118 resultados para NOx O2
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NÃvel Superior (CAPES)
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Biofuels and their blends with fossil fuel are important energy resources, which production and application have been largely increased internationally. This study focus on the development of a correlation between apparent activation energy (Ea) and NOx emission of the thermal decomposition of three pure fuels: farnasane (renewable diesel from sugar cane), biodiesel and fossil diesel and their blends. Apparent Activation energy was determined by using thermogravimetry and Model-Free Kinetics. NOx emission was obtained from the European Stationary Cycle (ESC) with OM 926LA CONAMA P7/Euro 5 engine. Results showed that there is a linear correlation between apparent activation energy and NOx emission with R2 of 0,9667 considering pure fuels and their blends which is given as: NOx = 2,2514Ea - 96,309. The average absolute error of this correlation is 2.96% with respect to the measured NOx value. The main advantage of this correlation is its capability to predict NOx emission when either a new pure fuel or a blend of fuels is proposed to use in enginees.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NÃvel Superior (CAPES)
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O objetivo deste trabalho foi testar se grupos monossexuais de machos gastam mais energia e exibem perfil agonÃstico diferente de grupos formados por um macho e uma fêmea na tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus). Tais diferenças são esperadas, pois machos e fêmeas competem por diferentes recursos reprodutivos. Foram utilizadas duplas de machos (MM) e duplas de macho-fêmea (MF) que permaneceram pareadas por 40 minutos. Durante esse perÃodo foi feito o registro da interação agonÃstica (10 minutos iniciais e 10 minutos finais do pareamento) e determinado o gasto energético (consumo de O2) pelo Método de Winckler. A latência para o inÃcio dos confrontos (média ± DP, MM = 27,40 ± 25,15 s; MF = 14,22 ± 21,19 s; Mann-Whitney, U = 33,50, P = 0,21) e a freqüência de todas as unidades comportamentais (média ± DP, MM < 72,30 ± 25,29; MF < 73,50 ± 21,65.10/min; Mann-Whitney, P > 0,10) foram semelhantes entre os grupos MM e MF nos 10 minutos iniciais. Isso indica que cada intruso foi considerado um potencial competidor no inÃcio da interação. No entanto, a freqüência de ondulação (interação também exibida durante a corte) foi maior para o residente do grupo MF nos 10 minutos finais (média ± DP, MM = 3,56 ± 5,89; MF = 8,56 ± 4,00.10/min; Mann-Whitney, U = 15,50, P = 0,01). A freqüência de fuga, entretanto, foi menor para o intruso do mesmo grupo (média ± DP, MM = 3,90 ± 4,33; MF = 0,44 ± 0,96.10/min; Mann-Whitney, U = 23,50, P = 0,04). Além disso, o perfil agonÃstico no grupo MM foi composto por um maior número de itens comportamentais do que o MF (para residentes e intrusos). Apesar das diferenças comportamentais, o consumo de O2 não foi afetado pela composição sexual do grupo (média ± DP, MM = 1,93 ± 0,54; MF = 1,77 ± 0,46 mgO2.g peso seco-1.40/min; t-teste de Student, t = 0,71, P = 0,49).
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Com este estudo objetivou-se avaliar, comparativamente, os efeitos de três anestésicos inalatórios sobre variáveis respiratórias e hemogasométricas em cães. Para tal, utilizaram-se 30 cães sadios, adultos, machos e fêmeas evitando-se aquelas em estro ou em gestação. Os animais foram separados e protocolados em três grupos de 10 cães cada (G1, G2 e G3). Induziu-se a anestesia geral com administração intravenosa de propofol, na dose de 10±1,3 mg/kg. em seguida procedeu-se à intubação orotraqueal e anestesia geral inalatória pelo desfluorano (G1), sevofluorano (G2) e isofluorano (G3), diluÃdos em oxigênio a 100,00%, por meio de circuito anestésico tipo semi-fechado, dotado de vaporizadores calibrados para cada agente anestésico. As variáveis estudadas foram Freqüência Respiratória, CO2 ao Final da Expiração, Saturação de Oxihemoglobina, Volume Corrente, Volume Minuto, Pressão Parcial Arterial de O2, Pressão Parcial Arterial de CO2, Excesso de Bases e pH. A avaliação estatÃstica destas variáveis foi realizada pela Análise de Perfil, sendo considerado o nÃvel de significância de 5,00%. Os resultados obtidos permitiram concluir que o desfluorano deprime o sistema respiratório aumentando a pressão parcial arterial de CO2 e o CO2 ao final da expiração; e diminuindo a pressão parcial arterial de O2 e o volume minuto, quando comparado com os outros anestésicos em teste.
