Mulheres intelectuais na idade média: Hildegarda de Bingen - entre a medicina, a filosofia e a mística
| Data(s) |
01/01/2012
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| Resumo |
É corrente se afirmar que antes da Modernidade não há registro de mulheres na construção do pensamento erudito. Que, se tomarmos, po exemplo, a Filosofia e a Teologia, que foram as duas áreas do conhecimento que mais produziram intelectuais, durante a Idade Média, não encontraremos aí a presença de mulheres. Entretanto, apesar de todas as evidências, se vasculharmos a construção do Pensamento Ocidental, veremos que é possível identificar a presença de algumas mulheres já nos tempos remotos, na Antiguidade Clássica e na Patrística (ou Alta Idade Média). Mas é na Escolástica (Baixa Idade Média) que encontramos as primeiras Pensadoras, responsáveis por um sistema autônomo, distinguindo-se como fecundas escritoras, donas de obras tão profundas e importantes quanto as produzidas pelos homens de seu tempo, com os quais muitas vezes dialogaram em pé de igualdade. Dentro desse maravilhoso universo feminino de intelectuais, destacamos, na Escolástica, a figura de Hildegarda de Bingen (1098-1165), da qual trataremos um pouco neste artigo. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732012000400013 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia |
| Fonte |
Trans/Form/Ação v.35 n.spe 2012 |
| Palavras-Chave | #Medicina #Filosofia #Mística #Idade Média #Mulheres Intelectuais |
| Tipo |
journal article |