156 resultados para Perineal trauma


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OBJETIVO: relacionar o tipo de parto e as características do períneo com valores da pressão muscular perineal (PMP) mensurada em primíparas nas posições deitada e sentada com a musculatura perineal em repouso e em contração máxima. MÉTODOS: estudo quantitativo do tipo transversal, realizado em maternidade conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS) do município de São Paulo. A casuística, obtida por conveniência, foi de 95 primíparas de termo. A avaliação ocorreu entre o 40º e o 45º dia. Realizaram-se entrevista, exame físico e mensuração da PMP por meio do perineômetro de Kegel. A mensuração foi realizada nas posições deitada e sentada, com a musculatura em repouso e em contração máxima, sendo considerada a média de três aferições para cada posição e estado muscular. RESULTADOS: 76,8% (73) das primíparas tiveram parto vaginal e 23,2% (22) cesárea. No pós-parto vaginal, observou-se períneo íntegro em 18,9% (18), com rotura perineal em 24,2% (23) e com episiotomia em 33,7% (32). Os valores obtidos da PMP foram em: posição deitada/musculatura em repouso, 18,9 mmHg; deitada/musculatura em contração máxima, 30,7 mmHg; sentada/musculatura em repouso, 34,5 mmHg; sentada/musculatura em contração máxima, 46,5 mmHg. CONCLUSÃO: não houve associação entre o tipo de parto e as condições perineais e a pressão muscular perineal.

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Descreve-se a ocorrência de carcinoma de células escamosas (CCE) bem diferenciado em caprinos de duas propriedades no Estado do Pará. Foram observadas a prevalência, a correlação com a pigmentação da região perineal e as características macro e microscópica das lesões. As lesões consistiram em tumores no períneo, com grau de desenvolvimento, diâmetro e forma variados. Em uma propriedade no município de Viseu, dos 347 caprinos, 20 apresentaram CCE (5,8%). A neoplasia só foi observada em animais com a região perineal despigmentada. Em outra propriedade, no município de Garrafão do Norte, descreve-se a ocorrência de três casos em um rebanho de 400 caprinos (0,75%). A elevada ocorrência deste tumor deve-se, provavelmente, à despigmentação do períneo e à cauda curta e elevada das cabras, que expõe a região perineal à alta incidência de radiação ultravioleta naquela região.

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Lipids used in nutritional support of surgical or critically ill patients have been based on soybean oil, which is rich in the n-6 fatty acid linoleic acid (18:2n-6). Linoleic acid is the precursor of arachidonic acid (20:4n-6). In turn, arachidonic acid in cell membrane phospholipids is the substrate for the synthesis of a range of biologically active compounds (eicosanoids) including prostaglandins, thromboxanes, and leukotrienes. These compounds can act as mediators in their own right and can also act as regulators of other processes, such as platelet aggregation, blood clotting, smooth muscle contraction, leukocyte chemotaxis, inflammatory cytokine production, and immune function. There is a view that an excess of n-6 fatty acids should be avoided since this could contribute to a state where physiological processes become dysregulated. One alternative is the use of fish oil. The rationale of this latter approach is that fish oil contains long chain n-3 fatty acids, such as eicosapentaenoic acid. When fish oil is provided, eicosapentaenoic acid is incorporated into cell membrane phospholipids, partly at the expense of arachidonic acid. Thus, there is less arachidonic acid available for eicosanoid synthesis. Hence, fish oil decreases production of prostaglandins like PGE2 and of leukotrienes like LTB4. Thus, n-3 fatty acids can potentially reduce platelet aggregation, blood clotting, smooth muscle contraction, and leukocyte chemotaxis, and can modulate inflammatory cytokine production and immune function. These effects have been demonstrated in cell culture, animal feeding and healthy volunteer studies. Fish oil decreases the host metabolic response and improves survival to endotoxin in laboratory animals. Recently clinical studies performed in various patient groups have indicated benefit from this approach.

