178 resultados para óxido nitroso
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O sucesso de uma boa aplicação de produtos fitossanitários depende da sinergia entre fatores como tamanho de gota, tipo de ponta, pressão, volume e composição da calda e características do alvo. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o espectro de gotas produzidas por pontas de jato plano defletor (TT 11002) e jato plano defletor com indução de ar (TTI 11002), com diferentes adjuvantes adicionados à calda de pulverização, pela técnica de difração de raio laser. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, em esquema fatorial 2 x 5, ou seja, duas pontas de aplicação (jato plano defletor e jato plano defletor com indução de ar) e cinco composições de calda (água e água mais quatro adjuvantes: fosfatidilcoline+ácido propiônico, éter poliglicólico de monilfenol, ésteres de ácidos graxos e nonil-fenol etoxilado+óxido de etileno). Em ambiente controlado, avaliou-se o espectro de gotas, por meio de um analisador a laser de gotas em tempo real, na pressão de 276 kPa. O efeito dos adjuvantes no espectro de gotas mostrou-se dependente da ponta de pulverização empregada. A adição dos adjuvantes à calda não alterou o risco potencial de deriva, expresso pela porcentagem do volume em gotas com diâmetro inferior a 100 µm, porém o adjuvante fosfatidilcoline+ácido propiônico reduziu o diâmetro da mediana volumétrica das gotas produzidas pela ponta de jato plano defletor com indução de ar, em relação à avaliação feita somente com água.
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Rudgea jasminoides (Cham.) Müll. Arg. é uma rubiácea arbórea nativa da floresta tropical que sintetiza metabólitos secundários antifúngicos, quando em contato com fungos. Membros da família Rubiaceae estão entre as poucas plantas facilmente mantidas em cultura de tecidos e que produzem quantidades substanciais de metabólitos secundários que ultrapassam os níveis normalmente encontrados na planta intacta. Neste trabalho foi analisada a presença de compostos antifúngicos constitutivos e induzidos produzidos por folhas e suspensões celulares dessa espécie. Oligogalacturonídeos (OGAs), ácido salicílico(AS), óxido nítrico(NO) e fragmentos de β-glucano de leveduras foram usados como eliciadores. Substâncias constitutivas com atividade antifúngica foram detectadas nas suspensões celulares de R. jasminoides, principalmente na fase estacionária do crescimento das culturas. Essas substâncias foram encontradas em maior diversidade e quantidade quando comparadas às das folhas. O tratamento com fragmentos de β-glucano de leveduras aumentou a produção de substâncias antifúngicas constitutivas e induziu a síntese de compostos antifúngicos ausentes nas culturas não eliciadas (fitoalexinas), principalmente na fase de crescimento exponencial. OGAs derivados da parede celular de folhas dessa espécie também promoveram efeito similar. Nas condições experimentais utilizadas, os sinalizadores endógenos ácido salicílico e óxido nítrico foram tóxicos e ineficazes na ativação da síntese de metabólitos de defesa nas culturas celulares de R. jasminoides. Os resultados obtidos neste trabalho indicam que suspensões celulares de R. jasminoides sintetizam substâncias com atividade antifúngica, cuja produção pode ser aumentada pelo uso de eliciadores de fungos e plantas.
