2 resultados para Metaphysics of reasons

em Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa - Portugal


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Prémio - CEN/TC 287 AWARD FOR EXCELLENCE IN INSIRE 2012 Implementation of the INSPIRE Directive on Road Infrastructure in Portugal Inês Soares, aluna de Mestrado em engenharia civil do ISEL, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e Paulo Martins, e o seu orientador, receberam um prémio europeu, no dia 27 de junho, em Istambul na Turquia, numa conferência internacional organizada pela Comissão Europeia e pelo governo Turco.  A jovem portuguesa foi escolhida entre cerca de 20 candidatos de vários países. Paulo Matos Martins, professor no ISEL, além de mentor do trabalho premiado, foi orientador de mestrado da aluna e explica que se trata de um estudo sobre a aplicação da Diretiva comunitária INSPIRE à infraestrutura rodoviária nacional que contou com a estreita colaboração do InIR, Instituto da Infraestrutura Rodoviária através da coorientação da engenheira Adelaide Costa e colaboração técnica do engenheiro Rui Luso Soares.  O projeto-piloto correspondeu à criação de uma aplicação informática que permite aceder a informação geográfica harmonizada relativa à infraestrutura rodoviária nacional, de acordo com as disposições de execução INSPIRE, dando cumprimento aos requisitos impostos pela Diretiva às entidades responsáveis por este tipo de informação, entre as quais se incluem diversos organismos públicos (podendo no futuro vir a incluir as autarquias), permitindo aos decisores políticos e a todos os cidadãos o fácil acesso a informação de qualidade sobre as infraestruturas, o território e o ambiente. 

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One of the filmic trends which has been neglected by the Academy Awards is the metacinema, which for practical purposes I will consider to be a cross between the complexities of the self-reflexive cinema (highly connoted with modernism) and the Hollywood Film (the classical films about the urge to ‘make it’ in Hollywood). Indeed, these films have always existed and some, as Sunset Boulevard (Billy Wilder, 1950, USA) and Mulholland Dr. (David Lynch, 2001, FRA/USA), have even made it to the ceremony, but were, predictably, defeated in the main categories, by other more ‘serious’ or less self-reflexive products. The United States has always insisted on not revealing the tricks of the trade while, ironically, generating films that deal with this theme, in order to cater to the curiosity of the metacinema-inclined spectator. For this reason such films are usually about the universe of cinema but not its medium, at least not in a way that discloses the operations of the technical apparatus. Why are these films not viewed as serious enough and artistic enough to be awarded Oscars by the Academy in the categories of Best Picture, Best Director, Best Screenplay, and Best Cinematography? Are they being discarded for the same reasons that comedy and musicals usually are? Or are they being punished for being too unveiling? Or is the industry going for commercial products that can easily be pushed on a global scale and make a profit?