218 resultados para Fêmea
Resumo:
Quatro úteros provenientes de quatro fêmeas prenhas e dois indivíduos recém-nascidos de anequim, Isurus oxyrinchus, foram coletados na região Sudeste do Brasil durante os meses de setembro a novembro de 1993 e 1994. Todos os embriões estavam bem desenvolvidos, próximos ao estágio de nascimento, apresentando a dentição e órgãos internos bastante desenvolvidos. O comprimento total desses embriões variou entre 64,5 e 72,0 cm, e o maior número de embriões observado no interior de uma única fêmea foi 20. As observações aqui realizadas confirmam a oofagia como forma de nutrição dos embriões dessa espécie e sua periodicidade. A presença de dentes no estômago dos embriões sugere que a substituição dos dentes se inicia na fase uterina.
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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OBJETIVO: Experimentos anteriores mostraram que a cafeína bloqueia o desenvolvimento de Aedes aegypti (Diptera, Culicidae) na fase larval, inibindo conseqüentemente a produção de adultos. O objetivo do estudo foi obter dados que pudessem sugerir desenvolvimento de resistência dos mosquitos à cafeína. MÉTODOS: Foi avaliada a produção de adultos em gerações sucessivas, a partir de ovos produzidos na geração anterior e a taxa de oviposição em cada geração, utilizando meios contendo cafeína a 200 e 500 µg/ml e água de torneira proveniente de poço artesiano como controle. Os experimentos foram conduzidos em São José do Rio Preto, entre 2002 e 2005. Nos testes estatísticos foram utilizados a análise exploratória de dados e algoritmos de alisamento. RESULTADOS: Ocorreu redução crescente da produção de adultos, nas duas concentrações, ao longo das gerações, mas apenas no experimento a 200 µg/ml os dados foram estatisticamente significantes. Quanto à oviposição, a análise dos números mostra redução crescente e acentuada na média de ovos por fêmea, no experimento tratado. CONCLUSÕES: Não houve evidência de resistência ao longo das gerações devido ao tratamento com cafeína. Os resultados encontrados podem reforçar a indicação da cafeína como uma alternativa aos principais agentes de controle do Ae. aegypti atualmente usados, contra os quais os mosquitos têm desenvolvido resistência.
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O comportamento reprodutivo e a ocorrência sazonal de Psecas viridipurpureus foram estudados na Estação Ecológica do Noroeste Paulista, uma pequena área de conservação na região noroeste do Estado de São Paulo, Brasil (49º22'50W e 20º48'36S). P. viridipurpureus ocorreu em gravatás, uma bromeliácea (Bromelia balansae, Bromeliaceae) que não acumula água de chuva. Durante a exibição de corte, o casal ocupou a região mediana das folhas de gravatás, com o macho sempre localizado em uma posição superior à da fêmea. Os machos de P. viridipurpureus apresentaram um comportamento de corte complexo, que incluiu cinco padrões motores. O comportamento de corte e a cópula ocorreram preponderantemente durante a estação chuvosa e o recrutamento de jovens entre dezembro e julho. O abrigo de P. viridipurpureus difere do padrão de Salticidae, pois as ootecas são recobertas por uma cobertura de seda plana e não são incluídas em casulos.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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A pesca de arrasto é o método mais comum de captura de camarão. Esta técnica causa impactos negativos na fauna demersal devido ao grande número de animais que são capturados acidentalmente e que geralmente são devolvidos mortos ao mar. As conseqüências desta metodologia de pesca e os aspectos biológicos das espécies envolvidas são pouco estudados, especialmente no Nordeste do Brasil. Este estudo tem como objetivo mostrar aspectos biológicos de Isopisthus parvipinnis (tortinha) capturada como fauna acompanhante da pesca do camarão sete barbas (Xiphopenaeus kroyeri) na região de Ilhéus, no estado da Bahia, Brasil. Um total de 1290 indivíduos foram capturados em coletas mensais, em três pontos de coleta distintos, de março de 2003 a fevereiro de 2005. O índice de dispersão de Morisita padronizado sugere que a espécie, na área analisada, apresenta uma distribuição agregada. O número de indivíduos variou significativamente entre as estações do ano (p < 0,0001), sendo maior durante o inverno. O comprimento estimado de primeira maturação (L50) foi de 159 mm, sendo que 95% dos indivíduos capturados estavam abaixo deste valor. A razão sexual encontrada foi de 1,5 machos para cada fêmea. Quanto à dieta, foram identificadas 10 categorias alimentares, sendo que Decapoda Dendobranchiata foi a mais importante em freqüência numérica e de ocorrência. Este fato sugere que Isopisthus parvipinnis é uma espécie carnívora, com tendência a carcinofagia, ao menos nos indivíduos jovens.