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O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do tipo de preparo (rodelas e metades) e da temperatura de armazenamento (3ºC, 6ºC e 9ºC) na conservação de produto minimamente processado de abacaxi-'Pérola'. Os frutos, depois de selecionados, lavados e desinfectados com cloro, foram armazenados por 12 horas a 10ºC, antes de serem processados sob condições higiênicas, embalados em contentores de polietileno tereftalatado (rodelas) ou bandeja de isopor recoberta com filme de cloreto de polivinila esticável (metades) e armazenados por até 12 dias. Os produtos foram avaliados quanto à evolução da atmosfera interna na embalagem, respiração, quantidade de suco drenado e evolução da massa fresca e da aparência. Foram testadas, durante o perÃodo de armazenamento, a aceitabilidade pelos consumidores, no inÃcio do experimento e enquanto a aparência e a análise microbiológica permitiram. A presença de bactérias mesofÃlicas e coliformes totais e fecais foi avaliada a cada três dias. Durante o armazenamento, a porcentagem de O2 nas embalagens apresentou decréscimo, enquanto a de CO2 aumentou até 20% para as metades e até 1,86% para as rodelas. A intensidade dos cortes no preparo teve influência direta na respiração, assim como nas perdas de suco e de massa fresca. A temperatura influenciou na respiração e foi fator limitante à vida de prateleira do produto, pois os produtos armazenados a 9ºC, conservaram-se por 6 dias, enquanto os mantidos a 3ºC e 6ºC, por até 9 dias.
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Synbranchus marmoratus is a facultative air-breathing fish, which uses its buccal cavity as well as its gills for air-breathing. S. marmoratus shows a very pronounced tachycardia when it surfaces to air-breathe. An elevation of heart rate decreases cardiac filling time and therefore may cause a decline in stroke volume (VS), but this can be compensated for by an increase in venous tone to maintain stroke volume. Thus, the study on S. marmoratus was undertaken to investigate how stroke volume and venous function are affected during air-breathing. To this end we measured cardiac output (Q), heart rate (fH), central venous blood pressure (PCV), mean circulatory filling pressure (MCFP), and dorsal aortic blood pressures (PDA) in S. marmoratus. Measurements were performed in aerated water (P-O2 > 130 mmHg), when the fish alternated between gill ventilation and prolonged periods of apnoeas, as well as during hypoxia (P-O2 <= 50 mmHg), when the fish changed from gill ventilation to air-breathing. Q increased significantly during gill ventilation compared to apnoea in aerated water through a significant increase in both fH and VS. PCV and MCFP also increased significantly. During hypoxia, when the animals surface to ventilate air, we found a marked rise in fH, PCV, MCFP, Q and VS, whereas PDA decreased significantly. Simultaneous increases in PCV and MCFP in aerated, as well as in hypoxic water, suggests that the venous system plays an important regulatory role for cardiac filling and VS in this species. In addition, we investigated adrenergic regulation of the venous system through bolus infusions of adrenergic agonists (adrenaline, phenylephrine and isoproterenol; 2 mu g kg(-1)). Adrenaline and phenylephrine caused a marked rise in PCV and MCFP, whereas isoproterenol led to a marked decrease in PCV, and tended to decrease MCFP. Thus, it is evident that stimulation of both alpha- and beta-adrenoreceptors affects venous tone in S. marmoratus.
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The jeju is a teleost fish with bimodal respiration that utilizes a modified swim bladder as an air-breathing organ (ABO). Like all air-breathing fish studied to date, jeju exhibit pronounced changes in heart rate (f(H)) during air-breathing events, and it is believed that these may facilitate oxygen uptake (M-O2) from the ABO. The current study employed power spectral analysis (PSA) of f(H) patterns, coupled with instantaneous respirometry, to investigate the autonomic control of these phenomena and their functional significance for the efficacy of air breathing. The jeju obtained less than 5% of total M-O2 (M-tO2) from air breathing in normoxia at 26 degrees C, and PSA of beat-to-beat variability in fH revealed a pattern similar to that of unimodal water-breathing fish. In deep aquatic hypoxia (water P-O2=1 kPa) the jeju increased the frequency of air breathing (f(AB)) tenfold and maintained M-tO2 unchanged from normoxia. This was associated with a significant increase in heart rate variability (HRV), each air breath (AB) being preceded by a brief bradycardia and then followed by a brief tachycardia. These f(H) changes are qualitatively similar to those associated with breathing in unimodal air-breathing vertebrates. Within 20 heartbeats after the AB, however, a beat-to-beat variability in f(H) typical of water-breathing fish was re-established. Pharmacological blockade revealed that both adrenergic and cholinergic tone increased simultaneously prior to each AB, and then decreased after it. However, modulation of inhibitory cholinergic tone was responsible for the major proportion of HRV, including the precise beat-to-beat modulation of f(H) around each AB. Pharmacological blockade of all variations in f(H) associated with air breathing in deep hypoxia did not, however, have a significant effect upon f(AB) or the regulation of M-tO2. Thus, the functional significance of the profound HRV during air breathing remains a mystery.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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