48 resultados para Quedas


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Este estudo objetiva realizar uma proposta de intervenção para prevenir e/ou minimizar riscos de quedas em idosos da área de abrangência da Estratégia Saúde da Família Primavera no município de Divinópolis, MG. A maioria das quedas ocorre no próprio lar do idoso, cujas causas estão principalmente relacionadas ao ambiente físico. As quedas em idosos são muito prevalentes, causadas por múltiplos fatores associados e trazem sérias conseqüências físicas, psicológicas e sociais, determinando complicações que alteram negativamente a qualidade de vida dessas pessoas. Sua ocorrência pode ser evitada com medidas preventivas adequadas, identificando causas e desenvolvendo métodos para reduzir sua ocorrência.

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As síndromes depressivas estão entre os distúrbios psiquiátricos mais freqüentes em pessoas idosas constituindo-se em um problema de saúde pública. Antidepressivos são eficazes no tratamento da depressão, inclusive em idosos. O sucesso do tratamento depende do tipo e da gravidade da depressão, das relações com outras doenças psiquiátricas ou clínicas, da escolha adequada do antidepressivo, de sua eficácia e perfil de efeitos adversos, da orientação do paciente e de sua aderência ao tratamento. O manejo dos efeitos adversos em pacientes idosos, que usam outras medicações e apresentam outras doenças, é o ponto forte na escolha de antidepressivos. A escolha deste tema é devido ao aumento do número de idosos que são acometidos de depressão na área de abrangência onde atuo e pelo consumo de antidepressivos concomitante com outros medicamentos e também pela preocupação com os efeitos adversos que podem surgir nos idosos. No Brasil eles representarão 70% da população em 2025, implicando em um maior índice de acidentes externos (por exemplo: quedas) e gastos públicos. Realizar uma revisão de literatura sobre os efeitos adversos do uso de antidepressivos, suas complicações e conseqüências na saúde dos idosos é o objetivo do trabalho. A metodologia utilizada foi a revisão de literatura - tipo narrativa. A busca foi realizada em livros, artigos de revistas científicas, monografias, dissertações de mestrado, teses e artigos extraídos via Internet, nos bancos eletrônicos Medline, Lilacs e Scielo. Os resultados encontrados foram: os antidepressivos são considerados medicações eficazes, pois constituem os pilares do tratamento da depressão em idosos, são drogas relativamente seguras se bem indicadas e manejadas, respeitando-se as limitações de seu uso nestes pacientes, bem como suas contra-indicações clínicas e farmacológicas.

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O envelhecimento populacional é um fenômeno esperado nos dias atuais. Portanto, faz-se necessário conhecer o perfil dos idosos da área de abrangência e, principalmente, avaliar o grau de fragilidade desses. Esse estudo objetivou classificar o risco e fragilidade dos idosos e propor um projeto de intervenção para melhorar a atenção à saúde dos idosos frágeis residentes na área de abrangência da Equipe Vermelha do Centro de Saúde Cabana, em Belo Horizonte - Minas Gerais. Trata-se de estudo descritivo, baseado na análise de dados secundários, no período de dezembro de 2012 e janeiro de 2013, a partir da ficha "Cadastro e identificação de risco da pessoa idosa" (Anexo B). O estudo teve um total de 156 idosos estudados, dos quais 85 classificados como frágeis (54,5%). Entre todos os idosos observou-se predomínio do sexo feminino (60%), da faixa etária 60-69 anos, baixo índice educacional, boa cobertura vacinal (91,7%) e hipertensão e diabetes mellitus como patologias mais comuns. Entre os 85 frágeis predominou também a faixa 60-69 anos e o sexo feminino (65,9%), bem como hipertensão e diabetes, seguidas por osteoporose e doença pulmonar obstrutiva crônica. Quanto aos condicionantes de risco, para os frágeis, constatou-se que 13,46% eram idosos acima de 80 anos; que a incontinência urinária representou 6,41%, a incontinência fecal 5,13%; a polifármacia representou 25,64%, os idosos portadores de mais de cinco doenças confirmadas responde a 1,28%, os idosos que tem esquecimento progressivo 10,26%, os que tiveram quedas nos últimos seis meses 8,33%; os que foram internados nos últimos seis meses correspondem a 9,61%; os acamados representaram 3,20%, os idosos que moram sozinhos representaram 10,90%. Nenhum idoso frágil morava em asilo 0%. Eram dependentes para as atividades da vida diária 12,82%. A proposta de intervenção considerou como nós críticos "Falta de conhecimento qualificado e capacitação de toda equipe para o cuidado integral ao idoso", "Despreparo dos familiares para os cuidados básicos com os idosos" e "Idosos com polifármacia". Para cada um foi proposto um projeto específico, com detalhamento de público alvo, onde será, quando, ações, resultados esperados, produtos esperados, recursos necessários e avaliação. Assim, propõe-se prestar uma assistência mais qualificada efetivando uma abordagem integral na saúde do idoso para melhoria da qualidade de vida, preservando ao máximo a autonomia e independência.