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Este trabalho estudou a capacidade de parasitismo de Telenomus remus Nixon (Hymenoptera: Scelionidae) em ovos de Spodoptera frugiperda (Smith) (Hymenoptera: Scelionidae) nas temperaturas de 15, 20, 25, 28, 31 e 35ºC objetivando usar esse inimigo natural em programas de controle biológico em culturas onde S. frugiperda é considerada praga. O parasitismo ocorrido nas primeiras 24 h foi de 60,90; 81,65; 121,05; 117,55 e 108,55 ovos parasitados por fêmea em massas ovos com aproximadamente 150 ovos, nas temperaturas de 15, 20, 25, 28 e 31ºC. Fêmeas de T. remus causaram mais de 80% do parasitismo dos ovos nas temperaturas de 15, 20, 25, 28 e 31ºC aos 5, 27, 8, 2 e 2 dias, respectivamente. Na temperatura de 35ºC não houve parasitismo. As maiores taxas de parasitismo ocorreram nas temperaturas de 20, 25, 28 e 31ºC. A longevidade média de fêmeas de T. remus nas temperaturas compreendidas entre 15 e 31ºC variou de 15,5 a 7,7 dias. A temperatura máxima testada (35ºC) foi inadequada ao desenvolvimento de T. remus, sendo que nessa temperatura as fêmeas apresentaram longevidade bastante reduzida (1,7±0,02 dia) e não houve emergência de adultos. Todas as curvas de sobrevivência para T. remus foram do tipo I o que mostram que para todas as temperaturas há um aumento da taxa de mortalidade com o tempo.
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Um novo gênero e espécie de grilo falangopsídeo Adelosgryllus rubricephalus é descrito. Ilustrações de espécimes macho e fêmea e a descrição dos escleritos fálicos, assim como os cromossomos e a distribuição geográfica conhecida são relatados. Uma discussão sobre a posição taxonômica desse grilo dentro da família Phalangopsidae é incluída.
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Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma é um importante predador de Brevipalpus phoenicis (Geijskes) em citros no Brasil. O emprego de Tyrophagus putrescentiae (Schrank) como fonte de alimento para I. zuluagai em criações de laboratório foi investigado a 25,5 ± 0,5ºC, 88 ± 7% UR e fotofase de 12h. Inicialmente os níveis de oviposição do predador alimentado com ovos, estágios pós-embrionários mortos ou estágios pós-embrionários vivos de T. putrescentiae foram avaliados durante 10 dias. A taxa diária de oviposição foi de 1,3 ovo/ fêmea quando estas foram alimentadas com ovos de T. putrecentiae; 0,7 ovo/ fêmea quando estas foram alimentadas com estágios pós-embrionários mortos e cerca de 0,2 ovo/ fêmea quando alimentadas com estágios pós-embrionários vivos. Posteriormente, elaborou-se a tabela de vida de I. zuluagai, oferecendo-se como alimento ovos de T. putrescentiae. Os estágios imaturos foram observados a cada 8h, para determinar a duração correspondente. Na fase adulta, os ácaros foram observados a cada 24h, para se determinar os parâmetros reprodutivos. A capacidade de aumento populacional (r m) foi de 0,11 fêmea/ fêmea/ dia; resultando em uma razão finita de aumento de 1,11 (l). A taxa líquida de reprodução (R0) foi de 7,1 fêmeas/geração, com um tempo de geração de 18,6 dias. Os resultados obtidos mostram que T. putrescentiae é uma fonte de alimento favorável ao desenvolvimento de I. zuluagai.
Resumo:
Vertebrados com períodos gestacionais curtos, os marsupiais tendem a ter proles pequenas e dependentes. O período gestacional dos gambás varia de 14-15dias e os filhotes terminam o seu desenvolvimento no marsúpio e este período é considerado como uma gestação externa por alguns autores. A glândula mamária localiza-se internamente ao marsúpio. A cadeia mamária de cada fêmea era composta por 11 papilas mamárias e aquelas papilas que se encontravam conectadas aos filhotes exibiam um comprimento maior em relação às outras. Histologicamente, a glândula mamária dos gambás assemelha-se às dos mamíferos domésticos, exceto pela ausência do músculo esfíncter papilar no teto.
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Objetivou-se comparar modelos de regressão aleatória com diferentes estruturas de variância residual, a fim de se buscar a melhor modelagem para a característica tamanho da leitegada ao nascer (TLN). Utilizaram-se 1.701 registros de TLN, que foram analisados por meio de modelo animal, unicaracterística, de regressão aleatória. As regressões fixa e aleatórias foram representadas por funções contínuas sobre a ordem de parto, ajustadas por polinômios ortogonais de Legendre de ordem 3. Para averiguar a melhor modelagem para a variância residual, considerou-se a heterogeneidade de variância por meio de 1 a 7 classes de variância residual. O modelo geral de análise incluiu grupo de contemporâneo como efeito fixo; os coeficientes de regressão fixa para modelar a trajetória média da população; os coeficientes de regressão aleatória do efeito genético aditivo-direto, do comum-de-leitegada e do de ambiente permanente de animal; e o efeito aleatório residual. O teste da razão de verossimilhança, o critério de informação de Akaike e o critério de informação bayesiano de Schwarz apontaram o modelo que considerou homogeneidade de variância como o que proporcionou melhor ajuste aos dados utilizados. As herdabilidades obtidas foram próximas a zero (0,002 a 0,006). O efeito de ambiente permanente foi crescente da 1ª (0,06) à 5ª (0,28) ordem, mas decrescente desse ponto até a 7ª ordem (0,18). O comum-de-leitegada apresentou valores baixos (0,01 a 0,02). A utilização de homogeneidade de variância residual foi mais adequada para modelar as variâncias associadas à característica tamanho da leitegada ao nascer nesse conjunto de dado.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)