Estimando a demanda domiciliar por telefones fixos com dados agregados brasileiros
Data(s) |
30/04/2014
30/04/2014
01/12/2009
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Resumo |
Este artigo usa dados agregados brasileiros para estimar a demanda domiciliar por telefones fixos. Com relação à literatura prévia sobre o tema, podem ser ressaltados três avanços metodológicos: (i) o caráter não-linear da escolha individual é preservado no modelo agregado; (ii) a agregação é feita de modo a considerar o viés gerado pela heterogeneidade entre os indivíduos dentro das regiões; (iii) é usada uma matriz de covariância robusta à presença de dependência espacial [Driscoll & Kraay (1998)]. Percebe-se que a consideração do viés de agregação altera significativamente os resultados. Além disso, simulações construídas a partir das estimativas encontradas indicam que a redução da assinatura básica em 50% aumentaria em apenas 3,3% os domicílios brasileiros com telefone fixo. Este impacto modesto é provavelmente resultado do comportamento dos domicílios de baixa renda. Em grande parte destes domicílios, existe somente um tipo de telefone, móvel ou fixo. Nesse caso, mesmo com uma redução significativa da assinatura do telefone fixo, boa parte deles ainda deve optar pelo telefone móvel, na medida em que este último, além de garantir mobilidade, tende a comprometer uma parcela menor da renda mensal. Estimação de Demanda,Viés de Agregação, Dependência Espacial, Instituto Brasileiro de Economia |
Identificador | |
Idioma(s) |
pt_BR |
Relação |
Texto para Discussão, 04 |
Palavras-Chave | #Estimação de demanda #Universalização em telecomunicações #Viés de agregação #Dependência espacial #Telefonia fixa #Economia #Telecomunicações |
Tipo |
Working Paper |