20 resultados para Unidade da dor


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Material da unidade 3 "Avaliação e manejo domiciliar da Dor Torácica" que compõe o módulo 15 "Intercorrências Agudas no Domicílio II" do Programa Multicêntrico de Qualificação em Atenção Domiciliar a Distância . Apresenta informações acerca da administração de medicamentos, apontando os sintomas da dor torácica, as possíveis causas e as condutas mais indicadas.

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O conceito qualidade de vida tem suscitado pesquisas e cresce a sua utilização nas práticas desenvolvidas pelos servidores da saúde, por equipes profissionais que atuam junto a usuários acometidos por enfermidades diversas. As condições laborais, bem como as relações diretas entre os trabalhadores, influenciam diretamente a qualidade de vida. O presente trabalho tem como objetivo analisar a qualidade de vida dos servidores da UBSF – Unidade Básica de Saúde da Família – Aero Rancho IV na cidade de Campo Grande (MS), dando suporte para um futuro trabalho junto a estes profissionais. Quanto aos aspectos metodológicos, foi realizada uma pesquisa quantitativa transversal utilizando a Versão Brasileira do Questionário SF 36 como instrumento de medida e de avaliação da Qualidade de Vida, onde 38 servidores voluntários responderam o questionário na UBSF Aero Rancho IV, representando 73,1% do total de servidores da UBSF. Concluiu-se que os servidores voluntários que participaram desta pesquisa possuem uma boa qualidade de vida, porém se faz necessário uma maior atenção a ergonomia e ao stress destes servidores, situações diretamente relacionadas à Dor e a Saúde Mental. Situações que podem agravar se não houver intervenções junto a estes servidores.

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A gravidez é um período de grandes mudanças na vida de uma mulher, entre estas mudanças podemos observar algumas alterações na cavidade oral, que se não cuidada podem causar danos à saúde da mãe e do bebê. Até pouco tempo atrás as gestantes só procuravam tratamento odontológico quando estavam sentindo dor, por meio de crenças e mitos sem fundamento, acreditavam que tal tratamento pudesse trazer riscos a saúde do bebê. Na Atenção Primária à saúde do município de Ipiranga do Piauí não é diferente, o número de gestantes que procuravam o dentista era mínimo, e quando procuravam era porque estavam com alguma dor, com isso observou-se a importância de inserir o acompanhamento odontológico à gestante durante todo o pré-natal. Foi desenvolvido então um projeto de intervenção que teve a duração 12 semanas, tendo inicio na primeira semana de outubro e finalizando na terceira semana de dezembro, no total foram cadastradas 20 gestantes neste projeto que visava inserir todas as gestantes que realizavam o pré-natal na UBS Claro da Silva Rêgo, foi utilizado como protocolo o Manual técnico de gestação de alto e baixo risco adotado pelo Ministério da Saúde. O projeto abordou a saúde geral e bucal tanto da gestante quando do bebê, através de palestras, acompanhamento do pré-natal junto com a enfermeira. Com isso conseguindo levar mais informações para essas mulheres através da prevenção e atenção a saúde coletiva, além do atendimento clínico para tratamento dos diversos problemas bucais reabilitando assim a cavidade oral. Nas consultas de pré-natal a enfermeira e a médica conseguiram atingir 100% de cobertura em todas as ações programáticas ao longo dos 3 meses de intervenção. Na saúde bucal das 20 gestantes, 16 realizaram primeira consulta odontológica e 13 tiveram o tratamento concluído, infelizmente não conseguiu-se atingir 100% das gestantes pois algumas se negaram a darem inicio ao tratamento alegando desde a falta de tempo até mesmo o medo de realizar tratamento odontológico na gravidez. Com o projeto de intervenção foi observado a importância de se realizar o acompanhamento odontológico da gestante durante todo o pré-natal, inserindo hábitos saúdáveis tanto na vida da gestante como da criança que está para nascer, este projeto será adotado na atenção primária à saúde de todas as UBS do município de Ipiranga do Piauí.

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O conceito qualidade de vida tem suscitado pesquisas e cresce a sua utilização nas práticas desenvolvidas pelos servidores da saúde, por equipes profissionais que atuam junto a usuários acometidos por enfermidades diversas. As condições laborais, bem como as relações diretas entre os trabalhadores, influenciam diretamente a qualidade de vida. O presente trabalho tem como objetivo analisar a qualidade de vida dos servidores da UBSF – Unidade Básica de Saúde da Família – Aero Rancho IV na cidade de Campo Grande (MS), dando suporte para um futuro trabalho junto a estes profissionais. Quanto aos aspectos metodológicos, foi realizada uma pesquisa quantitativa transversal utilizando a Versão Brasileira do Questionário SF 36 como instrumento de medida e de avaliação da Qualidade de Vida, onde 38 servidores voluntários responderam o questionário na UBSF Aero Rancho IV, representando 73,1% do total de servidores da UBSF. Concluiu-se que os servidores voluntários que participaram desta pesquisa possuem uma boa qualidade de vida, porém se faz necessário uma maior atenção a ergonomia e ao stress destes servidores, situações diretamente relacionadas à Dor e a Saúde Mental. Situações que podem agravar se não houver intervenções junto a estes servidores.

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A cefaleia ou dor de cabeça é um complexo sintomático agudo ou componente de uma doença em desenvolvimento. É um dos sintomas clínicos mais presentes nas emergências e nas unidades básicas de saúde (UBS). Uma das principais queixas encontradas nas UBS podemos defini-la como uma sensação de desconforto ou dor na extremidade cefálica, e que pode ser de caráter agudo ou crônico, pulsátil, latejante, em aperto de localização diversificada com a presença ou ausência de sintomas associados. São inúmeras as consequências dos diversos tipos de cefaleias, dentre elas: ausência das atividades escolares e profissionais, isolamento social, depressão, mau humor, diminuição do rendimento e aumento das despesas com a saúde. De acordo com o ranking da Organização Mundial de Saúde (OMS) a enxaqueca é a 19a moléstia mais causadora de incapacitância na população mundial e dados da Sociedade Brasileira de Cefaléia afirmam que a enxaqueca tem prevalência de 15% na população brasileira, sendo responsável por 35% das consultas neurológicas.