Para uma estética da criação: deduções bonaventurianas da teoria do verbo em Anselmo
| Data(s) |
02/07/2016
02/07/2016
01/11/2009
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| Resumo |
Na distinção 27 do Comentário às Sentenças de Pedro Lombardo, na questão onde o sentido próprio do conceito de “Verbo” se discute e se aclara, é a autoridade do pensamento anselmiano, conforme a sua exposição nas páginas do Monologion, que Boaventura convoca para a conclusão do problema e a resolução das dissensões. Tomando, por isso, aquele texto como ponto de partida da nossa incursão sobre a filosofia do monge de Le Bec, procurar-se-á reflectir sobre o carácter mediador do Verbo no acto da criação e sobre o modo como este constitui a chave de interpretação da questão filosófica do uno e do múltiplo. É esta relação entre o uno e o múltiplo, na qual se encerra o mistério da criação, que encontrará, por seu turno, junto da filosofia do Doutor Seráfico, fortes ressonâncias estéticas, firmadas sobre uma concepção de beleza, de matriz agostiniana, que a define como “aequalitas numerosa”, que o mesmo seria dizer, como unidade da multiplicidade. |
| Identificador |
Afonso, Filipa, "Para uma estética da criação: deduções bonaventurianas da teoria do verbo em Anselmo", Philosophica 34 (Novembro 2009): 145-156. 0872-4784 |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Edições Colibri / Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa |
| Relação |
http://revistaphilosophica.weebly.com/2009.html |
| Direitos |
openAccess http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ |
| Palavras-Chave | #Filosofia #Anselmo #Boaventura |
| Tipo |
article |