Foucault e a (bio) política: possibilidades e metamorfose de um conceito
Contribuinte(s) |
Sousa Filho, Alipio de CPF:00999249436 http://lattes.cnpq.br/9503641451907194 CPF:24289701434 http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4795603A8&dataRevisao=null Lins, Daniel Soares CPF:72740086768 http://lattes.cnpq.br/5238461469879044 Alves Neto, Rodrigo Ribeiro CPF:07258002758 http://lattes.cnpq.br/7983480785136119 |
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Data(s) |
17/12/2014
30/08/2010
17/12/2014
28/04/2010
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Resumo |
The fundamental question developed in this research is to consider the possible meanings of biopolitics in the thought of Michel Foucault. In the first chapter of this study seeks to examine the rationality of biopower. It is able to show the rationality of acting as a social machinery for the manufacture of the subjectivity of individuals, biopolitics as a producer of bodies and subjectivity. The theme of biopolitics appears as inspiration of Nietzsche's metaphor of war. The idea that history is the war for dominance of the bodies. In the second chapter, the (bio) political will and political thought of resistance, fighting criticism as an attitude of revolt of the subject before his condition subjugated. The biopolitical here is intended as a conceptual tool for reading the thought / Foucault's work. A resistance that can be thought of as a biopolitical as a "refractoriness reflected". The third chapter will seek to show how the Foucault argues that power was already present the ethics of self-care. If the subject is a product, is captured by the discourse of biopower that manufactures its subjectivity, self care, it's time to think about the inner contents. Self care is something that offers resistance, as a possibility to think that these contents are constructed historically, and that therefore it is possible to reestablish the self-care is a policy of fighting these sedimented content that promotes colonization of the subjects. You can move from ruler to ruled itself, although this pursuit of liberty is always unfinished, always be a tension, a desire for freedom that can be undertaken not as a state, but at least the minimum and temporarily in other forms of existence, and other ways of relating, other ways of sociability, friendship, sexuality Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior A questão fundamental desenvolvida nesta pesquisa consiste em pensar sobre os possíveis sentidos da biopolítica no pensamento de Michel Foucault. No primeiro capítulo desse estudo procura-se analisar a racionalidade do biopoder. Trata-se de apresentar a racionalidade do poder funcionando como uma maquinaria social na fabricação da subjetividade dos indivíduos, a biopolítica como produtora de corpos e da subjetividade. O tema da biopolítica aparece como inspiração da metáfora nietzscheana da guerra. A idéia de que a história é a guerra pelo domínio dos corpos. No segundo capítulo, a (bio)política será pensada como políticas de resistências, lutas críticas, como uma postura de revolta do sujeito diante de sua condição de assujeitado. O biopolítico, aqui, é pensado como uma ferramenta conceitual para a leitura do pensamento/obra de Foucault. Uma resistência que pode ser pensada como uma biopolítica, como uma indocilidade refletida . No terceiro capítulo, procurar-se-á mostrar como no Foucault que discute o poder já estava presente a ética do cuidado de si. Se o sujeito é produto, é capturado pelo discurso do biopoder que fabrica sua subjetividade, o cuidado de si, é a hora de pensar os conteúdos interiores. O cuidado de si é algo que se oferece como resistência, como uma possibilidade de pensar que esses conteúdos são construídos historicamente, e que portanto, é possível refundar-se. o cuidado de si é uma política de combate a esses conteúdos sedimentados que promove a colonização dos sujeitos. É possível passar de governado a governante de si, embora essa busca de liberdade seja sempre inacabada, seja sempre uma tensão, uma vontade de liberdade que pode se realizar não como um estado, mas pelo menos mínima e provisoriamente em formas outras de existência, e modos outros de se relacionar, maneiras outras de sociabilidade, de amizade, de sexualidade |
Formato |
application/pdf |
Identificador |
GÓIS FILHO, Benjamim Julião de. Foucault e a (bio) política: possibilidades e metamorfose de um conceito. 2010. 89 f. Dissertação (Mestrado em Metafísica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010. http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/16474 |
Idioma(s) |
por |
Publicador |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte BR UFRN Programa de Pós-Graduação em Filosofia Metafísica |
Direitos |
Acesso Aberto |
Palavras-Chave | #Focault #Biopolítica #Crítica #Resistência #CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA |
Tipo |
Dissertação |