O homem vazio: uma crítica ao utilitarismo
| Data(s) |
01/08/2013
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| Resumo |
O objetivo do meu artigo é criticar a compreensão utilitarista do agente moral como átomo racional que está disposto invariavelmente a agir de acordo com o não sofrimento. Minha hipótese é a de que o utilitarismo esvazia os seres humanos de suas motivações para oferecer uma imagem opaca do agente moral. Por isso, ele é incapaz de solucionar dilemas morais que envolvem, por um lado, o autossacrifício por razões afetivas e, por outro, conflitos que opõem culturas distintas. Meu ponto é que não é necessariamente imoral a ação de um agente o qual sacrifica a solução ótima (proposta pelo cálculo utilitário e que privilegia a maioria), em nome de uma motivação afetiva, que julga que uma vida pode valer mais do que outra, nem o sofrimento é necessariamente imoral em todas as culturas de modo uniforme. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000200007 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia |
| Fonte |
Trans/Form/Ação v.36 n.2 2013 |
| Palavras-Chave | #Moral #Utilitarismo #Bem #Contexto #Empatia |
| Tipo |
journal article |