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Giardia lamblia trophozoites were incubated for 2 h with activated murine macrophages, nitric oxide (NO) donors or a superoxide anion generator (20 mU/ml xanthine oxidase plus 1 mM xanthine). Activated macrophages were cytotoxic to Giardia trophozoites (~60% dead trophozoites). This effect was inhibited (>90%) by an NO synthase inhibitor (200 µM) and unaffected by superoxide dismutase (SOD, 300 U/ml). Giardia trophozoites were killed by the NO donors, S-nitroso-acetyl-penicillamine (SNAP) and sodium nitroprusside (SNP) in a dose-dependent manner (LD50 300 and 50 µM, respectively). A dual NO-superoxide anion donor, 3-morpholino-sydnonimine hydrochloride (SIN-1), did not have a killing effect in concentrations up to 1 mM. However, when SOD (300 U/ml) was added simultaneously with SIN-1 to Giardia, a significant trophozoite-killing effect was observed (~35% dead trophozoites at 1 mM). The mixture of SNAP or SNP with superoxide anion, which yields peroxynitrite, abolished the trophozoite killing induced by NO donors. Authentic peroxynitrite only killed trophozoites at very high concentrations (3 mM). These results indicate that NO accounts for Giardia trophozoite killing and this effect is not mediated by peroxynitrite
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Considerable evidence suggests that nitroxidergic mechanisms in the nucleus tractus solitarii (NTS) participate in cardiovascular reflex control. Much of that evidence, being based on responses to nitric oxide precursors or inhibitors of nitric oxide synthesis, has been indirect and circumstantial. We sought to directly determine cardiovascular responses to nitric oxide donors microinjected into the NTS and to determine if traditional receptor mechanisms might account for responses to certain of these donors in the central nervous system. Anesthetized adult Sprague Dawley rats that were instrumented for recording arterial pressure and heart rate were used in the physiological studies. Microinjection of nitric oxide itself into the NTS did not produce any cardiovascular responses and injection of sodium nitroprusside elicited minimal depressor responses. The S-nitrosothiols, S-nitrosoglutathione (GSNO), S-nitrosoacetylpenicillamine (SNAP), and S-nitroso-D-cysteine (D-SNC) produced no significant cardiovascular responses while injection of S-nitroso-L-cysteine (L-SNC) elicited brisk, dose-dependent depressor and bradycardic responses. In contrast, injection of glyceryl trinitrate elicited minimal pressor responses without associated changes in heart rate. It is unlikely that the responses to L-SNC were dependent on release of nitric oxide in that 1) the responses were not affected by injection of oxyhemoglobin or an inhibitor of nitric oxide synthesis prior to injection of L-SNC and 2) L- and D-SNC released identical amounts of nitric oxide when exposed to brain tissue homogenates. Although GSNO did not independently affect blood pressure, its injection attenuated responses to subsequent injection of L-SNC. Furthermore, radioligand binding studies suggested that in rat brain synaptosomes there is a saturable binding site for GSNO that is displaced from that site by L-SNC. The studies suggest that S-nitrosocysteine, not nitric oxide, may be an interneuronal messenger for cardiovascular neurons in the NTS
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Although it has been demonstrated that nitric oxide (NO) released from sodium nitrite induces tetanic fade in the cat neuromuscular preparations, the effect of L-arginine on tetanic fade and its origin induced by NO have not been studied in these preparations. Furthermore, atropine reduces tetanic fade induced by several cholinergic and anticholinergic drugs in these preparations, whose mechanism is suggested to be mediated by the interaction of acetylcholine with inhibitory presynaptic muscarinic receptors. The present study was conducted in cats to determine the effects of L-arginine alone or after pretreatment with atropine or 1H-[1,2,4]oxadiazole [4,3-a]quinoxalin-1-one (ODQ) on neuromuscular preparations indirectly stimulated at high frequency. Drugs were injected into the middle genicular artery. L-arginine (2 mg/kg) and S-nitroso-N-acetylpenicillamine (SNAP; 16 µg/kg) induced tetanic fade. The Nw-nitro-L-arginine (L-NOARG; 2 mg/kg) alone did not produce any effect, but reduced the tetanic fade induced by L-arginine. D-arginine (2 mg/kg) did not induce changes in tetanic fade. The tetanic fade induced by L-arginine or SNAP was reduced by previous injection of atropine (1.0 µg/kg) or ODQ (15 µg/kg). ODQ alone did not change tetanic fade. The data suggest that the NO-synthase-GC pathway participates in the L-arginine-induced tetanic fade in cat neuromuscular preparations. The tetanic fade induced by L-arginine probably depends on the action of NO at the presynaptic level. NO may stimulate guanylate cyclase increasing acetylcholine release and thereby stimulating presynaptic muscarinic receptors.
