23 resultados para Malignant Skin Melanoma
em Repositório Institucional UNESP - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho"
Resumo:
BackgroundMelanoma of the skin is characterised by a high metastatic potential, but reports of metastasis to the tongue are rare. We report a case of skin melanoma with metastasis to the lymph nodes, tongue and brain.ObjectivesThis report highlights the clinical and histological features of oral metastatic melanoma.Case reportA 72-year-old man was seen with a nodule on the tongue. The differential diagnosis included salivary gland tumour, lymphoma and metastatic melanoma. His medical history revealed treatment for melanoma in the periumbilical region and micrometastases in the inguinal lymph nodes. An incisional biopsy was obtained and histological analysis showed the presence of a solid, epithelioid malignant tumour of monotonous appearance infiltrating the skeletal musculature. Immunohistochemistry showed reactivity of neoplastic cells to anti-HMB45, anti-melan A and anti-S100 antibodies and negativity for anti-PAN cytokeratin, confirming the diagnosis of metastatic melanoma.ConclusionThe present findings highlight the importance of a complete medical evaluation of the patient by anamnesis to identify possible oral repercussions of primary diseases in other organs and/or systems.
Resumo:
Several types of tumors affect dogs' skin. Simultaneously occurring neoplasms with different histological patterns might be rarely present in the same animal. This paper describes the occurrence of epitheliotropic cutaneous T-cell lymphoma and melanoma in a dog. The animal had nodular lesions in the abdominal region and serpiginous plaques on the dorsal region of the trunk. Cytology evidenced malignant fusiform cells from the abdominal lesions as well as few round cells from the dorsal. The histopathological examination of the abdominal lesions showed dermis with polygonal to spindle-shaped neoplastic cells. The lesion of the dorsal region evidenced neoplastic round cells with generally distinct cell borders and a moderate amount of eosinophilic cytoplasm. Abdominal lesions were positive for Melan A. Dorsal and forelimb lesions were positive for CD3. This study reports the occurrence of epitheliotropic cutaneous T-cell lymphoma and malignant melanoma in a crossbred Boxer dog and discusses the importance of performing immunohistochemical profile to confirm the phenotype of the tumor.
Resumo:
CONTEXTO: Vários estudos de perda de heterozigozidade na região 9p21-p22, que abriga os genes supressores tumorais CDKN2a/p16INK4a, p19ARF e p15INK4b, têm sido realizados em uma ampla série de tumores humanos, incluindo os melanomas familiares. Perdas e ganhos em outras regiões do cromossomo 9 também têm sido observados com freqüência e podem indicar mecanismos adicionais no processo de tumorigênese dos carcinomas basocelulares da pele. OBJETIVO: Investigar o equilíbrio alélico existente na região 9p21-p22 em carcinomas basocelulares. TIPO DE ESTUDO: Análise molecular de marcadores de microssatélites em tumores e controles. LOCAL: Dois serviços de dermatologia de atendimento terciário em universidades públicas de São Paulo e o Laboratório de Genética Molecular do Câncer da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil. PARTICIPANTES: Examinamos 13 casos benignos, incluindo 4 queratoses solares, 3 queratoacantomas, 3 nevos melanocíticos, 2 doenças de Bowen e 1 neurofibroma cutâneo, além de 58 tumores malignos da pele: 14 de células escamosas, 40 carcinomas basocelulares e 4 melanomas; em pacientes consecutivamente encaminhados à clínica de Dermatologia da Unicamp e que concordaram em participar do estudo. VARIÁVEIS ESTUDADAS: O tumor principal e uma porção normal de pele não-adjacente foram removidos cirurgicamente de pacientes que consecutivamente procuraram os ambulatórios de dermatologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), São Paulo, por causa de lesões cutâneas. Extraímos DNA tanto de tecido tumoral como do correspondente