3 resultados para Índice de acidez
em ReCiL - Repositório Científico Lusófona - Grupo Lusófona, Portugal
Resumo:
As designaes crescimento e desenvolvimento, quando aplicadas dinmica social, so, muitas vezes, tomadas uma pela outra. Mas, hoje, tendese, cada vez mais, a usar o termo crescimento, quando se refere aos aspetos econmicos dessa dinmica, e desenvolvimento para se reportar evoluo, para mais e melhor, da interligao de todos os aspetos do social. No mbito da anlise aqui proposta, , sobretudo, o desenvolvimento que se ter em conta, procurando uma medida para ele. Por isso, a partir de uma noo de desenvolvimento suficiente simples e precisa, para poder ser quantificvel, vai-se procurar criar um Índice de Desenvolvimento Humano Ponderado Sustentvel, tendo em conta a informao disponvel de conceituadas entidades internacionais e os dados empricos da situao moambicana por alturas da viragem do sculo.
Resumo:
O presente trabalho pretende fazer um levantamento e caracterizao dos alunos dos cursos de Tecnologias da Sade da ERISA no que diz respeito aos hbitos alimentares, ao ndice de massa corporal (IMC) e prtica de exerccio fsico. A maioria da populao do sexo feminino (81%) com idades entre os 18 e os 23 anos (68%). A maioria dos respondentes no consome leite ou po todos os dias (40-57%), bebem menos de 1l de gua por dia (51%) e apenas uma minoria consome vegetais e produtos hortcolas diariamente (13%). Quanto ao IMC, verificmos que 10.3% esto abaixo do peso normal (apenas mulheres) e 13.8% acima (maioritariamente homens), chegando mesmo alguns (1.7%) a nveis de obesidade segundo as normas da OMS. Verificmos ainda que mais de metade dos alunos de ambos os sexos no fazem qualquer tipo de exerccio fsico (51.3%). Os hbitos alimentares dos alunos da ERISA so inadequados em relao ao consumo de alguns grupos alimentares, nomeadamente aos produtos hortcolas, vegetais e frutas, bem como ao consumo dirio de gua e leite. A maioria dos inquiridos no pratica qualquer tipo de exerccio fsico, e existe um nmero significativo de alunos com IMC acima ou abaixo dos valores normais estabelecido pela OMS.
Resumo:
Sabe-se pouco sobre a prevalncia da prtica de actividade fsica em Portugal, estratificada por categorias de ndice de massa corporal. O objectivo do presente projecto foi verificar a associao da prtica de actividade fsica como (a) caractersticas sociodemogrficas e (b) ndice de massa corporal. Trata-se de um estudo observacional e transversal. Dados recolhidos entre Janeiro/2003 e Janeiro/2005, por questionrio estruturado (entrevista face-a-face) e avaliao antropomtrica (peso, altura e permetros da cintura e anca). Amostra representativa da populao adulta em Portugal continental. Para avaliao da prtica de actividade fsica, foi utilizado o Baecke Questionnaire of Habitual Physical Activity. Participaram 8116 pessoas. 27.9% referiu praticar algum tipo de actividade desportiva. A proporo dos que fazem desporto diminui com a idade. A proporo de homens que referiram nveis de actividade mais elevados significativamente superior encontrada para as mulheres. As pontuaes obtidas para a prtica de actividade fsica em qualquer dos contextos (lazer, desporto e trabalho) correlacionam-se significativamente com o nvel educacional (principalmente em contextos de lazer). Nas actividades de lazer e de desporto, a pontuao de actividade fsica est negativamente correlacionada com o ndice de massa corporal. Quanto actividade fsica no trabalho, esta correlaciona-se positivamente com o ndice de massa corporal. Conclumos que so necessrias estratgias de sade pblica que facilitem e promovam a actividade fsica em contexto de lazer, especialmente dirigidas aos idosos e aos grupos demogrficos com nveis educacionais mais baixos.