711 resultados para Saúde da Mulher- gestante


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Esta é a planilha de coleta de dados para o Puerpério, desenvolvida no âmbito do curso de Especialização em Saúde da Família da UFPel - modalidade à distância.

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Esta webaula teve como objetivo discutir o panorama atual da infecção do Zika Vírus e suas consequências no caso das gestantes infectadas.

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Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Discute uma paciente que apresenta quadro sugestivo de dengue, sem sinais de alarme ou choque, prova do laço negativa, mas apresenta uma comorbidade, cardiopatia isquêmica compensada, em uso de AAS. As comorbidades parecem estar associadas a uma maior gravidade dos casos e, desta forma, ela deve ser manejada com classificação B. Ela mantém controle diário na unidade de saúde e, como não apresenta sinais de alerta nem de choque e sem alterações relevantes de hematócrito e plaquetas, mantém hidratação oral. O caso discute também a manutenção do AAS em um paciente com dengue. .

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Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Discute uma paciente que procura a Unidade de Pronto-Atendimento do seu município, que vinha sofrendo com uma epidemia de dengue. Está na 28ª semana de gestação e vinha fazendo o pré-natal na Unidade Básica de Saúde, sem intercorrências. Relata que, há três dias, apresenta um quadro de febre, mal-estar, mialgia, náuseas, cefaleia. Nega comorbidades. No dia do atendimento, passou a apresentar dor abdominal forte.

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Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Discute sobre Gabriela, uma paciente de 17 anos, que durante uma epidemia de dengue em seu município procura a Unidade básica de saúde próxima a sua residência apresentando quadro de febre alta de início súbito, cefaleia e mialgia com cerca de 24 horas de evolução. Apresentava manchas vermelhas pela corpo. Nega vômitos. Nega sangramentos. Nega viagem recente. Nega contato com carrapatos, ratos ou água de enchente.

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A puericultura é a área da pediatria que atua no sentido de manter a criança saudável para atingir a vida adulta, sem consequências trazidas pela infância e está voltada para os aspectos de prevenção e de promoção da saúde. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é uma atividade privativa do enfermeiro que utiliza método e estratégia de trabalho científico para a identificação de saúde/doença, estabelecendo ações de assistência da Enfermagem que possam contribuir para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde de toda uma população. O objetivo do projeto foi implantar a consulta de puericultura á crianças menores de 2 anos no município de Iguatemi-MS. Para isso foi realizado várias ações com as gestantes, equipe de saúde e puérperas. A consulta de enfermagem em puericultura para menores de dois anos foi implantada no município, centralizada em uma única unidade, mas apresentando um sucesso nas ações até o presente momento. Como forma de sugestão para melhora na qualidade do atendimento, foi solicitado ao Secretário Municipal de Saúde, que providencie uma sala apropriada para as consultas com climatização e ambiente lúdico para que essas crianças sejam avaliadas de uma forma melhor.

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A Hipertensão Arterial Sistêmica ( HAS) é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo.A prevalência de HAS é elevada estimando-se que cerca de 20% da população brasileira adulta possa ser rotulada como hipertensa. A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clinica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). A Hipertensão Arterial é definida como pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmhg e uma pressão diastólica maior ou igual a 90 mmhg, em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva. Com o intuito de organizar a assistência aos portadores de hipertensão arterial, o presente trabalho objetivou elaborar um plano de ação, que seria executado pela Equipe de Saúde Familiar 4(ESF 4) do Centro de Saúde da Mulher de Jaru/RO a partir de Janeiro 2015. Dentro das ações desenvolvidas elaborou-se uma agenda programada para a realização das atividades da equipe. Adotamos os Protocolos do Ministério de Saúde e trabalhamos para lograr o melhor preenchimento dos Prontuários e as Fichas. Nosso trabalho permitiu que a ESF 4 acompanhasse a totalidade dos pacientes hipertensos cadastrados por esta doença, com agendamento das consultas mensais .Implantou-se a Linha –Guia: Saúde do Adulto – hipertensão e diabetes e a coleta da informação nesse período foi superior ao passado.

