113 resultados para carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço
Resumo:
Non-alcoholic steatohepatitis (NASH) has been associated with hepatocellular carcinoma (HCC) often arising in histologically advanced disease when steatohepatitis is not active (cryptogenic cirrhosis). Our objective was to characterize patients with HCC and active, histologically defined steatohepatitis. Among 394 patients with HCC detected by ultrasound imaging over 8 years and staged by the Barcelona Clinic Liver Cancer (BCLC) criteria, we identified 7 cases (1.7%) with HCC occurring in the setting of active biopsy-proven NASH. All were negative for other liver diseases such as hepatitis C, hepatitis B, autoimmune hepatitis, Wilson disease, and hemochromatosis. The patients (4 males and 3 females, age 63 ± 13 years) were either overweight (4) or obese (3); 57% were diabetic and 28.5% had dyslipidemia. Cirrhosis was present in 6 of 7 patients, but 1 patient had well-differentiated HCC in the setting of NASH without cirrhosis (fibrosis stage 1) based on repeated liver biopsies, the absence of portal hypertension by clinical and radiographic evaluations and by direct surgical inspection. Among the cirrhotic patients, 71.4% were clinically staged as Child A and 14.2% as Child B. Tumor size ranged from 1.0 to 5.2 cm and 5 of 7 patients were classified as early stage; 46% of all nodules were hyper-echoic and 57% were <3 cm. HCC was well differentiated in 1/6 and moderately differentiated in 5/6. Alpha-fetoprotein was <100 ng/mL in all patients. HCC in patients with active steatohepatitis is often multifocal, may precede clinically advanced disease and occurs without diagnostic levels of alpha-fetoprotein. Importantly, HCC may occur in NASH in the absence of cirrhosis. More aggressive screening of NASH patients may be warranted.
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Na tentativa de evitar algumas das dificuldades associadas à osteotomia pélvica tripla (OPT), foi desenvolvido experimentalmente o método de aplicação de cunha na junção sacroilíaca para aumentar a ventroversão acetabular. O objetivo deste estudo foi aplicar as técnicas de cunha sacroilíaca e OPT em cadáveres e avaliar radiograficamente a eficácia da ventroversão acetabular. Para tal, foram utilizados 10 cadáveres de cães, adultos, com 15-25 kg. Em cada hemipelve direita foi realizada OPT com placas de 20° e 40°. Na hemipelve esquerda foram aplicadas cunhas nas articulações sacroilíacas de 20° e 40°. Avaliações radiográficas em projeções ventrodorsais foram realizadas para mensuração da cobertura acetabular à cabeça femoral nas duas técnicas. De acordo com os dados obtidos pode-se observar que não houve diferença entre a técnica de OPT e o uso de cunha sacroilíaca utilizando implantes de 20° e 40°, mas ocorreu diferença significativa (p<0,05) entre os cães antes e após a aplicação dos implantes de 20° e 40°, e também entre os que receberam implantes de 20° e os de 40°. A aplicação de cunha sacroilíaca produziu resultados semelhantes à OPT, e também se mostrou como de mais fácil aplicação.
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The present work reports the use of anthocyanins extracted from mulberry (Morus Alba L.), raspberry (Rubus Idaeus L.) and blueberry (Vaccinium myrtillus L.) as sensitizers in dye-sensitized solar cells. The conversion efficiency of these devices is dependent on the extracts employed and can be rationalized in terms of their composition and spectral properties. Solar cells sensitized by the mulberry extract showed the highest efficiency among the fruits investigated. Moreover, a 16 cm² active area solar cell with the mulberry extract has presented fair good efficiency of conversion for natural dye-based solar cells, besides stability over twenty weeks, showing perspectives for developing these low cost devices with a commercial viability.
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A violência, em todas as suas apresentações, tem crescido de forma avassaladora no país, elevando os indicadores de morbidade e mortalidade por causas externas. O uso das armas de fogo, muitas vezes, faz vítimas fatais ou que podem permanecer sequeladas. Tal fato tem aumentado o ônus do estado com internações hospitalares e acréscimo dos anos de vida perdidos da população jovem, que constitui a grande maioria dessas vítimas. Nesse sentido, o presente estudo objetivou fazer um levantamento das vítimas de ferimentos por arma de fogo, atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no município de Campo Grande-MS, no período de abril de 2005 a abril de 2007, nos dois primeiros anos de funcionamento, desde a implantação desse serviço na capital do Estado de Mato Grosso do Sul. Realizou-se estudo descritivo, baseado em análise documental do sistema de informação do SAMU do município de Campo Grande-MS. Foram descritos 233 atendimentos. Os resultados evidenciaram 213 vítimas do sexo masculino, a faixa etária mais acometida foi dos 20 aos 24 anos de idade, a cabeça e o pescoço foram as partes do corpo mais atingidas e a região Sul do município de Campo Grande foi a que concentrou maior número de atendimentos. Conclui-se que a violência por arma de fogo em Campo Grande-MS atinge a camada economicamente ativa da população e provém de regiões de bolsões de pobreza e desigualdade social, justificando a implantação de um serviço como o SAMU.
