de 2008. Analisaram-se as seguintes caractersticas fsicas do fruto: massa mdia, massa mdia da casca, massa mdia do caroo, massa mdia da amndoa, percentagem de polpa, relao comprimento/dimetro mdio do fruto, relao comprimento/dimetro mdio do caroo, relao comprimento/dimetro mdio da amndoa e espessura mdia da casca. Na polpa e na amndoa, foram analisadas as caractersticas qumico-nutricionais: umidade, gordura, protena bruta, fibra bruta, cinzas, carboidratos totais, energia e minerais (P, K, Ca, Mg, Mn, Cu, Zn e Fe). Os dados foram submetidos anlise de varincia, e as mdias das populaes foram comparadas pelo teste de agrupamento Scott-Knott a 5%. Observou-se elevada variabilidade fenotpica entre as populaes para a maioria dos caracteres analisados. Ambas, polpa e amndoa, mostraram-se ricas em termos nutricionais, sendo a amndoa, porm, bem mais rica. Em mdia, a populao de Alto Long, no Piau, uma promissora fonte de variabilidade para a maioria dos caracteres fsicos e qumico-nutricionais estudados.
Resumo:
Com a demanda pela produo integrada, o monitoramento torna-se fundamental para reduzir ou substituir insumos poluentes na fertilizao e no manejo de pragas. Muitos produtos tm sido aplicados em reas de produo, sem o devido registro ou conhecimento de sua eficincia ou de seu efeito sobre pragas e inimigos naturais. Nesta regio, o uso de organomineral preconizado como alternativa ao uso de fertilizante e possivelmente com efeito nematicida. As avaliaes, para verificar o efeito deste produto, foram realizadas, por meio de cinco coletas, no perodo de 2008 a 2010, em trs propriedades, em bananais, cv. 'Williams', introduzidos h oito e 13 anos, dentro do projeto de Irrigao de Formoso, em Bom Jesus da Lapa-BA. Foram coletadas dez amostras compostas de duas subamostras de solo e razes, em rea com e sem a aplicao de organomineral. As propriedades, trs, foram denominadas, rea 1, 2 e 3. A analise de varincia foi feita considerando: trs pocas de avaliao, dois tratamentos (com e sem organomineral) e trs propriedades). O nvel de dano foi determinado por meio de escala visual e os dados submetidos ANOVA. Houve interao significativa entre populaes de nematoide no ano e propriedade e entre organomineral e propriedade (P<0,01). No houve correlao entre nvel de dano e organomineral nas reas 1 e 3. Contudo, houve correlao negativa entre o nvel de dano e nematoides na presena de organomineral, na rea 3 (P<0,01). Meloidogyne spp. foram as espcies que ocorreram em maior populao em Bom Jesus da Lapa-BA. A utilizao do organomineral no proporcionou reduo significativa na populao de nematoides. O nvel de dano foi baixo, no podendo ser explicado pelo uso do organomineral. O manejo cultural interferiu no desenvolvimento da populao de fitonematoides e de nematoides de vida livre.
Resumo:
Foi verificada a dinmica populacional de Triozoida limbata (Hemiptera: Triozidae) e de Costalimaita ferruginea (Coleoptera: Chrysomelidae) e suas correlaes com a populao de seus inimigos naturais em pomar orgnico e pomar convencional de goiaba. Os experimentos foram realizados em dois pomares distintos de goiaba, na safra agrcola de 2010/2011. Para o monitoramento das pragas e dos inimigos naturais, foram instaladas cinco armadilhas adesivas amarelas em cada pomar. Para obter a correlao entre as densidades populacionais das pragas com os inimigos naturais, foram utilizadas anlises de correlao linear de Pearson (SAS). A densidade populacional de T. limbata manteve-se baixa, com pico no ms de outubro, em pomar orgnico de goiaba. A principal praga no pomar convencional de goiaba foi T. limbata, com diversos picos populacionais. Os danos ocasionados por T. limbata, em folhas novas da goiabeira, foram mais pronunciados no pomar convencional. Houve baixa densidade populacional de C. ferruginea em ambos os pomares, porm com um pico populacional no ms de outubro, no pomar orgnico. A espcie C. ferruginea ocasionou danos de maiores propores em folhas novas de goiabeira, no pomar orgnico. A maior densidade populacional de inimigos naturais foi constatada em pomar orgnico de goiaba, que apresentou correlao positiva entre T. limbata e o coccineldeo predador Scymnus spp.
Resumo:
Produtos alternativos aos agrotxicos convencionais foram avaliados no controle da antracnose causada por Colletotrichum musae em ps-colheita de bananas 'Prata' [Musa spp. (AAB)]. Foram utilizados buqus com trs frutos, com dimetro mdio de 32 mm a 36 mm, no estdio pr-climatrico, com colorao de casca totalmente verde. Os frutos foram pulverizados com uma suspenso de condios de C. musae, na concentrao de 2,5x10(5) condios/mL e mantidos em cmara mida a 25 C, por 24 horas. Aps esse perodo, foram pulverizados com as caldas dos produtos alternativos extrato ctrico 'Biogermex', leo de nim 'Organic Neem' e leo de alho 'Probinatu', na concentrao de 10,0 mL/L, leo de pimenta-longa e leo de cravo-da-ndia na concentrao de 5,0 mL/L e quitosana na concentrao de 10,0 mg/mL, alm do fungicida Tecto SC (tiabendazol) na concentrao de 0,65 mL/L. gua destilada foi utilizada como tratamento-testemunha. Os frutos tratados com quitosana, leo de nim e leo de alho tiveram a severidade da doena reduzida. O leo de alho foi o produto mais eficiente, com reduo tambm da incidncia da doena. A qualidade dos frutos no foi depreciada por nenhum dos tratamentos alternativos nas concentraes utilizadas.
