29 resultados para Neotectonic
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE
Resumo:
Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE
Resumo:
Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Este trabalho apresenta a caracterização geológica das coberturas sedimentares cenozóicas da bacia do Rio Jundiaí e suas relações com a evolução geológica regional. Sobre o Embasamento Cristalino, ocorrem depósitos paleozóicos pertencentes ao Grupo Itararé, depósitos terciários e quaternários. Os depósitos terciários constituem ocorrências locais, pois grande parte das seqüências foi removida pela erosão e os restos estão quase sempre encobertos pelas coberturas mais jovens. Correspondem a um antigo sistema de leques aluviais com área-fonte na Serra do Japi e sua origem se associa à formação das escarpas de falhas que controlam as áreas serranas. Os depósitos colúvio-eluviais são constituídos por material areno-argiloso maciço com linhas de pedra basais, que compõe corpos descontínuos controlados por estruturas geológicas. Os depósitos aluviais também acompanham importantes direções estruturais. A distribuição destas coberturas é condicionada pelo relevo, onde conjuntos de falhas de direção predominantemente NW-SE promoveram o abatimento da porção central da área, controlando a implantação da bacia hidrográfica do Rio Jundiaí. A ocorrência de depósitos aluviais em locais onde atuam esforços transtensivos é de grande importância para a exploração dos recursos hídricos subterrâneos. O afeiçoamento da paisagem condicionado por fatores endógenos atesta a importância dos processos neotectônicos em ambiente intraplaca.
Resumo:
Pela conjugação dos aspectos geológicos, geomorfológicos e pedológicos da área de implantação do Jardim Botânico de Poços de Caldas, definiu-se a dinâmica fisiográfica da paisagem, com o objetivo de contribuir para o conhecimento dos aspectos físicos da região e, desta forma, ocupá-la de forma ordenada e sustentável. Verificou-se que o Jardim Botânico insere-se em uma paisagem aluvial associada a paisagens lacustres menores, em que as coberturas de alteração intempérica são mais ou menos espessas e possuem composição mista e características de transporte gravitacional. A ocorrência de organossolos restringe-se à paisagem lacustre atual/subatual, podendo estar aflorantes ou soterrados por material de transporte gravitacional. As unidades fisiográficas das cotas mais elevadas do terreno decorreram de esforços neotectônicos, que levaram ao soerguimento de blocos e mudança do nível de base. A estas unidades associam-se os neossolos e cambissolos, em sua maioria regolíticos e concrecionários. O estudo permitiu a delimitação de cinco classes de uso e ocupação do solo na área do Jardim Botânico.
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)