303 resultados para Atenção precoce


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O presente estudo teve como objetivo elaborar uma proposta de organização de trabalho da Atenção Primária à Saúde com vistas à detecção precoce do Câncer de Mama Feminino no Município de Lamim. Na metodologia foi realizada a revisão de literatura com a utilização de artigos das bases de Scielo, Lilacs, sites como do Instituto Nacional do Câncer e do Ministério da Saúde publicados entre o período de 2000 a 2010. Esta pesquisa confirmou que o câncer de mama feminino é uma doença em curso ascendente. Representa a primeira causa de morte por neoplasias entre as mulheres no país, 60% dos tumores mamários são diagnosticados em estádios avançados, sua etiologia ainda não está totalmente esclarecida, mais frequente em mulheres com mais de 50 anos, a região Sudeste é a mais incidente. Foi considerada a conduta mais eficaz o diagnóstico precoce por meio do rastreamento utilizando o exame clínico das mamas e a mamografia. Pretende-se realizar o rastreamento em 70% das mulheres acima de 35 anos para reduzir a mortalidade por câncer de mama no Município de Lamim em 30% nos próximos 20 anos.

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Este trabalho discorre sobre o aleitamento materno e o desmame precoce. O objetivo é apresentar o histórico do aleitamento materno, as causas e conseqüências do desmame precoce e os programas de incentivo ao aleitamento materno no Brasil. A exclusividade do aleitamento materno até os seis meses de vida, complementado adequadamente a partir desta idade e sua manutenção até os dois anos ou mais, pode ser considerado o hábito mais saudável nessa faixa etária, pois proporciona inúmeros benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê. Contudo, as medianas do aleitamento materno e do aleitamento materno exclusivo estão abaixo do que é recomendado. São muitos os fatores que estão associados ao desmame precoce; assim, existe a necessidade de implementar e disseminar iniciativas que ajudem a promover maior sucesso do aleitamento materno. Neste trabalho são descritos os programas de: alojamento conjunto, programa mãe-canguru, iniciativa hospital amigo da criança, projeto carteiro amigo e bombeiro amigo da criança.

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Trabalho de conclusão de curso de especialização em saúde da família que teve como objetivo refletir acerca da importância das práticas educativas na prevenção do desmame precoce. A busca de publicações científicas na base de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (Lilacs e Scielo), e consultas a protocolos e documentos do Ministério da Saúde foram fundamentais para construção da revisão bibliográfica. Após leitura atenta de todo material selecionado, e observando os objetivos do trabalho, chegou-se aos temas: fatores responsáveis pelo desmame precoce; conseqüências do desmame precoce e a importância das práticas educativas na prevenção do desmame precoce. Fatores socioeconômicos, culturais e biológicos são apontados como responsáveis pelo desmame precoce. Na atenção primária de saúde o desenvolvimento de práticas educativas, utilizando-se da pedagogia problematizadora, pode ser um caminho na prevenção do desmame precoce.

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Este trabalho teve como objetivo revisar na literatura a importância do aleitamento materno, prevalência e as principais causas do desmame precoce no Brasil. "A prática da amamentação vem sendo relatada desde os primórdios em várias culturas e sempre com simbolismos que reforçam a importância dessa prática". Em todo o mundo vem se alcançando os objetivos de proteção, promoção e apoio à amamentação. No entanto, no Brasil, a prática da amamentação exclusiva ao peito até o 6º mês de vida do neonato é algo que ainda faz parte do imaginário de alguns profissionais de saúde, pois o desmame precoce é muito comum. As vantagens do aleitamento materno são indiscutíveis para o lactente nos primeiros seis meses de vida, pois possui alta digestibilidade, nutrientes necessários para o neonato. Conclui-se que, apesar dos inúmeros dados que comprovam os benéficos e a necessidade do aleitamento materno exclusivo, no Brasil o desmame precoce ainda é prevalente. E dentre as principais causas, a idade e escolaridade da mãe, bem como a sua inserção no mercado de trabalho, dentre outras, são as principais causas encontradas. A amamentação não é só um ato biológico, ela está relacionada à cultura, portanto, influenciada por mitos e crenças que vem sendo construídos ao longo da história da humanidade como uma herança sociocultural e, por muitas vezes, influenciando negativamente no sucesso do aleitamento materno. Poucas mulheres demonstraram que conhecem o tempo certo para a introdução de alimentos (tanto líquidos quanto sólidos) e a maioria das mulheres ainda acreditam que é preciso introduzir líquidos antes dos seis meses.

