11 resultados para genital

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Material utilizado no Curso Autoinstrucional de Capacitação em Atenção Integral à Saúde Sexual e Reprodutiva II, produzido pela UNA-SUS/UFMA e voltado para os médicos que atuam na Atenção Básica. Este material aborda o herpes simples vírus causador da herpes genital, trazendo informações sobre suas características, os tipos do vírus, suas manifestações e primo-infecção.

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O curso 'Atenção à Saúde do Genital Masculino' se destina a instruir o médico a cuidar dos doentes com afecções que atingem a genitália masculina. Com o objetivo de tratar, com fins paliativos ou curativos, bem como fazer o diagnóstico diferencial das enfermidades que podem atingir todos os órgãos e funções do aparelho genital masculino, o médico será instruído a como indicar e lançar mão da variada gama recursos diagnósticos disponíveis e de tratamentos clínicos e medicamentosos, assim como de abordagens cirúrgicas de porte ambulatorial, pequeno, médio, grande porte, baixa, média e alta complexidade. Para isso, o curso apresenta as doenças e condições patológicas genitais mais prevalentes na população brasileira, as diversas formas de diagnosticá-las e os meios de tratamento mais adequados e eficazes para preveni-las e/ou tratá-las. Desta forma, cumpre-se o objetivo de orientar o médico generalista sobre como melhor abordar e encaminhar os pacientes que atenderá, se apresentarem doenças genitais. Esta habilidade será auferida durante e ao final do curso, por meio das avaliações.

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O objeto começa com uma citação sobre a investigação e o tratamento do sangramento uterino anormal e lembra que, apesar de ser o principal sintoma do carcinoma genital, na maioria das vezes o sangramento não está associado à doença orgânica. Destaca que as equipes devem contemplar estratégias de educação, informação e busca ativa, visando ao rastreamento de carcinomas. Aborda a síndrome pré-menstrual, ou tensão pré-menstrual, e suas características e definição. Destaca que exames complementares devem ser realizados na síndrome pré-menstrual, sendo indicados para o diagnóstico diferencial de pacientes com suspeita de apresentarem patologias associadas, além de questões sobre tratamento e medidas gerais. Apresenta observações sobre a associação entre síndrome pré-menstrual e violência sexual, lembrando que a equipe de saúde deve discutir estratégias para identificar casos. Conclui ressaltando que a anamnese e o exame físico, na maioria das vezes, são suficientes para o diagnóstico de fluxo vaginal anormal, sendo que a avaliação completa inclui exame microscópico a fresco, mensuração do pH vaginal e cultura de secreção vaginal quando houver necessidade, sendo que a secreção vaginal com características anormais pode ser dividida em três grupos principais: mucorreias, vulvovaginites e cervicites. Termina trazendo uma apresentação que aborda os tipos de câncer que podem acometer o aparelho reprodutor feminino e dados atuais sobre o tema. Unidade 6 do módulo 6 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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Tópico 1 – O papel da equipe multiprofissional O tópico aborda a necessidade de uma concepção de saúde ampliada de saúde da mulher e suas variáveis conforme diversos contextos, faixas etárias e populações específicas, assim como do atendimento humanizado e integral e de projetos terapêuticos relativos a diferentes temas. Trata, também, das questões referentes aos diferentes tipos de câncer ginecológico e realização de ações de educação, prevenção, informação, por parte das equipes multidisciplinares, eixos norteadores de conhecimentos, indicadores de morbimortalidade, intercorrências frequentes: fatores de alteração do ciclo menstrual, carcinoma genital, sangramento uterino disfuncional e sua classificação, incidência e classificação da dismenorreia, síndrome pré-menstrual, fluxo vaginal anormal e prurido vulvar. Tópico 2 – Tipos de câncer ginecológico mais frequentes O tópico aborda a grande incidência de morbimortalidade e o pequeno índice de prevenção e realização de exames para detecção dos dois principais tipos de câncer ginecológico: câncer de mama e câncer de colo uterino. Mostra os principais fatores de risco relativos à vida reprodutivos, taxas de incidência, principais estratégias de rastreamento do MS, sinais e sintomas do câncer de colo uterino, exame Papanicolau e novos métodos de rastreamento, HPV. Apresenta, também, uma reflexão sobre as defasagens, lacunas, avanços técnicos e acesso da população aos mesmos. Conteúdo Online do módulo de Atenção integral à saúde da mulher: Ações da clínica e do cuidado nas principais queixas e agravos ginecológicos para enfermeiro. Unidade 4 do módulo 12 para dentista que compõe o Curso de Especialização Multiprofissional em Saúde da Família.

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O Vídeos abordam Infecções pelo HPV; Síndrome de Úlcera Genital; Síndrome de Corrimento Uretral Masculino e Infecção pelo HPV e Síndrome de Corrimento Vaginal/Cervical Feminino e DIPA.

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Este vídeo integra o curso Doenças infectocontagiosas na Atenção Básica à Saúde (2016) e apresenta medidas de assistência e diagnóstico da Aids e DST na Atenção Básica

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O câncer de colo de útero é um problema de saúde pública, felizmente, dispõe de tecnologia de baixo custo para prevenção e detecção. Sua prevenção é realizada através de ações que visem reduzir a exposição aos fatores de risco, pela vacinação contra o HPV, e sua detecção, através do exame de Papanicolau. Este trabalho objetivou realizar uma reflexão sobre o câncer do colo uterino, a importância do exame de Papanicolau e estimular a procura pelo serviço de prevenção e assistência, através de encontros com as pacientes. Nesses encontros, foi distribuído material educativo para ampliar o conhecimento das pacientes sobre anatomia genital feminina, exame preventivo e fatores relacionados a este câncer. É fundamental a orientação sobre a definição e periodicidade da realização do exame, esclarecimento da população sobre os fatores de risco associados ao HPV pelos serviços de saúde, além da garantia de acesso aos métodos de diagnóstico e tratamento adequados.

