4 resultados para Indústria de serviços - Inovações tecnológicas

em Instituto Politécnico de Leiria


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O conceito de Turismo Médico (TM) é algo que faz parte da História da Humanidade, pois assistiu-se ao longo desta a um fluxo de pessoas que se deslocavam para outros locais em busca de tratamentos. Mas devido às alterações no mundo contemporâneo, assiste-se ao fomento da globalização e consequentemente à proliferação dos serviços de Saúde. O TM está apresentar um crescimento significativo nestas duas últimas décadas devido a uma demanda de pacientes que estão dispostos a viajar para outros países a fim de terem vantagens face aos cuidados médicos no seu país, e também pelo contributo da internet que disponibiliza informação ao paciente sobre tratamentos e destinos que estão apostar numa determinada intervenção. O TM enquanto indústria revela-se inovador apresentando condições para se tornar um nicho turístico rentável e que atrai cada vez mais indivíduos. Devido às receitas que consegue gerar, muitos países estão a tentar estabelecer-se como um destino provedor de cuidados médicos apresentando vantagens competitivas face a outros, como os custos dos tratamentos, qualidade, tecnologia e sem filas de espera. Assim, o mundo a nível dos cuidados de saúde está dividido entre os países emissores de TM onde se encontram essencialmente os países industrializados, tais como os Estados Unidos da América (EUA), Canadá, Reino Unido (RU), entre outros, e os países recetores que já são reconhecidos mundialmente como players desta atividade, entre eles os destinos asiáticos e os latinos. Para além das vantagens significativas, estes intervenientes vendem este tipo de serviços aliando a vertente turística onde é possível desfrutar de praias, passeios e estar em contacto com a cultura dos nativos tornando o TM uma indústria com serviços complementares. De forma a serem reconhecidos internacionalmente pelos seus serviços, os destinos de TM têm uma oferta bastante apelativa e que dá resposta às valências vividas nos países emissores. Daí que exista uma demanda crescente pelo TM fazendo deste nicho turístico uma tábua de ajuda para muitos países. Este trabalho centra-se no contributo dos intervenientes identificados pela literatura estrangeira do TM, mas aplicando os seus esforços em Portugal de forma a ser percepcionado como é que esta indústria está a ser desenvolvida no nosso país.

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O principal objetivo deste trabalho é tentar dar um contributo para a perceção da necessidade de compreender que a adoção de inovações numa organização é em primeiro lugar determinada pela dimensão cultural do CEO e pela sua capacidade de exercer influência enquanto líder. Que ele deve ser o motor das inovações permitindo que a organização se autonomize - que a deixe crescer e oriente na sua caminhada - e que saiba posicionar-se com a distância devida, quando for mais conveniente para toda a estrutura. Este posicionamento não significa alheamento das circunstâncias inerentes ao “crescimento” que a organização enfrenta, mas antes estar nos bastidores a observar e a desenvolver uma gestão de influência, levando os colaboradores a fazerem correções de trajeto por compreensão da necessidade do todo e não pela sua atuação enquanto líder omnipresente. Demasiadas vezes é dada ênfase à inovação nalgumas empresas ou sectores, quando na verdade o que acontece não é mais de que operações de cosmética, pouco consistentes e tudo menos perenes. No entanto, muito há para descobrir sobre os fatores relacionados com as tomadas de decisão relativas à adoção de inovações e de como a probabilidade de adoção de inovações pode ser aumentada. A inovação é um instrumento que as organizações têm para tentar garantir um reconhecimento e um posicionamento na mente dos clientes. A sua sobrevivência estará inexoravelmente ligada à sua capacidade de se reinventar. Existem várias dimensões inferir da capacidade de inovação de uma organização. Neste estudo vamos abordar a dimensão pessoal do líder enquanto motor e dinamizador dos processos de inovação da organização

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A Gestão de Reclamações baseia-se numa gestão na qual as reclamações são a base. É a partir desta que se consegue identificar as causas da insatisfação do cliente e implementar formas corretivas com o objetivo de evitar a ocorrência de novas falhas e a melhorar a prestação do serviço da unidade hoteleira. Quanto maior a tendência para o aumento de falhas, também maior é o número de reclamações. A gestão de reclamações deve ser interpretada como uma sequência de procedimentos que se inicia com a comunicação da reclamação por parte de um cliente dando origem a um processo de interação no qual surge a decisão e por fim o resultado. Uma eficaz gestão de reclamação permite reduzir os níveis de insatisfação dos clientes, levando a uma atitude e comportamento positivo por parte deste. A gestão de reclamações é importante para as unidades hoteleiras pois existe uma cada vez mais maior variedade de serviços a prestar e consequentemente uma mais elevada exigência por parte dos clientes. Logo, esta gestão permite compreender a estrutura da satisfação, perceber quais as expectativas dos clientes e o que os influencia, possibilitando ir ao encontro destes. Assim, esta ferramenta torna-se importante pois recorrendo a este tipo gestão tratam-se as reclamações e consequentemente diminuem-se as falhas, potencializando o restauro da satisfação e retenção/fidelização do cliente. As unidades hoteleiras de serviços têm a necessidade de desenvolver uma gestão de reclamações, melhorando e evitando as suas falhas nos serviços prestados, o que permite o reconhecimento destas perante o seu cliente, podendo potencializar o restauro da satisfação. Iremos perceber também ao longo desta dissertação a importância que as reclamações tem para as unidades hoteleiras no sentido de uma mais valia, dado serem muitas vezes o que ajuda as unidades hoteleira a melhorarem a sua prestação e satisfazer as expectativas dos seus clientes.

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Nas empresas tecnológicas, empresas que fornecem produtos e serviços resultantes de conhecimento científico e tecnológico avançado, o capital humano é o principal fator crítico. Devido às exigências pela alta qualificação de quadros, as oportunidades profissionais no mercado das tecnológicas (mercado de competitividade extrema e em permanente mudança) surgem a todo o momento, em qualquer lugar. Neste âmbito, a Comunicação Interna é uma peça-chave para a empresa conseguir um público interno motivado e comprometido com a estratégia e visão global da estrutura em que se insere. Assim, compreender o poder dos trabalhadores e desenvolver modelos de Comunicação Interna adequados é, com certeza, um ato de gestão inteligente por parte das empresas. Considerando a ausência de estudos focados na Comunicação Interna em empresas tecnológicas portuguesas, este trabalho pretende investigar e refletir sobre os modelos praticados neste tipo de empresas através do estudo do caso da WIT Software, nascida na Universidade de Coimbra em 2001. Identificar o modelo de Comunicação Interna desenhado por esta tecnológica em dezembro de 2013 e implementado em janeiro de 2014, bem como compreender o seu impacto na satisfação dos trabalhadores, constitui o primeiro propósito deste estudo. Num segundo momento avalia-se a importância da Comunicação Interna no processo de Endomarketing. Os dados obtidos demonstram que a Comunicação Interna tem um forte impacto na satisfação dos trabalhadores da WIT Software e que o modelo praticado por esta empresa tecnológica rompe com os mecanismos clássicos e tradicionais utilizados no processo comunicacional, privilegiando instrumentos inovadores e criativos. Este trabalho evidencia, também, que o modelo adotado pela empresa contribuiu para o Marketing Interno (Endomarketing).