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A imagem por ressonância magnética (IRM) é o método de diagnóstico por imagem não invasivo mais sensível para avaliar as partes moles, particularmente o encéfalo, porém trata-se de uma técnica onerosa. O método fundamenta-se no fenômeno da ressonância magnética nuclear que ocorre quando núcleos atômicos com propriedades magnéticas presentes no corpo são submetidos a um campo magnético intenso, sendo posteriormente excitados por energia de radiofrequência e gerando, por sua vez, um sinal de onda de radiofrequência capaz de ser captado por uma antena receptora, passando por um processo matemático, chamado Transformada de Fourier, para posterior formação da imagem. Esse estudo objetivou realizar 10 exames completos da cabeça em cadáveres de cães normais à IRM e confeccionar um Atlas com as estruturas identificadas. As imagens foram adquiridas em um aparelho de ressonância magnética Gyroscan S15/HP Philips com campo magnético de 1,5Tesla. Os cadáveres foram posicionados com a cabeça no interior de uma bobina de cabeça humana e foram submetidos a cortes iniciais sagitais a partir de onde se planejou os cortes transversais e dorsais nas sequências de pulso spin-eco T1, T2 e DP. Em T1 utilizou-se TR=400ms e TE=30ms, T2 utilizou-se TR=2000ms e TE=80ms e na DP utilizou-se TR=2000ms e TE=30ms. A espessura do corte foi de 4mm, o número de médias foi igual a 2, a matriz foi de 256x256, o fator foi igual a 1,0 e o campo de visão foi de 14cm. A duração do exame completo da cabeça foi de 74,5minutos. As imagens obtidas com as sequências utilizadas e com a bobina de cabeça humana foram de boa qualidade. Em T1 a gordura tornou-se hiperintensa e o líquido hipointenso. Em T2 a gordura ficou menos hiperintensa e o líquido hiperintenso. A cortical óssea e o ar foram hipointensos em todas as sequências utilizadas devido a baixa densidade de prótons. A sequência DP mostrou o melhor contraste entre a substância branca e cinzenta quando comparada a T2 e a T1. T2 evidenciou o líquido cefalorraquidiano tornando possível a distinção dos sulcos e giros cerebrais. Através do exame de IRM foi possível, pelo contraste, identificar as estruturas ósseas componentes da arquitetura da região, músculos, grandes vasos venosos e arteriais e estruturas do sistema nervoso central, além de elementos do sistema digestório, respiratório e estruturas dos olhos entre outras. Nesse estudo as IRM adquiridas nas sequências T1, DP e T2 foram complementares para o estudo dos aspectos anatômicos da cabeça de cães demonstrando-os com riqueza de detalhes. O tempo requerido para o exame completo da cabeça é compátivel para uso em animais vivos desde que devidamente anestesiados e controlados. Os resultados obtidos por esse trabalho abrem caminho em nosso meio, para o estudo de animais vivos e para o início da investigação de doenças, principalmente as de origem neurológica, visto ser esta técnica excelente para a visibilização do encéfalo.
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The aim of the present study was to evaluate the cell proliferative activity, by AgNORs number, in different regions of bovine placenta throughout gestation. A total of 28 bovine placentas were separated into four groups: group I (60 to 120 days), group II (121 to 170 days), group III (171 to 220 days), and group IV (221 to 290 days). It was found a greater number of AgNORs in giant trophoblastic cells (GTC) when compared with mononuclear trophoblastic cells (MTC) (p<0,001) in all regions and gestational groups analyzed, that confirms their intensive synthesis activity in trophoblast epithelium. The central region of the placentome begins an intense proliferative activity in group II, observed by clusters, while placentomes edges showed a higher number of clusters on group III. These data suggest that the central region of the placentomes began an intense proliferative activity prior to its edge, both declines at the end of pregnancy. Interplacentomal area showed a higher number of AgNORs in the group IV, suggesting a higher proliferative activity of these cells at the end of pregnancy. The results of this study indicate that the proliferative activity, as determined by the amount of intranuclear AgNORs, exhibits patterns that are not only specific to each type of trophoblastic cells, but also for each specific region of bovine placenta throughout pregnancy.