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We evaluated the prevalence of low bone mineral density (BMD) and osteoporotic fractures in kidney transplantation (KT) patients and determined risk factors associated with osteoporotic fractures. The study was conducted on 191 patients (94 men and 97 women) with first KT for 3 years or more presenting stable and preserved renal function (serum creatinine levels lower than 2.5 mg/dl). KT patients were on immunosuppressive therapy and the cumulative doses of these drugs were also evaluated. BMD was determined by dual-energy X-ray absorptiometry at multiple sites (spine, femur and total body). Quantitative ultrasound of the calcaneus (broadband ultrasound attenuation, speed of sound, and stiffness index, SI) was also performed. Twenty-four percent (46) of all patients had either vertebral (29/46) or appendicular (17/46) fractures. We found osteoporosis and osteopenia in 8.5-13.4 and 30.9-35.1% of KT patients, respectively. Women had more fractures than men. In women, prevalent fractures were associated with diabetes mellitus [OR = 11.5, 95% CI (2.4-55.7)], time since menopause [OR = 3.7, 95% CI (1.2-11.9)], femoral neck BMD [OR = 1.99, 95% CI (1.4-2.8)], cumulative dose of steroids [OR = 1.1, 95% CI (1.02-1.12)] and low SI [OR = 1.1, 95% CI (1.0-1.2)]. In men, fractures were associated with lower lumbar spine BMD [OR = 1.75, 95% CI (1.1-2.7)], lower SI [OR = 1.1, 95% CI (1.03-1.13)], duration of dialysis [OR = 1.3, 95% CI (1.13-2.7)], and lower body mass index [OR = 1.24, 95% CI (1.1-1.4). Our results demonstrate high prevalence of low BMD and osteoporotic fractures in patients receiving a successful kidney transplant and indicate the need for specific intervention to prevent osteoporosis in this population.

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Cardiac contusion is a potentially fatal complication of blunt chest trauma. The effects of a combination of quercetin and methylprednisolone against trauma-induced cardiac contusion were studied. Thirty-five female Sprague-Dawley rats were divided into five groups (n=7) as follows: sham, cardiac contusion with no therapy, treated with methylprednisolone (30 mg/kg on the first day, and 3 mg/kg on the following days), treated with quercetin (50 mg·kg−1·day−1), and treated with a combination of methylprednisolone and quercetin. Serum troponin I (Tn-I) and tumor necrosis factor-alpha (TNF-α) levels and cardiac histopathological findings were evaluated. Tn-I and TNF-α levels were elevated after contusion (P=0.001 and P=0.001). Seven days later, Tn-I and TNF-α levels decreased in the rats treated with methylprednisolone, quercetin, and the combination of methylprednisolone and quercetin compared to the rats without therapy, but a statistical significance was found only with the combination therapy (P=0.001 and P=0.011, respectively). Histopathological degeneration and necrosis scores were statistically lower in the methylprednisolone and quercetin combination group compared to the group treated only with methylprednisolone (P=0.017 and P=0.007, respectively). However, only degeneration scores were lower in the combination therapy group compared to the group treated only with quercetin (P=0.017). Inducible nitric oxide synthase positivity scores were decreased in all treatment groups compared to the untreated groups (P=0.097, P=0.026, and P=0.004, respectively). We conclude that a combination of quercetin and methylprednisolone can be used for the specific treatment of cardiac contusion.

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Os estudos que relacionaram lesão renal aguda (LRA) e trauma surgiram durante a Segunda Guerra Mundial e, desde então, tem havido progressiva evolução dos cuidados para a prevenção da LRA. Entretanto, a determinação dos fatores de risco para o desenvolvimento de LRA pós-trauma permanece crucial e pode ajudar a reduzir esta complicação. OBJETIVO: Este estudo tem como objetivo identificar os fatores de risco para o desenvolvimento de LRA em pacientes com trauma grave e sua influência na mortalidade. Trata-se de um estudo retrospectivo com 75 pacientes incluídos por apresentarem trauma grave; seis foram excluídos por terem chegado ao hospital sem condições de ressuscitação. MÉTODO: As variáveis estudadas foram: idade, sexo, gravidade do trauma de acordo com Injury Severity Score (ISS) e Escala de Coma de Glasgow (ECG), mecanismo de trauma, pressão arterial média na admissão, reposição volêmica nas primeiras 24h, níveis séricos de creatinina, uso de antibióticos nefrotóxicos, tempo de internação, necessidade de internação em UTI e mortalidade. RESULTADOS: A prevalência de LRA em traumatizados graves foi de 17,3%, sendo que os fatores associados à IRA nessa amostra foram TCE, ECG < 10. A mortalidade, o tempo de internação e a necessidade de UTI foram significativamente maiores nos pacientes que desenvolveram LRA. CONCLUSÕES: A identificação desses fatores de risco é de suma importância para a formulação de estratégias de atendimento aos pacientes vítimas de trauma grave, visando à prevenção da lesão renal aguda e da elevada mortalidade.