114 resultados para Enfermagem - Educação continuada


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O município de Urucurituba – AM possui deficiências referentes à saúde local, tais quais baixos índices de cobertura de programas do Ministério da Saúde, precariedade de medicamentos e exames, e baixo investimento na educação em saúde. Dentre esses observamos que a saúde do idoso era completamente negligenciada, pois não havia sequer atendimento instituído à esta população. O presente trabalho versa sobre os desafios da implementação do programa saúde do idoso neste cenário amazônico através do projeto de intervenção. Foram realizadas análises situacional e estratégica, e assim traçada a melhor tática para abordar cada aspecto. Desenvolveram-se metas e ações para quatro eixos, são esses: monitoramento e avaliação, organização e gestão do serviço, engajamento público e qualificação da prática clínica. Assim ao final de doze semanas conseguimos instituir o mesmo com 66,9% de cobertura do programa e ofertar, não somente atendimentos clínicos apropriados para 95,1% dos idosos cadastrados, como também obtivemos grande êxito ao cadastrar s idosos acamados, dos quais 95,7% receberam visita domiciliar da equipe multiprofissional. A educação em saúde também foi um importante meio de troca de conhecimentos e, através da mesma, transformamos os profissionais e usuários, ofertando educação continuada em saúde, orientações nutricionais, estímulo à prática de atividades físicas, cuidados com a higiene bucal entre outros temas. Mobilizamos o serviço para torná-lo organizado ao estabelecermos turnos de atendimentos, delimitação de prioridades e instrumentos para monitorização da qualidade. Por outro lado as ações em saúde bucal foram prejudicadas devido a problemas estruturais e não atingimos a cobertura desejada. Assim buscamos trabalhar de forma multidisciplinar a fim de proporcionar ao usuário uma abordagem holística e eficiente, garantido os princípios doutrinários do SUS.

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O pré-natal é uma ação que merece ser cuidadosamente tratado pelos profissionais da saúde materno-infantil, visto que a falta de adesão ao mesmo pode ser considerado como um grave problema de saúde pública. O objetivo deste projeto de intervenção (PI) foi aumentar a adesão ao pré-natal na unidade Estratégia Saúde da Família Urbana do município Jaraguari, estado de Mato Grosso do Sul. O PI foi desenvolvido de janeiro a junho de 2014, tendo como público alvo seis gestantes do território adscrito. Foram realizadas atividades de educação em saúde, consulta de enfermagem e visitas domiciliares. Como resultados obtivemos que a adesão ao pré-natal de Jaraguari/MS de forma geral foram alcançados, foi possível implementar o Programa de Pré-natal promovendo interação entre o conhecimento técnico e o popular através da pedagogia em forma de diálogo. Podemos concluir que frente ao papel social da atenção básica de saúde e em especial no atendimento a gestantes, a equipe deve se empenhar ao máximo para prestar uma assistência de qualidade e humanizada.

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Este trabalho apresenta uma reflexão sobre as "Ações do Programa de Saúde da Família (PSF) direcionadas ao cuidador no contexto domiciliar", fruto de uma pesquisa feita durante o período em que atuei neste Programa com idosos dependentes, no bairro Serra Verde, em Belo Horizonte. O estudo discute a importância do papel do cuidador familiar de idosos dependentes e sua relação com a equipe que atua no PSF, e analisa as ações de suporte técnico e emocional de que ele necessita. A partir de uma análise da literatura brasileira sobre o assunto, publicada no período de 2000 a 2010, observou-se que a visita domiciliar consiste no principal instrumento de abordagem das equipes de PSF, seguida, com expressão menor, pelos grupos operativos e ações educativas. O grande desafio que se apresenta consiste em se realizar estratégias eficazes direcionadas para o suporte ao familiar cuidador - que se ressente de uma sobrecarga emocional, não raro afetando o próprio idoso que acaba se assumindo como um "peso" ou um "rejeitado" - aliadas à necessidade crescente de um programa de cursos e pesquisas voltado para os profissionais dessa área possibilitando o conhecimento de técnicas mais eficazes e um maior envolvimento com a realidade dominante nos domicílios. Cabe um programa de educação continuada, em que os profissionais se sintam valorizados e responsáveis, com oportunidade para uma reflexão imprescindível sobre sua própria velhice. Estudos sobre as formas de se atuar dentro deste contexto são necessários para o auxílio na formulação de estratégias e de políticas direcionadas a esta temática.

