Resistividade elétrica superficial do concreto: influência da cura
Contribuinte(s) |
Figueiredo, Enio Pazini Figueiredo, Enio Pazini Bacarji, Edgard Carvalho, Leonardo Gomes de Sá e |
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Data(s) |
10/10/2016
10/10/2016
07/03/2016
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Resumo |
A resistividade elétrica superficial do concreto, nos estados fresco e endurecido, pode ser influenciada por alguns fatores, como por exemplo: grau de hidratação, relação água/aglomerante (a/ag), procedimento de cura, teor de agregado e existência de armadura. Este trabalho tem o objetivo de avaliar o desempenho e o comportamento da resistividade elétrica superficial do concreto tendo como base a influência do tempo de cura e relação a/ag. Os concretos dosados foram divididos em três grupos, onde C-0,81 representa o grupo de concretos com relação água/aglomerante de 0,81 e 20 MPa de resistência à compressão; C- 0,50 representa os concretos com relação água/aglomerante de 0,50 e 40 MPa; e C-0,35 representa os concretos com relação água/aglomerante de 0,35 e 60 MPa de resistência à compressão. Os procedimentos de cura aplicados aos três grupos foram: cura seca, cura submersa até os sete dias e cura submersa até os quatorze dias. No presente estudo, os resultados mostraram que quanto maior a relação água/aglomerante, maior será a porosidade da mistura que, por sua vez, eleva a resistividade elétrica. No que tange ao procedimento de cura, os concretos curados a seco apresentaram maiores índices de resistividade que os concretos submersos. |
Identificador |
SILVA, Leandro Melo Andrade e. Resistividade elétrica superficial do concreto: influência da cura. 2016. 68 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Escola de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2016. |
Idioma(s) |
por |
Publicador |
Universidade Federal de Goiás Brasil UFG Escola de Engenharia Civil e Ambiental - EECA (RG) Engenharia Ambiental e Sanitária (RG) |
Direitos |
Acesso Aberto |
Palavras-Chave | #Resistividade elétrica superficial #Concreto #Cura |
Tipo |
TCC |