148 resultados para Replicación del ADN
Resumo:
RESUMEN Estudios acerca de la diversidad e historia natural de comunidades de anuros son elementales para distinguir entre fluctuaciones naturales de aquellas causadas por impactos antrópicos (herramienta clave en programas de conservación), evaluar el papel que juegan en la dinámica de los ecosistemas y permitir comparaciones de gradientes de diversidad. En este contexto, se analiza la diversidad, la distribución temporal y espacial, y los turnos de vocalización de anuros de tres sitios de reproducción en los Esteros del Iberá, en el nordeste de Argentina. Los muestreos fueron mensuales entre julio de 2008 y junio de 2010. Se registraron 26 especies pertenecientes a cinco familias: Bufonidae (2), Hylidae (11), Leptodactylidae (11), Microhylidae (1), y Odontophrynidae (1). Se encontraron variaciones en la riqueza de especies por sitio, en el periodo, frecuencia y turno de vocalización y en la abundancia de machos vocalizadores. La riqueza es similar al de otros humedales similares, incluyendo un importante dominio de leptodactílidos e hílidos, patrón frecuente en ensambles neotropicales. La concentración de las especies en actividad de vocalización en los meses más cálidos y lluviosos estuvo asociada con los cambios en la temperatura y en las precipitaciones, las cuales fueron señaladas como algunos de los factores que inician la actividad reproductiva en ambientes estacionales.
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RESUMEN En el presente trabajo se describen cuatro miembros nuevos del grupoDrosophila repleta capturados en dos bosques nublados del Ecuador. Las nuevas especies fueron agrupadas dentro del subgrupo D. fasciola basados en el patrón de pigmentación del tórax y la morfología de la genitalia masculina. Drosophila inti sp. nov.,D. nigua sp. nov. y D. yambe sp. nov. fueron capturadas con trampas de banano, mientras que D. carvalhoi sp. nov. fue recolectada en inflorescencias deAnthurium sp. La pigmentación del abdomen y la forma del edeago de D. nigua sp. nov., D. yambe sp. nov. y D. carvalhoi sp. nov. indicarían que están relacionadas entre ellas, mientras que D. inti sp. nov. sería más cercana aD. linearepleta Patterson & Wheeler, 1942.
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1) "Purú-purú" é uma palavra indígena que quer dizer "pintado" ou "manchado", peculiar à Amazonia Brasileira. Com êsse nome é designada uma dermatose referida entre os selvicolas desde 1774, por Ribeiro Sampaio. Certas tribus, com alta incidência da moléstia passaram a ser cahamadas também "Purú-purús", o mesmo acontecendo com o rio onde habitavam - Rio Purús. 2) A doença existe na bacia do Rio Solimões e seus principais afluentes: Javari, Juruá, Purús, Içá, Japurá, e Negro. Por esses rios, o fóco da dermatose se continua nos países limitrofes com o Brasil: Guianas, Venezuela, Colombia, Perú (Equador) e Bolivia. 3) Desde 1890 essa dermatose foi relacionada à pinta (carate ou mal del pinto) por P. S. de Magalhães, idéa essa depois defendida por Juliano Moreira, Carlos Chagas, Roquete Pinto, Wappeus, O. da Fonseca Filho, Da Matta, Brumpt e outros, baseados na semelhança clínica e na terapêutica. Recentemente (1945), essa provavel identidade das duas dermatoses, recebeu fundamento sorológico de Biocca (que verificou a positividade das reações de Kline e Kahn em doentes de purú-purú), e, pelo presente trabalho, recebe base clínico-epidemio-anatomo-patológica. 4) Sob o ponto de vista clínico, as lesões cutaneas discromicas da moléstia, são de 3 órdens: a) lesões papulo-eritemato-escamosas, isoladas ou não, arredondadas, pruriginosas e de bordos nitidos; b) lesões maculo-escamosas, maiores mais pálidas, ás vezes já mostrando alterações pigmentares na parte central; c) máculas discromod´rmicas, lisas ou ligeiramente escamosas, com maior ou menor alteração pigmentar, as quais assumem diferentes aspéctos, consequentes à hipo - ou hiperpigmentação, variaveis também com a côr do paciente. As colorações predominantes nas manchas, são o branco, o preto e o vermelho, com tonalidades eminentemente variaveis. Embora raramente, nessas extensas dermodiscromias, observa-se superposição de lesões papulo-eritemato-escamosas. O aparecimento dos 3 tipos de leões acima citados, obedece seguramente a um processo evolutivo da dermatose, dando-se na órdem exposta e de acordo com o tempo de doença. Além das lesões discromicas, características da enfermidade, foi observado purido, e infartamento ganglionar. O estado geral dos doentes era bom. A avaliação de anemia e eosinofilia, foi prejudicada pela ocurrência de outros processos mórbidos (malaria e helmintiases). Em 2 pacientes pretos e adultos, havia avançada hiperqueratose palmo-plantar. 