3 resultados para fontes energéticas

em Universidad de Alicante


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El enfoque habitual del suministro de energía durante las crisis de refugiados tiende a caer en la dependencia de combustibles sucios, peligrosos y caros. Las soluciones energéticas sostenibles exigen un marco de planificación a largo plazo. Hay oportunidades de alinear la resiliencia energética y los objetivos de acceso de las naciones de acogida dentro del proceso para que las operaciones humanitarias y los objetivos sean ecológicos y para que los refugiados sean autosuficientes.

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Este artigo descreve o uso de artefatos funerários na reconstituição histórica do processo de trabalho em marmorarias instaladas no município de São Carlos (São Paulo, Brasil), no período 1890-1950. Observação direta e registro fotográfico de artefatos funerários, exame de ferramentas de trabalho e utilização de fontes orais permitiram a reconstituição do processo de trabalho. A composição química de fragmentos de artefatos funerários foi determinada por Difração de Raios X e Microscopia Eletrônica de Varredura, evidenciando matérias-primas e sua combinação e uso no processo de trabalho. Considerando-se as etapas produtivas da indústria de rochas ornamentais (extração, serragem e beneficiamento final), os artefatos funerários indicam que as marmorarias inseriam-se na etapa de beneficiamento final. As marmorarias integravam os setores de base técnica artesanal da indústria brasileira, apresentando: baixo grau de concentração de capital e de operários; predomínio da habilidade do ofício especializado; separação pouco nítida entre trabalhadores e instrumentos de trabalho; identificação do trabalhador com o produto. Artefatos de mármore e granito eram destinados a brasileiros de segmentos sociais abastados, durante o início da imigração na cidade de São Carlos (final do século XIX). A partir de 1920, italianos incorporam-se a clientela dos marmoristas, indicando a mobilidade social do imigrante na cidade.

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Desde los años 1980 España y Europa importan una parte creciente de sus hidrocarburos de Argelia. Esta situación ha llevado a una interdependencia que puede resultar peligrosa por ambas partes. España no consigue reducir su consumo de hidrocarburos, pero en su esfuerzo por diversificar e independizarse del petróleo ha incrementado significativamente el consumo de gas natural procedente de Argelia. Por su parte este país ha aumentado sus reservar en divisas lo que le ha permitido mejorar extraordinariamente su situación desde la guerra civil de los años 1990 y garantizar a corto plazo el estatus quo social y político. Sin embargo esa misma dependencia de los hidrocarburos le impide resolver los graves problemas estructurales de su juventud y de una economía rentista. Esta comunicación estudia estas dependencias analizando la creciente complejidad del mercado de los hidrocarburos, los esfuerzos españoles por diversificar sus fuentes de abastecimiento y las apuestas de Argelia por continuar suministrando energía primaria.