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In rats, the nitric oxide (NO)-synthase pathway is present in skeletal muscle, vascular smooth muscle, and motor nerve terminals. Effects of NO were previously studied in rat neuromuscular preparations receiving low (0.2 Hz) or high (200 Hz) frequencies of stimulation. The latter frequency has always induced tetanic fade. However, in these previous studies we did not determine whether NO facilitates or impairs the neuromuscular transmission in preparations indirectly stimulated at frequencies which facilitate neuromuscular transmission. Thus, the present study was carried out to examine the effects of NO in rat neuromuscular preparations indirectly stimulated at 5 and 50 Hz. The amplitude of muscular contraction observed at the end (B) of a 10-s stimulation was taken as the ratio (R) of that obtained at the start (A) (R = B/A). S-nitroso-N-acetylpenicillamine (200 µM), superoxide dismutase (78 U/ml) and L-arginine (4.7 mM), but not D-arginine (4.7-9.4 mM), produced an increase in R (facilitation of neurotransmission) at 5 Hz. However, reduction in the R value (fade of transmission) was observed at 50 Hz. N G-nitro-L-arginine (8.0 mM) antagonized both the facilitatory and inhibitory effects of L-arginine (4.7 mM). The results suggest that NO may modulate the release of acetylcholine by motor nerve terminals.
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It has been suggested that nigrostriatal dopaminergic transmission is modulated by nitric oxide (NO). Since there is evidence that gonadal hormones can affect extrapyramidal motor behavior in mammals, we investigated the effects of isosorbide dinitrate (ISD), linsidomine (SIN-1) and S-nitroso-N-acetylpenicillamine (SNAP), three pharmacologically different NO donors, on neuroleptic-induced catalepsy in 60- to 80-day-old male and female albino mice. Catalepsy was induced with haloperidol (1 mg/kg, ip) and measured at 30-min intervals by means of a bar test. Drugs (or appropriate vehicle) were injected ip 30 min before haloperidol, with each animal being used only once. ISD (5, 20 and 50 mg/kg) caused a dose-dependent inhibition of catalepsy in male mice (maximal effect 120 min after haloperidol: 64% inhibition). In the females only at the highest dose of ISD was an attenuation of catalepsy observed, which was mild and short lasting. SIN-1 (10 and 50 mg/kg) did not significantly affect catalepsy in female mice, while a significant attenuation was observed in males at the dose of 50 mg/kg (maximal inhibition: 60%). SNAP (20 mg/kg) significantly attenuated catalepsy in males 120 min after haloperidol (44% inhibition), but had no significant effect on females. These results basically agree with literature data showing that NO facilitates central dopaminergic transmission, although the mechanisms are not fully understood. They also reveal the existence of gender-related differences in this nitrergic modulation in mice, with females being less affected than males.
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The photogeneration of nitric oxide (NO) using laser flash photolysis was investigated for S-nitroso-glutathione (GSNO) and S-nitroso-N-acetylcysteine (NacySNO) at pH 6.4 (PBS/HCl) and 7.4 (PBS). Irradiation of S-nitrosothiol with light (lambda = 355 nm followed by absorption spectroscopy) resulted in the homolytic decomposition of NacySNO and GSNO to generate radicals (GS· and NacyS·) and NO. The release of NO from donor compounds measured with an ISO-Nometer apparatus was larger at pH 7.4 than pH 6.4. NacySNO was also incorporated into dipalmitoyl-phosphatidylcholine liposomes in the presence and absence of zinc phthalocyanine (ZnPC), a well-known photosensitizer useful for photodynamic therapy. Liposomes are usually used as carriers for hydrophobic compounds such as ZnPC. Inclusion of ZnPC resulted in a decrease in NO liberation in liposomal medium. However, there was a synergistic action of both photosensitizers and S-nitrosothiols resulting in the formation of other reactive species such as peroxynitrite, which is a potent oxidizing agent. These data show that NO release depends on pH and the medium, as well as on the laser energy applied to the system. Changes in the absorption spectrum were monitored as a function of light exposure.