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O estudo teve como objetivo realizar um levantamento estratificado do risco cardiovascular dos pacientes hipertensos vinculados à Equipe 01 do Centro de Saúde São Tomás em Belo Horizonte, Minas Gerais. O estímulo inicial foi a observação de que não havia um programa específico de atenção aos hipertensos, algo que seria fundamental na Unidade Básica de Saúde para prevenção de agravos, recuperação da saúde e promoção da saúde. Tratou-se de uma pesquisa de caráter descritivo e quantitativo, através da qual foram coletados dados a partir de prontuários dos hipertensos. As referências de maior ênfase para o presente estudo foram as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (2010). Os prontuários foram selecionados de acordo com a atualização recente de exames e presença de informação acerca de importantes características dos pacientes tais como: idade, sexo, pressão arterial, tabagismo, etilismo, peso, perímetro abdominal, dislipidemia, diabetes, histórico de doenças cardiovasculares precoces na família, lesões de órgãos alvo, condições clínicas associadas, doença renal crônica e síndrome metabólica. Dentre os 309 hipertensos pertencentes à Equipe 1, foram selecionados 115 para inclusão na pesquisa. Para cada fator de risco foram diferenciadas a prevalência entre mulheres e homens. Além da própria hipertensão arterial, os fatores de risco cardiovascular com maior prevalência foram excesso de peso (77,4), aumento do perímetro abdominal (66,1), idade (57,4), síndrome metabólica (32,2) e diabetes mellitus (39,1). Já dislipidemia (13,9), tabagismo (12,2), condições clínicas associadas (11,3), o histórico de DCV precoce na família (9,5), doença renal crônica (9,5), etilismo (7,8), e as lesões em órgãos alvo (5,2) apresentaram prevalência menor entre a população alvo. Notou-se que as mulheres se sobressaíram em maior número de fatores de risco comparando-as aos homens. O Risco Cardiovascular Global do conjunto de hipertensos foi levantado e concluiu-se que 54 deles tem risco alto ou muito alto de desenvolver doenças cardiovasculares (DCV), 28 têm risco moderado e 18 possuem risco basal ou baixo risco. Apesar da importância da estratificação do risco cardiovascular foram escassos os estudos encontrados com este objetivo. O estudo permitiu uma visualização ampla e ao mesmo tempo específica da população hipertensa, podendo mostrar, por exemplo, que quanto mais avançada a idade, maior o risco de DCV. Possibilitou a obtenção de dados para um planejamento estratégico de ações que possam prevenir agravos, tratar precocemente aqueles que surgirem e promover melhor qualidade de vida aos hipertensos usuários dos serviços prestados pela Unidade Básica de Saúde.

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O câncer bucal está entre os dez cânceres mais freqüentes no segmento cabeça e pescoço, mas apresenta grande índice de sobrevida em relação a outros tipos da doença, principalmente se detectado precocemente. No entanto muitos casos dessa doença são detectados em avançado estágio de desenvolvimento, o que compromete o tratamento e qualidade de vida dos afetados. Acredita-se que os profissionais de saúde devam ser capacitados para detectar precocemente e serem capazes de instruir a população a identificar sinais e sintomas da doença. O objetivo desse trabalho foi realizar uma revisão de literatura sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer bucal. Foi realizada revisão de literatura, a partir de pesquisa bibliográfica na Bireme nas bases de dados BBO, Scielo e Lilacs, por publicações feitas em língua portuguesa, datadas no período de 1998 a 2010. Aplicados critérios de exclusão foram selecionados 10 artigos para leitura e análise. Os resultados apontam para a necessidade de uma maior atuação do cirurgião-dentista na detecção precoce da doença; por outro lado são poucos os trabalhos que definem estratégias a serem seguidas por esses profissionais nesse trabalho preventivo. Tal lacuna deve servir de alerta, de tal forma que mais trabalhos possam ser realizados focando o papel do cirurgião-dentista como agente preventivo e promotor de saúde para o câncer bucal.