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O câncer do colo do útero é causado pela infecção por alguns tipos do papilomavírus humano. A infecção genital por este vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, podem ocorrer alterações celulares que poderão evoluir para o câncer. Tais alterações são descobertas facilmente no exame preventivo de papanicolau e são curáveis na quase totalidade dos casos. Este trabalho objetiva usar a educação em saúde para levar as mulheres a fortalecer/construir o vínculo com a Unidade Básica de Saúde e aderir ao exame de papanicolau. Com isso serão realizados encontros para a construção de conhecimento, bem como mutirões para a realização do exame de papanicolau na área estudada. A educação em saúde é de suma relevância para o sucesso do trabalho em equipe, é através dela que conseguimos construir/fortalecer o vínculo com a população, para promover saúde e trazer os princípios da atenção básica à prática.

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O câncer do colo do útero é a neoplasia maligna mais freqüente do trato genital feminino no Brasil e no mundo é a quarta causa. Trata-se de uma doença de crescimento lento e silencioso, porém totalmente curável se prevenido se tratado precocemente. Diante do aspecto epidemiológico que esta doença ocupa este estudo objetiva avaliar a qualidade do registro do Sistema de informação do Câncer do Colo do Útero no município de Araxá. Trata-se uma pesquisa descritiva, exploratória, a partir de uma investigação bibliográfica dos estudos da literatura, realizada por meio dos portais da Biblioteca Virtual em Saúde, Biblioteca Virtual do CEABSF, usando os descritores: Neoplasias do Colo do Útero, Sistemas de Informação. As bases de dados consideradas foram Lilacs (Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências de Saúde), Scielo (Scientific Electronic Library on Line) e Medline (Literatura Internacional em Ciência da Saúde), sendo selecionados os artigos que abordavam os assuntos relacionados ao objetivo da pesquis . O critério de amostra foi pré-determinada, pois a amostra não foi á nível municipal e sim de determinado setor que realiza o atendimento da atenção secundária da rede pública da cidade. Os dados coletados da Unidade Básica de Saúde representam uma pequena amostra dos exames realizados no município, uma vez que não existem dados computados no Sistema de Informação do Colo de Útero do município. Os dados foram levantados no mês de abril de 2011, manualmente, por meio do registro de resultados de exames de citologia, colposcopia, biópsia e cauterização realizada no período de janeiro á dezembro de 2010 na Unidade. Não existe um Sistema de informação nas Unidades Básicas de Saúde do município, o que dificulta a compilação e análise dos dados levantados. A busca ativa e rastreamento das mulheres para realização de exames ginecológicos são ações presentes no dia a dia dos profissionais de saúde desta unidade, isto garante freqüência regular ao ginecologista e realização de exames ginecológicos dentro do período preconizado pelo Ministério da Saúde em 2006. No município de Araxá, o SISCOLO não é alimentado pelo município, devido ao errado fluxo que ocorre a nível regional, ou seja, os laboratórios prestadores de serviços digitam a base de dados, mas transferem esses dados para regional de saúde que se encontra em Uberaba.A GRS (Gerência Regional de Saúde) após consolidação destes dados envia relatórios aos municípios para que realizem busca ativa e seguimento das mulheres com resultados alterados de citopatológico. Conclui-se que é preciso informatização e base de dados mais sólidos, para informações mais claras e objetivas no intuito de desenvolver trabalhos educativos diante dos dados coletados. Salientamos ainda que a prevenção não depende somente de aspectos técnicos, mas também de ações de educação em saúde, que devem orientar a prática dos profissionais para desenvolver ações de prevenção e detecção precoce do câncer de colo uterino.

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O Brasil gasta 160 milhões por ano em cuidados com as vulvovaginites. Cerca de 75% das mulheres apresentam este tipo de acometimento. As vulvovaginites estão entre os problemas de saúde mais comuns nos consultórios da Atenção Básica, sendo o exame de Colpocitologia Oncótica (Papanicolau) um importante método para o reconhecimento e controle dessas alterações inflamatórias e infecciosas do trato genital feminino. O objetivo deste trabalho é intervir sobre os fatores sociais e biológicos que aumentam a incidência de vulvovaginites na população assistida pela Política Nacional de Atenção Básica e diminuir as complicações causadas por suas morbidades. Serão convidadas para participar do plano de intervenção mulheres com idade acima de 18 anos assistidas pela Unidade Básica de Saúde Bela Vista, em Bacabal, Maranhão. Ressalta-se a importância da orientação e educação nesse contexto social, abordando temas simples como cuidados com higiene, educação sexual e o valor da realização do exame Papanicolau.

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Este material traz informação sobre a abordagem, diagnóstico e manejo das principais DSTs. Entre os tópicos abordados, estão: Úlceras genitais; Corrimento uretral ou síndrome uretral; Corrimento vaginal; Dor pélvica; Infecção pelo papilomavírus humano (HPV)/verruga genital; Sífilis.