135 resultados para Terapia ocupacional na saúde coletiva


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Este material contempla a disciplina obrigatória " Planejamento e avaliação das ações em saúde" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina tem como objetivo a discussão do processo do planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas de saúde até o monitoramento e avaliação das ações nesse setor, e de sua importância como instrumento para a reorganização do processo de trabalho da equipe de Saúde da Família. A disciplina está composta de quatro unidades: Unidade 1 - Planejamento em saúde; Unidade 2 - Diagnóstico situacional em saúde; Unidade 3 - Elaboração do plano de ação; Unidade 4 - Monitoramento e avaliação das ações de saúde na Atenção Básica à Saúde.

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Neste módulo trataremos da dimensão trabalho, importante no processo de saúde e doença de grande parte dos homens e mulheres ao longo do ciclo da vida. Para tanto, procuraremos aproximá-los das principais discussões do campo da saúde dos trabalhadores. Fundamentalmente serão apresentados os conceitos de trabalho, as características mais marcantes do cenário do mundo do trabalho, o perfil epidemiológico, político institucional e legal da saúde dos trabalhadores no Brasil. Serão abordadas, ainda, as atribuições da equipe de saúde da família no campo da saúde dos trabalhadores e as ferramentas utilizadas pela equipe para implementação de ações de promoção, proteção, assistência e vigilância a saúde dos trabalhadores. Também serão abordados os agravos que mais comumente levam os trabalhadores a buscar atendimento na atenção básica.

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Este módulo integra o curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família. Tem como objetivo fornecer subsídios para que se possa atuar na área de abrangência, identificando, intervindo e prevenindo os principais agravos nutricionais na infância/adolescência. Esta unidade está dividida em 4 seções onde serão discutidas: Seção 1 - Desnutrição; Seção 2- Anemia ferropriva; Seção 3 - Hipervitaminose A ; Seção 4 - Sobrepeso e obesidade.

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Este módulo se propõe a discutir as principais doenças respiratórias da criança e do adolescente: asma, rinite, pneumonia e infecções das vias aéreas superiores (IVAS). Sabemos que as doenças respiratórias são um dos principais motivos pelos quais as mães levam seus filhos à unidade básica de saúde (UBS) e, por isso, é de fundamental importância que o profissional de saúde esteja capacitado para o atendimento dessa demanda.

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Este material compõe a disciplina optativa "Vigilância à saúde ambiental" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina tem o objetivo de provocar uma reflexão sobre a relação saúde e ambiente, contextualizando os principais cenários vivenciados na realidade brasileira e incorporando a atuação dos profissionais das equipes de Saúde da Família. São abordadas situações de risco ambiental provocado por ocupações populacionais inadequadas, exposiçoes a substâncias químicas, condições inadequadas de infraestrutura básica e demais situações de adversidades à saúde pública provocada pelo ambiente. Este módulo está dividido em 3 seções: Seção 1 - Conceitos e a evoluçãoda saúde ambiental; Seção 2 - A relação saúde e ambiente; Seção 3 - Questões de saúde ambiental para a equipe de saúde da família

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Na perspectiva de resgatar o cuidado integral ao idoso, e tendo como eixo orientador a capacidade funcional, procuramos neste módulo, direcionar o seu olhar para as possibilidades de intervenção junto a esse grupo populacional, dando ênfase à saúde bucal. Esperamos que o estudo deste módulo permita que você conheça ainda mais os idosos da área de abrangência de sua equipe e de seu município e contribua com o planejamento e a organização de ações voltadas para as necessidades apresentadas por eles.

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Os profissionais que atuam na atenção básica em geral se defrontam com uma enorme gama de problemas que interferem nas condições de saúde das pessoas pelas quais tem responsabilidade sanitária. Muitas vezes as ações que potencialmente poderiam impactar esses problemas extrapolam o leque de atividades padronizadas instituídas nas políticas oficiais, como é o caso da Estratégia em Saúde da Família. Muitos profissionais também reconhecem, em várias oportunidades, debilidades em sua formação acadêmica nas dimensões do cuidado individual e, principalmente, de competências e domínio de ferramentas ou técnicas para abordagem das dimensões que poderiam ser do vasto campo "social". Temos que reconhecer que os cursos da área de saúde assentam-se, majoritariamente, sobre um referencial teórico e prático biologicista e centrado no cuidado hospitalar (o usualmente chamado "modelo hospitalocêntrico"). Essa situação cria um mal estar permanente entre as equipes da atenção básica, pois as mesmas conseguem em maior ou menor grau, perceber a complexidade das determinações sociais do processo saúde-doença presentes nos territórios onde elas atuam, mas se sentem impotentes para atuar nas cadeias causais que provocam e mantêm o adoecimento e a morte evitável de vários dos usuários de seus serviços.

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Este módulo integra o curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família. Tem como objetivo oferecer para os profissionais em formação, subsídios teóricos para a compreensão da saúde bucal do adulto, instrumentalizando-o para a tomada de decisão frente aos problemas do município. Tem como referência para a organização dos serviços, os indivíduos acima de 18 anos - o adulto jovem - até as pessoas com 59 anos de idade. Ao final do estudo deste módulo, espera-se que o aluno seja capaz de conhecer as políticas públicas na área da saúde bucal; identificar sob a ótica epidemiológica os principais agravos da cavidade bucal em adultos; identificar as causas dos principais agravos da saúde bucal do adulto; estabelecer uma estratégia adequada para o enfrentamento dos problemas de saúde bucal na área de atuação e; definir as ações que poderão trazer resultados satisfatórios para a saúde bucal da população adulta.