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O aumento da proporção de idosos é um fenômeno global; à exceção de alguns países africanos, todo o mundo encontra-se em algum estágio desse processo. O envelhecimento pode acarretar problemas como a diminuição gradativa da força muscular, equilíbrio e coordenação de forma geral que resultam em quedas. Este trabalho foi realizado com o objetivo de identificar na literatura os fatores relacionados às quedas na população idosa. Para isto foi utilizada um levantamento bibliográfico nas bases de dados do LILACS, SCIELO e MEDLINE, buscando trabalhos publicados no período de 2000 a 2012. Entre os fatores relacionados ao risco de queda estão o aumento da idade, a predominância no sexo feminino, as etnias brancas e amarelas que se encontram mais propícias a fraturas, presenças de síncope, múltiplas patologias, uso indiscriminado e excessivo de medicamentos. As quedas da própria altura são o tipo mais prevalente concomitantemente os riscos ocultos em suas atividades domésticas diárias, sendo a falta de instalação de artefatos protetores em escadas tais como corrimões, barras de apoio e superfícies não escorregadias no banheiro, além de iluminação inadequada e barras de apoio nos demais ambientes também fazem parte do perfil. Para sua prevenção é fundamental a avaliação da equipe interdisciplinar, quanto aos aspectos da senescência e senilidade e ao ambiente físico e psicossocial, visando o desenvolvimento de propostas de intervenção para a melhoria da condição de vida do idoso. É fundamental, portanto, a participação efetiva da família, a fim de manejar situações com o paciente idoso, principalmente no que diz respeito à segurança deste.

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As pessoas idosas, mesmo as que têm boa saúde, debilitam-se vagarosamente por causa das alterações fisiológicas que com o passar do tempo, traz limitações às funções do organismo, tornando-as cada vez mais predispostas à dependência para a realização do autocuidado, à perda da autonomia e da qualidade de vida. Tornam-se também, mais suscetíveis a doenças e, decorrente disso, vem à hospitalização. O idoso após alta hospitalar encontra-se frágil, apresenta alto grau de dependência, fraqueza, medo de sofrer quedas, lesões, instabilidade postural entre outras mais. Boa parte da população idosa vive sozinha e realiza suas atividades sem a necessidade de acompanhamento, mas uma parte substancial, precisa de cuidados e orientações permanentes. Neste sentido a equipe da equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) de Orizânia-Mg elaborou um plano de intervenção para sistematizar o cuidado multiprofissional domiciliário ao idoso fragilizado, pós-alta hospitalar. Para alcançar este objetivo foi necessário enfrentar vários nós críticos que interferiam no processo de trabalho. Tais medidas vem preencher grande lacuna de assistência à população de idosos dependentes propiciando melhor qualidade vida ao paciente ou mesmo minimizando sofrimentos e organizando a participação da família no cuidado e o processo de trabalho da equipe.