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A particularidade da secreção láctea caprina, do tipo apócrina, diferente da secreção merócrina da vaca, leva a erros de interpretação durante a realização de técnicas de avaliação da celularidade do leite de fêmeas desta espécie. Portanto, o presente trabalho teve o objetivo de determinar a contagem de células somáticas pelo método indireto California Mastitis Test (CMT), e por métodos diretos, incluindo a contagem por citometria de fluxo e a contagem microscópica direta, através da coloração de verde de metil e pironina-Y, além de comparar os métodos de contagem celular. Foram analisadas 102 amostras de 51 fêmeas caprinas, das raças Saanen, Parda Alpina e Toggenburg, criadas no Estado de São Paulo. Os animais foram categorizados segundo a fase da lactação, exame físico da glândula mamária e exame do leite. As amostras foram colhidas, após a realização do exame Califórnia Mastitis Test, em duas alíquotas, uma destinada à contagem celular automática e a outra, a contagem microscópica direta, utilizando-se o corante verde de metil e pironina- Y. De acordo com os diferentes escores do CMT, observou- se 74,5% de amostras negativas, 8,8% de amostras com escore traços, 8,8% de amostras ligeiramente positivas (+), 6,8% de amostras fracamente positivas (++) e 0,9% de amostras fortemente positivas (+++). Os valores medianos das contagens de células somáticas presentes no leite de cabras, avaliadas através de contador automático e microscopia direta, e analisadas de acordo com os diferentes escores do CMT, foram, respectivamente, 181.000, 578.000, 628.000, 1.421.500 e 5.542.000 células/mL de leite e 74.991, 271.396, 71.420, 640.995 e 5.049.394 células/ mL de leite, nos escores negativo, traços, +, ++ e +++. Os valores medianos obtidos através da contagem de células somáticas pelo método automático e microscópico direto, de acordo com as fases de lactação foram de 159.500, 508.000 e 277.500 células/mL de leite, e 62.493, 89.275 e 146.411. A correlação obtida entre a contagem celular automática e microscópica direta foi de 88%. A partir dos resultados observados pode-se concluir que existe diferença na contagem celular determinada através do método automático e microscópico sendo este último o mais adequado para a determinação da celularidade no leite de cabras.
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OBJETIVO: Analisar a prevalência da infecção genital por papilomavírus humano (HPV) de alto risco por faixa etária e fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra de 2.300 mulheres (15-65 anos) que buscaram rastreamento para o câncer cervical entre fevereiro de 2002 e março de 2003 em São Paulo e Campinas, estado de São Paulo. Aplicou-se questionário epidemiológico e realizou-se coleta cervical para citologia oncológica e teste de captura híbrida II. As análises estatísticas empregadas foram teste de qui-quadrado de Pearson e análise multivariada pelo método forward likelihood ratio. RESULTADOS: A prevalência total da infecção genital por HPV de alto risco foi de 17,8%, distribuída nas faixas etárias: 27,1% (<25 anos), 21,3% (25-34 anos), 12,1% (35-44 anos), 12,0% (45-54 anos) e de 13,9% (55-65 anos). Participantes com maior número de parceiros sexuais durante a vida apresentaram maior freqüência da infecção. Relacionamento estável, idade de 35 a 44 anos e ex-fumantes foram associados à proteção da infecção. A infecção genital por HPV de alto risco ocorreu em 14,3% das citologias normais, em 77,8% das lesões escamosas de alto grau e nos dois (100%) casos de carcinoma. CONCLUSÕES: A prevalência da infecção genital por HPV de alto risco na amostra estudada foi alta. Houve predomínio de casos abaixo dos 25 anos e tendência a um novo aumento após os 55 anos, com maior freqüência naqueles com maior número de parceiros sexuais durante a vida
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Background: Metalloproteinase 2 (MMP-2) and tissue inhibitor of metalloproteinase 2 (TIMP-2) participate in the degeneration of the extracellular matrix and are associated with carcinogenesis. MMP-2 is one of the main metalloproteinases active in neoplasia and is a marker of the malignant phenotype. Since the biological behavior of medullary thyroid carcinoma (MTC) varies widely, the present study was undertaken to determine if there is a correlation between the clinical evolution of MTC and the immunohistochemically detected expression of these enzymes in thyroid surgical specimens containing MTC. If so, their expression would be a novel indicator of the prognosis of MTC. Methods: Thirty-seven patients with MTC who had undergone thyroid surgery were followed for an average of 73 months. Immunohistochemical staining for metalloproteinase-related enzymes was performed in surgical paraffin blocks. The clinical status of the patients after surgery and at the end of the study period was characterized to determine correlations between these and the immunohistochemical markers. A value of p < 0.05 was considered statistically significant. Results: At the end of the study period, 15 patients (40.5%) were alive and without evidence of MTC, 17 (45.9%) had persistent MTC, and 5 (13.5%) had a relapse of their neoplasia. Four patients (10.8%) died during the course of the study. There was a significant correlation (p = 0.0005) between the immunohistochemical staining for MMP-2 and the clinical condition of the patients at the end of the study period, and a correlation between the state of apparent cure compared to persistence of MTC after thyroid surgery (p = 0.0207). No significant correlations were observed between either TIMP-2 expression or immune marking of metastatic lymph nodes and the clinical variables studied. Conclusion: Immunohistochemical expression of MMP-2 in thyroid surgical specimens from patients with MTC is a novel indicator of the prognosis of this cancer.