tecido normal de cada paciente. Para amplificar regiões de repetição polimórfica de microssatélites do cromossomo 9, foram utilizados quatro pares de primers, sendo dois deles destinados à região 9p21-p22. RESULTADOS: Identificamos oito casos (20%) de desequilíbrio alélico entre os carcinomas basocelulares, sendo dois casos de perda de heterozigozidade e seis casos de instabilidade de microssatélite na região 9p21-p22. Outros marcadores também mostravam anormalidades em três destes tumores, enquanto nenhuma alteração foi detectada entre os casos benignos e nos outros tumores malignos. CONCLUSÃO: Esta dependência fenotípica sugere que existem diferenças importantes no comportamento das formas mais comuns de tumores cutâneos não-melanocíticos em relação à sua tendência para instabilidade de microssatélite no cromossomo 9. Considerando-se que os genes CDKN2a/p16INK4a, p19ARF e p15INK4b não parecem responsáveis pelas anormalidades observadas, outros genes em 9p21-p22 podem estar envolvidos na etiopatogenia e na progressão dos carcinomas basocelulares.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Skin cancers are the most common human malignant neoplasia and their incidence is growing, chiefly in tropical countries. There is evidence that ultraviolet (UV) radiation present in sunlight is important for genetic damage. Mutations due to such damage could be responsible for alterations in oncogenes and tumor suppressor genes. Recent studies have reported remarkable differences in mutation frequency of the RAS proto-oncogene in non-melanoma skin cancers. These findings may reflect differences in the molecular epidemiology of cutaneous tumors found in geographical areas with diverse sun exposure and ethnical origins of their populations. Our study proposed to perform molecular analyses of skin tumors on patients living in southeastern Brazil, in areas with high levels of sun exposure. DNA from eight solar keratose (SK), 26 basal cell carcinomas (BCC) and 19 squamous cell carcinomas (SCC) was submitted to PCR-SSCP analysis for codons 12, 13 and 61. Contradicting other authors, we found no mutations in codons 12,13 but detected two BCCs and one SCC with a mutation in codon 61. These findings suggest that the activation of KRAS oncogene may contribute to the pathogenicity of cutaneous lesions in southeastern Brazil.
Resumo:
Manifestações cutâneas pré-neoplásicas e neoplásicas em asiáticos são infreqüentes e pouco documentadas. O Brasil possui o maior contingente de imigrantes japoneses e 70% deles residem no Estado de São Paulo. A prevalência dessas lesões em nipo-brasileiros é desconhecida. O presente estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de queratoses actínicas e tumores cutâneos não melanomas em nipo-brasileiros acima de trinta anos de 1ª geração ou 2ª geração, sem miscigenação, residentes na cidade de Bauru, no ano de 2006. Dos 567 nipo-brasileiros submetidos a exame dermatológico, diagnosticou-se queratose actínica em 76 pacientes, com média de idade de 68,9 anos, e único carcinoma basocelular em paciente do sexo feminino de 39 anos. No Japão, a prevalência de queratose actínica é de 0,76% a 5% e a incidência de tumores cutâneos não melanomas é de 1,2 a 5,4/100 mil. Os nipo-brasileiros de Bauru apresentaram prevalência de 13,4% de queratoses actínicas e idade mais precoce de aparecimento. Proximidade com o Equador e atividades rurais contribuem para esses achados. A presença de melanose solar demonstrou risco 1,9 vez maior de desenvolver queratose actínica.
Resumo:
Os tumores malignos do canal anal e do anus são muito raros, não ultrapassam 2% de todos os tumores do colo, reto e anus; segundo os principais levantamentos os melanomas não ultrapassam a incidência de 0,1 a 1,2% dos tumores malignos. Os autores descrevem 2 casos de melanoma, discutindo os principais dados da literatura, enfocando os aspectos diagnósticos, tratamento, evolução e prognostico. Os indicies de cura s são baixos e com elevados índices de mortalidade a curto prazo.
