3 resultados para Fetotoxicity

em Repositório Institucional UNESP - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho"


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Arsenic is an environmental pollutant that induces congenital malformations in experimental models and can contribute to human birth defects. The environmental exposure to arsenic is relatively small when compared with the doses required to cause teratogenicity in mice and other laboratory animals. In order to study the action of zinc in the arsenic-induced teratogenicity, in the present work mice were either pretreated with zinc and later with arsenic or were treated simultaneously with zinc and arsenic in vivo and in vitro. Following administration of arsenate on gestation day 8, pregnant females were killed on the 17th day of gestation; maternal and fetal data were collected by laparotomy and used to calculate reproductive parameters. Fetuses were analyzed for the presence of external malformation and, after the appropriate processing, visceral and skeletal analyses were accomplished. Conceptuses were exposed in whole embryo culture to arsenicals on gestation day 8 (3-6 somite stage). After a 26 h culture period, morphological development was assessed. Neither pretreatment with zinc nor simultaneous administration of zinc prevented arsenic teratogenicity in these experimental models. (C) 2002 Wiley-Liss, Inc.

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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A anestesia da paciente grávida engloba situações diversas e que devem ser analisadas com muita propriedade. Além da exposição do feto e de uma possível ação tóxica dos agentes a serem utilizados na anestesia, devem ser considerados o período gestacional, as características de cada droga e as doses a serem utilizadas. A falta de informações adequadas sobre o risco do uso de drogas na gestação torna difícil ao anestesiologista uma opção segura quando se vê diante da necessidade de anestesiar uma paciente grávida, tanto para cirurgia não obstétrica, como em cirurgia obstétrica. No primeiro caso, é importante evitar o parto prematuro (ou o aborto) e o aparecimento de alterações permanentes no feto. No segundo caso, não deve haver interferência na contratilidade uterina nem depressão significativa no feto. A finalidade desta revisão é atualizar os conhecimentos sobre a passagem transplacentária e os efeitos maternofetais das drogas usadas em anestesia. CONTEÚDO: São revisados os mecanismos de passagem transplacentária de drogas, os princípios fundamentais de embriofetotoxicidade e analisados alguns aspectos importantes sobre efeitos embriofetais das drogas utilizadas na anestesia. Também é apresentada a classificação de risco teratogênico, de acordo com o FDA, das drogas que o anestesiologista mais utiliza durante o ato anestésico. CONCLUSÕES: Embora ainda persistam muitas dúvidas em relação à escolha de drogas para a anestesia de pacientes grávidas, o anestesiologista dispõe hoje de novas drogas e de informações que lhe permitem oferecer maior segurança para o binômio mãe-feto.