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Glutathione is the major intracellular antioxidant thiol protecting mammalian cells against oxidative stress induced by oxygen- and nitrogen-derived reactive species. In trypanosomes and leishmanias, trypanothione plays a central role in parasite protection against mammalian host defence systems by recycling trypanothione disulphide by the enzyme trypanothione reductase. Although Kinetoplastida parasites lack glutathione reductase, they maintain significant levels of glutathione. The aim of this study was to use Leishmania donovani trypanothione reductase gene mutant clones and different Leishmania species to examine the role of these two individual thiol systems in the protection mechanism against S-nitroso-N-acetyl-D,L-penicillamine (SNAP), a nitrogen-derived reactive species donor. We found that the resistance to SNAP of different species of Leishmania was inversely correlated with their glutathione concentration but not with their total low-molecular weight thiol content (about 0.18 nmol/10(7) parasites, regardless Leishmania species). The glutathione concentration in L. amazonensis, L. donovani, L. major, and L. braziliensis were 0.12, 0.10, 0.08, and 0.04 nmol/10(7) parasites, respectively. L. amazonensis, that have a higher level of glutathione, were less susceptible to SNAP (30 and 100 µM). The IC50 values of SNAP determined to L. amazonensis, L. donovani, L. major, and L. braziliensis were 207.8, 188.5, 160.9, and 83 µM, respectively. We also observed that L. donovani mutants carrying only one trypanothione reductase allele had a decreased capacity to survive (~40%) in the presence of SNAP (30-150 µM). In conclusion, the present data suggest that both antioxidant systems, glutathione and trypanothione/trypanothione reductase, participate in protection of Leishmania against the toxic effect of nitrogen-derived reactive species.
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A oxidação do colesterol leva à formação de óxidos biologicamente ativos, capazes de desencadear processos citotóxicos, aterogênicos, mutagênicos e cancerígenos. Durante o processamento, os alimentos são expostos, além do calor, ao oxigênio e a outros fatores desencadeadores da oxidação lipídica, inclusive do colesterol. Os crustáceos, além de possuírem níveis elevados de colesterol, apresentam em sua fração lipídica ácidos graxos com alto grau de insaturação, o que favorece a oxidação do referido esterol. O 7-cetocolesterol tem sido utilizado como indicador da oxidação do colesterol, por ser o óxido formado nos estágios iniciais e em maior quantidade que os demais. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do cozimento e da fritura sobre a oxidação do colesterol em camarão-rosa (Penaeus brasiliensis e Penaeus paulensis). O processamento do camarão-rosa, de um modo geral, levou à diminuição das concentrações de colesterol e 7-cetocolesterol livres. A redução observada foi bem maior na fritura do que no cozimento, e mais acentuada para o 7-cetocolesterol. Enquanto os níveis de colesterol foram 10,7 e 24,7% menores, a diminuição do 7-cetocolesterol atingiu 41,5 e 61% no camarão cozido e frito, respectivamente, em relação ao controle. A redução de colesterol e 7-cetocolesterol livres em camarão-rosa processado foi relacionada com a eluição destes compostos nos meios de processamento, água de cozimento e óleo de fritura.