Resumo:
INTRODUÇÃO: A histopatologia convencional continua sendo o padrão-ouro no diagnóstico dos melanomas cutâneos, apesar do progresso da imuno-histoquímica e da biologia molecular. Os critérios microscópicos existentes para esse diagnóstico são numerosos, porém nenhum deles é específico para se afirmar que uma determinada lesão é maligna quando ele está presente, ou é benigna na sua ausência. Alguns critérios têm uma relevância maior para o diagnóstico em relação a outros. OBJETIVO: Este estudo propõe uma análise daqueles critérios considerados mais importantes, comparando sua presença em lesões melanocíticas benignas e melanomas. MATERIAL E MÉTODOS: Foram estudadas 33 lesões melanocíticas benignas (nevo de Spitz: 13; nevo de Reed: 6; nevo displásico: 6; nevo congênito: 3; nevo adquirido: 3; nevo combinado: 1; nevo recorrente: 1), bem como 101 casos de melanomas extensivo/superficiais: 25 intra-epidérmicos e 76 invasivos de pequena espessura (< 2 mm). RESULTADOS: Alguns critérios mostraram alta freqüência em lesões benignas, apresentando pouca especificidade, enquanto outros tiveram menor positividade nas benignas, e alta freqüência nas malignas, mostrando sua maior especificidade e importância no diagnóstico dos melanomas. CONCLUSÃO: Os cinco critérios que mostraram diferenças estatisticamente significativas na comparação com as lesões benignas foram (em ordem decrescente de freqüência): 1. proliferação linear de células isoladas na camada basal; 2. início e fim da lesão com células isoladas; 3. melanócitos na camada granular; 4. disseminação pagetóide extensa; 5. nucléolos grandes, irregulares ou múltiplos. Os melanomas de pequena espessura não apresentam parte dos critérios considerados mais importantes, como falta de maturação, necrose e mitoses profundas.
Resumo:
INTRODUÇÃO: O diagnóstico histopatológico de algumas lesões melanocíticas pode ser muito difícil, mesmo para especialistas, mas há casos em que a dificuldade surge pela inadequada e subjetiva aplicação dos critérios diagnósticos. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é desenvolver um método de aplicação sistemática desses critérios, atribuindo valores para os mais importantes. MATERIAL E MÉTODOS: Selecionaram-se os critérios mais relevantes para o diagnóstico de melanoma, atribuindo valores de 1 a 5 de acordo com sua importância. Foram escolhidos 101 casos de melanomas de tipo extensivo-superficial com menos de 2mm de espessura para análise comparativa com 33 lesões melanocíticas benignas (13 nevos de Spitz, seis de Reed, seis displásicos, três congênitos, três adquiridos, um combinado e um recorrente). RESULTADOS: A soma dos valores dados aos critérios (score) apresentou diferença significativa entre lesões malignas e benignas, mostrando que esse método pode ser útil ao patologista cirúrgico generalista em sua rotina diária. CONCLUSÃO: A aplicação objetiva e sistemática dos critérios histopatológicos pelo sistema de pontos (scoring system) pode ajudar o diagnóstico diferencial entre maligno e benigno em muitas lesões, porém não tendo o efeito desejado nas lesões melanocíticas de comportamento biológico indeterminado.
