8 resultados para Brasil [Lei n. 11.107, de 6 de abril de 2005]
em Memoria Académica - FaHCE, UNLP - Argentina
Resumo:
A presente pesquisa tem como objetivo examinar as origens da Lei n. 11.340 de 2006 (Lei Maria da Penha), e evidenciar, para tanto, os dados levantados sobre a condiçao jurídica da mulher no Brasil desde a codificaçao do primeiro Código Civil do país (Lei n. 3.071 de 1916) até a atualidade. Pretende-se, também, apresentar os instrumentos utilizados no Brasil para efetivar o diploma legal, ilustrando o quadro coevo de proteçao à mulher vítima de violência doméstica e familiar, com ênfase nas iniciativas e perspectivas de açao. O procedimento metodológico constitui-se de pesquisa bibliográfica e documental, fundada na discussao teórica do vasto acervo levantado. Tem-se por resultados, em primeiro plano, a demonstraçao de que, no Brasil, somente a partir da Constituiçao Federal de 1988 e da Lei n. 11.340 de 2006, os direitos da mulher foram, de fato, reconhecidos, restando, em igual sentido, comprovada, a influência de instrumentos internacionais de proteçao à mulher como norteadores dessa nova prática. E, sob um segundo prisma, pôde-se corroborar, face às inúmeras interpretaçoes suscitadas, a dificuldade de efetiva aplicaçao de algumas das consignaçoes previstas pela Lei Maria da Penha, contudo, comprovou-se a busca por alternativas viáveis para dotar de efetividade aludida legislaçao
Resumo:
A presente pesquisa tem como objetivo examinar as origens da Lei n. 11.340 de 2006 (Lei Maria da Penha), e evidenciar, para tanto, os dados levantados sobre a condiçao jurídica da mulher no Brasil desde a codificaçao do primeiro Código Civil do país (Lei n. 3.071 de 1916) até a atualidade. Pretende-se, também, apresentar os instrumentos utilizados no Brasil para efetivar o diploma legal, ilustrando o quadro coevo de proteçao à mulher vítima de violência doméstica e familiar, com ênfase nas iniciativas e perspectivas de açao. O procedimento metodológico constitui-se de pesquisa bibliográfica e documental, fundada na discussao teórica do vasto acervo levantado. Tem-se por resultados, em primeiro plano, a demonstraçao de que, no Brasil, somente a partir da Constituiçao Federal de 1988 e da Lei n. 11.340 de 2006, os direitos da mulher foram, de fato, reconhecidos, restando, em igual sentido, comprovada, a influência de instrumentos internacionais de proteçao à mulher como norteadores dessa nova prática. E, sob um segundo prisma, pôde-se corroborar, face às inúmeras interpretaçoes suscitadas, a dificuldade de efetiva aplicaçao de algumas das consignaçoes previstas pela Lei Maria da Penha, contudo, comprovou-se a busca por alternativas viáveis para dotar de efetividade aludida legislaçao
Resumo:
A presente pesquisa tem como objetivo examinar as origens da Lei n. 11.340 de 2006 (Lei Maria da Penha), e evidenciar, para tanto, os dados levantados sobre a condiçao jurídica da mulher no Brasil desde a codificaçao do primeiro Código Civil do país (Lei n. 3.071 de 1916) até a atualidade. Pretende-se, também, apresentar os instrumentos utilizados no Brasil para efetivar o diploma legal, ilustrando o quadro coevo de proteçao à mulher vítima de violência doméstica e familiar, com ênfase nas iniciativas e perspectivas de açao. O procedimento metodológico constitui-se de pesquisa bibliográfica e documental, fundada na discussao teórica do vasto acervo levantado. Tem-se por resultados, em primeiro plano, a demonstraçao de que, no Brasil, somente a partir da Constituiçao Federal de 1988 e da Lei n. 11.340 de 2006, os direitos da mulher foram, de fato, reconhecidos, restando, em igual sentido, comprovada, a influência de instrumentos internacionais de proteçao à mulher como norteadores dessa nova prática. E, sob um segundo prisma, pôde-se corroborar, face às inúmeras interpretaçoes suscitadas, a dificuldade de efetiva aplicaçao de algumas das consignaçoes previstas pela Lei Maria da Penha, contudo, comprovou-se a busca por alternativas viáveis para dotar de efetividade aludida legislaçao
Resumo:
Fil: Galán, Lía Margarita. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación; Argentina.
Resumo:
Fil: Galán, Lía Margarita. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación; Argentina.