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O desmame precoce é um tema que vem sendo discutido com frequência, pois é importante para a saúde das crianças. Sua relevância consiste na importância de conhecer e definir as causas que levam à interrupção do aleitamento materno, para desenvolver ações direcionadas ao aumento do tempo dessa prática e consequente desenvolvimento pleno infantil. Em vista disso, levantou-se a seguinte problemática: quais as principais causas de desmame precoce relatadas na literatura atual? Com o objetivo de descrever os principais fatores de risco que levam às mães a cessarem o aleitamento materno, a partir da literatura atual, optou-se por uma pesquisa bibliográfica, com busca de artigos publicados nos últimos cinco anos, através do descritor "desmame" na base Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências e Saúde (LILACS). Foram incluídos estudos disponibilizados em português na íntegra, com abordagem do aleitamento materno até o sexto mês. Analisaram-se dezessete artigos, os quais apontaram como principal fator de risco para o desmame precoce o uso de bicos artificiais, sendo citado em dez dos artigos selecionados. Alguns autores identificaram, no entanto, a chupeta como um sinal de dificuldades no aleitamento. Assim, o uso de chupetas deve ser sinal de alerta para os profissionais de saúde. O segundo fator mais citado foi a "mãe fora de casa", provavelmente devido ao retorno da licença maternidade de algumas mães, situação que as afasta dos seus bebês por aproximadamente oito horas diárias. Outros fatores citados foram o nível (falta) de informação da mãe sobre o aleitamento materno, menor a escolaridade materna, a introdução de outros líquidos, como chá e água, nos primeiros dias de vida, dificuldades iniciais com a amamentação enfrentadas pelas mulheres, problemas mamários, evidenciados pela existência de mamilos doloridos, trauma mamilar, ingurgitamento mamário, baixa produção de leite, mastite, abscesso mamário, candidíase, mamilos planos ou invertidos. O profissional de saúde também foi identificado como fator de risco para o desmame precoce, especialmente o profissional médico pediatra e obstetra. Conclui-se, portanto, que a partir do reconhecimento dos principais fatores de risco ao desmame precoce, no estudo, identificados o uso da chupeta e o afastamento da mãe devido ao trabalho, torna-se possível melhor assistência ao binômio mãe-filho e efetivo incentivo ao aleitamento materno.

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A saúde bucal da criança constitui-se em importante tema que deve ser tratado dentro da Atenção Primária a Saúde. O contato, após o nascimento da criança, ou preferentemente durante o pré-natal, entre os membros da equipe da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e os pais representa uma oportunidade para estimular escolhas saudáveis, quanto aos conceitos e às práticas adequadas à saúde bucal. Este trabalho teve como objetivos formular propostas, a partir da revisão de literatura, voltadas para orientar pais e responsáveis por crianças na faixa etária entre 0 e 3 anos quanto à promoção, prevenção e diagnóstico precoce de enfermidades relacionadas à saúde bucal, em particular a cárie dentária. A revisão foi realizada na BIREME, nas bases BBO, MEDLINE E LILACS, por artigos publicados no período de 1995 a 2010 na língua portuguesa. Foram selecionados 19 artigos para leitura e análise. Os resultados apontam, entre outros, para orientação da gestante e da dieta, controle mecânico do biofilme bucal e uso racional do flúor, ficando ainda claro que os conhecimentos advindos de diferentes áreas da saúde são imprescindíveis para uma abordagem adequada para a saúde bucal nesse grupo etário.

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Foi realizada uma revisão de literatura sobre câncer bucal a partir de 2000, em língua portuguesa. A etiologia é detalhada e aspectos epidemiológicos são apontados, tanto em nível mundial quanto em relação às estatísticas brasileiras. Enfocou-se, principalmente, como as medidas de prevenção podem ser simples, como o auto-exame, e eficientes no controle do aparecimento ou como auxiliar na cura da doença. Descrevem-se aspectos sobre as sequelas causadas em pacientes com este tipo de câncer, tempo estimado de sobrevida e a organização da saúde pública para o seu enfrentamento. O presente estudo deixa claro a importância do diagnóstico precoce e do tratamento imediato, assim como a necessidade de uma reorganização do sistema de saúde como um todo, incluindo a concatenação de esforços junto a entidades odontológicas como Conselho Regional de Odontologia, Associação Brasileira de Odontologia, Sindicato dos Odontólogos, Universidades e demais instituições de ensino odontológico. A odontologia insere-se neste grave problema de saúde pública que é o câncer bucal por possuir importante atuação na prevenção, no diagnóstico, no planejamento e na reabilitação do paciente.

