Percepção de risco de predação por um grupo de macaco-prego (Sapajus nigritus) do Parque Estadual Carlos Botelho


Autoria(s): Ferreira, Luíza Gonzalez
Contribuinte(s)

Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Data(s)

23/03/2015

23/03/2015

2012

Resumo

Estudar chamados de alarme permite inferir sobre a percepção de risco de predação. A percepção de risco de predação por um primata pode ser afetada por diversos fatores, como o ambiente em que ele está e o horário do dia. O objetivo desse trabalho foi verificar se há relação entre a atividade dos predadores em potencial do macaco-prego e a frequência de vocalizações de alarme de um grupo do Parque Estadual Carlos Botelho. Os dados usados foram coletados nos anos de 2007 e 2009, as vocalizações anotadas como “ad libitum”. O teste qui-quadrado revelou diferenças significativas entre os três períodos do dia em 2007, sugerindo uma maior percepção de risco em horários de atividade dos predadores aéreos. O teste não revelou diferenças significativas para o ano de 2009. A temperatura ou a estação do ano em que as aves se encontravam durante a observação pode ter provocado essa diferença de resultados. Comportamentos de forragear em lugares menos expostos, vigilância e coesão de grupo podem ser analisados para uma melhor compreensão da percepção de risco por predadores aéreos

Identificador

FERREIRA, Luíza Gonzalez. Percepção de risco de predação por um grupo de macaco-prego (Sapajus nigritus) do Parque Estadual Carlos Botelho. 2012. 1 CD-ROM. Trabalho de conclusao de curso (bacharelado - Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Instituto de Biociências de Botucatu, 2012.

http://hdl.handle.net/11449/119047

000784244

000784244.pdf

Idioma(s)

por

Publicador

Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Direitos

openAccess

Palavras-Chave #Macaco #Predação (Biologia) #Animais predadores #Ecologia #Ecology
Tipo

info:eu-repo/semantics/bachelorThesis