Resumo:
Este trabajo descriptivo exploratorio se propone analizar la arquitectura de información (AI) de sitios Web de bibliotecas de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), Argentina. Se analizaron 17 bibliotecas y se aplicó una grilla para recabar 10 aspectos relevantes. Los resultados fueron: 1. Ubicación del sitio Web de la biblioteca: 9 sitios incluidos en la página principal de la facultad. 2. Etiquetado de contenidos: terminología simple, sin jergas; no hay homogeneidad entre las bibliotecas. 3. Capacidad de búsqueda: 62 por ciento positiva, 38 por ciento negativa. 4. Sistema de búsqueda: simple 43 por ciento, compleja 10 por ciento, con ayudas 10 por ciento, ninguno 38 por ciento. 5. Sistemas de navegación: globales 5 por ciento, jerárquicos 79 por ciento, locales 5 por ciento, ninguno 11 por ciento. 6. Herramientas de navegación: barras 16 por ciento, frames o marcos 30 por ciento, índices 2 por ciento, mapas de sitio 7 por ciento, menús horizontales 9 por ciento, menús verticales 35 por ciento. 7. Sindicación de contenidos RSS: 3 sitios. 8. Otros servicios: chat 7 por ciento, descarga de documentos 16 por ciento, envío de formularios 14 por ciento, instructivos 21 por ciento, links a otras páginas 23 por ciento, tutoriales 5 por ciento, otros 14 por ciento. 9. Accesibilidad Web: 1 sitio. 10. Otras observaciones: ninguna. Se concluye que el desarrollo de los sitios es dispar y se recomienda considerar pautas de AI como parte de la cooperación en la red de bibliotecas de la UNLP
Resumo:
Este trabajo descriptivo exploratorio se propone analizar la arquitectura de información (AI) de sitios Web de bibliotecas de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), Argentina. Se analizaron 17 bibliotecas y se aplicó una grilla para recabar 10 aspectos relevantes. Los resultados fueron: 1. Ubicación del sitio Web de la biblioteca: 9 sitios incluidos en la página principal de la facultad. 2. Etiquetado de contenidos: terminología simple, sin jergas; no hay homogeneidad entre las bibliotecas. 3. Capacidad de búsqueda: 62 por ciento positiva, 38 por ciento negativa. 4. Sistema de búsqueda: simple 43 por ciento, compleja 10 por ciento, con ayudas 10 por ciento, ninguno 38 por ciento. 5. Sistemas de navegación: globales 5 por ciento, jerárquicos 79 por ciento, locales 5 por ciento, ninguno 11 por ciento. 6. Herramientas de navegación: barras 16 por ciento, frames o marcos 30 por ciento, índices 2 por ciento, mapas de sitio 7 por ciento, menús horizontales 9 por ciento, menús verticales 35 por ciento. 7. Sindicación de contenidos RSS: 3 sitios. 8. Otros servicios: chat 7 por ciento, descarga de documentos 16 por ciento, envío de formularios 14 por ciento, instructivos 21 por ciento, links a otras páginas 23 por ciento, tutoriales 5 por ciento, otros 14 por ciento. 9. Accesibilidad Web: 1 sitio. 10. Otras observaciones: ninguna. Se concluye que el desarrollo de los sitios es dispar y se recomienda considerar pautas de AI como parte de la cooperación en la red de bibliotecas de la UNLP
Resumo:
Este trabajo descriptivo exploratorio se propone analizar la arquitectura de información (AI) de sitios Web de bibliotecas de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), Argentina. Se analizaron 17 bibliotecas y se aplicó una grilla para recabar 10 aspectos relevantes. Los resultados fueron: 1. Ubicación del sitio Web de la biblioteca: 9 sitios incluidos en la página principal de la facultad. 2. Etiquetado de contenidos: terminología simple, sin jergas; no hay homogeneidad entre las bibliotecas. 3. Capacidad de búsqueda: 62 por ciento positiva, 38 por ciento negativa. 4. Sistema de búsqueda: simple 43 por ciento, compleja 10 por ciento, con ayudas 10 por ciento, ninguno 38 por ciento. 5. Sistemas de navegación: globales 5 por ciento, jerárquicos 79 por ciento, locales 5 por ciento, ninguno 11 por ciento. 6. Herramientas de navegación: barras 16 por ciento, frames o marcos 30 por ciento, índices 2 por ciento, mapas de sitio 7 por ciento, menús horizontales 9 por ciento, menús verticales 35 por ciento. 7. Sindicación de contenidos RSS: 3 sitios. 8. Otros servicios: chat 7 por ciento, descarga de documentos 16 por ciento, envío de formularios 14 por ciento, instructivos 21 por ciento, links a otras páginas 23 por ciento, tutoriales 5 por ciento, otros 14 por ciento. 9. Accesibilidad Web: 1 sitio. 10. Otras observaciones: ninguna. Se concluye que el desarrollo de los sitios es dispar y se recomienda considerar pautas de AI como parte de la cooperación en la red de bibliotecas de la UNLP