Avaliação da toxicidade do mangue de Bertioga, Cubatão-SP, em decorrência de derramamento de óleo, utilizando o microcrustáceo Artemia salina como bioindicador.


Autoria(s): INFANTE, C. S.; VIEIRA, R. F.; JONSSON, C. M.
Contribuinte(s)

CIBELE SUZART INFANTE, PUC Campinas; ROSANA FARIA VIEIRA, CNPMA; CLAUDIO MARTIN JONSSON, CNPMA.

Data(s)

26/05/2016

26/05/2016

2009

10/12/2009

Resumo

Sedimentos de mangue contaminados ou não com produtos derivados do petróleo foram avaliados quanto à sua toxicidade. De todos os parâmetros que determinam qualidade do solo, os testes toxicológicos usando microcrustáceos vivos como bioindicador são os mais adequados em virtude de suas sensibilidades a componentes químicos e tóxicos do ambiente. Para que estratégias de recuperação de áreas degradadas sejam adotadas é importante que se conheça a extensão dos distúrbios provocados no ecossistema através desses testes. Os maiores valores de mortalidade foram encontrados nas áreas contaminadas, no ponto de transição, utilizando 100g de sedimento. No mangue não contaminado com óleo não houve mortalidade em nenhuma das áreas, independentemente dos métodos utilizados.

2009

Identificador

8435

http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/577628

Idioma(s)

pt_BR

Publicador

In: CONGRESSO INTERINSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 3., 2009, Campinas. Anais... Campinas: ITAL: IAC; Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2009. 1 CD-ROM.

Relação

Embrapa Meio Ambiente - Artigo em anais de congresso (ALICE)

Palavras-Chave #Bioindicador #Microcrustáceo #Toxicidade
Tipo

Artigo em anais de congresso (ALICE)