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A assistência pré-natal e puerperal de qualidade e humanizada é fundamental para a saúde materna e neonatal. O objetivo principal é o acolhimento da mulher desde o início da gravidez, assegurando o nascimento de uma criança saudável e a garantia do bem-estar materno e neonatal. Atualmente, acrescenta-se um sentido mais amplio, incluindo os aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas como principais aspectos na redução da mortalidade materno-infantil. O Projeto de intervenção foi realizado na Unidade Básica de Saúde 02, equipe 5, em Santa Maria Sul. Durante o período de dezembro de 2014 a abril 2015. Dividiu-se o grupo em dois: grávidas e puérperas com os recém-nascidos. Do total de 32 gestantes que forem incluídas no projeto de intervenção 15 estavam na faixa etária de 19-26 anos. Das gestantes considerou-se alto risco obstétrico 8, baseando-se na idade menor de 18 anos e maior de 35 anos, doenças crônicas e doenças desenvolvidas durante a gestação.Fizeram-se palestras divididas por trimestres de gestação com todas as orientações de mudanças fisiológicas, alimentação e a importância do aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida com boa participação. Incentivou-se ao parto normal, mais a maioria foi cesáreas. Tivemos 18 puérperas o que representou um 56% do total de gestantes. Realizou-se a primeira consulta puerperal nos primeiros 7 dias e 1 visita domiciliar no mês. Agendou-se retorno aos 30 e 60 dias para todas as puérperas e a consulta de planejamento familiar foi feita aos 42 dias. Não tivemos morte materno-infantil. Desde que existam “qualidade e eficiência” da assistência prestada durante o “pré-natal”, parto e puerpério, muitas mortes maternas e infantis podem ser evitadas.

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O objetivo do projeto de intervenção foi analisar os achados colpocitopatológicos coletados nas pacientes através do exame Papanicolau realizado na própria unidade de saúde para rastreamento de câncer de colo de útero no período entre março a agosto/2014. No período estudado foram realizados 123 exames preventivos em mulheres entre 17 e 73 anos. Os exames de Papanicolau eram coletados pelo médico e encaminhados ao laboratório e com o resultado do exame uma nova consulta era realizada a fim de explicar às pacientes o diagnóstico e dar procedência em caso de necessidade de tratamento. Na análise dos resultados laboratoriais do exame Papanicolau, observou-se que a microbiota detectada foi representada pela elevada prevalência de lactobacilos sp., seguida de Cândida, outros bacilos, bacilos supracitoplasmáticos sugestivo de Gardnerella/Mobiluncos e cocos. Outros bastonetes curtos foi encontrado em 1 amostra da população estudada. Os resultados de todos os exames Papanicolau realizados tiveram como conclusão ausência de malignidade, ou seja, todos os achados dos materiais examinados da amostra estavam dentro dos limites de normalidade. O projeto de intervenção (PI) em questão preocupou-se em implantar uma rotina de realização de exames Papanicolau de forma eficaz na própria unidade de saúde para rastreamento de câncer de colo de útero precocemente, já que não se tinha a vivência dessa prática. Como propostas para superar as fragilidades do PI ressalta-se a importância de se ter profissionais da unidade de saúde da família qualificados, treinados e em número suficiente, assim como o acesso facilitado aos resultados laboratoriais do exame Papanicolau para fazer o rastreamento do câncer de colo uterino.

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Se a dengue representa um perigo para a população, para as grávidas se torna mais agravante. Esta doença de etiologia viral e de disseminação urbana comum é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, os riscos para mãe infectada estão principalmente relacionados ao aumento de sangramentos. Mães que adquirem Chikungunya no período intraparto podem transmitir o vírus a recém-nascidos por via transplacetária, outro fator alarmante das infecções por arboviroses foi relatada pelo Ministério da Saúde, que confirmou a relação entre o vírus Zika e o surto de microcefalia. As gestantes necessitam de vigilância, independente da gravidade, devendo a equipe de assistência estar atenta aos riscos para mãe e o concepto.

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A Erisipela é de etiologia bacteriana e consiste de um processo infeccioso da pele, no qual atinge o tecido celular e se dissemina pelos vasos linfáticos do organismo infectado. A Dengue se desenvolve de forma similar em organismos de indivíduos gestantes e não gestantes. Por isso é importante observar se o quadro é mesmo erisipela ou está sendo confundido por um dos sinais clássicos da dengue.