5) Sob o ponto de vista epidemiológico, foram feitas as seguintes observações: a) Idade. A dermtose ocorre em tôdas as idades, mais incide principalmente dos 15 aos 29 anos. Tomando um grupo relativamente homogêneo de doéntes de um mesmo local, 53% têm 15 e mais anos de idade. De 36 doentes que deram informações seguras ou aproximadas quanto à idade em que lhes apareceu a doença, verifica-se que 77% já estavam infectados antes dos 15 anos. Em 5 casos, a infecção se deu antes dos 2 anos de idade. b) Sexo. Nos doentes em conjunto, existiam 34 homens e 35 mulheres. Mas, no grupo homogeneo acima citado, havia ligeira predominância do sexo feminino (60.7%). c) Côr ou raça. Foram encontradas as seguintes percentagens: Pretos - 34.8%, brancos - 27.5% índios - 23.2% e mulatos - 14.5%. Essas diferenças não indicam predileção racial. d) Família. A A dermatose é eminentemente familial. Em grupo de 41 doentes, 34 pertenciam a 8 familias. e) Lesão inicial. Contágio. Em 6 casos ainda existia a lesão inicial, chamada "empigem", isolada ou acompanhada de outras lesões semelhantes. De 33 doentes, 26 (78.8%) referiam a lesão inicial nas partes descobertas do corpo (rosto, braços e mãos, pernas e pés), isto é regiões mais sujeitas a pequenos traumas, que servem como "porta de entrada" do treponema. Os AA não acreditam na existência de um vetor. Pensam que o contágio é direto, as condições eficientes e predisponentes do mesmo, coexistindo no domícilio, onde vivem em promiscuidade e falta de higiene, doentes e sadios. Os autores não encontraram treponemas em córtes impregnados de purú-purú, tanto de lesão recente como de lesão tardia. Atribuem o fracasso ao provável uso de antitreponemicos pelos doentes, uma vez que a terapeutica empírica pelo arsênico e mercúrio é muito espalhada na Amazônia. Histopatológicamente, encontraram na lesão recente: hiperqueratose, hiperacantose, exocitose, exoserose e espongiose na epiderme; e infiltração de células redondas, edema e diltação dos capilares no derma papilar e subpapilar; pela impregnação, acharam irregularidade na distribuição do pigmento melanico, assim como melanóforos entre as células inflamatórias do derma. Na lesão tardia observaram: notável atrofia do epiderme, reduzida às vezes , a 3 a 5 camadas celulares, havendo desaparecimento das papilas dérmicas; no derma, havia discreta infiltração de células redondas, relacionadas aos vasos sanguineos, ao lado de macrófagos melaniferos mais ou menos abundantes; pela impregnação, quanto às alterações pigmentares, foram observadas todas as graduações, desde a completa ausência de pigmento na basal, até um acúmulo notável de melanina, atingindo as próprias células de Malpighi. 7) Com o tratamento pelo neo-salvarsan os AA observaram grandes melhoras e mesmo cura aparente, com 6 a 8 injeções. Certas manifestações acromicas vitiligoides, antigas, não mostraram modificações apreciáveis com a terapêutica. 8) No Brasil, fora da Amazônia, tem sido descrito casos isolados de purú-purú, porém, na opinião dos autores, todos ou quase todos, são provavelmente, manifestações discromicas tardias de sífilis ou bouba, semelhantes aos publicados por um deles (F. N. G). Pensam do mesmo modo, quanto aos casos de pinta descritos fora da América: África, Egito, Argeria, Sahara, Trípoli, Turquestão, Filipinas, Iraque, Índia, Ceilão, etc. Ainda nesta mesma ordem de idéas, os autores negam validade ao conceito epidemiológico da existência de casos isolados, a não ser procedentes das zonas pintogenas. 9) Um dos autores (F. N. G.) emite a seguinte hipótese, que considera sugestiva, embora dificilmente demonstrável: Os treis treponemas (T. pallidum, T. pertenue e T. carateum), oriundos de um ancestral comum. tornaram-se peculiares respectivamente ao branco, ao preto e ao índio, mantendo-se assim isolados. Secundariamente, com as correntes migratórias, misturaram-se as doenças...