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Considerando o aumento expressivo da população idosa em geral com idade igual a 60 anos ou mais, uma porcentagem expressiva daqueles que buscam o serviço de atenção primaria numa ESF (Estratégia e Saúde da Família), são também um dos grupos etários em que mais consomem psicotrópicos da classe dos Benzodiazepínicos (BZD). Tratando-se de um grupo vulnerável em vários aspectos secundários ao envelhecimento, como aspectos cognitivos, metabólicos, motores e também aspecto sociocultural repercutindo em sua autoestima, consequências de suas mudanças fisiológicas, se tornam mais propensos ao agravamento dessas condições quando associadas ao perfil de uma classe medicamentosa, como no caso dos BZD e seus efeitos adversos, quando prescritos e utilizados em desacordo segundo o preconizado. Podem ocorrer sérias repercussões na saúde geral do idoso, como aumento do declínio cognitivo, aumento de risco de quedas, levando uma perda da qualidade de vida, o que torna pertinente o papel de uma Estratégia de Saúde da Família (ESF) que objetive prevenir, intervir e antecipar interações deletérias idoso-medicação. Este trabalho apresenta uma possibilidade de capacitar uma equipe da ESF por meio do desenvolvimento de um plano de ação para minimizar os riscos a que está exposta a população idosa em decorrência do abuso e uso crônico dos BZD, e também contribuir numa reeducação da população, com quebra de paradigmas, a fim de propiciar informações para que as pessoas possam se autogerir, ou seja, contribuir para a independência e saúde.

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O número de pessoas idosas vem crescendo continuamente. A pessoa idosa tem características e peculiaridades com relação a sua saúde, com maior risco de desenvolver doenças crônicas, fragilização da saúde, risca de quedas, dificuldades de locomoção. O atendimento este grupo de pessoas deve estar capacitado para atender a todas as necessidades e oferecer um bom tratamento, acompanhamento e prevenção, melhorando a qualidade de vida da população. Com este intuito, foi realizada na UBS General Câmara uma intervenção com foco na saúde da pessoa idosa. Foi realizada no município de General Câmara em Rio Grande do Sul, nossa equipe de saúde escolheu a intervenção no foco de atenção a saúde de idoso, pois a cobertura deste programa estava 42,9% para tanto o objetivo geral foi melhorar a atenção a saúde do idoso na UBS general câmara, município General Câmara /RS e como meta nos propusemos ampliar a cobertura a 90 % em um período de 4 meses. Os resultados não foram como esperávamos; cadastrar a 281 usuários idosos o que representou 80,3%, ampliar a cobertura de atenção a saúde de idoso a 80,3 % além disso, que 100% dos usuários idosos atendidos e cadastrados tivessem uma avaliação integral com todas as consultas, com avaliação multidimensional rápida, exame clínicos apropriado em dia, solicitação de exames complementares periódicos em dia a hipertensos/diabéticos, prescrição de medicamentos na farmácia popular, visitas domiciliares acamados e com problemas de locomoção, busca ativa a idosos faltosos a consulta, avaliação para necessidades odontológicas, registro de fichas espelhos em dia, caderneta de saúde de idosos, avaliação morbimortalidade em dia, avaliação para fragilização de velhice, de saúde bucal, orientação nutricional, orientação sobre prática de atividade física, a intervenção foi muito importante para a equipe. A equipe de saúde foi capacitada para desenvolver a intervenção de acordo com as metas proposta e seguindo as recomendações do Ministério da Saúde relacionadas com atenção a saúde de idosos, acompanhamento e monitoramento dos usuários idosos. Promoveu o trabalho integrado em equipe, envolvendo o médico, a enfermeira, a odontóloga, a auxiliar de enfermagem, os ACS e a recepcionista. Nossa intervenção terminou com muito impacto na organização do atendimento de nossa UBS além de melhorar a qualidade da atenção, a maioria dos usuários idosos começou a confiar no atendimento da unidade básica de saúde, melhorou o trabalho e qualidade dos ACS, e as visitas domiciliares. Além de acompanhar os idosos acamados e com problemas de locomoção, a intervenção mostrou as atribuições da equipe viabilizando a atenção a maior número de pessoas. Melhorou o atendimento aos idosos, viabilizou a otimização da agenda para a atenção à demanda espontânea. Apesar da ampliação da cobertura de atenção a saúde de idosos ainda temos que continuar trabalhando, pois ainda temos usuários idosos sem atendimento, ainda precisamos ampliar a cobertura para 90% dos idosos de nossa área de abrangência.