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Aborda os princípios que norteiam o Sistema Único de Saúde e a importância da Atenção Primária à Saúde na sua consolidação e qualificação. Retrata aspectos relacionados ao processo de trabalho das equipes, como: cobertura de área, atendimento da população adscrita, resolutividade, referência e contra-referência, apoio matricial, intersetorialidade, entre outros. Apresenta partir de situações concretas, casos comuns ao cotidiano das equipes de Saúde da Família, como o da Vila Santo Antônio. Contextualiza e discute aspectos importantes para o conhecimento dos profissionais que atuam na Saúde da Família, como o histórico, as experiências, a conceituação e os princípios da APS e da Estratégia Saúde da Família (SF) no Brasil e no mundo.

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Promove uma reflexão sobre a atenção à saúde da mulher, na perspectiva da Estratégia Saúde da Família, na busca pela melhoria das condições de vida e saúde das mulheres brasileiras, mediante a garantia de direitos legalmente constituídos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território brasileiro. Essa reflexão busca orientar os profissionais de saúde a construir e a auxiliar a mulher no processo de educação permanente, fornecendo elementos para a construção de uma linha de cuidados à sua saúde, em um contexto em que o excesso de demandas, a falta de estrutura e a descontinuidade no fornecimento de insumos constituem uma realidade a ser enfrentada e superada por ela, contribuindo para a redução da morbidade e mortalidade feminina no Brasil, especialmente por causas evitáveis, em todo ciclo vital e nos diversos grupos populacionais, sem discriminação de qualquer espécie. Assim, conjectura sobre a construção de um protocolo que garanta os direitos sexuais e reprodutivos desta, tratando-a como um ser social e corroborando com a ampliação, qualificação e humanização da atenção integral à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde.

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As situações de risco presentes no ambiente de trabalho modificam o padrão de saúde da população da mesma forma que os processos de produção podem alterar as condições ambientais. Este módulo foi elaborado com o objetivo principal de provocar reflexões sobre a relação trabalho, saúde e ambiente, contextualizando os principais cenários vivenciados na realidade brasileira e incorporando a atuação dos profissionais das equipes de Saúde da Família. Assim, vemos que é importante compreender as interrelações do ambiente com os processos de produção, do trabalhador com a produção e com o ambiente, para então conhecer como este dinamismo pode afetar a saúde do ser humano e dos ecossistemas.

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Emite conceitos básicos sobre a prática dos trabalhos em saúde. Reflete sobre gerências territoriais comuns das políticas públicas de saúde e as incongruências ambientais. Focaliza, ainda, os tempos e movimentos no trabalho, bem como a importância da consciência econômica sobre despesas, perdas e custos na produção dos serviços de saúde. Por fim, analisa determinantes sociais em saúde, como educação, padrões sociais, econômicos, culturais dentre outros.

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Este objeto expõe que promoção da saúde tem diferentes modelos e tendências: uma saúde coletiva brasileira e outras do Canadá. O modelo de Leavell e Clark que apresenta três níveis de prevenção: primário, secundário e terciário. Era um modelo centrado na doença e não na saúde. E os modelos de origem canadense que tem em comum a afirmação social e o compromisso com a cidadania. O objeto explora também as duas grandes tendências: centrada no comportamento dos indivíduos e seus estilos de vida, e a segunda com enfoque político-social mais amplo de desenvolvimento de políticas públicas e condições favoráveis à saúde. E por último destaca a saúde como a capacidade de vier a vida de modo autônomo, reflexivo e socialmente responsável cujo núcleo de intervenção do setor saúde deve ser em torno dos serviços e territórios através da politização das práticas sanitárias, tendo como objetivo a produção de bens e serviços, a produção de cidadãos (usuários e trabalhadores) e a democratização institucional. Unidade 1 do módulo 2 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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O objeto coloca a importância do trabalho com grupos nas ações de saúde coletiva na ESF, justamente por possibilitar o diálogo, a troca de experiências e a construção de conhecimentos, inclusive sendo fundamental por desenvolver ações dirigidas a pais, cuidadores e familiares da criança, porém, mostra que a dificuldade é envolver a família nesse processo. Mostra ainda uma lista de ações coletivas em saúde bucal que possibilitam o acompanhamento das famílias desde o período do nascimento da criança e os principais objetivos dessas ações focadas na família. Cita ainda outra forma importante de monitoramento, o registro em prontuário médico, já que em muitos casos os prontuários médico e odontológico são separados. Ressalta ainda a importância da Equipe de Saúde Bucal garantir que em todas as fases do desenvolvimento da criança haja acesso às ações de saúde bucal. Termina considerando que a existência de problemas bucais pode ser considerada um indicador de contexto potencialmente gerador de outros problemas de saúde, incentivando o profissional à investigação e busca da integralidade na prática. Unidade 4 do módulo 5 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

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Este objeto inicia evidenciando a união entre os benefícios do trabalho com grupos e os conceitos presentes hoje no campo da saúde coletiva. Lembra que a promoção da saúde propõe que as soluções sejam construídas em conjunto e que não se deve ignorar o saber da prevenção, mas sim tomar cuidado para que não se recaia numa postura autoritária. Repassa o conceito de saúde, que vai muito além da centralização na doença, para melhor compreensão do conceito da promoção da saúde. Segue mostrando que o trabalho com grupos potencializa muito a proposta desse conceito e a importância do alcance político que eles proporcionam. Menciona ainda a proposta dos grupos de prevenção de doenças, muito comum na atenção básica, mas lembra a baixa adesão dos participantes, que em casos extremos acaba vinculando a presença na atividade em grupo à obtenção de atendimento ou o medicamento para superar a baixa participação. Termina colocando um quadro com as principais diferenças entre a prevenção de doenças e a promoção de saúde e uma síntese sobre o assunto. Unidade 3 do módulo 13 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.