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The fungus Paracoccidioides brasiliensis has been isolated from nine-banded armadillos (Dasypus novemcinctus) in different regions where paracoccidiodomycosis (PCM) is endemic. The link between PCM and these animals has provided the first valuable clue in the effort to elucidate the ecological niche of P. brasiliensis. The present study was aimed at correlating P. brasiliensis infection in armadillos with local ecological features and, if possible, the presence of the fungus in the soil in the Botucatu hyperendemic area of PCM. In this region the mean temperature ranges from 14.8 to 25.8degreesC and the annual average precipitation is 1520 mm. The sites where 10 infected animals (positive group) were collected were studied and compared with the sites where five uninfected animals were found. The occurrence of the fungus in soil samples collected from the positive armadillos' burrows and foraging sites was investigated by the indirect method of animal inoculation. Environmental data from the sites of animal capture, such as temperature, rainfall, altitude, vegetation, soil composition, presence of water and proximity of urban areas, were recorded. All 37 soil samples collected from the sites had negative fungal cultures. Positive animals were found much more frequently in sites with disturbed vegetation, such as riparian forests and artificial Eucalyptus Or Pinus forests, in altitudes below 800 m, near water sources. The soil type of the sites of positive animals was mainly sandy, with medium to low concentrations of organic matter. The pH was mainly acidic at all the sites, although the concentrations of aluminum cations (H+Al) were lower at the sites where positive animals were found. Positive armadillos were also captured in sites very close to urban areas. Our data and previous studies indicate that P. brasiliensis occurs preferentially in humid and shady disturbed forests in a strong association with armadillos.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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A leptospirose é uma antropozoonose mundialmente distribuída que infecta animais de produção, incluindo as ovelhas como carreadores para outros animais e o homem. O presente estudo objetivou determinar a prevalência de Leptospira spp. em ovinos de dois abatedouros do estado de São Paulo e sua associação com algumas variáveis epidemiológicas estudadas. Amostras de soro de 182 ovinos foram pesquisadas para a presença de anticorpos para Leptospira spp. pela soroaglutinação microscópica (SAM). Os resultados indicaram 34/182 (18,68%; IC95% 13,70-24,98%) amostras positivas, principalmente para o sorovar Copenhageni (17/34; 50%; IC95% 33,99-66,01%). Crescimento bacteriano no meio de Fletcher foi observado em amostras de 13/34 (38,24%; CI95% 23.87-55.08%) animais, e confirmados pela Reação em Cadeia pela Polimerase (PCR) e seqüenciamento para somente duas amostras renais de dois animais. Assim, o tratamento e vacinação dos ovinos, além do controle de roedores, pode ser útil na prevenção da infecção na região estudada, visto que os ovinos são importantes carreadores de Leptospira spp. para o homem, e sua transmissão aos trabalhadores de abatedouros ocorre principalmente pela manipulação das vísceras.
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A toxoplasmose é uma das zoonoses mais difundidas no mundo, causada pelo Toxoplasma gondii, um protozoário parasita intracelular obrigatório. Uma alta porcentagem de animais apresenta anticorpos específicos causados por exposição prévia, levando a uma infecção crônica. Os felídeos são os hospedeiros definitivos e outros animais homeotérmicos, incluindo os primatas, são os hospedeiros intermediários. Este estudo objetivou determinar a prevalência da infecção por T. gondii em macacos-prego (Cebus apella nigritus) de vida livre da Estação Ecológica localizada na Mata de Santa Teresa, Ribeirão Preto, SP, Brasil. Anticorpos anti-T. gondii foram pesquisados pelo método de aglutinação direta modificada (MAT) em amostras de soro de 36 macacos-prego, utilizando-se o título oito como de corte. Dos animais estudados, 3/36 (8,33%; IC95% 3,0-21,9%) apresentaram anticorpos anti-T. gondii, todos com título 32. Nenhuma diferença significativa (P>0,05) foi observada com relação ao sexo (1/3 machos e 2/3 fêmeas), e à idade (1/3 jovens e 2/3 adultos). Assim, estes resultados demonstram alta prevalência de anticorpos anti-T. gondii em primatas no estado de São Paulo.