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A Estratégia de saúde da família (ESF) atualmente consolidada como importante estratégia assistencial à saúde e adotada pelo Sistema Único de Saúde nasceu da experiência acumulada pelo Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) no Ceará. Esta objetivava com a figura do ACS (Agente Comunitário de Saúde) criar oportunidade de emprego para as mulheres na área da seca, além de contribuir para a queda da mortalidade infantil, priorizando a realização de ações de saúde da mulher e da criança e, para isto, bastava a ele morar na comunidade e saber se comunicar. Porém, com a reformulação do modelo assistencial a saúde e a implantação do PSF o papel do ACS foi ampliado, saiu do foco materno infantil para abranger a família e a comunidade, além de exigir novas competências no campo educacional, político e social. Diante deste novo perfil do ACS para lidar com situações mais complexas e abrangentes ligadas diretamente com a vida do individuo e da comunidade tornou-se importante questionar e refletir sobre a preparação/ capacitação deste profissional para a execução competente das ações. O objetivo deste estudo foi identificar na literatura nacional a produção científica relacionada à capacitação do Agente Comunitário de Saúde. Para isto, utilizou-se da pesquisa bibliográfica na internet, nos bancos de dados da saúde como na Rede de Universidades Brasil - Universia, LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, ScieLO (Scientific Electronic Library Online)A Estratégia de saúde da família (ESF) atualmente consolidada como importante estratégia assistencial à saúde e adotada pelo Sistema Único de Saúde nasceu da experiência acumulada pelo Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) no Ceará. Esta objetivava com a figura do ACS (Agente Comunitário de Saúde) criar oportunidade de emprego para as mulheres na área da seca, além de contribuir para a queda da mortalidade infantil, priorizando a realização de ações de saúde da mulher e da criança e, para isto, bastava a ele morar na comunidade e saber se comunicar. Porém, com a reformulação do modelo assistencial a saúde e a implantação do PSF o papel do ACS foi ampliado, saiu do foco materno infantil para abranger a família e a comunidade, além de exigir novas competências no campo educacional, político e social. Diante deste novo perfil do ACS para lidar com situações mais complexas e abrangentes ligadas diretamente com a vida do individuo e da comunidade tornou-se importante questionar e refletir sobre a preparação/ capacitação deste profissional para a execução competente das ações. O objetivo deste estudo foi identificar na literatura nacional a produção científica relacionada à capacitação do Agente Comunitário de Saúde. Para isto, utilizou-se da pesquisa bibliográfica na internet, nos bancos de dados da saúde como na Rede de Universidades Brasil - Universia, LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, ScieLO (Scientific Electronic Library Online).

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Este trabalho de conclusão do curso de especialização em atenção básica em saúde da família teve como objetivo realizar uma pesquisa bibliográfica sobre o tema "dependência de benzodiazepínicos em idosos". Foi realizado um levantamento bibliográfico através de pesquisas de literaturas usando as palavras-chave: benzodiazepínicos; dependência; idosos; medicamentos, onde foram levantados nove artigos para ser elaborado este trabalho. Abordamos primeiramente a importância dos textos relacionados sobre os benzodiazepínicos: farmacologia, efeitos colaterais, síndrome de abstinência, tratamentos das dependências, a retirada dos benzodiazepínicos e substituições destes medicamentos por outras medidas terapêuticas ou não. Os resultados apontam que o uso destes medicamentos é potencialmente danoso à saúde dos idosos e que serão necessários programas de educação continuada para que os profissionais das Equipes da Saúde da Família fiquem atentos para avaliarem essa clientela antes de prescrever essa medicação. O paciente, a família e os profissionais de saúde deverão estar bem orientados sobre os efeitos colaterais apresentados pelo paciente ao lado do monitoramento constante.

