6 resultados para Aspectos culturais e simbólicos

em Memoria Académica - FaHCE, UNLP - Argentina


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Este trabalho teve como objetivo analisar as representações sóciomotrizes e culturais presentes na brincadeira de roda, chamada de CACURI, típica dos Povos Sateré-Mawé/AM. Sob o foco da Praxiologia motriz podemos definir o Cacuri como uma atividade sóciomotriz caracterizada como CAI na classificação de P. Parlebas, ou seja, é realizada com Companheiro, na presença de Adversário e sem Instabilidade no entorno físico. Diante das teorias da corporeidade podemos perceber as formas de representações sócioculturais e a partir desse olhar é inegável que as crianças aprendem brincando, recriando o seu cotidiano, sem qualquer intenção consciente de uma atividade produtiva de sobrevivência, apenas pelo simples fato de copiarem a vida adulta. E sendo assim nos deparamos com mais um ponto a ser analisado diante da corporeidade, pois a pesca com o Cacuri é realizada pelos homens da comunidade e a brincadeira é típica do mundo imaginário das meninas.

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Este trabalho teve como objetivo analisar as representações sóciomotrizes e culturais presentes na brincadeira de roda, chamada de CACURI, típica dos Povos Sateré-Mawé/AM. Sob o foco da Praxiologia motriz podemos definir o Cacuri como uma atividade sóciomotriz caracterizada como CAI na classificação de P. Parlebas, ou seja, é realizada com Companheiro, na presença de Adversário e sem Instabilidade no entorno físico. Diante das teorias da corporeidade podemos perceber as formas de representações sócioculturais e a partir desse olhar é inegável que as crianças aprendem brincando, recriando o seu cotidiano, sem qualquer intenção consciente de uma atividade produtiva de sobrevivência, apenas pelo simples fato de copiarem a vida adulta. E sendo assim nos deparamos com mais um ponto a ser analisado diante da corporeidade, pois a pesca com o Cacuri é realizada pelos homens da comunidade e a brincadeira é típica do mundo imaginário das meninas.

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Este trabalho teve como objetivo analisar as representações sóciomotrizes e culturais presentes na brincadeira de roda, chamada de CACURI, típica dos Povos Sateré-Mawé/AM. Sob o foco da Praxiologia motriz podemos definir o Cacuri como uma atividade sóciomotriz caracterizada como CAI na classificação de P. Parlebas, ou seja, é realizada com Companheiro, na presença de Adversário e sem Instabilidade no entorno físico. Diante das teorias da corporeidade podemos perceber as formas de representações sócioculturais e a partir desse olhar é inegável que as crianças aprendem brincando, recriando o seu cotidiano, sem qualquer intenção consciente de uma atividade produtiva de sobrevivência, apenas pelo simples fato de copiarem a vida adulta. E sendo assim nos deparamos com mais um ponto a ser analisado diante da corporeidade, pois a pesca com o Cacuri é realizada pelos homens da comunidade e a brincadeira é típica do mundo imaginário das meninas.

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En este trabajo se busca analizar aquellas presentaciones de las mujeres ante las autoridades judiciales de Tres Arroyos, un pueblo de reciente formación en el sur de la provincia de Buenos Aires, para denunciar la violencia a la que se veían expuestas, entre 1889 y 1904. Pretendemos encarar el tema con un enfoque que combine lo específicamente jurídico con una mirada de género y los aspectos culturales y sociales. Pretendemos adentrarnos en el valor simbólico de las situaciones de violencia en sí mismas, así como de su denuncia y exposición pública. En síntesis, lo que interesa es focalizar en el componente simbólico de algunas de estas acciones que, mas allá de las situaciones concretas que traslucen, tienen un fondo de racionalidad, comunican algo a una sociedad y, en algún punto, pretenden imponer o restaurar un orden.

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En este trabajo se busca analizar aquellas presentaciones de las mujeres ante las autoridades judiciales de Tres Arroyos, un pueblo de reciente formación en el sur de la provincia de Buenos Aires, para denunciar la violencia a la que se veían expuestas, entre 1889 y 1904. Pretendemos encarar el tema con un enfoque que combine lo específicamente jurídico con una mirada de género y los aspectos culturales y sociales. Pretendemos adentrarnos en el valor simbólico de las situaciones de violencia en sí mismas, así como de su denuncia y exposición pública. En síntesis, lo que interesa es focalizar en el componente simbólico de algunas de estas acciones que, mas allá de las situaciones concretas que traslucen, tienen un fondo de racionalidad, comunican algo a una sociedad y, en algún punto, pretenden imponer o restaurar un orden.

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En este trabajo se busca analizar aquellas presentaciones de las mujeres ante las autoridades judiciales de Tres Arroyos, un pueblo de reciente formación en el sur de la provincia de Buenos Aires, para denunciar la violencia a la que se veían expuestas, entre 1889 y 1904. Pretendemos encarar el tema con un enfoque que combine lo específicamente jurídico con una mirada de género y los aspectos culturales y sociales. Pretendemos adentrarnos en el valor simbólico de las situaciones de violencia en sí mismas, así como de su denuncia y exposición pública. En síntesis, lo que interesa es focalizar en el componente simbólico de algunas de estas acciones que, mas allá de las situaciones concretas que traslucen, tienen un fondo de racionalidad, comunican algo a una sociedad y, en algún punto, pretenden imponer o restaurar un orden.