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El autor pasa en revista los trabajos publicados sobre el ciclo evolutivo del Trypanosoma (S.) cruzi en el huésped vertebrado, desde el descubrimiento de la enfermedad hasta nuestros días. Luego analiza las ideas de los autores modernos, fundadas en gran parte en las observaciones que ya en 1914 realizaron MAYER y ROCHA LIMA de las cuales participan actualmente ROMAÑA y MEYER, ELKELES y WOOD. Finalmente expressa que a partir de los tripanosomas infectantes los parásitos que penetram en el protoplasma celular pueden seguir dos mecanismos en su evolución hacia cuerpos leishmanioides: 1.º) Por "regresión fusiforme" y 2.º) por "regresión orbicular"; llegados a la forma leishmanioide los parásitos se multiplican por división binaria, una vez lleno el protoplasma celular, siguen un processo inverso de transformación hacia tripanosoma que puede seguir igualmente dos mecanismos diversos: 1.) "progresión fusiforme" y 2.º) "progresión orbicular". Estos diversos mecanismos de transformación están esquematizados en la fig. N.º 1 del trabajo.
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Se hace un estudio bastante detenido de los métodos colorimétricos para la determinación del fósforo y se ensayan tres agente reductores. a) Cloruro estannoso - Cuando se utiliza este reductor, se presenta una aparente desviación a la ley de Lambert Beer; los valores se ajustan a los reales mediante el procedimiento descrito por Sols. Es un reductor adecuado para concentraciones de fósforo comprendidas entre las 8 y las 25 μg; la lectura colorimétrica debe hacerse antes de los 40 minutos. b) La reducción con solución amidol (Fianl Agfa) es muy adecuada para la valorización del fósforo y sigue la ley de Beer dentro de límites de concentración entre las 2 y las 75 μg. Los tubos deben mantenerse a 37º. c) Las internsidades de color conseguidas con el 1-amino-2-naftol-4-sulfónico son buenas despues de los 15 minutos de desarrollo de color. Hay suficiente regularidad entre concentraciones y densidades ópticas. Se propone un método original para el estudio del fósforo durante la absorción intestinal. Se basa en ligeras modificaciones del clásico método de FISKE & SUBBAROW.
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En el estudio helmintológico de anfibios del género Telmatobius Wiegmann, 1834, y del pez Orestias luteus Valenciennes, 1839, de las zonas de Arequipa, Puno y del Lago Titicaca, se han encontrado nematodes de los géneros Hedruris Nitzsch, 1821 y Falcaustra Lane, 1915. Se redescribe Hedruris orestiae Moniez, 1889 y se describen cuatro especies nuevas: Hedruris moniezi sp. n., Falcaustra condorcanquii sp. n., Falcaustra pumacahuai sp. n. y Falcaustra tiahuanaquensis sp. n.
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Lutzomyia townsendi (Ortiz, 1959) es un flebótomo antropofílico con concordancia gonadotrófica, en las zonas endémicas de Leishmania brasiliensis y L. garnhami en el occidente de Venezuela. Mediante el estudio de hembras colonizadas en el laboratorio, nuliparas o paridas, de hembras silvestres alimentadas sobre voluntarios y de hembras silvestres mantenidas con sacarosa, se establecen criterios de nuliparidad con un 56,6% de confianza. En cambio, signos de paridad aparecen en un 82% de las hembras consideradas como tales. La digestión de un ingesta sanguínea inicia un ciclo gonadotrófico con oogénesis abortiva y acumulación de fosfolípidos en las células epiteliales del estómago y en las glândulas accesorias. La ovoposición completa produce un calix ovárico grueso e irregular con restos de oocitos abortivos y acumulación de pigmentos. Estos caracteres son suficientes para precisar un criterio de paridad. La presencia de fosfolípidos en el estómago y en las glândulas accesorias de hembras nulíparas es una indicación de ingesta incompleta de sangre.
Resumo:
Se describe el macho de Lutzomyia amilcari sp.n. capturado en el Parque Nacional de Yacambú, Distrito Andrés Eloy Blanco, Estado Lara, Venezuela. La especie puede ser identificada por la forma característica del parámetro. Pertenece al grupo Verrucarum, serie Verrucarum de Theodor (1965).
Resumo:
Es dada la descripción del macho y de la hembra de una nueva espécie de flebotomíneo recolectado en tronco de árboles en el Parque Nacional de Yacambú, Estado Lara, Venezuela. La nueva espécie pertenece al subgénero Helcocyrtomyia, Barrto, 1962 o al grupo vexator, série peruensis de Theodor (1965) y de Young & Fairchild (1974). El macho se identifica por la presséncia de 5 espinos en el dististilo y por el mechón de cerdas largas en el basistilo, implantadas en tubérculos gruesos y queratinizados. La hembra a la vez presenta armadura dl cibário con 4 dientes largos y una espermateca segmentada semejante a las de otras espécies de la série peruensis.