Resumo:
São bastante conhecidos pelos patologistas o desafio e a dificuldade que algumas lesões melanocíticas apresentam no momento de seu diagnóstico. A falta de uniformidade na maneira de aplicar os critérios diagnósticos é, sem dúvida, uma das causas principais dos altos índices de discordância descritos na literatura. O objetivo deste trabalho é tentar diminuir esta discordância e, para isso, foram selecionados os 12 critérios considerados mais importantes para o diagnóstico de melanoma: 1) tamanho; 2) simetria; 3) delimitação lateral; 4) maturação; 5) disseminação pagetóide; 6) necrose/ulceração; 7) infiltrado inflamatório; 8) regressão; 9) atipias celulares; 10) mitoses; 11) melanização; 12) proliferação de células isoladas. Foram expostas as características de cada um deles e sua aplicação no diagnóstico dos melanomas, lembrando sempre as possíveis exceções, onde estes critérios podem estar presentes em lesões melanocíticas benignas. Posteriormente, em três tabelas, estabeleceu-se o diagnóstico diferencial entre melanoma e três condições melanocíticas benignas que costumam apresentar maiores dificuldades no diagnóstico diferencial. Como nenhum critério deve ser considerado isoladamente, a aplicação rigorosa do conjunto de dados aqui fornecido pode ajudar substancialmente o patologista cirúrgico generalista (não-especialista em lesões melanocíticas) a resolver alguns problemas na sua rotina diária.
Resumo:
Dificuldade potencial no diagnóstico histológico de melanomas é a dificuldade em reconhecer variantes pouco frequentes de melanoma. Entre elas, as mais desafiantes incluem exemplos de melanoma desmoplásico, melanoma nevoide, o chamado melanoma de desvio mínimo, melanomas com proeminente síntese de pigmento ou melanoma tipo animal e o nevo azul maligno. Os autores descrevem dois casos de melanoma tipo animal e discute-se a importância do diagnóstico diferencial clinico-histopatológico nesses casos.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
We have identified chromosome regions that may be sites of genes activated as a result of chromosomal rearrangements observed in 61 of the 86 skin tumors referenced in the literature. The data showed that most of the breakpoints were distributed throughout the genome and some tended to cluster. Highest frequencies of breakpoints were observed in chromosomes with high relative length, except chromosomes 14 and 15 that were more often affected in malignant tumors, despite their size. Our work provides a starting point for more detailed studies that may allow identification of these genes as important keys in the development and progression of skin cancers. (C) Elsevier B.V., 1997.
Resumo:
HMB-45, named for the immunogen used (human melanoma, black) is a monoclonal antibody developed 10 years ago by Gown and colleagues to a whole-cell extract of a human melanoma. Over the years, it has been demonstrated that HMB-45 is a highly sensitive and specific reagent for the identification of melanoma. More recently, it has been found that HMB-45 reacts with a protein designated gp100-cl, which is apparently related to the pmel 17 gene product. Because gp100-cl is a melanosomal matrix protein, HMB-45 is more correctly identified as an organelle-specific rather than tumor-specific reagent. HMB-45 immunoreactivity is seen in normal fetal and neonatal melanocytes but not in adult resting melanocytes. Reactive or proliferating melanocytes present in inflamed adult skin or in skin overlying certain dermal neoplasms, can also ''re-express'' the HMB-45-defined antigen. Whereas the vast majority of melanomas are HMB-45-positive, one important exception is desmoplastic malignant melanoma, which consistently demonstrates a much lower rate of expression of the HMB-45-defined antigen compared with other types of melanoma. In recent years there have been scattered reports of HMB-45 immunoreactivity in nonmelanomatous tumors, such as breast and other carcinomas, but virtually all these reports employed commercial ascites fluid preparations of HMB-45 antibody that were subsequently shown to be contaminated with nonspecific antibodies. Thus, for most practical purposes, a positive reaction with HMB-45 indicates active melanosome formation and, therefore, melanocytic differentiation. There is also a set of HMB-45-positive tumors that consistently manifest HMB-45 immunoreactivity but do not display obvious pigmentation: clear cell ''sugar'' tumor of the lung, angiomyolipoma, and lymphangiomyomatosis. Nonetheless, these lesions are all unified by recent ultrastructural studies that confirm the presence premelanosomes. Curiously, all three lesions also manifest evidence for simultaneous smooth-muscle differentiation. HMB-45 remains, therefore, a reliable marker of melanoma but may also provide insights into a rare group of tumors.