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Recurso aborda o envelhecimento e organização das ações de cuidado à pessoa idosa. Durante a velhice há uma série de problemas comuns à idade, são as síndromes geriátricas. Elas não constituem um risco de morte iminente, mas podem comprometer severamente a qualidade de vida e o bem-estar dos portadores e, muitas vezes, até dos seus familiares. Por esse motivo o Ministério da Saúde recomenda a avaliação do idoso nos âmbitos da alimentação e nutrição, acuidade visual e auditiva, vacinação, mobilidade, incontinência urinária, quedas, sexualidade, depressão, avaliação cognitiva e funcional. Nas visitas domiciliares, os profissionais da área de enfermagem devem estar atentos sobre como ocorrem as queixas feitas pelos idosos, que nem sempre referenciam de forma clara e direta seu estado de saúde real. Além de identificar os possíveis riscos domésticos, como as quedas, que podem ter consequências graves para o idoso. Diante desse fato, o Ministério da Saúde também recomenda algumas medidas práticas que podem ser tomadas para minimizar as quedas e suas consequências entre as pessoas idosas. E ainda adverte sobre algumas situações de violência que podem ser mascaradas como quedas, por conta da vítima (por vergonha, medo, culpa), por conta do agressor (por negação, isolamento ou medo) e por conta dos profissionais que não se encontram preparados

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Aborda aspectos da assistência domiciliar ao idoso. Durante a velhice há uma série de problemas comuns à idade, são as síndromes geriátricas. Elas não constituem um risco de morte iminente, mas podem comprometer severamente a qualidade de vida e o bem-estar dos portadores e, muitas vezes, até dos seus familiares. Por esse motivo o Ministério da Saúde recomenda a avaliação do idoso nos âmbitos da alimentação e nutrição, acuidade visual e auditiva, vacinação, mobilidade, incontinência urinária, quedas, sexualidade, depressão, avaliação cognitiva e funcional. Nas visitas domiciliares, os profissionais da área de enfermagem devem estar atentos sobre como ocorrem as queixas feitas pelos idosos, que nem sempre referenciam de forma clara e direta seu estado de saúde real. Além de identificar os possíveis riscos domésticos, como as quedas, que podem ter consequências graves para o idoso. Diante desse fato, o Ministério da Saúde também recomenda algumas medidas práticas que podem ser tomadas para minimizar as quedas e suas consequências entre as pessoas idosas. E ainda adverte sobre algumas situações de violência que podem ser mascaradas como quedas, por conta da vítima (por vergonha, medo, culpa), por conta do agressor (por negação, isolamento ou medo) e por conta dos profissionais que não se encontram preparados

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A população idosa requer uma atenção especial, acompanhada de estratégias para a melhoria de sua qualidade de vida, com medidas promocionais de proteção específica. É importante que haja identificação precoce de seus agravos mais frequentes para sua intervenção. O idoso está suscetível a algumas situações de risco tanto em seu domicílio como fora dele. E dentro desses riscos destacam-se, neste material, as quedas, pois elas podem ter consequências graves; a depressão, que pode acarretar tanto a negligência no autocuidado como um suicídio; e o tabagismo, responsável pelas principais causas de mortes evitáveis no Brasil, e exemplo do infarto do miocárdio, doenças cerebrovasculares e câncer

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Vídeo produzido com o GoAnimate! que apresenta um caso clínico, no qual há uma idosa de 85 anos de idade que possui histórico recente de três quedas e várias intercorrências de saúde. A filha, com quem mora, trabalha em tempo integral, por isso a idosa se sente muito só no dia a dia. Gosta de ir ao shopping, mas não costuma ter companhia. Além disso, os demais filhos a inibem de sair sozinha, em virtude de temerem pela sua integridade física.