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Neste trabalho foram analisados os compostos voláteis de amostras de mel de eucalipto e laranja colhidos nos estados de São Paulo e de Minas Gerais. O isolamento dos voláteis foi realizado empregando-se uma técnica de ''headspace'' dinâmico, a separação efetuada por cromatografia gasosa de alta resolução e a identificação por espectrometria de massas, Índices de Kovats e padrões, quando disponíveis. Foram identificados no mel de laranja o benzaldeído, o óxido cis de linalol, n-heptanal, 6-metil-5-hepten-2-ona, octanal e fenilacetaldeído, e em mel de eucalipto, o nonanal, 2-heptanona, 2-heptanol, octanol e nonanol. A caracterização sensorial desses méis foi obtida por Análise Descritiva Quantitativa e a aplicação de Análise dos Componentes Principais aos dados revelou que os descritores ''queimado'' e ''sabor residual'' caracterizam o mel de eucalipto, enquanto ''floral'' e ''cera'' caracterizam o mel de laranja. Entre os compostos identificados, o nonanal e o nonanol apresentaram contribuição sensorial importante ao mel de eucalipto, enquanto o fenilacetaldeído e o benzaldeído foram relacionados com os principais descritores do mel de laranja.
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A clarificação é uma etapa relevante no processo de obtenção de adoçantes a base de esteviosídeo. Neste trabalho, utilizou-se o polieletrólito aniônico (BETZDEARBORN TM F11) na decantação da suspensão do extrato cru, que possui cor escura, e avaliou-se sua aplicabilidade. O extrato utilizado era obtido a partir de plantas selecionadas e modificadas geneticamente, no Núcleo de Estudos em Produtos Naturais (NEPRON) no Universidade Estadual de Maringá (UEM), o qual mantém uma linha de pesquisa denominada Projeto Stevia e planta piloto em parceria com a iniciativa privada. Os ensaios foram realizados em aparelho Jar Test divididos em duas etapas, que se distinguiam na dosagem do polímero e na utilização do sobrenadante ou da suspensão total após tratamento com óxido de cálcio, o qual realizava o ajuste do pH. Realizou-se leituras de absorbâncias em 420 (cor) e 670etam (turbidez) e, fez-se cálculos de percentagem de despigmentação e de velocidade de decantação. Os melhores resultados na etapa 1, onde se aplicou baixas quantidades de polieletrólito aniônico e utilizou-se o sobrenadante, foram 72,2 e 97,0% para despigmentação em 420etam e 670etam, respectivamente e velocidade de decantação de 0,72cm/min. Já, na etapa 2, onde elevou-se a quantidade do polieletrólito e utilizou-se a suspensão total, os melhores resultados obtidos foram de 70,5% de despigmentação em 420etam, 85,6% de despigmentação em 670hm e velocidade de decantação de 0,71cm/min.
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O presente trabalho objetivou caracterizar quimica e fisicamente o amido de feijão caupi nos estádios de maturação em que o grão é consumido. Grãos verdes e maduros de feijão caupi (Vigna unguiculata L. Walp) foram submetidos à determinação da composição centesimal: proteína por Kjeldahl, lipídio por Soxleth, umidade a 105º, cinzas a 550ºC, fibra alimentar por método gravimétrico-enzimático, carboidratos totais por diferença, amido total, glicídios redutores e não redutores, por óxido-redução em solução de Fehling. O amido isolado das distintas amostras foi analisado quanto ao amido resistente (baseado no uso de enzimas amilolíticas), amilose e amilopectina (por espectrofotometria) e tipificação (difração de raio-X). Os dados paramétricos foram avaliados pelo teste t de Student. Os resultados obtidos demonstraram que as frações de carboidratos diferiram em função do estádio de maturação dos grãos. O amido de feijão verde apresentou maior teor de amido resistente (AR) tipo 2 em relação ao amido total e baixo conteúdo de amilose. A maturação influenciou nos padrões de cristalinidade, sendo encontrado padrão tipo C para o feijão verde e o A para o maduro. O estádio de maturação exerceu influência sobre aspectos qualitativos e quantitativos dos constituintes dos feijões. O aspecto morfológico dos grânulos de amido não sofreu influência do estádio de maturação dos grãos. O feijão verde apresenta um percentual da fibra alimentar solúvel compatível com a recomendação do FDA.