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Essa pesquisa teve por objetivo analisar a baixa adesão das mulheres nas consultas de Planejamento Familiar. Na tentativa de conscientizar está população alvo o quanto é importante à realização desta consulta para que se evite uma gravidez indesejada. No inicio foi bastante difícil fazer com que as mulheres realizassem as consultas porque as mesmas enxergavam o Planejamento Familiar como uma dispensação de medicação, a partir do momento no qual percebi este agravante nas consultas realizadas comecei criar estratégias de acolhimento, educação continuada apresentando o uso correto do preservativo, as escolhas que elas tinham na vasta opção de métodos de barreiras, escuta qualificada. Através da consulta individual, pois os clientes tinham resistência para realizar atividades em públicos maiores relatando o tema. Aos poucos fomos percebendo o aumento da procura desta população na realização das consultas. Os resultados confirmam a atualidade e pertinência do tema para uso na promoção da saúde na população de mulheres em relações sexuais ativas, alertando para a necessidade de maiores investigações relacionada à prática de tal intervenção pelos profissionais de saúde.

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A doença hipertensiva especifica da gestação (DHEG) é responsável por taxas elevadas de morbidade e mortalidade materna e Peri natal, constituindo-se em um dos principais problemas de saúde pública Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão arterial na gravidez, de acordo com o grau de severidade, é considerada como fator de risco que somado às características individuais, condições socioeconômicas desfavoráveis, determinados antecedentes obstétricos e intercorrencias clínicas podem desencadear danos ao binômio materno-fetal . Diante disso, realizou-se um Projeto de Intervenção com o objetivo geral de aplicar ações de educação em saúde para diminuição da prevalência de doença hipertensiva na gravidez na área de abrangência da ESF 2 Santa Maria Norte DF.Bem como caracterizar o extrato populacional quanto a fatores relacionados a DHEGD;Incentivar os hábitos saudáveis de alimentação e a prática de exercícios físicos, visando potencializar ações de apoio e de promoção a alimentação saudável, numa linha de cuidado integral as grávidas. Para tanto trabalhou-se com as gestantes da área de abrangência , Agentes comunitários de saúde e demais membros da equipe da gestão de trabalho da equipe de saúde. Contou-se com um universo formado por 60 gestantes total que representou 100 % com doença hipertensiva. O maior número de mulheres hipertensas em idades compreendidas 20 -24 anos representando 38,3%, De 60 pacientes estudadas, a idade gestacional mais freqüente foi a de menos 27 semanas representando 50%; com menos freqüência ficaram as pacientes entre 38 e 40semanas, são fatores de risco mais freqüentes devido ganharem peso exagerado representando 38,2 % e menos frequente é a gestação de gêmeos. Os dados foram analisados com tabelas simples. Constatou-se uma grande necessidade que elas tenham mais conhecimento sobre a doença, através das atividades em educação e promoção em saúde. Considera-se o projeto efetivo uma vez que os objetivos foram atingidos. Destaca-se a necessidade de perpetuação da proposta de educação em saúde com conseqüente ampliação quanto a temas e grupos populacionais.

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Foi realizado um estudo de intervenção educativa para se procurar descobrir a repercussão da educação sanitária sobre o auto exame da mama em mulheres de 15 a 64 anos de idade pertencentes a Unidade Básica de Saúde Vila Americana no município de Queimados no ano de 2014. O objetivo da intervenção era diminuir a incidência de câncer de mama e assim procurar mostrar para as pessoas que estas precisavam ter um nível de consciência maior sobre quão danosa é esta enfermidade O universo de estudo estava constituído por 201 mulheres, as amostras foram divididas em 5 subgrupos de 10 e 26 pacientes, os procedimentos utilizados para a realização do estudo foram mediante a aplicação de um questionário antes e depois da intervenção que foi a fonte principal para a obtenção dos dados. No estudo, foram utilizados, ainda, algumas variantes como: idade, escolaridade e ocupação, obtendo-se assim resultados concretos sobre a investigação e o percentual total de mulheres afetadas pela doença nas idades acima mencionadas.

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A edição nº 36 do informativo do Telessaúde Santa Catarina, publicado no mês de outubro de 2015, tem como tema central o cuidado pré-natal. A reportagem principal faz um recorte das principais estratégias promovidas pelas unidades de saúde nas diferentes etapas da gestação: grupos de gestantes, planos de parto e retorno para a AB são só alguns exemplos de temas que contemplamos nessa discussão. Na entrevista, nós conversamos com a ginecologista e obstetra Roxana Knobel sobre os números exagerados de cesarianas feitas no Brasil, os desafios e apontamento para superarmos esse problema. Nessa publicação você também pode conferir como é o dia-a-dia de trabalho dos agentes comunitários de saúde na atenção básica e na nossa reportagem fotográfica falamos sobre trilhas e mostramos um pouco das belezas naturais de Florianópolis.