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O trabalho desenvolvido teve como objetivo aproximar-se do modelo assistencial previsto nas políticas de saúde para a atenção básica e saúde da família no Brasil. Utilizando-se a revisão narrativa, estudou-se documentos e publicações relacionadas ao tema, disponíveis nas bases cientificas disponíveis na Internet. Concluiu-se que as diretrizes do SUS para a atenção básica estão longe da realidade do trabalho, a USF Monsenhor Alfredo Dhor em Lagoa da Prata- MG. Através dos estudos realizados somados aos conhecidos adquiridos através do curso de especialização em Saúde da Família, e levantamento bibliográfico realizado, tornou-se possível acreditar que é possível implantar o modelo de assistencial à saúde priorizando a promoção e a vigilância à saúde, através de mudanças diárias dos valores e crenças dos membros da equipe e população assistida. O objetivo do presente estudo foi elaborar um plano de intervenção na organização do trabalho da equipe da Saúde da família Monsenhor Alfredo - Lagoa da Prata - MG, visando mudanças de modelo assistencial de Curativo para o modelo assistencial de vigilância e promoção da saúde, utilizando-se da educação permanente.A educação permanente ativa, mesmo que parcialmente e gradativamente efetivada na unidade tem sido fundamental para que haja o sucesso da mudança, o comprometimento, motivação de toda a equipe a fim de transmitir todo o conhecimento adquirido a favor da população assistida. A realização deste estudo permitiu contribuir com o inicio das reflexões da equipe de saúde da família onde trabalho para melhorarmos os serviços oferecidos no referencial do modelo assistencial de vigilância e promoção da saúde. É um processo em construção, que esperamos avance sempre com responsabilidade e bons resultados, apesar da sobrecarga de trabalho atual que a minha equipe de saúde da família tem enfrentado.

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O Brasil é hoje um dos países com maior índice de prevalência de hanseníase no mundo. Por este motivo, situa-se de maneira não menos relevante nas discussões acerca da sua eficiência na saúde pública. Durante décadas, percebeu-se que o diagnóstico desta doença, quando não realizado em tempo hábil e da maneira correta, acarreta inúmeros prejuízos aos que são acometidos por ela. O presente estudo tem como finalidade realizar uma revisão narrativa sobre o diagnóstico da hanseníase na atenção primária à saúde, comparando-o com a realidade vivenciada no PSF Canoeiro, na cidade de Araçuaí- MG. Os resultados demonstraram que existem particularidades em relação ao preparo dos profissionais para realização do diagnóstico dos casos na própria unidade, evidenciando a necessidade de existência de um programa de educação permanente voltado para o tema direcionado aos profissionais, e ações de educação em saúde direcionadas à população em geral, para detecção de casos novos. Como forma de sanar o problema, foi proposto um programa de educação permanente com análise de casos clínicos, de forma a preparar as equipes para o diagnóstico precoce da hanseníase, alem de ações educativas nas unidades de saúde, voltadas aos usuários da atenção básica municipal.

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Há séculos a sociedade encontra dificuldades em lidar com usuários com necessidades especiais, por estes apresentarem problemas físicos, mentais, sociais, sensoriais, neurológicos e emocionais. Essas dificuldades são frutos do legado histórico e da falta de informação, os quais geram preconceito e despreparo da sociedade. A saúde bucal do usuário com necessidades especiais é, geralmente, comprometida. Uma grande responsabilidade por tal quadro pode ser imputada à profissão odontológica que recusa atendimento clínico e de orientação para a saúde à esses pacientes, muitas vezes por medo, outras vezes por preconceito. Dentro desse contexto, o objetivo deste trabalho é avaliar a capacitação dos Cirurgiões-Dentistas municipais frente ao atendimento odontológico de usuários com necessidades especiais do município de Pedra Azul/MG. Este foi um estudo censitário, em que foram encaminhados questionários aos dez Cirurgiões-Dentistas da rede Municipal. Para a análise dos dados, estes foram organizados em planilhas, onde a partir destas obteve-se gráficos e tabelas para a apresentação dos resultados. Como uma das conclusões deste projeto, destacamos que há necessidade de capacitação dos profissionais de Saúde Bucal da rede Municipal para o atendimento de UNE.

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Este estudo objetivou analisar as implicações do tétano e as ações da saúde pública frente à prevenção do tétano pela população brasileira. Para desenvolvimento deste, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida a partir de referências teóricas buscadas tanto em periódicos quanto em livros e programas do Ministério da Saúde. As leituras do material coletado permitiram fazer uma incursão desde os aspectos clínicos do tétano, passando pelo diagnóstico, tétano neonatal, tétano acidental até os meios disponíveis para prevenção, com destaque para a vacinação, as ações de educação em saúde e o pré-natal. Destaca-se que a educação continuada dos profissionais de saúde, em específico, dos profissionais da equipe de saúde da família, sobre as medidas de prevenção, é de suma importância. Apesar das limitações deste estudo, pode-se afirmar que é preciso implementar ações intersetoriais viabilizadoras de resultados positivos para que a morbimortalidade, por essa causa, seja exterminada, no Brasil.