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Objetivos: identificar as consequências do abuso de benzodiazepínicos na população idosa, assim como, os benzodiazepínicos mais consumidos no Brasil. Metodologia: foi realizada uma revisão narrativa através de pesquisa bibliográfica utilizando o site Google acadêmico, através dos descritores DeCS "benzodiazepinas", "abuso" e "idoso", assim como suas combinações. Conclusão: entre os benzodiazepínicos mais utilizados foram encontrados diazepam, bromazepam, alprazolam, lorazepam, clonazepam e midazolam. Os principais efeitos colaterais do uso de benzodiazepínicos em idosos são sedação, lentificação psicomotora, comprometimento cognitivo (diminuição da atenção, amnésia, confusão mental), dependência, síndrome de ausência (insônia, irritabilidade e ansiedade). A toxicidade cerebelar pode gerar ataxia, disartria, incoordenação e instabilidade postural, o que aumenta o risco de quedas e fraturas.

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Este trabalho consiste em realizar uma revisão bibliográfica da literatura sobre o tema queda dos idosos em ambiente domiciliar, focando as principais causas e consequências dentro de uma perspectiva de prevenção e promoção. Uma vez realizado este levantamento bibliográfico se desenvolverá um trabalho de campo com Visitas Domiciliares no território onde a equipe de saúde atua com o objetivo de verificar a prevalência de quedas e de realizar um Projeto de Intervenção junto as famílias com idosos focando na prevenção e promoção em saúde. Citar fatores intrínsecos e extrínsecos causadores de queda em idosos com ênfase para o ambiente domiciliar, pela sua maior incidência, suas consequências e alterações na qualidade de vida do idoso, e proposta de intervenção para prevenção de queda de idosos em ambiente domiciliar na comunidade de Ilha da Conceição/Niterói-RJ.

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Vídeo do Curso de Atenção integral à saúde do idoso. Aborda os indícios de violência e maus-tratos ao idoso, principalmente aqueles em situações mais vulneráveis de dependência física e/ou mental. Deve ser dada atenção ao indício de lesões, higiene, discordâncias entre histórias e recusa ou demora no tratamento. Qualquer uma dessas informações deve ser trazida para Equipe de saúde da família para que as medidas cabíveis de investigação possam ser acionadas. Aborda a importância da avaliação ambiental que pode ser feita com o apoio da Caderneta de saúde essencial para a prevenção de quedas e acidentes.

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O objetivo deste trabalho foi identificar os principais fatores que atuam sobre a capacidade funcional dos idosos, através de uma revisão bibliográfica integrativa sobre o tema proposto. Inicialmente foi realizada uma busca por descritores do assunto no site Ciências da Saúde. Estabelecidos os descritores foram realizadas buscas por artigos científicos relacionados ao assunto da pesquisa, usando as bases bibliográficas da Literatura Latino-Americana e do Caribe (LILACS) e Scientific Electronic Library Online (Scielo). Assim, foram encontrados inicialmente 169 artigos, dos quais inicialmente, 24 atendiam aos critérios de refinamento. Desses 24 artigos,após a leitura na íntegra, foram selecionados 16 artigos. Foram apontados pelos autores pesquisados, como principais fatores associados a dependência funcional em idosos: condições de saúde (doenças crônicas ou não crônicas), sexo feminino, baixa escolaridade, idade superior a 80 anos, institucionalização, quedas, síndrome de fragilidade e fatores socioeconômicos e demográficos (baixa renda, viuvez, composição familiar, poucas relações sociais, etc). Esses resultados demonstram que é importante conhecer os fatores relacionados ao desenvolvimento da dependência funcional nos idosos, pois esses elementos permitirão ao profissional atuar antes,que o problema se torne crônico e complexo, bem como fortalecer as ações das equipes de saúde da família na promoção da saúde da pessoa idosa, preservando sua autonomia e dependência funcional