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A magnitude e a transcendência da hanseníase nos indicadores brasileiros fizeram com que esse problema fosse incluído no grupo das áreas estratégicas mínimas da Atenção Primária à Saúde (APS) a serem desenvolvidas a partir de recentes diretrizes políticas da assistência à saúde no Brasil. No entanto, na prática observa-se que as ações para a eliminação da hanseníase ainda encontram-se centralizadas e pouco difundidas dentro do trabalho das Equipes Saúde da Família (ESF's). O presente estudo teve como objetivo analisar os limites e as possibilidades de implantação do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PCNH) nas equipes do Programa Saúde da Família (PSF). Utilizou-se como metodologia a revisão integrativa. Apesar dos poucos registros de estudos no Brasil avaliando a relação entre os indicadores epidemiológicos e as ações de intervenção da doença, percebe-se que a descentralização é um instrumento capaz de ampliar o acesso aos serviços de saúde, possibilitando a integração das atividades de detecção precoce de casos novos, tratamento poliquimioterápico, prevenção de incapacidades e vigilância de comunicantes. No entanto, observou-se que os profissionais das ESF's ainda possuem dificuldade em priorizar as ações de prevenção, controle, diagnóstico, tratamento e reabilitação das incapacidades desse agravo frente aos demais programas da atenção primária a saúde. A rotatividade de profissionais médicos, a precarização dos direitos trabalhistas dos profissionais que atuam nas ESF's, a deficiência em educação permanente, a ausência de recursos materiais e a falta de vontade política da gestão local são fatores que influenciam o não preparo das ESF's para realizar as ações de controle da hanseníase. Conclui-se que o diagnóstico mais precoce da hanseníase pode colaborar na interrupção do ciclo de transmissão da doença, além de atuar reduzindo ou evitando a incapacidade nos pacientes. Algumas experiências encontradas na literatura evidenciaram que é possível implantar o PNCH nas unidades do PSF, mas que, para isso, é preciso superar os limites relatados nesse trabalho, assim como garantir um sistema efetivo de referência e de contra-referência.

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O presente estudo aborda a Insuficiência Renal Crônica (IRC) na Atenção Primária à Saúde (APS) no município de Santa Luzia-MG. Tem como objetivo demonstrar à Equipe de Saúde da Família Amarela a importância da identificação precoce da população e dos fatores de risco para a Doença Renal Crônica (DRC), levantar as principais estratégias para a prevenção na APS e buscar melhorias quanto ao manejo dos usuários portadores de HAS - Hipertensão Arterial Sistêmica- e DM - Diabetes Mellitus-, evitando a instalação da DRC. Realizou-se revisão da literatura nas bases de dados BVS, Lilacs e SciELO, além de livros e cartilhas referentes ao assunto, publicados no período de 1998 a 2010. Com o desenvolvimento do estudo concluiu-se que o PSF - Programa de Saúde da Família - assume grande co-responsabilidade na prevenção da IRC, por ser principal porta de entrada aos usuários do SUS - Sistema Único de Saúde-, dos quais a maioria são portadores de HAS e DM e devem ser acompanhados de forma mais sistemática, a fim de evitar co nsequências desfavoráveis ao modo de vida, reduzindo-se, assim, a qualidade de vida.

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As maloclusões e disfunções craniomandibulares devido a sua elevada prevalência têm se tornado objeto de interesse da Saúde Pública. Diante disto e das implicações negativas destas patologias sobre o indivíduo, este trabalho pretende auxiliar o cirurgião-dentista da atenção básica e demais profissionais, na prevenção, diagnóstico e busca de um tratamento precoce. A maloclusão está relacionada ao desenvolvimento anormal da oclusão, que leva a alterações tanto do ponto de vista estético nos dentes e/ou face, quanto do ponto de vista funcional, no que diz respeito à oclusão, mastigação e fonação. As causas são várias, tais como anomalia de número, tamanho e forma, perda prematura e retenção prolongada de decíduos, erupção tardia dos permanentes e erupção anormal, anquilose, cárie dental, restaurações inadequadas, freios e bridas anormais, hereditariedade, moléstias ou deformidades congênitas, ambiente, alteração de metabolismo e enfermidades predisponentes, deficiência nutricional, hábitos deletérios, pressões anormais, postura, acidentes e traumatismos. Os hábitos deletérios merecem destaque pelo seu potencial de alterações e por poderem ser evitados, desde que haja orientação. Já a disfunção craniomandibular pode ser causada por ansiedade, estresse, vícios posturais, hábitos deletérios e fatores anatomoclusais, que inclui sobrecarga da ATM, patologias articulares. Como forma de prevenção destas alterações podemos citar a amamentação natural, que deve ser incentivada, pois, além dos seus benefícios nutricionais, imunológicos e emocionais, influi num correto desenvolvimento craniomandibular e de órgãos fonoarticulatórios. A orientação também se constitui em uma ferramenta de prevenção. Desta forma o cirurgião-dentista e os profissionais da atenção básica devem munir-se de informações a fim de orientar os pais na prevenção dos problemas de oclusão e de desenvolvimento craniomandibulares de seus filhos. Medidas como estimulação do correto aleitamento materno, prevenção de hábitos deletérios, remoção adequada destes quando instalados, interceptação dos danos e encaminhamento precoce quando necessária a intervenção de outro profissional são extremamente importantes e deve fazer parte das ações do cirurgião-dentista da atenção básica. Além disso, uma interação multiprofissional e um vínculo maior destes com os pacientes é importante para que o tratamento seja eficaz.