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O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento é uma ação de saúde que visa avaliar e assistir a criança em uma fase vulnerável de sua vida. Este acompanhamento tem como características a baixa complexidade tecnológica e resultados positivos na identificação precoce e prevenção de agravos nutricionais proporcionando assim hábitos de vida saudáveis. O trabalho tem como objetivo descrever a implementação do Protocolo Viva Vida, preconizado pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, na Unidade de Saúde Cordisvida, para qualificar a atenção à saúde prestada às crianças até cinco anos pela equipe de saúde da família desta Unidade. Foi elaborado um plano de intervenção que contempla ações de planejamento, educação continuada, monitoramento e organização do processo de trabalho para o alcance do objetivo proposto.

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O aleitamento materno na história alimentar da criança sempre foi essencial nos primeiros anos de vida e os benefícios tanto para mãe quanto para o bebê já são comprovados. Porém, durante essa experiência dificuldades próprias da adaptação e interferências externas podem levar ao desmame precoce. Por isso, conhecer os limites e as possibilidades do aleitamento materno, na Estratégia Saúde da Família torna-se fundamental. Este trabalho objetivou descrever os limites e possibilidades da promoção ao aleitamento materno na Estratégia Saúde da Família. Realizou-se uma revisão bibliográfica narrativa no banco de dados Lilacs e Medline dos últimos 5 anos, em português e inglês, que abordava aleitamento materno, atenção primária a saúde e promoção à saúde. Verificou-se que, toda a equipe precisa acolher cada lactante estando atento em utilizar uma linguagem acessível e livre de preconceitos para adesão ao aleitamento materno. A educação continuada com metodologias de ensino criativas é capaz de contribuir para a promoção do aleitamento e precisa ser sempre resgatada pelas enfermeiras das unidades de saúde da família e toda equipe multidisciplinar deve ser convidada a participar, criando espaço de crescimento e discussão da realidade.

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Este estudo trata-se da criação de uma proposta de intervenção para orientação do cuidado a pessoa idosa portadora de incontinência urinária. Para Bandeira (2006), o maior desafio da Geriatria é o enfrentamento dos problemas mais típicos da pessoa com idade avançada, prevenindo, tratando e cuidando dessa parcela da população, identificando e tratando as grandes Síndromes Geriátricas como a Imobilidade, a Instabilidade, a Incontinência, a Insuficiência Cerebral e posteriormente incorporada a Iatrogenia. Essas grandes síndromes têm como atributos a complexidade terapêutica, múltipla etiologia, não constituir risco de vida iminente e comprometer severamente a qualidade de vida dos portadores e, muitas vezes, os familiares. Refletindo sobre a importância dessa temática procurou-se definir como objetivo elaborar uma proposta de intervenção para orientação do cuidado a pessoa idosa portadora de incontinência urinária. Do ponto de vista metodológico destaca-se a criação de uma proposta de intervenção para orientar o cuidado a pessoa idosa portadora de incontinência urinária como estratégia que poderá nortear o trabalho de uma equipe de saúde da família, específica do município de Cláudio-MG. E perspectivas de se obter resultados positivos, para que possamos padronizar o mesmo instrumento em outras unidades de saúde da família neste mesmo município. Considerando que a equipe do PSF é a responsável pela realização da atividade assistencial, é importante que a mesma seja preparada através do processo de educação continuada, cujo resultado deva ser uma otimização do conhecimento técnico científico e sensibilização dos profissionais neste processo, repercutindo na qualidade do atendimento ao paciente idoso. Concluindo, espera-se com este trabalho contribuir com os profissionais que trabalham no PSF e com as pessoas idosas portadoras de incontinência urinária, para que possam refletir sobre o tema e a mudança de paradigmas dando ao assunto a real importância.

