21 resultados para dormência tegumentar


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Piper marginatum é uma espécie medicinal, com importância na produção de óleo essencial. Essa espécie possui baixo percentual germinativo, fator pelo qual ocorre a necessidade de técnicas que promovam a quebra de dormência das sementes. O objetivo foi avaliar o uso do ácido giberélico (GA3) e diferentes temperaturas sobre a germinação de sementes.

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Sementes de Bowdichia nitida (sucupira) apresentam dormência causando uma germinação lenta e desuniforme. Este trabalho teve como objetivo estudar métodos para quebrar a dormência de sementes de sucupira. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso com quatro repetições de 25 sementes. Os tratamentos foram: escarificação com ácido sulfúrico por 4, 6, 8, 10 e 12 minutos; escarificação em água a 80°C por 5 e 10 min; escarificação manual mecânica com lixa para madeira e com lixa d'água; e testemunha. Foram avaliados o número de dias para iniciar a emergência, as porcentagens de emergência, de germinação, de sementes duras, de sementes mortas, de plântulas anormais e o índice de velocidade de emergência. A escarificação em ácido sulfúrico por 8 min foi o método mais efetivo para superar a dormência em sementes de sucupira.

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O presente trabalho teve como objetivo caracterizar os estádios fenológicos e avaliar a brotação de caquizeiros ?Rama Forte Tardio? tratados com cianamida hidrogenada, no Vale do São Francisco, em Petrolina, Pernambuco.

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Myrsine coriacea (Sw.) R.Br. ex Roem. & Schult. é uma espécie de grande importância ecológica para recuperação ambiental, por sua característica nucleadora, o que reforça a utilização de suas sementes para compor diferentes métodos de restauração. No entanto, suas sementes necessitam de um longo período para germinar e apresentam baixa germinabilidade. Desta forma o presente trabalho destinou-se a avaliar diferentes tratamentos para superação da dormência e para aumentar a germinação da espécie.

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2015

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No cultivo da macieira, em regiões de inverno ameno, é importante o conhecimento do acúmulo de horas de frio hibernal, desta forma pode-se selecionar cultivares com maior ou menor exigência para cada região produtora. O inadequado suprimento de frio afeta de forma negativa a uniformidade de brotação das plantas. Apesar da exigência em frio das principais cultivares produzidas no Sul do Brasil já serem conhecidas, pouco se sabe a respeito do requerimento de frio dos porta-enxertos. O objetivo deste trabalho foi estimar a necessidade de acúmulo de frio para superação da dormência e a uniformidade de brotação dos porta-enxertos G.213 e M.9.

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Devido à importância do frio hibernal para a fenologia de fruteiras de clima temperado, muitos modelos têm sido propostos para medir a quantidade de frio de modo a usar tais medidas como fator explanatório das fases fenológicas. A quantidade de frio necessária para a superação da dormência varia com a espécie e cultivar. Em macieira, há especial interesse na relação entre elementos agroclimáticos e a quebra de dormência para caracterizar diferentes materiais genéticos e com vistas ao estabelecimento de práticas de manejo cultural. O objetivo deste trabalho foi comparar dois modelos de quantificação do frio acumulado quanto à associação com a data de brotação em macieira.

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A dormência das sementes de Paspalum guenoarum é citada em vasta literatura e é dada como uma das causas para a dificuldade no estabelecimento de pastagens deste gênero. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do tratamento de sementes de P. guenoarum sobre a percentagem de germinação e o crescimento de plântulas com diferentes produtos e dosagens de ácido giberélico.

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As características climáticas da região Sul do Brasil não atendem totalmente à necessidade de horas de frio para superação natural da dormência, sendo necessária a utilização de indutores de brotação. A cianamida hidrogenada, em combinação com óleo mineral, é utilizada intensivamente pelos produtores para indução de brotação. Entretanto, ela apresenta elevada toxicidade, sendo necessário, assim, testar a utilização de outros produtos alternativos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de alguns indutores de brotação na superação da dormência e na indução de brotação da macieira ?Brookfield®?.

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A macieira (Malus domestica Borkh.), uma das frutíferas mais importantes de regiões de clima temperado, é caracterizada pela cessação de crescimento visível durante o inverno, processo chamado de dormência. A dormência de gemas permite que a planta sobreviva a baixas temperaturas e é determinante para a eficiência na produção de maçãs. Entender o processo de dormência, assim como seus mecanismos de controle, tornou-se fundamental para contornar as perdas na produção, seja por meio de técnicas de manejo ou pela geração de variedades comerciais melhores adaptadas às regiões de cultivo.

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A macieira é uma árvore de clima temperado pertencente à família Rosaceae. Árvores de macieira entram em um período de dormência durante o inverno, o que garante a sobrevivência dessas plantas frente a temperaturas abaixo de zero e permite à planta retomar o crescimento vegetativo e reprodutivo na primavera. A indução, progressão e liberação da dormência é dependente de temperaturas abaixo de 7,2°C e é regulada por um mecanismo molecular endógeno de gemas. Em estudos anteriores do Laboratório de Genética Molecular Vegetal, foi identificado um importante QTL no cromossomo 9 de macieira que explica mais de 50% da variação fenotípica observada para o tempo de floração. Dois genes candidatos, MdFLC-like e MdPRE1, foram localizados dentro do intervalo de confiança deste QTL. Na planta modelo Arabidopsis thaliana, FLC e PRE1 estão envolvidos no processo de floração e crescimento, respectivamente, o que reforça um possível papel de MdFLC-like e MdPRE1 na regulação do tempo de floração em macieira. No presente estudo, está sendo investigado o papel dos genes MdFLC-like e MdPRE1 na progressão e liberação da dormência em gemas de macieira.

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Nos últimos anos um grande número de estudos utilizando a análise de imagens termográficas de animais na faixa do infravermelho vem sendo realizado. Além dos avanços tecnológicos que tornaram os sensores mais acessíveis, a preocupação com o bem estar e ambiência das instalações animais tem fomentado a utilização desse método não invasivo e de fácil execução. Neste trabalho foram utilizados 20 bovinos das raças Nelore e Pantaneiro. Após tricotomia de uma área sobre o músculo Longissimus dorsi próximo da 13ª costela, seguida de repouso por 24 horas, os animais foram avaliados por três dias consecutivos, seis vezes por dia. Foram aferidas as temperaturas em áreas com e sem pelos com uso de câmera termográfica. O experimento foi realizado em um Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), considerando o efeito de raça. As variáveis temperatura sem pelo (TSP) e a diferença de temperatura entre áreas com e sem pelo (DIF) não apresentaram efeito significativo para raça. Por outro lado, para a temperatura em áreas com pelos(TCP) o efeito de raça foi significativo, com os pantaneiros apresentando as maiores médias. Animais de ambas as raças encontravam-se em condições de conforto térmico durante o experimento. Os resultados mostram a necessidade de se olhar com cautela para trabalhos envolvendo imagens termográficas capturadas em superfícies recobertas por pelos em animais. Como as avaliações foram feitas na sombra e só houve diferença significativa entre áreas com pelos, é possível que as temperaturas registradas com termografia infra vermelha na superfície da pelagem dos animais representem, pelo menos em parte, características termofísicas dos pelos que as compõem (como a capacidade térmica, por exemplo), sendo tais temperaturas pouco representativas para a superfície do corpo dos indivíduos propriamente, como é comum se considerar.