2 resultados para épocas de semeadura

em Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados


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Marília de Dirceu trouxe a celebridade literária ao autor. Apesar de serem poesias escritas em épocas distintas, dão a ideia de um poema único, onde o autor, com o nome de Dirceu, exprime o seu amor por Marília, ou seja, Maria Dorotéia. Nesta edição de 1861-1862, o Tomo I, que serve como introdução, traz, além da biografia do autor, o juízo crítico dos autores estrangeiros e nacionais, documentos esclarecedores sobre a vida do poeta. O Tomo II contém as três partes das liras de Gonzaga, suprimindo vários erros das edições anteriores. A genuinidade da terceira parte tem sido bastante contestada, o próprio J. Norberto dia que "apesar de inseri-las nesta edição, é um dos que maiores dúvidas apresenta acerca de sua autenticidade"

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Fernão Lopes foi o primeiro cronista-mor do Reino de que se tem notícia certa e um grande cronista português, aliás, segundo Robert Southey, "o maior cronista de todas as épocas e nações”. Pouco se sabe sobre sua origem, tendo-se 1380 como o ano provável de seu nascimento e 1460 como o de sua morte. Nada se conhece dos primeiros quarenta anos de sua vida. Em 1418 foi nomeado guarda do arquivo da Torre do Tombo, em Lisboa. Foi secretário de D. João I desde, pelo menos, 1419 até o seu falecimento deste monarca, em 1433, e , depois, de seu sucessor, D. Duarte. Em 1422 exerceu a função de escrivão da puridade do Infante D. Fernando. Tudo leva a crer que tenha escrito a história de Portugal desde a fundação do Reino e as crônicas de todos os seus reis até D. João I. Chronica del Rey D. Joam I de boa memoria, e do reys de Portugal o decimo foi publicada, postumamente, em 1644, em dois tomos, mas em apenas um volume. Esta obra consta de 3 partes, com os seguintes títulos: Parte I: em que se contém a defensão do reino até ser eleito rei; Parte II: em que se continuam as guerras com Castlella, desde o princípio do seu reinado até às pazes; Parte III: crônica da tomada de Ceuta. As duas primeiras foram escritas por Fernão Lopes. A terceira foi escrita por Gomes Eanes de Zurara nascido, aproximadamente, em 1410 e falecido em 1474, sucessor de Lopes, como primeiro cronista e guarda-mor da Torre do Tombo. No exemplar que a Biblioteca da Câmara possui estão encadernadas apenas as duas primeiras partes, com a segunda parte tendo início no Capítulo 194. Segundo Inocêncio, os exemplares publicados em 1644 são raros, embora a edição não tenha sido feita com o cuidado necessário e exista nas principais bibliotecas de Lisboa. Obra Manuscrita.