Agustina Bessa-Luís : a pátria sem pai
| Data(s) |
2011
|
|---|---|
| Resumo |
A escrita da História, na obra de Agustina Bessa-Luís, é aqui encarada na óptica de uma “desconstrução” do discurso da História. Veremos como as ficções historiográficas desmantelam a imagem do « Portugal-super-homem » constitutiva da identidade nacional. É denunciado pela incidência do “insucesso” na História portuguesa, um processo cultural de «desdramatização», favorecendo a emergência do recalcado. Enfim, observaremos que para a autora, esta fragilidade identitária lusa se cristaliza à volta de figuras femininas, acrescentando-lhe uma dimensão política. Através destas mulheres exprime-se uma revolta que transcende as épocas e abala o discurso dominante. |
| Formato |
application/pdf |
| Identificador | |
| Idioma(s) |
por |
| Publicador |
Université Paris Sorbonne-Paris IV Lisboa |
| Relação |
Revista Telhados de Vidro, 1646-334X, 2011, 15, s. 139-150 |
| Direitos |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| Palavras-Chave | #Agustina Bessa-Luís #ficções historiográficas #Portugal-super-homem #fragilidade identitária #discurso dominante |
| Tipo |
Article in journal info:eu-repo/semantics/article text |