Resumo:
Foi avaliada a eficcia de produtos alternativos aos agroqumicos no controle da antracnose na ps-colheita de mangas 'Ub'. Frutos fisiologicamente maduros foram pulverizados at o completo molhamento, com suspenso de condios de Colletotrichum gloeosporioides, na concentrao de 2,5 x 10(5) condios/mL. Aps a secagem ao ar, foram pulverizados com gua destilada (testemunha), tween 20 (8 mL/L de soluo), Prochloraz (1,10 mL de Sportak 450 EC/L de soluo), leo de alho (10 mL/L + 8 mL/L de tween 20), leo de amndoa de Acrocomia aculeata + leite em p instantneo (LPI) (25 mL/L+ 10 g LPI/L), leo de amndoa de A. aculeata + tween (25 mL/L + 8 mL/L de tween 20), biofertilizante agro-mos (100 L/L), leo de neen (10 mL/L + 8 mL/L de tween 20), quitosana (10 mL/L + 8 mL/L de tween 20) e biomassa ctrica (10 mL/L + 8 mL/L tween 20).O solvente utilizado foi gua destilada. Avaliaram-se o perodo de incubao, o perodo latente, a perda de massa fresca, a produo de CO e, diariamente, a severidade e incidncia da doena. Os perodos mais curtos de incubao da doena foram observados nos frutos tratados com leo de neen, gua + tween e biomassa ctrica, com aproximadamente cinco dias. O leo de amndoa de A. aculeata + LPI e agro-mos foram os produtos que mais retardaram o aparecimento dos sintomas, impondo doena o perodo de incubao de nove dias aps a inoculao do patgeno. Quanto severidade, o leo de amndoa de macaba + LPI e o Prochloraz foram os mais eficientes em conter o crescimento do patgeno at o oitavo dia aps a inoculao, sendo que, logo depois, os frutos tratados com leo de amndoa de A. aculeata + LPI se igualaram queles tratados com a maioria dos demais produtos. Os frutos tratados com leo de amndoa de A. aculeata + LPI e leo de amndoa de A. aculeata + tween manifestaram as estruturas do patgeno apenas aps 13 e 14 dias de avaliao, respectivamente. As maiores perdas de massa foram observadas nos frutos tratados com leo de alho e biomassa ctrica, com 8,31% e 8,44%, respectivamente, no dia 14. Quanto produo de CO, o leo de amndoa de A. aculeata + LPI e leo de amndoa de A. aculeata + tween mantiveram a taxa respiratria crescente, sendo que, no dia 12 ocorreu um leve aumento na respirao. Dessa forma, conclui-se que, alm do Prochloraz, o leo de amndoa de A. aculeata + LPI e leo de amndoa de A. aculeata + tween tm bom potencial para controle da antracnose em manga 'Ub'.
Resumo:
Avaliaram-se as caractersticas de qualidade de pequi (C. coriaceum) congelado e acondicionado em diferentes embalagens, armazenados a -18 C, durante 300 dias. Os frutos, coletados na safra de 2009/2010, foram descascados, obtendo-se assim os caroos, que, aps sanificados, foram submetidos a 3 tipos de embalagens: 1 - Cortados em lminas de aproximadamente 2 mm de espessura de polpa e seladas a vcuo em polietileno de alta densidade (PEAD); 2 - Caroos embalados e selados a vcuo em sacos de PEAD; 3 - Caroos dispostos em bandejas de poliestireno expandido e envoltos por filme plstico. As amostras foram avaliadas aos 0; 60; 120; 180; 240 e 300 dias de armazenamento. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial, e os resultados foram submetidos a anlises de varincia e regresso. O congelamento do pequi submetido aos trs tipos de acondicionamento foi eficiente na preservao das caractersticas de qualidade como: pH, acidez titulvel e acares totais durante 300 dias de armazenamento. Os teores de carotenoides e polifenis extraveis totais mostraram reduo acentuada no acondicionamento da polpa a vcuo. A forma mais indicada de congelamento do pequi para a manuteno da cromaticidade o acondicionamento do caroo a vcuo ou em bandeja com filme de PVC.
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RESUMOO pequizeiro uma espcie nativa do Cerrado de importncia econmica e cultural para o Brasil Central. O cultivo dessa frutfera uma forma de diminuir a presso extrativista sobre o ambiente natural, mas ainda h necessidade de tcnicas que viabilizem a implantao, conduo e colheita dos frutos. O trabalho teve como objetivo caracterizar a influncia de caracteres da planta, do ambiente e da entomofauna sobre a produo de pequizeiros de ocorrncia natural, em cinco regies do Estado de Gois, em trs anos. Foram caracterizadas quinze populaes de pequizeiros quanto biometria, produo e ao ambiente de ocorrncia, assim como a organismos associados s plantas. A produo do pequizeiro, em trs anos, diferiu significativamente no Estado de Gois, apresentando mdia de 132 frutos por planta e produo por rea projetada da copa de 1,64 frutos m-2. As trs populaes mais produtivas apresentam como caractersticas comuns o vigor, por estarem localizadas em ambiente aberto e por apresentarem incio da copa mais prxima do solo. H um elevado grupo de organismos que interagem com o pequizeiro, destacando-se os insetos, os fungos e as aves (araras), que podem interferir na produo. Conclui-se que a produo do pequizeiro no Estado de Gois apresenta grande variabilidade entre safras, plantas e populaes, sendo geralmente baixa, porm existem plantas promissoras para futuros programas de melhoramento.