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Em agosto de 1983 foram observados 85 habitantes do Município de Humaitá, Estado do Amazonas, Brasil, com a finalidade de estudar a prevalência dos antígenos de HLA -A, -B, -C e DR, dentre os quais 38 eram doentes com malária causada pelo Plasmodium falciparum Todos eles foram examinados para avaliação de esplenomegalia, exame parasitológico de sangue e pesquisa de anticorpos de malária. Foram constituídos três grupos: (I) 25 indivíduos nascidos na região Amazônica que nunca tiveram malária; (II) 38 indivíduos naturais da Amazônia que tinham sido tratados de malária no passado, ou que estavam tendo malária atual, e (III) 22 doentes com malária que contraíram na Amazônia e eram procedentes de outras regiões do Brasil. Foram colhidas amostras de sangue de cada um deles, separados os linfôcitos e os antígenos de HLA foram tipados pelo teste de microlinfocitotoxidade. Houve elevada freqüência de antígenos não identificados, nos grupos estudados, o que sugere ou a existência de homozigoze, oufenôtipo não identificado nessa população. Houve alta freqüência fenotípica de antígeno deAg(W24) (44,7%) no Grupo II, quando comparado ao Grupo 1(32%) ou Grupo III (9%). Os indivíduos do Grupo II mostraram também elevada freqüência do antígeno DR4 (80%) quando comparado ao Grupo 1(36,3%) ou Grupo III(16,6%). Essas observações sugerem a possibilidade de suscetibilidadegenética ã malária entre os nativos da Amazônia e indicam a necessidade da realização de inquéritos mais extensos sobre a freqüência de antígenos de HLA em habitantes de zona endêmica de malária.
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Introduction. Premature ejaculation is one of the most common male sexual dysfunctions. Current pharmacological treatments involve reduction in penile sensitivity by local anesthetics or increase of ejaculatory threshold by selective serotonin reuptake inhibitors. a1-Adrenoceptors (a1-ARs) and L-type calcium channels are expressed in the smooth muscles of the male reproductive tract, and their activations play an important role in the physiological events involved in the seminal emission phase of ejaculation.Aim. To evaluate if the inhibition of the contractility of the vas deferens and seminal vesicle by alpha(1)-AR antagonism or the L-type calcium channel blockade can delay ejaculation.Methods. The effects of the alpha(1)-AR antagonist tamsulosin and of the L-type calcium channel blockers, nifedipine and (S)-(+)-niguldipine, on contractions induced by norepinephrine in the rat vas deferens and seminal vesicles in vitro and on the ejaculation latency of male rats in behavioral mating tests were evaluated.Main Outcome Measure. Tension development of vas deferens and seminal vesicles in response to norepinephrine in vitro and behavioral mating parameters were quantified.Results. Tension development of vas deferens and seminal vesicle to alpha(1)-AR activation was significantly inhibited by tamsulosin, nifedipine, and (S)-(+)-niguldipine. Tamsulosin displayed insurmountable antagonism of contractions induced by norepinephrine in the rat vas deferens and seminal vesicle. Ejaculation latency of male rats was not modified by tamsulosin, nifedipine, or (S)-(+)-niguldipine; however, both the number and weight of the seminal plugs recovered from female rats mated with male rats treated with tamsulosin were significantly reduced.Conclusion. Seminal emission impairment by inhibition of vas deferens or seminal vesicle contractility by L-type calcium channel blockade or alpha(1)-AR antagonism is not able to delay the ejaculation. de Almeida Kiguti LR and Pupo AS. Investigation of the effects of alpha(1)-adrenoceptor antagonism and L-type calcium channel blockade on ejaculation and vas deferens and seminal vesicle contractility in vitro. J Sex Med 2012; 9: 159-168.
Multiple effects of sibutramine on ejaculation and on vas deferens and seminal vesicle contractility
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