4 resultados para Polineuropatia amiloidótica familiar
em Biblioteca Digital da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo (BDPI/USP)
Resumo:
O presente estudo comparou adolescentes infratores e no-infratores com relao a dois aspectos: grau de adversidade familiar e grau de concordncia entre a autopercepo e a percepo dos pais sobre problemas de comportamento dos jovens. Participaram deste estudo 40 adolescentes, 23 atendidos no Centro de Ateno e Apoio ao Adolescente (UNIFESP) e 17 adolescentes considerados infratores sob interveno da Vara da Infncia e da Juventude da comarca de Santos. Os instrumentos utilizados foram o Child Behavior Checklist (CBCL), Youth Self Report (YSR) e o ndice de Adversidade Familiar de Rutter. O ndice de Adversidade Familiar do grupo de adolescentes infratores foi significativamente maior. Os resultados apontaram ainda que, embora a diferena no tenha sido estatisticamente significante, a porcentagem dos escores de discordncia nas percepes sobre problemas de comportamento foi maior entre os adolescentes infratores e seus pais.
Resumo:
O acidente vascular cerebral (AVC) est entre as principais causas de morte no mundo. Diante das incapacidades impostas pelo AVC, surge o cuidador familiar. O objetivo desta pesquisa foi analisar o significado e as implicaes de se tornar cuidador de um indivduo seqelado de AVC. Trata-se de um estudo qualitativo, realizado com cinco cuidadores, em Londrina-PR, no perodo de agosto a dezembro de 2005. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas e submetidos anlise de discurso proposta por Martins e Bicudo. Da anlise das entrevistas emergiram sete categorias: voltando-se para o Ser cuidado, descrevendo os cuidados, apresentando as mudanas, o apoio da espiritualidade, compreendendo o significado do cuidado, expressando as necessidades para cuidar e perspectivas para o futuro. Os resultados revelaram que ser cuidador familiar um fenmeno complexo, que gera nos sujeitos sentimentos de alegria e felicidade concomitantes aos sentimentos de medo, ansiedade e revolta.
Resumo:
OBJETIVO: Analisar a influncia da renda familiar e do preo de alimentos sobre a participao de frutas e hortalias dentre os alimentos adquiridos pelas famlias brasileiras. MTODOS: Foram utilizados dados da Pesquisa de Oramentos Familiares realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica, com amostra probabilstica de 48.470 domiclios brasileiros entre 2002 e 2003. A participao de frutas e hortalias no total de aquisies de alimentos foi expressa como percentual do total de calorias adquiridas e como calorias provenientes desses alimentos ajustadas para o total de calorias adquirido. Empregaram-se tcnicas de anlise de regresso mltipla para estimao de coeficientes de elasticidade, controlando-se variveis sociodemogrficas e preo dos demais alimentos. RESULTADOS: Observou-se aumento da participao de frutas e hortalias no total de aquisies de alimentos com a diminuio de seu prprio preo ou com o aumento da renda. A diminuio do preo de frutas e hortalias em 1 por cento aumentaria sua participao em 0,79 por cento do total calrico; o aumento de 1 por cento na renda familiar aumentaria essa participao no total calrico em 0,27 por cento. O efeito da renda tendeu a ser menor nos estratos de maior renda. CONCLUSES: A reduo do preo de frutas e hortalias, tanto pelo apoio cadeia de produo dos alimentos quanto por medidas fiscais, um promissor instrumento de poltica pblica capaz de aumentar a participao desses alimentos na dieta brasileira
Resumo:
O estudo prope analisar o consumo de medicamentos, plantas medicinais e outros recursos teraputicos na construo de itinerrios teraputicos, em resposta aos agravos sade de crianas com menos de cinco anos de idade no mbito domstico, em rea urbana. Pesquisa qualitativa, etnogrfica, com 15 famlias, ao longo de 10 meses com 20 encontros quinzenais com as responsveis pelas crianas no cotidiano familiar. Foram constatados 180 eventos de doenas, 74,5 por cento foram tratados, em primeira instncia, em casa, resultando no uso de 212 recursos teraputicos. O principal tipo de recurso teraputico utilizado neste mbito foi medicamentos industrializados, utilizados para prevenir e tratar doenas, diferenciando consideravelmente de suas indicaes clnicas. Os servios de sade aparecem como segunda opo de tratamento. Na comunidade foram tratadas doenas conhecidas pela experincia popular, benzimentos e oraes. As famlias usam medicamentos como prticas culturais e a aceitao de qualquer tipo de tratamento depende de suas expectativas e experincias