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Background: The vascular endothelial growth factor (VEGF) is a major promoter of endothelial growth and migration. Some studies have shown a correlation between expression of this growth factor and prognosis in several cancers, including well-differentiated thyroid cancer. Aim: We studied VEGF expression, local invasiveness, and other prognostic factors in papillary thyroid carcinoma (PTC) to test the hypothesis that the expression of VEGF is correlated with the degree of invasion of PTC. Patients and Methods: Clinical and pathological data of 76 patients with PTC were retrospectively reviewed. Group 1 consisted of patients with gross locally invasive tumors, group 2 consisted of patients with only invasion of the thyroid capsule, and group 3 consisted of patients with noninvasive PTC. Results: VEGF expression was noted within the tumor in all groups of PTC patients but was absent in the surrounding normal tissue. Older patients had higher expression of VEGF than younger patients. The age of patients with strong reaction to VEGF was 46 +/- 14 (mean +/- standard deviation), and that in patients with a weaker reaction was 39 +/- 16 (p<0.05). Only 20% of patients with a follicular variant of PTC had a strong reaction to VEGF compared with 68% of patients with classical PTC (p<0.01). Conclusions: VEGF expression appears to be an early event in the development of PTC. Whether VEGF expression promotes the progression of PTC is not known, but the answer to this question may be important in view of its greater expression in older patients, a group whose prognosis in PTC is worse.
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Background: To test if the expression of Smad1-8 mRNAs were predictive of survival in patients with oral squamous cell carcinoma (SCC). Patients and Methods: We analyzed, prospectively, the expression of Smad1-8, by means of Ribonuclease Protection Assay in 48 primary, operable, oral SCC. In addition, 21 larynx, 10 oropharynx and 4 hypopharynx SCC and 65 matched adjacent mucosa, available for study, were also included. For survival analysis, patients were categorized as positive or negative for each Smad, according to median mRNA expression. We also performed real-time quantitative PCR (QRTPCR) to asses the pattern of TGF beta 1, TGF beta 2, TGF beta 3 in oral SCC. Results: Our results showed that Smad2 and Smad6 mRNA expression were both associated with survival in Oral SCC patients. Cox Multivariate analysis revealed that Smad6 positivity and Smad2 negativity were both predictive of good prognosis for oral SCC patients, independent of lymph nodal status (P = 0.003 and P = 0.029, respectively). In addition, simultaneously Smad2(-) and Smad6(+) oral SCC group of patients did not reach median overall survival (mOS) whereas the mOS of Smad2(+)/Smad6(-) subgroup was 11.6 months (P = 0.004, univariate analysis). Regarding to TGF beta isoforms, we found that Smad2 mRNA and TGF beta 1 mRNA were inversely correlated (p = 0.05, R = -0.33), and that seven of the eight TGF beta 1(+) patients were Smad2(-). In larynx SCC, Smad7(-) patients did not reach mOS whereas mOS of Smad7(+) patients were only 7.0 months (P = 0.04). No other correlations were found among Smad expression, clinico-pathological characteristics and survival in oral, larynx, hypopharynx, oropharynx or the entire head and neck SCC population. Conclusion: Smad6 together with Smad2 may be prognostic factors, independent of nodal status in oral SCC after curative resection. The underlying mechanism which involves aberrant TGF beta signaling should be better clarified in the future.