2 resultados para memory and cognition

em Instituto Superior de Psicologia Aplicada - Lisboa


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Previous research with the ratio-bias task found larger response latencies for conflict trials where the heuristic- and analytic-based responses are assumed to be in opposition (e.g., choosing between 1/10 and 9/100 ratios of success) when compared to no-conflict trials where both processes converge on the same response (e.g., choosing between 1/10 and 11/100). This pattern is consistent with parallel dualprocess models, which assume that there is effective, rather than lax, monitoring of the output of heuristic processing. It is, however, unclear why conflict resolution sometimes fails. Ratio-biased choices may increase because of a decline in analytical reasoning (leaving heuristic-based responses unopposed) or to a rise in heuristic processing (making it more difficult for analytic processes to override the heuristic preferences). Using the process-dissociation procedure, we found that instructions to respond logically and response speed affected analytic (controlled) processing (C), leaving heuristic processing (H) unchanged, whereas the intuitive preference for large nominators (as assessed by responses to equal ratio trials) affected H but not C. These findings create new challenges to the debate between dual-process and singleprocess accounts, which are discussed.

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A procura de contra-exemplos é provavelmente a fase mais importante do raciocí - nio dedutivo, uma vez que visa garantir a validade da conclusão. A explicação mais difundida para a diminuta procura de contra-exemplos é a capacidade limitada da memória de trabalho (Markovits & Barrouillet 2002; De Neys, Schaeken & d’Ydewalle, 2002; 2003; 2005a; 2005b) o que não parece ser suficiente para explicar a pouca iniciativa dos sujeitos em utilizarem a procura de contra-exemplos como estratégia de verificação (Oakhill, & Johnson-Laird, 1985). No presente trabalho testou-se a hipótese de que a necessidade de cognição dos sujeitos (Cacioppo & Petty, 1982) tem influência no processo de recuperação de contra-exemplos, para condicionais causais, de modo aprofundar o conhecimento das razões que levam a que os sujeitos procurem tão poucos contra-exemplos durante o raciocínio dedutivo (Oakhill, & Johnson-Laird, 1985; Johnson-laird, 2006). Para o efeito, um total de 60 participantes (15 alunos do mestrado integrado em psicologia, 15 alunos de doutoramento, 15 operários fabris e 15 empregados de mesa) realizou 3 tarefas: escala Necessidade de Cognição (Silva & Garcia-Marques, 2006), uma tarefa de raciocínio e uma tarefa para avaliar a capacidade da memória de trabalho (Guerreiro, Quelhas & Garcia-Madruga, 2006). Os resultados indicam que o processo de recuperação de contra-exemplos é influenciado pela necessidade de cognição e que esta influência além de significativa é superior à influência da capacidade da memória de trabalho.