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A gravidez na adolescência é considerada por muitos gestores e profissionais de saúde como um problema de saúde pública e um acontecimento de precocidade no ciclo de vida. Anteriormente, a taxa de fecundidade na faixa etária de 15 a 19 anos apresentava crescimento em relação às demais faixas etárias. No entanto, estudos recentes apontam que o aumento da incidência da gravidez na adolescência, se deve ao início precoce da vida sexual associado à ausência do uso de métodos contraceptivos, além da dificuldade de acesso a programas de planejamento familiar. Diante da dificuldade de se captar e acompanhar precocemente as gestantes adolescentes do município de Augusto de Lima - MG, este trabalho teve como objetivo elaborar um instrumento para orientar os profissionais de saúde do município para que assim juntos possamos buscar estratégias para captação das gestantes no primeiro trimestre de gestação e melhoria dos atendimentos dessas usuárias. Para a elaboração da proposta foi realizada uma revisão bibliográfica em periódicos nacionais cadastrados na Biblioteca Virtual da Saúde, com acesso ao texto integral em português e levantado a partir de descritores definidos com a finalidade de identificar a produção já existente sobre o tema. Utilizou se ainda parâmetros e ações preconizadas para a assistência ao pré-natal, parto e puerpério contidas nas linhas guias da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e nos Manuais do Ministério da Saúde e adaptadas as condições locais do município de Augusto de Lima - MG.

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Muitas são as causas do desmame precoce no Brasil. É sabido que ele é prevalente e está diretamente associado à morbi mortalidade da criança e aumento da prevalência de doenças para as mães. Assim, este estudo objetivou conhecer, por meio de uma revisão bibliográfica, os aspectos relacionados às causas do desmame precoce e as estratégias para sua prevenção. O material bibliográfico foi buscado na LILACs, no SciELO e em sites oficiais do Ministério da Saúde. Os descritores usados para pesquisa foram: aleitamento materno e desmame precoce. A leitura e análise dos textos geraram três temas de análise: O aleitamento materno; Causas do desmame precoce e políticas de prevenção e Estratégias para prevenção do desmame precoce. Os resultados apontam que os fatores relacionados ao desmame são, principalmente: falta de informação materna; desinteresse, volta à jornada de trabalho, transmissão de doenças para o filho, uso de medicamento, idade precoce da mãe, entre outros. A estratégia mais efetiva é a educação materna quer seja em nível individual quer seja por meio de grupos operativos. Este estudo gerou a necessidade de se construir coletivamente uma cartilha para ser trabalhada desde o pré natal com vistas a proporcionar maior discernimento e autonomia para a mulher.

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Este estudo relata a trajetória da autora durante o Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família oferecido pelo NESCON/UFMG, onde foram ofertadas diversas disciplinas na área da saúde da mulher, saúde do adulto, saúde do idoso e saúde da criança. No decorrer do curso, o módulo Saúde da Criança e do Adolescente - Crescimento desenvolvimento e alimentação, em especial a seção sobre aleitamento materno, instigou a autora a ampliar seus conhecimentos sobre a amamentação. Portanto este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão bibliográfica acerca da amamentação e dos fatores associados ao desmame precoce. Foi realizado um levantamento bibliográfico utilizando as Bibliotecas Virtuais Lilacs e Scielo, nas publicações da Biblioteca Virtual CEABSF artigos, teses e dissertações escritas na língua portuguesa sobre o tema. Esta pesquisa possibilitou compreender que amamentação influencia no crescimento e desenvolvimento das crianças, reduz os índices de morbi-mortalidade por doenças infecciosas, protege contra diarréias, doenças crônicas e alergias. Diante da importância que a amamentação apresenta para a criança, para a mãe e para a família foram apresentadas políticas de incentivo ao aleitamento materno que devem ser trabalhadas entre os profissionais que atuam na Atenção Básica a saúde.