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A saúde da mulher no que diz respeito à parte reprodutiva é fator essencial na medida de saúde da população. A morbi-mortalidade materno-fetal relacionada com a gestação, parto e puerpério levou o Ministério da Saúde a implantar programas de apoio a saúde feminina. Com implantação do Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN) foi instituído o SISPRENATAL, programa de informação em saúde que visa monitorar o cumprimento de parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Esse programa tinha como meta melhorar os indicadores estabelecendo captação precoce, número mínimo de consultas, dentre outros quesitos. O objetivo do presente estudo foi identificar na literatura informações sobre a humanização do pré-natal e relatar a operacionalização do PHPN. O método estabelecido foi análise e seleção de artigos brasileiros publicados nos períodos de 2004 acerca do PHPN, sendo que as bases de dados utilizadas foram LILACS e SciELO. A partir da seleção de dez artigos pode-se analisar que a cobertura do PHPN no Brasil teve um aumento significativo e os indicadores da saúde materna e neonatal mostraram melhoras, embora o conceito de Humanização tanto no pré-natal quanto no parto não seja padronizado e visto através de diferentes óticas e que os profissionais necessitam de Educação Continuada para melhorar cada vez mais os indicadores e ficar padronizada a Humanização no Pré-Natal, Parto e Nascimento.

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O objetivo deste trabalho é propor um plano de intervenção para melhorar o indicador de saúde bucal infantil, índice ceo(dentes cariados, extraídos e obturados na dentição decídua) aos cinco anos de idade, para ser utilizado na Estratégia de Saúde da Família. Através do estudo de literatura científica foram levantadas as possíveis causas do problema cárie infantil, assim como algumas possibilidades de intervenção. O resultado do estudo foi uma proposta de dois projetos visando o trabalho da saúde bucal com foco na integralidade da saúde da criança, o primeiro com enfoque no nível de informação, hábitos e estilos de vida da família, o segundo com enfoque na estrutura e processos de trabalho dos serviços de saúde. Concluímos que, a interdisciplinaridade e co-responsabilização dos membros da Equipe de Saúde da Família com o problema cárie infantil visando promoção de saúde e prevenção através da abordagem da gestante durante o pré-natal e seguindo com a odontologia do bebê após o parto, possivelmente são parte do caminho na resolução do problema. Por outro lado, a educação continuada pela Equipe de Saúde da Família através da utilização das ferramentas propostas pela Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais (Linhas Guias de Saúde Bucal e Atenção ao pré-natal, parto e puerpério), assim como a elaboração e implementação de protocolo municipal de cuidados em Saúde Bucal, podem além de padronizar e sistematizar o cuidado, potencializar o processo de trabalho através dos dispositivos vínculo, acolhimento, autonomia, responsabilização e resolubilidade.

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Introdução: A Tuberculose no Brasil ainda é um sério problema de saúde pública com repercussão social significativa, desafiando as equipes e serviços de saúde na busca de estratégias e soluções capazes de causar um impacto real positivo nas taxas de abandono e cura, reduzindo e quebrando a cadeia de transmissão desta doença. Objetivos: Descrever a experiência do trabalho realizado pelas Equipes de Saúde da Família no bairro Alto Vera Cruz por meio da análise dos livros de Sintomáticos Respiratórios e Registro de TB e o perfil dos pacientes com TB. Metodologia: Foram consultados os dados do SINAN 2008, 2009, 2010 através da Gerencia de atenção ao Adulto/TB, a série histórica da TB através de dados da Gerência de Epidemiologia Leste e os livros de sintomáticos respiratórios e de registro de casos de TB do Centro de Saúde do bairro Alto Vera Cruz, regional leste do município de Belo Horizonte, MG nos anos de 2008, 2009 e 2010.Resultados: A porcentagem de TB encontrada nos pacientes sintomáticos respiratórios foi de 20 % (10/50) no ano de 2008, 6,18% (6/97) no ano de 2009 e 5,60% (9/159) no ano de 2010. Com o tratamento supervisionado a mortalidade e a taxa de abandono chegaram à zero com 100% de cura em 2010. O percentual de avaliação de contatos chegou a 96% neste mesmo ano. Conclusão: Um trabalho multiprofissional, educação continuada e fortalecimento do vínculo com o paciente de tuberculose levaram a diminuições gradativas das taxas de abandono, da mortalidade e aumento das taxas de cura até alcançar os índices recomendados pelo Programa Nacional de Combate à Tuberculose, além de aumento da captação precoce de casos suspeitos e acompanhamento adequado dos contatos de casos índices.